Show simple item record

dc.contributor.authorCastilho, Marta dos Reis
dc.contributor.authorDweck, Esther
dc.contributor.authorNicoll, Marcelo
dc.contributor.authorKupfer, David
dc.date.accessioned2014-01-02T15:28:18Z
dc.date.available2014-01-02T15:28:18Z
dc.date.issued2012-10
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11362/4345
dc.descriptionIncluye bibliografía
dc.description.abstractAs exportações brasileiras se expandiram vigorosamente nos anos 2000, tendo contribuído positivamente para o crescimento do emprego. Porém, essa contribuição é relativamente pequena: o número de empregos diretos associados às exportações corresponde a cerca de 5% do emprego total da economia. Sua contribuição ao crescimento do emprego no Brasil nos últimos anos foi bem inferior à do consumo das famílias e até do investimento público. Quando se considera o emprego indireto associado às exportações, esse volume dobra. O crescimento do volume de empregos associados às exportações, de apenas 2%, não acompanhou o crescimento do emprego total, que avançou de 18%, e ficou bem abaixo à expansão de 200% das exportações entre 2002 e 2008. Isso se deve a mudanças técnicas que implicaram em uma redução significativa do conteúdo de emprego da produção e à evolução da composição das exportações. Para o conjunto dos setores agrícola, extrativo e manufatureiro, observa-se no período uma redução de cerca de 20% do conteúdo de emprego da produção. Esse movimento atinge 9 dos 16 setores analisados, merecendo destaque a redução da quantidade de trabalho por R$ produzido no setor agrícola. Ademais, a redução foi mais acentuada no que se refere ao trabalho menos qualificado, acompanhando a tendência generalizada na economia de aumento da qualificação dos trabalhadores. Quanto ao padrão de comércio exterior brasileiro, o ciclo recente de crescimento das exportações tem se caracterizado por uma mudança significativa na composição setorial e na distribuição geográfica da pauta de exportações. Por um lado, os produtos manufaturados perderam peso diante do avanço nas exportações totais dos produtos básicos (commoditites agrícolas e minerais). Por outro lado, a dispersão geográfica da pauta de exportações brasileiras se acentuou devido à perda de importância dos EUA como mercado de destino e do fortalecimento de outros mercados, dentre os quais se destaca a China. A mudança na composição setorial das exportações guarda uma relação estreita com a evolução do perfil geográfico, visto que, se por um lado caíram as exportações de manufaturados para os EUA, por outro, a China notadamente é um mercado voraz das commodities brasileiras. As implicações dessas mudanças sobre o perfil do emprego gerado pelas exportações são diversas, tanto em termos de número de empregos gerados quanto em termos de sua qualidade. Em primeiro lugar, a maior parte dos empregos gerados pelas exportações é de baixa qualificação. Em seguida, dos principais destinos das exportações brasileiras, aqueles que geram maior volume de emprego são a UE e a China, sendo esse emprego em sua larga maioria de baixa qualificação.
dc.description.tableofcontentsI. Introdução. -- A. Abertura e mercado de trabalho no Brasil. -- II. Perfil e evolução do mercado de trabalho no Brasil nos anos 2000. -- III. Evolução das exportações brasileiras nos anos 2000: Uma década de forte crescimento. -- A. Mudanças na composição setorial e geográfica da pauta de exportações brasileiras. -- B. Diferenças na composição setorial das exportações brasileiras segundo seus principais parceiros. -- IV. Contribuição das exportações para a geração de emprego no Brasil. -- A. Fatores explicativos do crescimento do emprego no Brasil nos anos 2000. -- B. Coeficiente de trabalho: Evolução da quantidade de emprego utilizada na produção. -- C. Conteúdo de trabalho direto das exportações brasileiras. -- D. Conteúdo de trabalho indireto das exportações brasileiras. -- E. Diferentes parceiros comerciais, diferentes efeitos sobre o emprego. -- V. Conclusões
dc.language.isopt
dc.publisherCEPAL
dc.relation.ispartofseriesSerie Comercio Internacional
dc.titleDiferentes parceiros, diferentes padrões: Comércio e mercado de trabalho do Brasil nos anos 2000
dc.typeTexto
dc.divisionDivisión de Comercio Internacional e Integración
dc.divisionoldDivisión de Comercio Internacional
dc.publicationstatusDisponible
dc.regionalofficeSantiago
dc.physicaldescription41 p. : gráfs., tabls.
dc.jobnumberS1200698
dc.callnumberINT UN/CO 35(118/2012)
dc.callnumberLC/L.3529
dc.identifier.unsymbolLC/L.3529
dc.placeofeditionSantiago
dc.relation.ispartofseriesno118
dc.subject.spanishMERCADO DE TRABAJO
dc.subject.spanishEXPORTACIONES
dc.subject.spanishCOMERCIO INTERNACIONAL
dc.subject.spanishINCENTIVOS A LA EXPORTACION
dc.subject.spanishEMPLEO
dc.subject.englishLABOUR MARKET
dc.subject.englishEXPORTS
dc.subject.englishINTERNATIONAL TRADE
dc.subject.englishEXPORT INCENTIVES
dc.subject.englishEMPLOYMENT
dc.coverage.spatialspaBRASIL
dc.coverage.spatialengBRAZIL
dc.type.biblevelDocumento Completo
dc.doctypeSeries
dc.topic.spanishEMPLEO
dc.topic.spanishCOMERCIO INTERNACIONAL
dc.topic.spanishCOOPERACIÓN INTERNACIONAL
dc.topic.englishEMPLOYMENT
dc.topic.englishINTERNATIONAL TRADE
dc.topic.englishINTERNATIONAL COOPERATION
dc.idsade48162
dc.workarea.spanishDESARROLLO ECONÓMICO
dc.workarea.spanishCOMERCIO INTERNACIONAL E INTEGRACIÓN
dc.workarea.englishECONOMIC DEVELOPMENT
dc.workarea.englishINTERNATIONAL TRADE AND INTEGRATION
dc.contributor.institutionUniversidade Federal do Rio de Janeiro. Instituto de Economia


Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record