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        <dcterms:issued>1995</dcterms:issued>
        <dc:language>es</dc:language>
        <dc:creator>Corden, W. Max</dc:creator>
        <dc:contributor>Corden, W. Max</dc:contributor>
        <dcterms:title>Una zona de libre comercio en el Hemisferio Occidental: posibles implicancias para América Latina</dcterms:title>
        <dcterms:isPartOf>En: La liberalización del comercio en el Hemisferio Occidental - Washington, DC : BID/CEPAL, 1995 - p. 13-40</dcterms:isPartOf>
        <dcterms:available rdf:datatype="http://www.w3.org/2001/XMLSchema#dateTime">2014-01-02T14:51:16Z</dcterms:available>
        <bibo:handle>hdl:11362/33547</bibo:handle>
        <foaf:homepage rdf:resource="http://repositorio.cepal.org"/>
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NT-0872
Versión Preliminar
Sólo para Participantes
ORIGINALS
BSPAÑOL
20 de agosto 1990

^

• i, í^
•

EL DEFICIT CÜASIFISCAL EN EL PARAGUAY
1982/1989

Documento a ser presentado por el señor Ovidio Otazú Gimenez del
Bcinco Central del Paraguay, en el Segundo Seminario Regional sobre
Política Fiscal, Estabilización y Ajuste organizado por e l Proyecto
Regional de Política Fiscal CEPAL-PNÜD en Santiago, C h i l e , durante
el período 20 - 22 de agosto 1990=
Las opiniones expresadas en
este estudio, son de la exclusiva responsabilidad d e l o s autores
y pueden no coincidir con las de la Organización.

BANCO CENTRAL DEL PARAGUAY
GERENCIA DE ESTUDIOS ECONOMICOS

EL DEFICIT CUASIFISCAL EN
EL PARAGUAY 1982/1989
•• VERSION PRELIMINAR ••

OVIDIO OTAZU GIMENEZ

AGOSTO 1990

Laa c p i n l o n s a « i p r a a a d a a
r a a p o n a a b l l i d a d dal
j

B a n c o C a n t r a l dal

sn s a t a t r a b a j o ion da

autor

y

no

oooproaiatan

axoluaiva
laa

dal

Paraguay.

i
!

!i



I N D I C E

Página

I.

lOTRODüOCION

1

II.

BREVE RESEÑA D lA ECXMKLA PARfiGüAXA
E

4

La Nueva Orientación cié la Política Económica

7

III.

ASPECTOS CONCEPTUALES DEL DEFICIT CUASIFISCAL

10

IV.

PRINCIPALES OPERACICMS
AC
DEL PARAGUAY (1982/89) CUASIFISCAUES EEL B N O CENTRAL

16

IV. 1.

Los Subsidios de Canbio
Régimen Cantoiario Vigente en e l Período 1982/88
Metoctología para la Cuantificación de los Subsidios
Cantiiarios
Cálculo de los Tipos de Cambios Promedio Ponderado de los
Ingresos y Egresos de Divisas
Determinación ctel Subsidio de Cantáo

17
17

25
28

IV.2.

Los Subsidios Crediticios del BCP
Si±sidio Crediticio del BCP al Sector Público
La Monetización del Déficit del Sector Público

35
36
38

IV.3.

Subsidio Crediticio del BCP a los Bancos y al Sector

23

Privado

41

IV. 4.

Sxjbsidio Crediticio al Sector Privado

45

IV. 5.

Déficit Cuasifiscal del Banco Central del Paraguay
(1982/89)

47

V.

FUENTES LAIENIES CE ELICIT CUASIFISCAL

51

V.l.

Operaciones de Canbio a Futuro

51

V.2.

Pagos de la Deixia Extema

53

VI.

CONCLUSICNES

55

VII.

RECCMQOCICNES
BIBLIOGRAFIA.

62

11

INDICE DE OiamQS

Página
1.

VaRIABE£S ICOCECCNCMICAS

9

2.

SINTESIS I® EVQUJCICN IM TIPOS CE CAMBIOS OFICIALES
ixsra: 1982

19

3.

EVOUJCICN I® LOS TIPOS ES CAMBIO SBGÜN ESSTINO

21

4.

SUBSIDIOS CfíMBIARIOS ÜEL BANCO CENTRAL

PARAGUAY

31

5.

RESULTADO FINANCIERO ÜEL BANCO CENTRAL ESL PARAGUAY

33

6.

SUBSIDIO CREDITICIO DEL BCP AL SECTOR PUBLICO

36

7.

PRESTAMDS AL SBCTCR PUBLICO

37

8.

MUETIZACION EEL DEFICIT ZEL SECTOR PUBLICO

39

9.

TOEAL D SUBSIDIOS DEL BCP AL SBOm PUBLICO
E

40

10.

CUADRO COÍPARATIVD DE LOS INDICADORES DEL DESEQUILIBRIO
FINANCIERO DEL SECTOR PUBLICO CON RELñCICN AL PIB

40

11.

SUBSIDIO CREDITICIO DEL BCP AL BNF Y A LOS BANCXB

43

12.

SUBSIDIO CREDITICIO DEL BCP AL SECTOR PRIVADO

46

13.

TOfEAL LE SUBSIDIOS CREDITICIOS OTQI^SADOS PCXl EL BCP

46

14.
15.

raPICIT

CUASIFISCMi DEL BCP EN PROPORCION EEL PIB

47

TRANSFERENCIAS AL SECTOR PRIVADO CON RECURSOS
FONEEADOS EN EL BCP

16.

48

I®ÜDA ADQUIRIDA PCB EL BCP

53

XXX

INDICE m, JVNEX06
1.

CRIÍSN Y RESULTADO D LAS CUENTAS
E

AJUSTE D CAMBIOS
E

Y

REVALUACICN D LA RESERVA lOETARIA INIERNACICNAL.
E
2.

DETERMINACION I® l A TASA EFEXTTIVA PROMEDIO 13: INTERES O TASAS
INTERES D EQUILIBRIO.
E

3.

EL IMPUESTO INFLflCICNARIO.

4.

CUANTIFICACION DEL DEFICIT CUASIFISCAL DEL BANCO CEWERAL, CONSIDERANDO EL CREDITO NETO AL SECTOR PUBLICO Y EL CREDITO NETO A LOS
BANCOS.

5.

SUBSIDIO CREDITICIO IMi BCP AL SECTOR PRIVADO VIA EX-BANCO DEL
PARAGUAY.

5.

DEPENDENCIA DE IOS BANCOS CCMERCIALES Y DEL BNF DE RECURSOS DEL
BANCX) CENTOAL DEL PARAGUAY.

7.

DEUDA EEL SECTC« PUBLICO AL BANCO CEWTOAL OTL PARAGUAY AL
30-VI-90.

XV

NOTA DEL AUTOR
En e l c o m p l e j o y apasionante campo de l a s

cuestiones

económicas y f i n a n c i e r a s , hemos p e r c i b i d o siempre una
tante inclinación a

l a indagación de

c e n t e s en l a s i n f o r m a c i o n e s
La opotunidad y e l
l a Gerencia

de Estudios

l o s fenómenos

compromiso asumidos a l f r e n t e
Económicos d e l

c i o n e s que

mismo de

su p r o p i a

p o t e n c i e n su

i n v e s t i g a r uno de e s o s

coyuntura,

c r e c i m i e n t o , nos

causas y

derivaciones,

del

realizar,
transforma-

han impulsado

fenómenos que c o n s t i t u y e un

e l problema

de

Banco C e n t r a l

fiscal.

del d é f i c i t c u a s i f i s c a l ,

aparece

como un

tema de

a n á l i s i s ante l a perspectiva del diseño y l a
de nuevos instrvimentos de l a s p o l í t i c a s

sus

necesario

implementación

públicas.

Con l a s l i m i t a c i o n e s e s t a d í s t i c a s y l a s
de t i e m p o , nos hemos propuesto

restricciones

s e n t a r l a s mínimas bases

d i s c u s i ó n s o b r e e l tema d e l d é f i c i t c u a s i f i s c a l en e l
guay. Para e l l o hemos r e c u r r i d o a l a b i b l i o g r a f í a a

de

Paranuestro

a l c a n c e l o que nos p e r m i t i ó poseer una aproximación a l

cál-

c u l o de i n d i c a d o r e s p e r t i n e n t e s y s e n t a r l a s c o n c l u s i o n e s
recomendaciones que a
b l e s , a l menos en

p o d r í a n c u m p l i r en un
ponderancia a l

nuestro p a r e c e r s e r í a n

e l c o r t o y mediano

s i o n e s de p o l í t i c a económica

via-

p l a z o , que a su

vez,

r o l de mayor

argumentos t é c n i c o s
en

las

prediscu-

g e n e r a l y de p o l í t i c a

n e t a r i a y f i n a n c i e r a en p e o r t i c u l a r .

y

l a s más

f u t u r o cercano un

apoyar con

a

aspecto

c e n t r a l en l a s r e l a c i o n e s de l a p o l í t i c a monetaria y
En e f e c t o ,

subya-

estadísticas.

Paraguay, en un momento en que e l p a í s se propone
por i m p e r a t i v o

cons-

n»-

V

Las p r e t e n s i o n e s
incompletas s i n

de

este trabajo

la colaboración

personal de apoyo» Para

de v a r i o s

hubieran

quedado

funcionarios

e l l o s nuestra g r a t i t u d y

y

reconoci-

miento .
Finalmente, debemos d e j a r
agradecimiento por l a oportunidad,

expuesto nuestro

especial

l a comprensión y e l

timulo que hemos r e c i b i d o de p a r t e de l a s autoridades
r i o r e s d e l Banco C e n t r a l d e l

Paraguay, a s i como d e l

sor, y

amigo y

por sobre

todo buen

o r i e n t a d o r , Dr.

essupe-

ProfeJuan

Carlos Lerda.
A g o s t o 3, de 1990.

OVIDIO OTAZU GIMENEZ

INTRODUCCION
A l e n c a r a r un primer ensayo para c u a n t i f i c a r e l
c u a s i f i s c a l en e l Paraguay,

nos estcunos r e f i r i e n d o

mente a l o s s u b s i d i o s cainbiarios
ochenta, que son p r o p i o s de
gideces i n s t i t u c i o n a l e s ,

déficit
básica-

y c r e d i t i c i o s de l o s

años

l a s s e c u e l a s que d e j a n l a s

ri-

a d m i n i s t r a t i v a s y de p o l i t i c a

eco-

nómica que se mantuvieron en e l p a i s por un prolongado
p e r i o d o de tiempo y que lastimosamente aún p e r s i s t e n

varias

de e l l a s .
Es a s í que en l a década de l o s años s e t e n t a se
taron l o s c r é d i t o s subsidiados
v o s , con

e l supuesto

económico.

para l o s s e c t o r e s

objetivo

de promover

el

implanproducti-

desarrollo

En l a década de l o s o c h e n t a , e s p e c í f i c a m e n t e

en

e l p e r i o d o 1982/88, e l p a í s e n t r ó en l a s c o m p l e j i d a d e s de un
sistema de

t i p o s de

cambios m ú l t i p l e s ,

subsidios c r e d i t i c i o s y las

acompañado de

segmentaciones en l o s

los

mercados

financieros.
Al parecer, esta situación
los

niveles

de

decisión

h i z o que se c o n f u n d i e r a

dinero

con

riqueza

y

en

crédito

subsidiado con m e j o r í a en l a a s i g n a c i ó n de l o s r e c u r s o s .

No

obstante, e l

de

r e s u l t a d o ha

c r e c i m i e n t o económico

y

sido

d i f e r e n t e en

distribución

del

términos

ingreso,

entre

otros.
A partir de febrero
reorientación de la
talmente hacia una

inicia un proceso

política económica, dirigida
mayor transparencia y

racionalización de los
claro reconocimiento

de 1989, se

de que

la cuenta

Esto como

sieji5)re se

cuando más tarde la misma resulta más elevada y más
cada.

fundamen-

la reducción

subisidos implícitos.

de

paga

y/o
un
y

con^li-

- 2 En e s e c o n t e x t o se
subsidios,

p r o d u j o una r a c i o n a l i z a c i ó n de

s o b r e t o d o en

materia c a m b i a r l a ,

a

consecuencia

de l a i n s t a u r a c i ó n d e l sistema de cambios l i b r e

fluctuante.

También, a p a r t i r d e l segundo semestre de 1989 se
algunas c o r r e c c i o n e s

en

materia

de

los

subsidio

realizaron
crediticio,

quedando aún mucho por impleinentar en e s t e campo, t a r e a é s t a
que creemos debe

i r enmarcada

r e f o r m a e s t r u c t u r a l que
político

d e n t r o de un

cuente con l a

decisión y e l

de

apoyo

a p r o p i a d o y oportuno.

.Al respecto,

sabido es que una sana p o l í t i c a

r e q u i e r e de b a j a s

t a s a s de i n f l a c i ó n ,

e l l a s permiten

los inversionistas

acierto

plan s e r i o

a

l a a s i g n a c i ó n de

una i n f l a c i ó n e l e v a d a
conflictos sociales y
Para l a o b t e n c i ó n
prescindible

lograr el

control de la

de b a j a s t a s a s

mayor
porque

p r o p i c i o para

los

de i n f l a c i ó n es

im-

e q u i l i b r i o macroeconómico, es
el corto plazo

la oferta

de b i e n e s

liquidez se convierte

es muy

ca-

difícil

y servicios,

en una variable

el

clave

direccionamiento

demanda agregada e s t á intimeunente
En s í n t e s i s ,

decir

s e r v i c i o s sea i g u a l a l a

nado con l a s p o l í t i c a s m o n e t a r i a ,
gos y s a l a r i a l .

con

s i n o también

del manejo macroeconómico, debido a que e l
y c o n t r o l de l a

porque

políticos.

Como en

aumentar rápidamente

programar

germen más

que l a p r o d u c c i ó n de b i e n e s y
p a c i d a d de g a s t o .

no solamente

los recursos,

es e l

económica

relacio-

f i s c a l , de balanza de

c u a l q u i e r a que sea e l

de un g a s t o e x c e s i v o en l a economía, e s t e se f i n a n c i a

pa-

origen
gene-

r a l m e n t e con una combinación de a h o r r o s del r e s t o del mundo,
reducción de las reservas internacionales d e l Banco

Central

e inflación.
Por otra parte, los desajustes

de varios países en

la

década de los ochenta y la consecuente necesidad de recurrir
a los programas de ajustes con el FMI, laostxaron la
dad de que las cuentas fiscales sean debidamente

necesi-

estudiadas

= 3 =
Y gwe los siabsidios ¿j^llcitoe eim las pérdidas de los bancos
centrales^ sean debidaíieinite coamtificadoSf
d i s p o n e r de indicadores que

mática presupuestaria^ y

proble-

midan adecuadamente la

que l a s t r a n s f e r e n c i a s

del Banco C e n t r a l , sean é s t a s

de

a los efectos

implícitas

al sector público o

privado,

adquieran t r a n s p a r e n c i a en l u g a r de s e r d i s f r a z a d a s con
ros a r r e g l o s
A esto

me-

contables.
se

agrega, la

importancia

de i n c l u i r

en

la

c u a n t i f i c a c i ó n d e l d é f i c i t f i s c a l l a s moras en l o s pagos

de

l a deuda interne, y externa d e l s e c t o r p ú b l i c o y l a necesidad
de c a p i t a l i z a r l o s i n t e r e s e s vencidos e impagos, sobre
l o s de l a deuda

interna; a los efectos

aproximación bastante

depurada

del

todo

de disponer de

comportamiento

una

presu-

p u e s t a r i o macroeconómico.
Sin más p r e t e n c i ó n

que sentar l a s

bases para

futuras

d i s c u s i o n e s sobre un tema de candente a c t u a l i d a d , en base

a

l a s informaciones d i s p o n i b l e s ,

y

explicar los
por e l
1982/88.

Banco

trataremos de c u a n t i f i c a r

s u b s i d i o s cambiarlos
Central

del

y crediticios

Paraguay,

durante

otorgados
el

periodo

- 4 II.

BREVE RESEÑA DE LA ECONOMIA PARAGUAYA
La t a s a anual de c r e c i m i e n t o promedio d e l Paraguay

r a n t e l a década de 1970

(8,8%) se encontraba e n t r e l a s

e l e v a d a s d e l mundo.

La tasa de i n f l a c i ó n era

b a j a ( 1 3 , 1 % ) , sobre

t o d o , comparada

vecinos.

du-

con l a

más

relativamente
de l o s

países

El auge en l o s primeros años de l a década se d e b i ó

a l a expansión de l a f r o n t e r a a g r í c o l a ,
rubros como l a s o j a y e l algodón.

especialmente en l o s

Este impulso i n i c i a l

fue

l u e g o dinamizado por l o s c o n s i d e r a b l e s excedentes de l a

ba-

l a n z a de pagos, l o s cuales a su v e z respondieron a l a

cons-

t r u c c i ó n de l a represa h i d r o e l é c t r i c a de I t a i p ú con e l
s i l y l u e g o l a de Yacyretá

con l a A r g e n t i n a .

Es d e c i r ,

e x c e d e n t e económico que o c u r r i ó en e l Paraguay en
de 1970
ternos,

fue

generado

en su mayor

Bra-

l a década

p a r t e por f a c t o r e s

t a l como l o demuestra Richards Donald (1989) y

d i o Otazú

el
exOvi-

(1983)^

Durante l a
c a r a c t e r i z ó por

década de

1980, l a

e l estancamiento

del

economía paraguaya
PIE, aumento

deuda e x t e r n a , incremento de l a t a s a de i n f l a c i ó n y
a c e l e r a d a de l a s

reservas internacionales.

Estas

de

se
la

pérdida
informa-

c i o n e s y o t r a s muy i l u s t r a t i v a s se observan en e l Cuadro 1 y
muestran e l p e r f i l de

los d i s t i n t o s indicadores

d e l comport cimiento de l a

relevantes

economía paraguaya en l o s

últimos

años .

detalle ver en; Richards, Donald S , Hacroeconoañc Dependgxrv ín The Southcm
Corte; The Case of Paramav. Indiana State university, Departaent of Econoeics, (1989).
Otazü, Ovidio, El Encaje leoal Y la Tasa de Interfe COBO Instnaento de la Política
Monetaria: El Caso f^racRiavo. 1962/1980. Brasilia flf, 1983.

El c r e c i m i e n t o d e l PIB bajó d e l 8.7% en 1981 a -1%
y a --3%

en 1982 y

1983, respectivamente o

La

recuperación

posterior fue moderada y no alcanzó l o s n i v e l e s de l a década
de 1970. A partir de 1982 y como respuesta a la reducción de
con

las

grandes obras hidroeléctricas, se adoptó la política de

en-

los ingresos

de

capitales externos

deudauniento acelerado en
ajustes. La deuda

lugar de

relacionados

programas apropiados
pasó de 22%

externa pública

de
en

del PIB

1982 a 51% del PIB en 1988. Posteriormente, se incrementó e l
servicio de la deuda externa

e interna, que juntamente

con

la reducción de los ingresos de divisas crearon serios

des-

equilibrios en las finanzas públicas y en la balanza de

pa-

gos .
El sistema de

t i p o de cambios

t a s a s de cambio

o f i c i a l e s para l a s

portaciones del

Estado, de

múltiples consistía

agrícolas e industriales

exportaciones,

petróleo y

y , para

las

de c i e r t o s

el servicio

im-

insiimos

de l a

deuda

p ú b l i c a e x t e r n a . Los d i f e r e n t e s t i p o s de cambios y l a s
chas e x i s t e n t e s ,

en

también se observan en e l Cuadro 1 y

breluego

con más d e t a l l e en l o s Cuadros N® 2 y 3.
El

referido

tipo

sobrevaluadas creó

una

de

ceunbio,

serie de

con

tasas

oficiales

distorsiones,

generando,

entre otros efectos, elevados subsidios de cambios al sector
público y

al sector

sector exportador

privado y

además

de

penalizando fuertemente
alentar

el

contrariando,

al
la

subfacturación de las exportaciones y la sobrefacturación de
las importaciones preferenciales y del sector público.
De manera a compensar los efectos causados por los
pos de cambios irreales
adoptó una política

pagados al exportador, el

monetaria bastante laxa,

ti-

Gobierno

caracterizada

por el incremento de los redescuentos, que no son otra

cosa

sino préstamos preferenciales a los agroexportadores, y a su
vez se vió constreñido a usantener tasas de interés negativas

- 6 para esos préstamos
interés se mantuvo

es d e c i r ,

y redescuentos,
muy por

l a tasa

la i n f l a c i ó n

debajo de

de

propi-

ciando con e l l o l a formación de grupos de p r e s i ó n quo

hasta

la fecha i n t e r f i e r e n fuertemente en l a conducción de l a
lítica monetaria, v o l v i é n d o l a

en c i e r t a

medida endógena

p a s i v a , según l a metodología que se pretenda
El régimen cambiarlo
t e n í a n acceso a l

perjudicó a los

c r é d i t o subsidiado que

puesto c a m b i a r l o . Entre

poo

utilizar.
s e c t o r e s que

no

compensara e l
se encontraban

estos sectores

imlos

e x p o r t a d o r e s de productos no t r a d i c i o n a l e s .
La p o l í t i c a de c r é d i t o p r e f e r e n c i a l subsidiado

contri-

buyó a aumentar l a brecha de l a balanza comercial y como
balanza de c a p i t a l , mostraba

permanente d é f i c i t , e l

tado n e t o f u e e l

saldo n e g a t i v o de l a

l o s años

década

de

la

de

1980.

resul-

balanza de pagos

Esta

situación

continuas p é r d i d a s de l a s r e s e r v a s monetarias
l e s d e l Banco C e n t r a l d e l Paraguay

la
en

generó

internaciona-

(BCP).

El sistema de cambios v i g e n t e

e n t r e 1982 y f e b r e r o

de

1989, generó dos impactos macroeconómicos inmediatos, además
de l o s d e r i v a d o s : por un l a d o , una p e r s i s t e n t e caída de
r e s e r v a s i n t e r n a c i o n a l e s , y por
l a economía, debido a que
n i s t r a d o s , e l mayor era
portaciones.

El aumento

o t r o , l a mayor l i q u i d e z

e n t r e l o s t i p o s de cambios
pagado a l o s

de

admi-

i n g r e s o s por l a s

de l a l i q u i d e z

t r i b u y ó a l aumento de l a tasa

las

ex-

por su p a r t e , con-

de i n f l a c i ó n que d e l 6.8%

en

1982 pasó a l 26% en 1989, con una t a s a promedio de 22.9
tre

en-

1982/89.
P a r a l e l a m e n t e a l sistema de

cambios m ú l t i p l e s , e l

es-

tancamiento económico, e l incremento de l a t a s a de i n f l a c i ó n
y las

expectativas inflacionarias,

aceleró.

el crédito

interno

No o b s t a n t e , l a f u e n t e de financiaiiiiento d e l

se
cré-

d i t o i n t e r n o no p r o v i n o de ahorros f i n a n c i e r o s d o t ó s t i c o s

ni

- 7 e x t e r n o s , sino básicamente se o r i g i n a r o n en l o s redescuentos
d e l BCP a l o s bancos»
El estancamiento económico y l a s d e s v i a c i o n e s d e l
tema de t i p o s de cambios

m ú l t i p l e s , dejaron un marcado

pacto n e g a t i v o sobre l a s

cuentas f i s c a l e s , que se

sis-

raron rápidamente en l a década de l o s años 80. El

im-

deterioresultado

más c l a r o muestra l a caida de l a presión f i s c a l de a l r e d e d o r
d e l 10% d e l PIB

e n t r e 1977/80 a

1988, r e g i s t r á n d o s e

de esa

7,6% en 1981

forma uno

b a j o s de p r e s i ó n t r i b u t a r i a en l a

de l o s

y a 6,7%
niveles

en
más

región.

Surge por l o t a n t o , como p r i n c i p a l e s f a c t o r e s causantes
d e l d é f i c i t c u a s i f i s c a l en e l p e r i o d o estudiado, e l
de cambio y e l s u b s i d i o
r r o l l a d o s con l o s
capítulos

crediticio,

subsidio

l o s cuales serán

d e t a l l e s alcanzables en

desa-

este trabajo

en

posteriores.

La nueva o r i e n t a c i ó n de l a p o l í t i c a

económica.

Con e l Decreto N® 216 d e l 27 de f e b r e r o de 1989, se
i n i c i a d o un programa para d e s r e g u l a r l a economía e
c i r en l a misma más

e f i c i e n c i a y competencia.

introdu-

A partir

entonces, se e s t a b l e c i ó e l régimen de cambios l i b r e , se
ajustado los precios

internos y las

han l i b e r a l i z a d o gran p a r t e

t a r i f a s públicas y

de l a s r e s t r i c c i o n e s

ha
de
han
se

comercia-

l e s , con l o cual se p r o p i c i ó mayor dinamismo en l a economía,
cuya tasa de c r e c i m i e n t o f u e

d e l 6% en 1989.

No

l a i n f l a c i ó n promedio f u e d e l 26%, l o que r e v e l a l a
t e n c i a de

una s e r i e

aunque no e x i s t a
los países

de d e s e q u i l i b r i o s

una f u e r t e memoria

vecinos,

siguen

s e r i e de medidas coherentes y
a l a economía

del  f i l o

persis-

jnacroeconómicos

y,

i n f l a c i o n a r i a con»

en

faltando la

a p l i c a c i ó n de

una

apropiadas que permitan sacar

de l a n a v a j a  .

Los obstáculos

s o r t e a r en forma más inmediata y que están muy
con e s t e t r a b a j o sons

obstante,

a

relacionados

-

i)

8

-

La debilidad del sistema financiero y el
de tasas de interés
raciones activas
ahorro interno,
desvio de

mantenimiento

reales negativas, tanto para

como

pasivas,

propician

recursos hacia

que

la fuga

desestimulan

el

capitales,

el

de

actividades no

productivas,

presionando de esa forma sobre los créditos
del Banco

Central,

en

especial,

ope-

para

subsidiados

los

sectores

agroexportadores y de sustitución de importaciones.
Esta situación impide satisfacer la demanda de

crédito

. para otros sectores claves, como por ejemplo el

indus-

trial, y a su vez impide una sana competencia basada en
la eficiencia y la productividad en los distintos
cados. No obstante, hasta el momento, presiones
ticas han

impedido que

el Banco

merpoli-

Central utilice

una

política de tasas de interés flexible, o que libere
2
sistema de tasas de interés
ii)

La baja presión

tributaria y el

nanzas públicas que pueden

limitar de una manera

nificativa la inversión interna
bilidades de desarrollo

y por tanto las

de la economía

plazo.

2

deterioro de las

R1I, InfonK (tel Opto, de B n a Central. Junio de 1990.
ac

en el

el

fisigposi-

mediano

-

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-

III.

10

-

ASPECTOS CONCEPTUM,ES.
Podríamos d e c i r ,

en c o i n c i d e n c i a

con v a r i o s

que l a década de 1980 impulsó e l descubrimiento

autores,

de un

pro-

blema macroeconómico que sutilmente desde hace tiempo
d e b i l i t a n d o l a e f i c a c i a de

venia

l a s p o l i t i c a s p ú b l i c a s . Fue

que en l a segunda mitad de dicha década se comenzó a

hablar

cada v e z con mayor i n s i s t e n c i a de l a problemática d e l
c i t cuasifiscal o parafiscal, y

a l mismo tiempo se

que l o s Bancos C e n t r a l e s deberían ocuparse de sus

así
défi-

planteó
funciones

p r o p i a s y o r t o d o x a s , como son e l mantenimiento d e l v a l o r
l a moneda, e l impulso de
moción cada

v e z mayor

la p o l í t i c a financiera, y la
de l a

e f i c i e n c i a en

de
pro-

e l proceso

de

i n t e r m e d i a c i ó n f i n a n c i e r a . Para e l buen cumplimiento de esas
f u n c i o n e s d e b í a d e j a r a o t r a s dependencias d e l s e c t o r
t a l l a s f u n c i o n e s de

promoción d e l d e s a r r o l l o

b e r t u r a de c i e r t a brecha
b l i c o , de t a l

forma que

entre e l ingreso
los subsidios y las

esta-

o de l a

co-

y e l egreso

pú-

transferencias

resulten explícitos y tangibles.
Como e l tema es de
turado s e ñ a l a r que

r e c i e n t e d i s c u s i ó n , no s e r í a

uno de l o s

aven-

p r i n c i p a l e s problemas en

el

d i a g n ó s t i c o d e l d é f i c i t c u a s i f i s c a l , en cuanto a l e s t u d i o de
su volumen, composición y
nismos para d e t e c t a r

evolución, resulta ser los

en forma comprensiva

meca-

su e x i s t e n c i a

y

c u a n t i f i c a r adecuadamente su monto.
Revisando l a s l i t e r a t u r a s más r e c i e n t e s sobre e l

tema,

extractamos algunos conceptos que pueden s e r v i r de marco

de

referencia

la

al

presente

estudio

y

luego

señalamos

c o n c e p t u a l i z a c i ó n que más se adecúa a l caso paraguayo.

11

Piekarz
que el

(1987} señala

-

como un

r e s u l t a d o cuasifiscal

nuevo c o n c e p t o

ad-hoc,

Central puede

del Banco

ser

definido como la diferencia entre los ingresos y e g r e s o s que

no han s i d o

considerados en

el déficit

f i s c a l . Es

decir,

básicamente^ como l a d i f e r e n c i a e n t r e l o s i n g r e s o s d e l Banco
Central por sus a c t i v o s

i n t e r n a c i o n a l e s netos e i n t e r n o s

los e g r e s o s n e t o s por l o s i n t e r e s e s y/o a j u s t e s de l o s
trumentos que

u t i l i z a para

agregados m o n e t a r i o s .

Los

c o n t r o l a r la
activos

préstamos y a d e l a n t o s a l t e s o r o ,

ins-

expansión de

internos

y
los

incluyen

los

l o s t í t u l o s públicos y

los

préstamos y rec^escuentos a l sistema f i n a n c i e r o . En t a n t o

la

c a r a c t e r i z a c i ó n a n t e r i o r quizá

en

es s u f i c i e n t e m e n t e c l a r a

l o que c o n c i e r n e a l o s i n g r e s o s d e l Banco C e n t r a l , con
pecto a los
definición,

e g r e s o s no es

tan a s i .

Estos

res-

incluyen en

l o s i n t e r e s e s y/o a j u s t e s por todos l o s

la

instru-

mentos p r o p i o s con l o s que e l Banco C e n t r a l absorbe recursos
para r e g u l a r l a cantidad de d i n e r o d e n t r o de sus

periódicas

metas m o n e t a r i a s ^ ,
D. Onandi y

M.L. Viana

nalmente, una s e r i e de

(1988) expresan,

o p e r a c i o n e s d e l Banco Central

f u e r a d e l presupuesto d e l Gobierno,
en e l a s p e c t o

entendemos

operación

una

p a r a f i s c a l , cuando
clásicas

no e s t á

f i s c a l . Por l o

del

Banco

r e l a c i o n a d a con

( o r t o d o x a s ) d e l Banco C e n t r a l

4

f i c i t p ú b l i c o , que

3. j; Vfcns, L.

tanto,

Central
las

es

funciones

El surgimiento

del

a una r e i n t e r p r e t a c i ó n d e l

dé-

normalmente mide e l

^Pidare, Julio A. - El Ofeficit Qasifiscal del Baico
ftrgaitina,
pags. 2/3.

4

des-

.

Los c i t a d o s a u t o r e s , han s e ñ a l a d o ;
d é f i c i t p a r a f i s c a l da l u g a r

están

p e r o no se pueden

conocer su a f e c t a c i ó n
que

..tradicio-

d é f i c i t del

sector

CgitrsL e» ffiaa», K) fíca,

- S. ^ I c i t . .^rcfis^l ? -.la Uriflaciaa. Sí.33 CartraU fel

p ú b l i c o no financiero. Un

análisis económico

correcto

contemplar ambos d é f i c i t .

La omisión de e s t a

consolidación,

d a r i a l u g a r a una mala i n t e r p r e t a c i ó n de l a s i t u a c i ó n

fiscal

d e l g o b i e r n o . A su v e z , e l manejo de cunbos d é f i c i t a f e c t a la
p o l í t i c a monetaria y

l a s cuentas

coordinación del accionar

externas, requiriendo

p ú b l i c o para e l

manejo y

la

abati-

miento^ .
Suarez Losada (1987)
v i d a d e s de

l o s bancos

Debido a su f u n c i ó n
ha

podido

normalmente l a s

c e n t r a l e s han

sido

netamente monetaria y

demasiado d e s e q u i l i b r i o s ,
se

menciona;

la actividad

desarrollar

e x t r a m o n e t a r i a s . Agrega l u e g o ,

sin

acti-

superavitarias.
en un mundo

de l a banca
otras

que a p a r t i r

sin

central

interferencias
de l a

ruptura

d e l sistema de B r e t t o n Woods en 1972, comienzan a g e s t a r s e o
a s e r t r a n s f e r i d a s nuevas a c t i v i d a d e s a l o s bancos c e n t r a l e s
que ya no son netamente

monetarias7

Asimismo, e l autor p r e c i t a d o , apunta que, a p a r t i r
l o s años 1980, l a a s i g n a c i ó n
l o s bancos c e n t r a l e s ,

de

de l a s a c t i v i d a d e s f i s c a l e s

no s ó l o han

generado p é r d i d a s ,

a

sino

que concomitantemente han o r i g i n a d o s e r i o s d e s a j u s t e s en sus
a c t i v i d a d e s e s p e c í f i c a s , o sea, l a s de formulación y
c i ó n de l a p o l í t i c a monetaria (entendida e s t a en su
a m p l i o ) . Señala a s e g u i r , como l a s p r i n c i p a l e s

ejecusentido

actividades

que generan p é r d i d a s de l o s bancos c e n t r a l e s l a s

siguientes

operaciones:

El
Déficit Parafiscal:
Un anlisis ée la Experiencia
Economa, Banco Central del Unfluay. Montevideo, ürugwy, H87, Píg. 50.

Urupaya.

Losads, J.L, ü Análisis fe te Efartos de los te^lt^
n
los Mioos Centrales g» la Programación FinsKrlera. ©i Hiaso, l%7, P^.5 y sft®.
T
7 y

2St3o

Revista óe

Qasifiscalg ^^

- 13 lo Remuneración de e n c a j e s o b l i g a t o r i o s  2» Operaciones de
o

Mercado A b i e r t o i

3.Algunas o p e r a c i o n e s de redescuentos 

4 , A s i s t e n c i a a bancos o empresas con d i f i c u l t a d e s ;

5.Subsi-

d i o s c a m b i a r l o s ; 6.Pagos d e l s e r v i c i o de l a deuda e x t e r n a ,
entre otros.
9

Mario I . B l e j e r (1987)

puntualiza^ a nuestro

criterio

con mucho a c i e r t o , que se hace cada vez más e v i d e n t e que
l a conducción

de l a

p o l í t i c a macroeconómica

disociar fácilmente e l
políticas

fiscales y

que en muchos

impacto y l a s

una v a r i e d a d de

administrativas

número de a c t i v i d a d e s

desempeñar un

además de sus

se l l e v a n a

las instituciones

del sector público y , particularmente,
que pueden

considera-

f u e r a d e l presupuesto d e l

bierno central^®, entre e l l a s ,

gran número

l o s impactos

r e a l e s de

go-

financieras

de a c t i v i d a d e s ,

que
im-

no son captadas dentro

del

Más a d e l a n t e , e l mismo

autor p u n t u a l i z a que e l problema se complica cuando hay
que es muy

cabo

pueden t e n e r

marco d e l presupuesto gubernamental.
f l a c i ó n , debido a

gran

l o s bancos c e n t r a l e s ,

c a r a c t e r í s t i c a s monetarias

p l i c a c i o n e s f i s c a l e s c l a r a s que

las

adelante,

y p o l í t i c a s , un

del sector público

por i n s t i t u c i o n e s que operan

pueden

consecuencias de

m o n e t a r i a s . Resaltando, más

p a í s e s , debido a

ciones organizativas,

no se

en

d i f í c i l captar con

l a s acciones

in-

precisión

c u a s i f i s c a l e s de

los

bancos c e n t r a l e s .

^Básicanente cxxistituyen
partir de 1972.

créditos

prefoínciales

9
E el Paraguay, en especial, a los efectos
n
difícil captar con precisifin las inforaaciones
balances y
cuentas de ganancias y perdida
descentralizada. Por lo que interprétanos que mi
Blejer.
La

¿e!

caso es

en el

caso paraguayo a

de la prograe«ñ6n financiera, es n^
de la ^ecución presifitóstaha, los
de las eopresas públicas y entidades
fenBeem siailar es el pie^tyalizate fxr

Tras l a trsv-e
siguientes

Isibllogjráíicaí, nos surgen l o s

cuestionamientoss
Hasta qué

punto l a s

acciones del

Banco

Central

responden a funciones cjue no l e s son p r o p i a s ,

en-

tendiendo é s t a s , como

mo-

netarias?.

¿Cuál es

l a s acciones puramente
e l grado en

que l a s

cuentas

f i s c a l e s captan l o s d e s e q u i l i b r i o s d e l s e c t o r
b l i c o y l a s t r a n s f e r e n c i a s de é s t e ( S e c t o r
co) al sector
l a s acciones

p r i v a d o , en e s p e c i a l ,

pú-

Públi-

a través

de

monetarias?.

¿Cuál es l a capacidad de l a autoridad monetaria de
c a p t a r esas a c t i v i d a d e s no

p r o p i a s , es d e c i r ,

se

r e f l e j a n realmente esas a c c i o n e s  en l a cuenta de
ganancias y pérdidas d e l Banco Central y b a j o

qué

metodología?.
Al parecer,

l o s mencionados,

son

l o s que han l l e v a d o a Robinson, D. y S t e l l a P. (1987)^^

del

Banco Mundial a

planteamientos como
señalar:

Si los

bancos c e n t r a l e s

generan

ganancias, una p o r c i ó n se t r a n s f i e r e directamente a l T e s o r o ,
l o cual a f e c t a directamente

l a s cuentas f i s c a l e s .

Sin

em-

b a r g o , s i l o s bancos c e n t r a l e s generan p é r d i d a s , é s t a s no se
12
s o l v e n t a n por e l T e s o r o 
. También apuntan, que
recientemente e l FMI ha comprobado en muchos p a í s e s q\xe l a s
c o n v e n c i o n a l e s de

l a s normas

f i s c a l e s no

medidas

han captado

e x a c t i t u d l a s r e a l i d a d e s económicas de l a p o l í t i c a f i s c a l
que en muchos

países,

los

d é f i c i t s del

Banco Central

con
y
han

alcanzado importantes n i v e l e s y é s t a es l a razón por l a que.

11

aróireon. D y Stella,
o
Riimíial, yashiníoíi C , M7.
C
12

fi^!

sssstras

P.,
£2

ABalga^gido B n o teitral v Oficit Fiscales.
ac
©sr. tiT^^.í^iISri^

- 15 las

actividades

consideradas

cuasifiscales

deberían

in-

cluirse en todas las medidas de la actividad del Gobierno.

A los efectos
ortodoxas de l o s

de c l a r i f i c a r cuáles
bancos c e n t r a l e s

o r i g i n a r í a n problemas de
S t e l l a , P.

son l a s

y que

funciones

bien l l e v a d a s

í n d o l e c u a s i f i s c a l , Robinson,

(1987) recurren a H.M. De Koch (un autor

en materia de

Banca C e n t r a l ) ,

c i o n e s . Estas c a r a c t e r í s t i c a s

para

no
D.,

clásico

p u n t u a l i z a r esas

fun-

i d e n t i f i c a t o r i a s son señaladas

igualmente por S t a n f o r d ,
J.D;
(1987)^^ y De Magalhaes
14
(1971)
, quien a su vez basándose en Kish y E l k i n
señalan:
 l a f u n c i ó n de l a banca c e n t r a l c o n s i s t e en e l c o n t r o l de l a
expansión y c o n t r a c c i ó n

de l o s medios

de pagos en

concor-

dancia con l a e v o l u c i ó n de l o s p r e c i o s , buscando siempre
e s t a b i l i d a d de p r e c i o s y un desempeño e q u i l i b r a d o de l a
lanza de Pagos

Ba-

.

A modo de s í n t e s i s

señalamos, que l a s funciones

doxas y c l á s i c a s de l a banca c e n t r a l nos parece que
ten básicamente

la

en p r o p i c i a r

una adecuada

l a autoridad

consis-

l i q u i d e z en

economía y m e j o r a r l a función de i n t e r m e d i a c i ó n
para cuyos p r o p ó s i t o s ,

ortola

financiera,

monetaria debe

contar

con una gama de instrumentos cuya d i s p o n i b i l i d a d y uso están
en c i e r t a medida en r e l a c i ó n
r r o l l o de l a s economías ,

d i r e c t a con e l grado de

desa-

de l o s mercados f i n a n c i e r o s y

de

l a autonomía d e l i n s t i t u t o e m i s o r .

^Stanford, Jon D,. Hoeda. Bancos e Atividade EconOwica. Atlas, Sao Pmilo, 1979.
14
De Magalhaes, A.F.R. Os Bancos Centráis, e
crfidito. A casa Do Livro, Rio de Janeiro, 1971, p. 147.

su ftncao

reguladora da aoeda

e do

IV,

PRINCIPALES OPERACIONES CUASIFISCALES DEL BAMCO CEOTRM.
DEL PARAGUAY a982/89^
E x i s t e n v a r i a s fuentes generadoras

bancos c e n t r a l e s ,

de pérdidas de

siendo l a más común l a concesión de

los
prés-

tamos a l s e c t o r p ú b l i c o no f i n a n c i e r o a tasas de i n t e r é s que
e s t e n muy por d e b a j o de l a s

tasas de mercado o i n c l u s o

i n t e r e s e s . Otra importante f u e n t e de pérdida de l a

sin

autoridad

monetaria d e r i v a d e l otorgamiento de préstamos subsidiados a
t r a v é s d e l sistema bancario a s e c t o r e s que son

considerados

p r i o r i t a r i o s como por e j e m p l o ,

la

ción,

la industria,

La p r á c t i c a de

la agricultura,

exporta-

l a ganadería, l a v i v i e n d a y o t r o s .
tasas cambiarlas m ú l t i p l e s

po-

muy f u e r t e s , a s i como

s i b i l i d a d de p é r d i d a s cambiarlas

abre l a

si-

t u a c i o n e s en l a s que e l Banco Central debe r e c u r r i r en forma
d i r e c t a a l endeudamiento externo para r e s o l v e r problemas
l o s a t r a s o s de l a deuda externa u o t r o t i p o de d é f i c i t
cal.

También, se encuentran casos

ha r e c u r r i d o a l r e s c a t e de

en que e l Banco

de
fis-

central

bancos o empresas con

problemas

e l i n s t i t u t o emisor

garantiza

f i n a n c i e r o s , a s i como cuando
t i p o s de cambios a f u t u r o .

En e s t e t r a b a j o , a l o s e f e c t o s de c u a n t i f i c a r e l
cit cuasifiscal,

se estudiarán

los

guientes operaciones e j e r c i e r o n ,

impactos que

e j e r c e n y podrían

sobre l a s cuentas d e l Banco Central d e l
i)

défi-

las

si-

ejercer

Paraguay:

Los s u b s i d i o s de cambios a l s e c t o r p ú b l i c o y
privado.

ii)

Los préstamos

netos a l

c r e d i t i c i o al sector
iii)

sector público

(subsidio

público).

Los préstamos p r e f e r e n c i a l e s a l s e c t o r privado v í a
sistema bancario ( s u b s i d i o c r e d i t i c i o a l o s bancos
y al sector

privado).

 17 iv)

Complementariamente, se

analizarán los

impactos d e l manejo a c t u a l

probables

de deuda externa y

de

l a s o p e r a c i o n e s de cambio a f u t u r o r e a l i z a d a s

por

e l BCP e n t r e noviembre de 1989 y f e b r e r o de 1990.
I V . l . L Q S SUBSIDIOS DE CAMBIOS
a)

Régimen Cambiarlo V i g e n t e en e l P e r í o d o 1982/88.

El mercado l i b r e de cambio instaurado en 1957 y su
p l i a c i ó n por e l
en 1973, han

mercado l i b r e f l u c t u a n t e ,

t e n i d o v i g e n c i a hasta

am-

establecido

f i n e s de enero

de

1982, cuando e l Banco Central d e l Paraguay, con acuerdo
d e l Consejo

Nacional

propuesta de una

de Coordinación

Económica

s e r i e de e n t i d a d e s ,

s e r v a en e l Cuadro N®

y

t a l como se

2, comenzó a e s t a b l e c e r un

obcon-

junto de t i p o s de cambios d i f e r e n c i a l e s t e n d i e n t e a
l i m i t a c i ó n de l a l i b e r t a d
mento e x i s t i a

en

cambiarla que hasta ese

e l pais.

De

ahi que,

el

a

la
mo-

sistema

cambiarlo v i g e n t e de 1982 a f e b r e r o de 1989 respondía a
un régimen de

cambios m ú l t i p l e s con

la aplicación

una s e r i e de mecanismos d i f e r e n c i a l e s para l a compra
l a venta de d i v i s a s . El Cuadro N° 3 muestra e l
de cambios como

un mosaico de

confusión y

de
y

sistema

contradic-

ciones .
En e l

p e r í o d o 1982/88,

estuvo v i g e n t e

un sistema

l i q u i d a c i ó n de d i v i s a s de e x p o r t a c i o n e s , que

de

consistió

en comprar a l cambio o f i c i a l e l importe c o r r e s p o n d i e n t e
a l o s p r e c i o s mínimos o p r e c i o s a f o r o s de e x p o r t a c i ó n y
e l excedente r e s u l t a n t e e n t r e e l p r e c i o de c o l o c a c i ó n y
e l p r e c i o s míniJOD se l i q u i d a b a a l t i p o de cambio l i b r e .
Es d e c i r , e l

exportador r e c i b í a un

t i p o de cambio o f i c i a l .

promedio mayor

Regía además l a

al

obligatoriedad

de que l a s d i v i s a s l i q u i d a d a s a l t i p o de cambio o f i c i a l
sean t r a n s f e r i d a s a l Banco C e n t r a l , con e l r e s u l t a d o de

que las divisas transadas a través del mercado

oficial

eran administradas por el BCP y las negociadas a t r a v é s
del mercado l i b r e

captaban l o s bancos

cambio. Consecuencia

o b v i a de

y l a s casas

e s t e mecanismo

fue

de
la

i n s u f i c i e n c i a permanente de l a s d i v i s a s transadas en e l
mercado o f i c i a l .
El mecanismo o p e r a t i v o de l a compra y venta de
r e s p o n d e r i a a l s i g u i e n t e esquema:

divisas

-9 CAT
U DO

2

SINTESIS DE EVOLUCION DE TIPOS DE C/VeiOS OFICIALES OESC£ EL A O 1W2
Ü
I . Tipo de cambio único hasta enero de 1982: G 126 por áélar.
II.ftodificación de tipos de caMbio oficial.
FCA
EH

P O U S A DE:
R PET

Circular

Equipo Econfimico

Circular
14/82 del
11/02/82

BCP

Circular
52/82 del
16/07/82

HG
A

RESOLUCION

Circular
65/82 del
16/07/82

HIC

C C Resolución 5 de
NE
27 de enero de 1982

HEDIDA CW1BIARIA
Exportación:50% c/126 y
c/libre.

50%

Lista de ¡importaciones prescindible por el mercado libre

C C Resolución 6 de
NE
31/05/82

C C Resolución 6 de
NE

16/07/82

100% cambio libre frutas
hortalizas.

Introduce cambio oficial G
160 por dólar. Exportación:
50% c/126 y 50% c/160. Pro medio 6 143. Cames y hor talizas 6 160. Importacio nes básicas c/126, ii^xirtaciones necesarias c/160.Deuda extema del sector privado, capital, interés y dividendo c/160. Cambio único,
incluso casas de cambio í
160.

Circular
9/83 del
4/02/83

N GMC
A- I

C C ResuliKiór» 4 de
NE
11/01/83.

Exportación de fibras de algodón;25% c/libre, 37,5% c/
160 y 37,5% c/126. Promedio
c/166.

Circular
16/83 del
14/03/83

MAG^IC

C C Resolución 2 de
NE
07/03/83.

Exportación de soja y derivado:25% c/230; 37,5% c/160
y 37,5% c/126.Promedio c/165.

C C Acta 17 de
NE
09/08/83

Azúcar, «isoo tipo de caibio proKdio de fi 165.

C C ftesolución 1 de
NE
21/02/84.

Exportaciones:
37.5%
c/160; 160;
37.5% c/
280; 25% c/X». Prtnedio g 240.

Circuí»17/84 del
09/03/84

NA6-KIC

- 20 O D O N 2 (contirajacifin)
WR
FCA
EH

PWWOTA DE:

RESOU^ION
C C Resolución 9 de
NE
18/05/84 (Se suprime
el tipo de canibio:de

Circular
27/84 del
25/Km

(, 126).

NEDIOA CWeiARIA
0 240 para todas las exportaciones c/240 por importaciones del Estaík) y
particulares, capital e
intereses sector privado,
cambio $ 160 para deuda
extema, conixistibles,entidades binacionales.

Circular
7/85 del
18/02/85

MflG-MIC

C C Resolución 6 de
NE
13/02/85

Exportariones: S s c/240;
W
5 % c/400. Promedio c/320.
0

Circular
24/85 del
03/07/86

BP
C

KP-Resolución N» 17,
Acta 93 del 2/07/86

Se autoriza a los bancos
a realizar la liquidación
de las divisas de exportaciones con» sigue: el im porte correspondiste a
los precios mínimos de exportación al tipo de h 320
por dólar;y al excedente
entre el precio de colocación y el precio mínimo,al
tipo de caitio del mercado
libre.

CNCE-Resolución 28
de 3/12/86

linplementación de tipos de
cambio por dólar de 0 240
y í 400, e 320, íl 550 y
mercado libre.

CNCE-Resolución 12
de 28/01/87

t 5K) por dólar para deseavbolsos de préstamos del
BIRF y del BID.

Circular
59/86 del
10/12/86

Resolución
3, Acta 19
30/01/87
Decreto N*
216,27/11/

Equipo Econiiico

BP
C

Equipo Econfiraico

Referencias: C C NE
HIC HG A
BP C

Sistema de CaÉbio Litene
Fluctuóte para las iapiwtaciones y exportaciones
de bienes y servicios y el
Boviaiento de capitales,incluyendo los pagos Financieros pttilioos y privados.

Consíyo N^ional de Coordinación Econóstica.
Ministerio de Industria y 3B«trio.
Ministerio de Agricultura y Ganadería.
Báoco Central del Para^y.

1.1

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- 22 Ventas de Divisass En e l mercado o f i c i a l se
l a s d i v i s a s a un

t i p o de cambio p r e f e r e n c i a l

l a s importaciones

definidas

pagos d e l Gobierno
deuda p ú b l i c a
restricciones

vendían

como

al exterior

externa,

para:

esenciales,

y los

los

pagos de

observándose una

la

serie

de

cuantitativas.

En e l mercado l i b r e

no e x i s t í a n r e s t r i c c i o n e s y ,

a

t r a v é s e l mismo, se efectuaban l a s transacciones

no

contempladas en e l mercado o f i c i a l .
El Banco C e n t r a l ,

en su c a l i d a d

d e l mercado o f i c i a l , absorbía

de ente

regulador

y cubría l o s

que se presentaban en e s t e mercado con l a s
de sus r e s e r v a s

v a l o r de

sector privado y
tregado a l

Se e s t a b l e c í a l a o b l i g a c i ó n de
las

e x p o r t a c i o n e s de

de l a s empresas

Banco Central

mínimo f i j a d o por

por e l

e s t e , por l o

o f i c i a l e l principal
i n g r e s o s de

divisas

bienes

del

públicas sea

en-

valor del
que, en e l

precio
mercado

f a c t o r de o f e r t a c o n s i t u í a
por

exportaciones

o t r o s i n g r e s o s como préstamos
tidades

pérdidas

internacionales.

Compra de D i v i s a s ;
que e l

déficit

y

los

algunos

y remesas de l a s

en-

binacionales.

A p a r t i r de l a implementación d e l c o n t r o l de cambios
en 1982, l o s p r e c i o s

mínimos para l o s productos

e x p o r t a c i ó n se ajustaban periódicamente,
de esa forma que e l
e x p o r t a c i o n e s sea

permitiendo

t i p o de cambio promedio de
relativamente atractivo

e x p o r t a d o r , pero s i n

llegar a

momento e l c o s t o de oportunidad.

de

compensar en

para

las
el

ningún

- 23 b)

Metodología
Susbsidios

para

la

Cuantificación

de

los

Cambiarlos

La v i g e n c i a

de

regímenes

de

s i g n i f i c a r o n p é r d i d a s para

cambios

múltiples

e l Banco C e n t r a l ,

b i d o a que l o s t i p o s de cambios se iban

de-

alterando

con e l tiempo y con t a s a s d i f e r e n t e s para l a
pra y para

la venta,

t a l como s e

Cuadro N® 3. Además,
i n c i d í a n con e l

com-

observa en

l o s montos comprados no

volumen de v e n t a s

de un

el
co-

período

deter/ninado.
T a l como se obseirva en e l Anexo N® 1, e l

registro

c o n t a b l e a t r a v é s de l a Cuenta  A j u s t e de Cambios
d e l Banco

Central del

Paraguay no

forma apropiada l o s montos

de l o s s u b s i d i o s ,

dege-

neralmente d i f e r í a d e l

t i p o de cambio

Banco C e n t r a l e f e c t i v a m e n t e
cuenta

Además,

Ajuste

en

de cambio de c o n t a b i l i d a d

b i d o a que e l t i p o

acciones.

capturaba

el

realizaba las

monto

de Cambios

a l que

el

trans-

registrado

en

solamente p o d r í a

la
ser

i g u a l a l S u b s i d i o de Cambio cuando e l t o t a l de l a s
v e n t a s de d i v i s a s

f u e r a exactamente i g u a l a l

de compras en e l p e r í o d o

total

considerado.

Junto a l a r e s t r i c c i ó n p l a n t e a d a , cabe s e ñ a l a r que
los

movimientos

existentes

 A j u s t e de Cambio

entre

y Revaluación

las

cuentas

de l a

Reserva

Monetaria I n t e r n a c i o n a l  , p r e v i s t a s en e l plan

de

cuentas v i g e n t e .

Impedían de p o r s í determinar

en

forma apropiada e l jwDnto de l o s s u b s i d i o s , por

lo

que para

el análisis

monetario y

macroeconómico

e r a fundamental c a l c u l a r l a s p é r d i d a s cambiarías o
subsidios de caunbios d e l
guay, en base a
coherente

Banco C e n t r a l d e l

alguna m e t o d o l o g í a que

considerando

la

Para-

resultara

disponibilidad

de

- 24 i n f o r m a c i o n e s , e l esquema
otras restricciones

de r e g i s t r o c o n t a b l e

institucionales

vigentes

y
en

aquel « n t o n c e s .
Existen

varias

formas

de

medir

las

Pérdidas

Cambiarias d e l Banco C e n t r a l , r e s u l t a n t e s d e l

he-

cho de que é s t e

di-

visas a

e f e c t ú a sus t r a n s a c c i o n e s en

diversos tipos

lugar

de

e f e c t u a r l a s a un t i p o de cambio uniforme.

Al

re-

f e r i r s e a e s t e tema, un informe d e l Banco

Mundial

sobre Paraguay

de

de enero

d i v e r s a s medidas de l a s

cambios en

de 1988

señalaba;

las

pérdidas de d i v i s a s ,

f i e r e n respecto a la

e l e c c i ó n d e l t i p o de

de r e f e r e n c i a que es

u t i l i z a d o para l o s f i n e s

di-

cambio
de

comparación, avalando con e l l o l a metodología que
estamos presentando.
Mario T e i j e i r o

( 1 9 8 9 ) , señala

a l r e s p e c t o que

medición de l a s pérdidas cambiarlas presentan

la
mu-

chas d i f i c u l t a d e s en a q u e l l o s bancos c e n t r a l e s que
no cuentan

con un

sistema c o n t a b l e

que

medir e l verdadero c o s t o de l a s monedas
ras u t i l i z a d a s en sus

operaciones.

permita
extranje-

En e s t o s

ca-

s o s , d i c e , es apropiado e l uso de sistemas como e l
PEPS (primero en
UEPS ( ú l t i m o en

e n t r a r , primero en
e n t r a r , primero

salir) o

en s a l i r ) ,

el
para

medir l a pérdida o ganancia cambiarla por ver\ta de
moneda e x t r a n j e r a ^ ^ .

^^Teijeiro, Mario 0., Pérdidas de^ Bano) Central. Banco Hfslial, 1989.

- 25 Sin embargo, debe

d e c i r s e que

para u t i l i z a r

método planteado por T e i j e i r o , se r e q u i e r e
ner de un s o f i s t i c a d o

el

dispo-

sistema de c o n t r o l y

medi-

c i ó n que pueda determinar exactamente e l c o s t o
que f u e comprado l a d i v i s a

que se va a vender,

c a l c u l a r l a ganancia o pérdida que r e s u l t e de

al
y
esa

o p e r a c i ó n . La metodología de r e g i s t r o c o n t a b l e d e l
BCP se h a l l a en e l Anexo 1.
Ante l a c a r e n c i a de t a l e s e l e m e n t o s , ( l o s
por T e i j e i r o ) y

adaptándonos a l a s

disponibles, e l

Banco

Central

del

señalados

informaciones
Paraguay,

a

t r a v é s d e l Departamento de Estudios Económicos, ha
elaborado un método de

r e g i s t r o de l o s

subsidios

c a m b i a r l o s , que a continuación se e x p l i c a .
b.1

Cálculo de l o s Tipos de Cambios Promedio Ponderado
de l o s Ingresos y Egresos de D i v i s a s .
U t i l i z a n d o l a p l a n i l l a de compras y ventas de
v i s a s proporcionada por
d e l área e x t e m a

l a dependencia

d e l Banco

Central d e l

di-

operativa
Paraguay

(DOPI)^^ , se anotan en cuadros separados e l monto
de l a s d i v i s a s a d q u i r i d a s y vendidas por e l

Banco

Central en un p e r í o d o determinado (mes o año)
sus r e s p e c t i v o s t i p o s de
c o n v e r t i r l o s en

cambios, de t a l forma

moneda nacional

y determinar

con
a
el

t i p o de cambio promedio ponderado para l a s compras
y para l a s v e n t a s , en e l p e r i o d o considerado.
Con r e l a c i ó n a l a s coii^ras (I) y l a ventas (E)
pueden p r e s e n t a r l a s s i g u i e n t e s

^ D ^  Oepartanento de Opewiones Internacionales.
^ CI

situaciones:

se

- 26 i)

Las compras ( i n g r e s o s ) ( I )
tas

(egresos)(E).

menor que l a s

ven-

I  E

ii)

Las compras i g u a l a l a s v e n t a s ,

iii)

Las compras mayor que l a s v e n t a s , I  E.

No o b s t a n t e ,

el

caso

que

I = E, y

podríamos

considerar

normal r e s p o n d í a a I  E y l o s c á l c u l o s se

reali-

zaban en base a l esquema c[ue se d e t a l l a .
Ejemplo
Resumen de l a p l a n i l l a d e l DOPI para un p e r í o d o

considerado:

Ingresos
Concepto

TOTAL

T i p o de Cambio

M i l e s (g.

100
10
90

550
400
160

55.000
4.000
14.000

90

1. E x p o r t a c i o n e s
2. Préstamos
3. O t r o s

M i l e s de USS

160

14.000

200

73.400

Egresos
Concepto
1. Pago Deuda
Externa
2.
3.
4.

M i l e s de

USS

T i p o de Cambio

M i l e s Gs

200

160

64.000

Intereses
Deuda Externa

100

320

32.000

Importaciones
d e l Estado

100

240

24.000

Otros

100

160

16.000

TOTAL

500

136.000

- 2? donde:
I =

I n g r e s o s o Compras

E =

Egresos o Ventas

TCI= t i p o de cambio
divisas

promedio ponderado por

( d ó l a r e s ) r e a l i z a d a s por

l a s compras

e l BCP en e l

de

periodo

considerado.
TCV= t i p o de
divisas

cambio promedio
(dólares)

ponderado por

r e a l i z a d a s por

l a s ventas

e l BCP en e l

de

periodo

considerado.
PG = pagos r e a l i z a d o s en moneda nacional

por e l BCP por

la

compra de d i v i s a s en e l p e r i o d o considerado.
IG = monto de moneda nacional r e c i b i d o por e l Banco
d e l Paraguay

por l a

v e n t a de

d i v i s a s en

el

Central
periodo

considerado.
1$ = monto de d i v i s a s

(dólares)

BCP en e l p e r i o d o
V$ = monto de d i v i s a s

ingresadas por compras

del

considerado.
( d ó l a r e s ) vendidas por

e l BCP en

el

periodo considerado.
se = s u b s i d i o de cambio.
SCT= s u b s i d i o de cambio t o t a l .
SE = s u b s i d i o de ceunbio e f e c t i v o .
SI = s u b s i d i o de cambio

implicito.

El c á l c u l o d e l t i p o de cambio promedio ponderado de
las
compras y l a s ventas d e l Banco Central r e s u l t a por l o
tanto
de a p l i c a r l a s i g u i e n t e f ó r m u l a :

- 28 Por l o

tanto:

TCI= PG % 1$

(1)

TCV= IG % V$

(2)

SE = 1$ (TCI - TCV)

(3)

SI = (E-I)(TCI-TCV)

(4)

SCT= SE+SI

(5)

b . 2 . D e t e r m i n a c i ó n d e l Subsidio de Cambio
A p l i c a n d o l a s fórmulas se t i e n e :
TCI= 73.400/200 = 367 guaraníes por d ó l a r .
TCV= 136.000/500= 272 guaraníes por d ó l a r .
Debido a que

e l t o t a l de

c u e s t i ó n ha superado a l

l a s ventas

(E)

t o t a l de l a s

en e l p e r i o d o

compras ( I ) , e l

en
sub-

s i d i o de cambio se determina para e s e caso en l o s dos treunos
a l o s que

hemos dado l a

(SE) y s u b s i d i o i m p l í c i t o
Subsidio

Efectivo

denominación de s u b s i d i o

efectivo

(SI).

(SE),

corresponde

a

la

diferencia

cambiarla en guaraníes (moneda n a c i o n a l ) r e s u l t a n t e d e l

to-

t a l de l a s compras r e a l i z a d a s en e l p e r í o d o considerado, que
r e s u l t a de a p l i c a r l a formula 3; SE = 1$ (TCI - TCV).
S u b s i d i o I n q p l l c i t o ( S I ) , se

calcula multiplicando la

r e n c i a de t i p o de cambio por e l exceso de ventas de
sobre l a s compras, l o
(E-I)

.

(TCI-TCV).

c u a l responde a l a

difedivisas

ecuación 4: S I

=

- 29 El c á l c u l o del subsidio t o t a l

determi-

de l a suma d e l s u b s i d i o

nado r e s u l t a por l o t a n t o

(SCT) de un p e r i o d o

efectivo

(SE) más e l s u b s i d i o i m p l í c i t o

(SI),

es d e c i r ,

la

ecuación

5.
Ejemplificando con

los

datos hipotéticos

registrados,

tendrían los siguientes cálculos:
-

Subsidio E f e c t i v o

(SE)
S.E.

M i l e s USS

T/C prom. =

Miles g

200

367

=

X

272

=

M i l e s de g

73.400

200
-

X

-

54.400

Subsidio I m p l í c i t o

19.000

(SI)

S.I.

M i l e s USS

T/C promedio

I n g r e s o de D i v i s a s

200

367

Egreso de D i v i s a s

500

272

300
-

Miles g

X

Por l o t a n t o ; S u b s i d i o de Cambio T o t a l

95

=

28.500

(SCT = SE + S I )

SCT = 19.000 + 28.500 = 47.500 M i l l . d e g

se

- 30 Sin desconocer,

las

limitaciones

de

la

metodología

i l u s t r a d a p r e c e d e n t e m e n t e , consideramos l a más apropiada
v i r t u d de l o s

elementos d i s p o n i b l e s hasta

entonces, y

niendo en cuenta l a s d i f i c i e n c i a s en l a r e g i s t r a c i ó n
b l e de e s t a s o p e r a c i o n e s ,
1 p r e p a r a d o para e l

t a l como se a p r e c i a r á en e l

en
te-

contaAnexo

efecto.

También cabe señalar

que se ha

ensayado otro método

de

cálculo del subsidio, que responde a la siguiente fórmula
SCT= E(TCI - TCV)

(6)

Es d e c i r :
SCT= 500(367 - 272) = 47.500 M i l l o n e s de Guaraníes.
Conforme a l esquema e x p u e s t o ,

se procedió a

cuantificar

l o s s u b s i d i o s cambiaurios en e l Banco C e n t r a l para e l
1983/89, e l c u a l s e i l u s t r a en e l cuadro

^^tteto¡klqU sisilar a ésta es la utilizida
Inf»i®e del fenco Nmdial sdire Píu-^uay. Enero de

ptr el

período

siguiente:

Bas» ^ i a l ,

a1 resj^rto,

ver

-

31

-

C A R N 4
UDO
SUBSIDIOS CAMBIARIOS D L B N O C N R L DEL P R OA
E AC E T A
AAIY
(En millones de guaraníes)

1983

1984

1985

1986

1987

1988

1989

A. SCTOR (HBLICO 12.811 17.002 27.052 39.463 72.703 53.100 3.807

GQBIERM)
CEhíTRAL.

4.789 6.096 10.444 19.014 32.380 24.317 1.110

ENTIDADES DESCENTRALIZADAS.

8.022 10.906 16.608 20.449 40.322 28.783 2.697

B. S C O PRIVADO 5.930 4.425 12.785 4.172 7.061 8.964 (1.3W)
ETR

C. PtIROPAR 1/

5.616 5.118 7.518 ( 581) 5.489 9.163

D. O R S E R S S
T O G EO

TOTAL

0

0 2.423 4.388 1.105 5.802

613

(3)

24.357 26.545 49.778 47.441 86.358 77.028 3.113

O LA B S
E
AE
HCMETARIA

20.283 22.768 23.373 57.614 85.772 67.426 96.425

s m . cmio
^ B S HONET.
AE

ia).l% 116.6% 2D,Cft 82.3% 100.7% 114.2% 3.2%

SUBS. CAffilO
P.I.B.

2.^

2.48% 3.5?fe

2 . m 3.46%

0.0»

PlSíTE: B C C H O E L ?PSmm, KTO.DE E T aO B S J I B
WO E T L ^
S \ i S E M HO
1/ IcnSMJOS PAS^AaiAW^, ©ijresa píaiica qi® debiá) a su s ^ í t e l se
registra por separaio.

- 32 Una v e z c u a n t i f i c a d o s l o s

s u b s i d i o s de ceunbios,

recu-

rrimos a l a cuenta de r e s u l t a d o s d e l BCP y observeunos que l a
misma no r e g i s t r a l a pérdida c a m b i a r l a , t a l como se

obtiene

por medio d e l c á l c u l o de l o s s u b s i d i o s , sino por e l

contra-

rio,

r e v e l a un s u p e r á v i t o p e r a t i v o

i n s t i t u t o emisor s u f r i ó
decir entre

1983/aft.

que se debe a
l a s cuentas

en e l p e r i o d o en que

el

cuantiosas pérdidas cambiarlas,

es

El r e s u l t a d o d e l

l o s a j u s t e s puramente

balance, nos

contables a través

 A j u s t e de Cambio y Revaluación de l a

Monetaria I n t e r n a c i o n a l  . Más d e t a l l e

parece
de

Reserva

sobre e l tema se

ob-

s e r v a en e l Anexo 1 y l a cuenta de r e s u l t a d o en e l Cuadro N®
5.

-

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- 34 P o r l o t a n t o , a modo
mental una

r e v i s i ó n del

forma a hacer e x p l í c i t a

Plan de
las

s i d i o s de o t r o s t i p o s en
currir.

Con e s t o

r e n c i a de r e c u r s o s

Cuentas d e l

funda-

BCP, de

tal

p é r d i d a s cambiarlas y l o s

sub-

que e l i n s t i t u t o emisor pueda

se e v i t a r l a

d i s t r i b u c i ó n de l o s
utilidades

de c o n c l u s i ó n , nos parece

l a a s i m e t r í a en

resultados y , sobre
d e l BCP

in-

cuanto a

todo, la

a l Tesoro Nacional,

la

transfeen base

a

inexistentes.

Tomando en

consideración l o s

resultados del

Plan

de

Cuentas y l o s Subsidios Cambiarios d e l BCP, podemos c o n c l u i r
que:
i)

a los efectos

de un

mejor análisis

de las

variables

monetarias, la cuenta Revaluación de la Reserva
taria Internacional
revaluaciones de

deberla registrar

los activos

y pasivos

Mone-

solamente

las

externos

del

Banco Central del Paraguay;
ii)

los Subsidios Cambiarios

se deberían cuantificar

ade-

cuadamente y registrarlos en una cuenta separada;
iii) para realizar la recomendación planteada, en la
lidad surgen problemas
relacionados con la

de difícil

solución que

forma de liquidar

cuenta Ajuste de Cambio ya

actuaestán

el saldo de

que no se puede

la

realizar

por la cuenta Pérdidas y Ganancias debido a que:
-

Toda erogación con cargo a esta cuenta debe
prevista en el Presupuesto

del Banco Central

estar
que

es aprobado por el Congreso Nacional y,
-

Los subsidios cambiarlos

concedidos por el

Central han superado varias
BCP.

veces al capital

Banco
del

- 35 -

En consecuencia, para casos

como éstos y también

para

una utilización ágil y eficiente

de los mecanismos de

con-

trol monetarioj nos parece necesaria la separación del

Pre-

supuesto del Banco Central en dos partes s
Un presupuesto administrativo

que tenga la

aprobación

del Congreso Nacional^ y
Un presupuesto para
por ley

permita

fines de

política monetaria^

utilizar libremente

los

que

recursos

y

cuantificar adecuadamente los resultados,
IV.2oL0S SUBSIDIOS CREDITICIOS DEL BCP
La tasa de

interés para los

recursos del Banco Central se

créditos financiados

mantuvo fija durante todo

período de análisis y por lo que a los efectos de

de Interés

Efectiva

sector

creído importante calcular 1 a

Promedio de

Equilibrio

(Tep)?

cálciilo y su metodología se detallan en el Anexo 2.
Efectiva Promedio de Equilibrio
base a la metodología empleada
fuera encarado en forma muy

el

determinar

con mayor precisión las transferencias implícitas al
público y privado hemos

con

Tasa
dicho

La Tasa

( Tep) se ha determinado
18
por Galbis (1977) ¡ que
,

preliminar en otro trabajo

en
ya
que

hemos realizado en 1983o
En dicho cálculo se consideran
las expectativas

inflacionarias

la tasa de inflación

(un spread

que

trata

y
de

cuantificar la preferencia del público por la liquidez) j así
como la estructura proinedio

ponderada del encaje legal

vi»

gente en el periodo» Con estas informaciones se llegó a

una

proxis de la tasa

de interés que regirla

en un régimen

de

coiapetencia^ para asi medirá, aunque sea en forma aproximada.

GftLBíS. Vicsíte, glaoliciaKíe de le
KB/ista Espala d Ecswsitao
a

Mítica de Tiros de InterSs e la Pcs-giarra,
n

- 36 los subsidios que vía crédito, reciben los distintos

secto-

res de la economía con recursos provenientes del Banco

Cen-

tral.
Como beneficiarios

de estos

han clasificado al gobierno
los

subsidios crediticios

se

(sector público); los bancos

y

particulares.

a)

Subsidio Crediticio del BCP al Sector Público
Para la determinación de

esta información^ hesios

tiplicado el monto de los préstanios netos del BCP a.l
público por la

diferencia entre j.a

Tasa Efectiva

mulsector

Promedie

(Tep) y la tasa cobrada por el BCFo Los montos y sus ajustes
respectivos se registran a continuación?
C A R N° 6
UD O
S B I I C E I I I D L B P A S CO P B I O
U SDO R DTCO E C L E T R U LC
(billones de Guaraníes)
Préstanos
al Sector
Aítos •Público(l)
18
92
18
93
18
94
18
95
18
96
18
97
18
98
18
99
(1)
(2)
(3)
(4)
°

12.661
22.969
40.329
52.742
65.854
94.730
136.^4
148.^

Depósitos de
Sector Público
en el BCP(2)

Prts¡as
Netos al
S.Kiblico

10.325
8.428
12.494
15.897
20.671
31.517
57.649
1^.913

2.336
14.541
27.835
36.845
46.183
63.213
78.645
5.475

Tasa tfec
tiva Pranadio{Tep)(3)
20.m
2S.m

Tasa Cobrada
por el B P al
C
Sector Público

Subsidio Crediticio del B P
C
al Sector Público

80 %
.0
8.(m

53
3
2.603
5.957
11.717
20.228 *
28. W3 *
33.503 »

.m

8.(m
si.m

51.6(^

8.m
ñ.m

9.(m(4)

2.1(2 

% del
P.I.B.
0.07%
OS %
.2
0.5^
11 %
.4
i.Cl%
• 0.0^

% Út \i

Ease
tonstcri;
QJCPc

30 %
.5
56 %
.7
88 %
.5
1.2
26 %
iLm

fto incluye coital izEción de inter^ss
ínclu^fotííofesHíJsro
Pcraferala ei tee al eicaje L ^ l
E 1 8 no se otorgarm mmos prSstsEss al Sscícr Público.
n 99
A ser corregiéo en el ql-Mtís M 7 psr les préste^ s interesas vetciáos s iqjíagoo, por dispmertíeisrfsrcsricsís

sólo a partir de ese año.

- 37 -

Para el periodo

1986/89, hemos calculado

los préstamos

al

sector público incluyendo los intereses vencidos e impagos, que a
su vez muestra otro componente del déficit cuasifiscal.

CUflDRO N° 7
PRESTAMOS AL SECTOR PUBLICO
(Millones de Guaranies)
1986
lo tetos ctel BalaiKre
2o Datos corregidos 1/
= Préstamos vigentes
- Préstamos vencictos
- Intereses acumlados
3. DifereTCia
4 o Si±«idio Crediticio
5o Total Subsidio del BCP
al Sector Público (3+4) 2/
7 o % ^ s e .Monetaria

1987

1988

1989

66 o854
78.291
67 o 160
6 o 810
4.321
11 o437
20o228

94.730
110.371
92.457
10,365
7.549
15.541
28.383

136.294
141.180
99.858
25.213
16.109
4.886
33.503

148.388
186.648
62.436
73.477
50.735
38.260
2.102

31.665
1.8%
15.8%

44.024
1.8%
15.4%

38.389
1.2%
10.9%

40.362
0.9%
9 %

1/ Ftentes División de Esttídic® Sfcretaxios y Fir^rc:ieíx®»
2/ Suteidio crediticio ef^^i-ro del H3» al S«:tor Público o

El cuadro precedente nos muestra las correcciones

contables

y metodológicas que requiere el balance del Banco Central, a

los

efectos de disponer de indicadores consistentes de su cartera

de

préstamos^ de modo

la

que muestren sus

distintos componentes y

medida en que la evolución de éstos condiciona a la política
netaria» Llama la atención que
monetaria sea la

el Banco Central^ como

institución con un

autoridad

alto Krcentffije de

aiorosa que^ sin lugar a dudas^ es una de las causas de la
ción o

mo-

cartera
infla-

- 38 -

b)

La Monetización del Déficit del Sector Público
Con los datos del subsidio de cambio y los aumentos

los créditos netos

del BCP destinado

al sector público

de
se

puede cuantificar una proxis de la monetización del

déficit

de caja originado

Público

en las transacciones

del Sector

con el BCP (Cuadro N° 8 y N^» 91.
Considerando las restricciones de recursos externos
el periodo^ la

monetización permite

observar la

tendencia

real del défic:-: operacional del sector público y con
comprender el

impacto

de los resultados

ello,

financieros de

cuenta del sector público sobre la inflación^, la cuenta
rriente de la

balanza de

pagosj, la evolución

en

la
code

de otros precios claves en

cambio en el mercado libre y

del tipo

la

economía.
Las cifras y

ios coeficientes de

la monetización

déficit del sector público, son en cierta medida el
de la falta de

eficiencia de la política

ciones desacertadas de las
crediticia y cambiaría,
sin soslayar con

reflejo

fiscal y las

empresas públicas, además de

falta de coordinación entre la política fiscal y
sobre todo en

ello algunos

el período

resabios de

que aún persisten hasta la fecha.

del
acla

monetaria,
1982/88^

inconsistencias

-

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y
S ti 3
fe 5
E

¿P

! ^ S
S

s

U
oJ

es I— )
• S a•U

- 40

-

CUADRO
9
TOTAL DE SUBSIDIOS DEL BCP AL SECTOR PUBLICO
(Millones de Guaraníes)
Años
1982
1983
1984
1985
1986
1987
1988
1989

Subsidio
Cantoiario 1/

Subsidio
Crediticio
533
2.603
5.957
11.717
31.665
44.024
38.389
40.362

0
18.427
22.120
36.993
43.269
79.297
68.064
4.420

Total de
Subsidio

2/
2/
2/
2/

% del
PIB

533
21.030
28.077
48.710
74.934
123.303
106.453
44.782

0.07%
2.57%
2.62%
3.49%
4.1 %
5.0 %
3.2 %
1.0 %

% de la Base
Monetaria
0.70
21.6
23.4
33.9
37.3
43.0
30.1
10.0

%
%
%
%
%
%
%
%

1/ Incliq^ PETROPAR y otros egresos.
2/ Cifras cx«rregidas en base al subsidio crediticio calculado en el
Cuadro N® 7.
l r a vez detemdiwla la monetización del déficit del sector público
ii
y el total de subsidios destinados a ese sector, es posible presentar m
cuadro ilustrativo de dichos
mico, asi cono

iixiicadores del desequilibrio iiacroeconó-

del iitpuesto inflación. Con ello se podrá apreciar el

gr^áo c e correlación existente entre dichas variables y al misiro tiapo
t
disponer de argumentos nés firmes en favor de la necesidad de apropiados
ajustes estructurales, coincidentes con los formulados en el informe del
Banco Mundial referente a las Operaciones del Sistema Financiero (1989)
CUADRO NO 10
CUADRO COMPARATIVO DE LOS INDICADORES DEL DESEOUILIBRIO
FINANCIERO DEL SECTOR PUBLICO CON RELACION AL PIB

Año
1982
1983
1984
1985
1986
1987
1988
1989

Monetización del
Déficit del Sector Público.
%

Total de Subsidios del BCP al
Sector Público
%

0.58
4.76
2.63
3.57
4.62
4.47
2.98
1.08

0.07
2.57
2.62
3.49
4.1
5.0
3.2
1.0

(1) Calculado con relación a la Base Monetaria.
Ver Banco tedial, Infon^ del Srupo de Estudio sdre
ro, 1989.

Inqpuesto
Inflacionario (1)
%
0.78
1.29
1.99
1.57
1.72
2.11
1.32
1.69

- 41 -

Los coeficientes

presentados muestran

en forma

coin-

cidente los fuertes desequilibrios del Sector Público en
período 1983/1988.

Estos^ fueron

acompañados en

la

misma

dirección por el comportamiento de otros indicadores
económicos claves como; las
con un promedio de 24%

macro-

caídas persistentes de las

servas internacionales del BCP

el crecimiento de

re-

precios,

entre 1983/89? además de una

inflación reprimida por los

el

fuerte

controles de precios, en

espe-

cial de precios claves como el tipo de cambio, las tasas

de

interés y los precios de una serie de bienes y servicios que
eran administrados hasta esa fecha. También se

registraron,

acumulación en los atrasos de los pagos de la deuda
e

interna

del

sector

público,

y

una

externa
creciente

desintermediación financiera.
En síntesis y
las medidas

las estimaciones

convencionales

observadas revelan

de cuantificación

del

que

déficit

fiscal no han captado la verdadera dimensión de esta

varia-

ble y en consecuencia no son válidas para demostrar los

im-

pactos efectivos de la política

que

fiscal en el Paraguay,

hasta 1988 ha sido disfrazada con los subsidios cambiarlos y
crediticios, entre otros. Estos a
impuestos inflac ionarios y
torsiones de la

su vez, se tradujeron

otra serie de

capacidad asignativa

factores de

del gobierno,

en
dis-

provo-

cando serios desequilibrios macroeconómicos
I¥.3.S[]^IDI0 CRB3inCI0 EEL H T A LOS B m ^ D S Y AL SEODR FK

A partir de 1972, el
Cartera Minima para
del Banco Nacional de

BCP ha establecido el Régimen

los bancos

comerciales, con

Fomento (BNF) y

exclusión

más tarde del

Nacional de Trabajadores (BNT). El objetivo de este

Banco
régimen

consiste en la redistribución de la cartera de préstamos
los bancos comerciales, de tal
aada a los sectores

de

forma que el 50% sea

de

desti-

agrícola, de exportación^ industrial

y

ganadero. ¡Hasta fines de 19855, estos préstalos ©ran apoyaidois

- 42 -

con redescuentos del BCP (entendiendo por redescuentos a los
prést£uaos concesionales otorgados por el BCP y no a la

fun-

ción de prestamista de última instancia que normalmente debe
desenseñar).
No obstante, a partir de
tamos concesionales del

noviembre de 1985, los

BCP a

los bancos

se han

prés-

otorgado

para productos específicos que són básicos en la exportación
Estos se otorgan para

los cultivos, acopio y

ción de la soja, el algodón
ción de la caña de azúcar.

y el trigo, y la

como es el

comercializa-

En este punto, a modo de

sión, queremos señalar que el
una economía

comercializa-

con mercado

crédito dirigido, más aun

financiero sumamente

paraguayo, no

sien^re tienen

deseado, tanto en volumen

digre-

fragmentado

el destino

como en precio,

en

final

debido a que

el

dinero es una mercancía extremadamente fungible.
A los efectos de dar mayor consistencia al cálculo
subsidio crediticio con recursos

del

del BCP, se procedió

di-

vidiendo en dos partes: el subsidio

a los bancos y el

sidio a los

cálculo del subsidio

particulares.

Para el

suba

los bancos se ha considerado el préstamo del Banco Central a
este sector, que

luego es multiplicado

por el

diferencial

entre la tasa de interés máxima que los bancos pueden
car en estas operaciones y

la tasa de redescuento

apli-

aplicada

por el BCP a los bancos.

Luego, y a los efectos de dar

detalle al

calculó por

análisis, se

separado el

más

subsidio

crediticio al Banco Nacional de Fomento, por ser este

Banco

estatal que más sucursales posee en el interior y que recibe
mayor apoyo

financiero del

gobierno, con

el propósito

iii5)ulsar las actividades productivas, y en especial el

de
sec-

tor agrícola.
Los £Krcentajes muestran
bancario vía
vos ^incluso

que los

préstaBKs preferenciales
podríamos

decir

q-ae

no

subsidios al

sector

no son

significati-

tienen

mi

is^acto

= 43 ~
cuasifiscal negatiWi, sobre todo si se consideran los
19
tamos netos tal como se muestra en el Anexo 4
Este mecanismo de crédito subsidiado genera

prés-

distorsio-

nes asignativas y un proceso de concentración de rentas. A l
20
respecto y J . C . Frotas i
señala que en el caso del B . N . F .
los grandes usuarios de

créditos y sin llegar a

el 5% de los prestatarios

representar

concentraban el 70% del total

la cartera de préstamos (entendemos que en los otros
esta situación debe ser similar)» Es decir^ que la
de redescuento
nima^ en el

bancos
política

(préstamos preferenciales j de cartera

fondo constituye un

para unos pocos usuarios

de

mí-

instrumento de

privilegio

que pueden acceder más

fácilmente

al crédito preferencia!»

SUBSIDIO

Prés tíraos
a Baíraos
Año (total)1/
1982 14.080
\m
20.447
31.900
35.541
52.154
mi
42.415
im
76.064
im
120.016

CUADRO E° 11
CREDITICIO DEL BCP AL BMF ¥ A LOS BANCOS
(Millones de Guaraníes)

PréstamcB
a Otros
Bancos2/
8.619
11.496
21.700
24.(25
36,310
17.789
55.093

8.fl
5fi
1/ft^taoistoxitos.

Tasa de Tasa de Tasa de
interés Red^ - Redes mSxiiaa amito
Qiento
BHF
Climax) CTr)
13.25% 8.00% 6.00%
13.25% 8.00% 6.00%
13.25% 8.00% 6.00%
1 3 . ^ 8.00% 6.00%
13.S% 8.00% 6.00%
13.S% 8.00% 6.00%
17.53% 9.(m
7.00%
10%
13.66% 1 . 0

Subsidio
del B P Siásidio Total
C
a Otn» del B P
C
Bancos al BNF dio
452
§48
396
604
6 9 Í.S2
4
1.1^
1.879
740
2.096
L^l
835
1.906
1.1^ 3.055
934
2.719
L7®
4.752
6.%0
2.228
973
.1
4.811 :14.524

%
Base
taria
1.10%
1.29%

15%
.6

1.46%

15%
.2
O.K%
1.97%
3.22%

%
del
PIB
0.1^
0.15%
0.18%
0.15%
0.17%
0.11%
0.21%

2/ M incluye Bmoo Na:i»a1 de Fosarto.
o

el ificaje Lepl ©orstiti^ el
^¡rmstaóe áe los d ^ i t e á
®
^Defoiite a
te teoDs aa el KP y a sa vez e ino de 1 « pjoes tetnaeito á catrol  lis
r
®
^sasiáti wiffitoia de sps dispwis el ro», a^w^
ajroeriieit® ^ t i ^ los si^ldls^
ai1tids a te Imcm m S^e a te ¡gfet^K bmtos. te oto laás, mm ss
m
sí ^ ^ 4 m sKÍstei oafop^ dlfemíciss ®!tre ¡ate fsíms és cátale y re/ela ms e^-s?
cIsTkáala la r^r^ifei fir«ídera asasít^so

-

44

-

Los argumentos expuestos, así como las cifras y los
cientes observados, revelan

la importancia

de cuantificar

subsidios crediticios que reciben los particulares con
del Banco

Central, debido

a

que, esta

coefi-

estimación

los

recursos
posibilita

disponer de un indicador, aunque sea aproximado, de la

transfe-

rencia financiera de un sector a otro y a su vez revela el
típico de represión financiera, tal como lo señalan Me

caso
Kinnon

y otros.
El BCP destinó la expansión de la base monetaria hasta 1988
para ampliar el crédito al sector privado y
otorgar subsidios de cambios. A
subsidios de

cambios, el

destinó, además de

partir de 1989, excluyendo

incremento de

los fines

al sector público y

la base

ya citados,

los

monetaria

a acumular

se

reservas

internacionales.
Por otro lado, con

los desarrollos presentados hasta

punto, se puede percibir

que los indicadores presentados

este
mues-

tran la existencia de una política monetaria pasiva, cuyos
trumentos fueron utilizados básicamente, al menos hasta
pios de 1989 para

princi-

del
21
crédito al sector privado. Al respecto, un informe peu:a el BID
señala que

el finaneiamiento del

ins-

los instrximentos

monetarios

déficit público y

eii^leados por

el

BCP

hasta el momento han sido:
contra y venta de reservas internacionales,
encajes legales elevados,
concesión de préstamos y redescuentos,
topes a las tasas de interés.
congelamiento de

los depósitos

del sector

público en

BCP.

21^

.

«S.C., tepgrtos Hacrofifanciaros
BIO, norisÉbre áe

fel

Sisteaa

Pgaauavo.

infm p f a el
af

el

 45 -

Es decir, la gama instrumental
recta y su utilización se debe

disponible es pesada y

básicamente a la falta de

dimeca-

nismos más ágiles y basados en el mercado, que a su vez,

guarda

cierta concordancia con las rigideces estructurales de los

ins-

trumentos de política económica existentes hasta la fecha.

IV.4,SUBSIDIO CREDITICIO KL SECTOR PRIVADO
A consecuencia del proceso

de represión financiera y

crecimiento del mercado informal del créditoj, las
financieras del mercado organizado

el

instituciones

no disponen de recursos

SH-=

ficientes a ser canalizados hacic?. las actividades productivas

Los particulares son
nancieros con tasas

renuentes a invertir

de interés

en activos

reales negativas j
,

mayor parte de los depósitos en los

por ello

ia

bancos son a la vista y

de

ahorro a plazos inferiores a 30 dias. Esto ha estimulado en
últimos tiempos todo

tipo de deformaciones

ciero institucional» Y en

fi-

los

del sistema

finan-

consecuencia ha debilitado el

centro

neurológico del proceso de ahorro e inversión que debe responder
a la eficiencia y a la productividad.
Para el finaneiamiento de

ciertos programas y

actividades

considerados claves por el gobierno, debido a la escasez de

re-

cursos en el

no resta otra

al-

ternativa que financiarlos con fondos provenientes del BCP,

por

sistema financiero organizado^

lo que a su vez esta circunstancia condiciona la necesidad de un
elevado monto de inioavilizaciones (encajes legales) para

finan-

ciarlos .

Para determinar el

subsidio crediticio

al sector

privado

SieíEos coasidsrado @i s^ato dei saldo proasdio a^msaai del año de
las prástaiEos otorgados
la í^aaái
geáotanuí grofcisojaissiel

©1 K P

jarsiSííCHl© fíopl

a los bancos j ol difereaeiai
son relací.óa a
®1 EíS?»

La í;sf3£

ds

- 46

-

aiflmD M° 12

SÜBSIDIO CREDmCIO DEL BCP AL SECTOR PRIVaPO
(MillCTies de Guaraníes)

PSTOS

Subsidio del
Préstanos Tasa efectiva Tasa de
Préstamo
BCP al Sec a Bancos PEcinedio(Tep)
Prefecencial tor Privado.
Total(l)
(2)

1982 14.080
1983 20.447
1984
31.900
1985 35.541
1986 52.154
1987 42.415
1988 76.064
1989 120.016

30.80%
25.90%
29.40%
3?.80%
51.80%
52.90%
51.60%
47.40%

13.25%
13.25%
13.25%
13.25%
13.25%
13.25%
17.63%
25.00%

2.471
2.587
5.152
9.436
20.105
16.818
25.843
26.884

%
del
PIB

0.34%
0.32%
0.48%
0.68%
1.10%
0.67%
0.78%
0.58%

% de la
Base MDnetaria

3.25%
3.03%
4.73%
7.13%
12.54%
6.70%
7.99%
6.60%

(1) No incluye Pondo Ganadero ni ex-Bancx) del Paragu^
(2) Fue ponderada en base al Encaje Legal.
Oono el Banco Central del Paraguay ha absorvido parte de la cartera del
Ex-Banoo del Paragu^ cuyo destino fuera al sector privado, tanbién creimos
iiqpartante estimar el subsidio otorgado por el BCP al sector privado vía
Ex-Banco del Paraguay, cuya cuantía se detalla en el Anexo 5.
C A R W 13
UDO
TDTAL DE SUBSIDIO CREDITICIO O O G D P R a B P
TRAO O
C
(Millones (te Guaraníes)

Años
1982
1983
1984
1985
1986
1987
1988
1989

Al Sector
PQblico
533
•¿m
S9S7
11717
44024
38389
4(BS

A los
Bancos
848
132
1879
2096
3065
2719
G980
14524

Al SectaPrivado
Al Sector vía Ex-Bco.
Privado
del Paraguay
2471
2587
5152
9436
20105
16818
^843
26884

304
215
284
487
730
757
735
659

Sub-Total
Subsidio
Crediticio
al Sector
Privado
3623
4054
7314
12019
23891
20293
3W7
42067

Total
Stdsidio
Crediticio
4155
6657
13271
23736
5556
64317
71946
82429

% del PIB
0.56%
0.81%
1.24%
1.70%
3.03%
2.58%
2.17%
i.m

- 47 -

I¥.5.DEFICIT CUASIFISCAL DEL BANCO CENTRAL DEL PARAGUAY
(1982/89^
A

los

efectos

de

determinar

cuasifiscal del Banco Central,
el total de las pérdidas

el

total

del

déficit

hemos incluido dentro del

cambiarlas explícitas más el

mismo

subsidio

crediticio del Banco Central al sector público y a los bancos o
En cambio,

el subsidio

crediticio

al

sector

privado

fondeado con recursos del Banco Central del Paraguay,

entende-

mos que constituye una transferencia de un sector a otro, debido
a que los préstamos otorgados son inferiores a los depósitos que
el sistema bancario mantiene en el Banco Central. Por lo
en lugar

de déficit

distorsión en el

cuasifiscal,

constituye un

proceso asignativo originado

tanto,

mecanismo

en la

de

represión

financiera vigente en el país en el período de estudio.
En los cuadros siguientes

se observan los indicadores

re-

feridos .

C A R N» 14
UDO
DEFICIT CUASIFISCAL DEL BCP E P O O CO DEL PIB
M RPRIN
(Millones de Guaraníes)
Subsidios de Canbios
A] Sector
Pílioo

1982
1983
1984
19»)
1987
1988
iS89

0
18C7
22120
36993
43269
79897
mm

Al Sector
Privado

Subsidio Crediticio
Al Sectw
PCtolico

0
5930
4425
12785
4172
7061
8964

533
2603
5957
11717
316»
44024

-1304

«BS

A los
Bancas

848
1879
auyb
3055
2719
dSSO

Total de
Subsidios
Al SectOTPffl)lico

533
210%
28077
«710
74934
mvi

106@3

mm

Total de
^fhcíHífx
Al Sector
Privado

m
7182

60
34
14881
7227
9780

Total de
Déficit
Dasifiscal
del BCS

% del PIB

1381
28212
34381

0.19%

651
39
^161
130
311

45f
.Se
4.481
5.34%

mm
mE

34%
.5
3.21%

- 48 -

CUaPBDNo 15
TRWgPEREW^ag i f í
f. ,
can RBCORSOS
(Millones de Guaraníes)

iío
^ís

SubsixlLo
Crediticio
al Sector
Privado
2775
2802
5435
9923
20836
17574
26577
27543

1982
1983
1984
1985
1986
1987
1988
1989

•total
Déficit
Cuasifiscal
del BCP
en % del PIB

% del PIB
0.38%
0.34%
0.51%
0.71%
1.14%
0.70%
0.80%
0.60%

Total de
Déficit
Cuasifiscal y
Transferencias
en % del PIE

0.19%
3.45%
3.21%
4.56%
4.48%
5.34%
3.69%
1.26%

0.56%
3.79%
3.72%
5.27%
5.62%
6.04%
4.49%
1.86%

Los resultados presentados hasta el momento nos permiten
concluir que, en el periodo de estudio, el pais tuvo que
portar un

nivel muy

todo entre los
1985/87. El

elevado de

años 1983/88,

caso

paraguayo

déficit cuasifiscal,

con picos
puede ser

más elevados
presentado

sosobre
entre

como

un

ejemplo ilustrativo de las distintas veiriantes que muestra el
proceso de represión financiera,

excepto en lo

concerniente

al ntórcado cambiarlo a partir del 27 de febrero de 1989.
Las principales caracteristicas

del sistema

financiero

paraguayo que ha sido participe de la deformación estructural
y de

políticas inadecuadas,

representado por el déficit
zado en lo siguiente:

tino de

cuyos indicadores

cuasifiscal, puede ser

está

sinteti-

„ 49

La mayoría

de los

recursos

movilizados a

del

de corto plazo e

mercado organizado del dinero son

través

in-

suficientes.
Muchas de las deformaciones estructurales están atadas a
las políticas de desarrollo que siguieron los

gobiernos

a partir de los años cincuenta.
El sistema financiero formal u organizado está muy
trolado y poco

con-

desarrollado, debido fundamentalmente

a

que:
i)

el marco regulatorio actual inhibe el desarrollo de
un sistema financiero fuerte y eficiente.

ii)

la existencia de una gama de reglamentos que impide
una saludable competencia, privilegios especiales a
la banca estatal, tasa de interés controlada
reciendo a determinados sectores, créditos

favodirigi-

dos , etc.
iii) las políticas

impositivas

existentes

impiden

el

desarrollo de un genuino mercado de capitales.
Deficiencias en el área de la supervisión de los

inter-

mediarios financieros.
La

existencia

de

contradicciones,

indecisiones

y

falencias en las políticas macroeconómicas.
En consecuencia, seria
correctivas apropiadas en
crediticia y de tasa de

oportuno introducir las

el área de

las políticas

medidas
fiscal,

interés, si se pretenden lograr

ob-

jetivos de recuperación económica a laedifmo plazo.
Esas sE^idas
con las

deberían

incluir una

reformas j^netaria y

reforma

txibutaria

financiera ^ de

que el sistema tributario sea más elástico^, menos
voso y más equitativo, y que los subsidios y las
cias ísean -trarispareiates j

c o a reciarsos

tal
gra-

trafisferengemisiaoso

- 50 -

El incremento del

crédito interno real

sobre una

base

sostenida, sin repercusiones adversas sobre los precios y las
reservas internacionales, sólo
texto de transparencia

podrá realizarse

y sana con^tencia

agentes económicos, que a su
marco legislativo apropiado.

de los

en un

con-

distintos

vez implica la necesidad de

un

51 -

Vo FUENTES LATENTES DE DEFICIT CUASIFISCAL
v.l.OPERACIONES DE CAMBIO A
En cuanto a las operaciones

de cambio a futuroj. es

portante resaltar que su existencia de ninguna manera
tiza la estabilidad del tipo de

im-

garan-

cambio del dólar, lo que

puede es reducir la volatilidad del tipo de cambio al

sí

conta-

do «
. La existen la de un

mercado de futuro posiblemente

útil a nivel microeconóraico

para reducir riesgos de

de exportadores j importadores ^ deudores
,

cambios

en divisas e

inver-

con este mecanismo

sionistas extranjeros y que pueden

cerrar

sus respectivas posiciones cambiarlas» Sin embargo^ nada
rantiza que la existencia

sea

de ua mercado

ga-

de futuros tenga

a

nivel macroeconómico efectos estabilizadores en el mercado de
cambios al contado y en la economía en general»
La ecuación de la

paridad de la

tasa de interés

esta-

blece que la relación entre el tipo de cambio futuro (f) y el
tipo de cambio al
entre la tasa
externa (r).

contado (c) debe

de interés interna
Estas relaciones

igualarse a la
(i) y la

relación

tasa de

interés

quedan expresadas en la

si-

guiente fórmula:
f/c = (1 -- i) / (1 + r)
8
Si la igualdad no

se ciaa^le en el

pris^r término (f/c) es inferior al
interés interna (i) es aayor
mente en el mediano

corto plazo y si

el

segundo y si la tasa

de

que la externa (r)j

un incre^nto en

el

tipo de cambio futuro^ agrandándose la brecha con el tipo

de

casbio

al

contado

deses-tabilisadores J y
©caaeióii de paridad o

pla^o se producirá

necesaria-

festo
cosa

tiene
all©

efectos
w o l w s la

inflacionarios
igíieldad

sb

y
J.e

- 52 -

Sin embargo, contrariamente
vidades

cuasifiscales

cambiarlas no

del

Banco

tiene efectos

resultados, por lo

a la mayoría
Central,

las

inmediatos sobre

de orden. En

acti-

garantías

la cuenta

de

que ella origina

que la contingencia

registra en la cuenta

de las

se

este sentido, es

impor-

tante señalar que el BCP por Resolución N 2. Acta N° 162 del
10 de noviembre de 1989 dispuso comprar dólares de los bancos
del país

y de

las empresas

exportadoras (a

través de

los

bancos del país) al tipo de cambio libre del día (comprador),
reembolsar los dólares a los

bancos al mismo tipo de

ccimbio

dentro de un plazo máximo de

240 días y realizar las

liqui-

daciones definitivas con los

exportadores al tipo de

cambio

del día dentro del plazo de 300 días.
El BCP

ha realizado

monto aproximado de US$

operaciones de
33.0 millones, a

promedio de aproximadamente

que

esta

operación

es

en las

un tipo de

vencido, no se ha

un

cambio
el

proce-

No obstante, es importante aclarar
una

fuente

cuasifiscal del BCP, sobre todo
cambio se altera

por

C 1.200 por US$ y como hasta
5

presente dichas operaciones no han
dido a su cuantificación.

este tipo

potencial

de

déficit

si la tendencia del tipo

fechas de cancelación,

de

lo cual

es

relativamente difícil de prever considerando la tendencia

de

los primeras siete meses del año.
En conclusión, la

existencia de un

mercado de

cambios

futuro no evita que los desequilibrios provocados por el
mento

de

oferta

cambiarla a través

monetaria

multipliquen

del fenómeno

del tipo de cambio (f M

f P

la

inestabilidad

denominado over
f T/C).

au-

shooting

Esto, debido a que

los incren^ntos en la oferta monetaria generan necesariamente
aunque sea en el medicuio plazo, increa^ntos proporcionales en
los precios y en el tipo de

cambio. Es decir que, en el

turo este tipo de operaciox^s debe serecer reserva y
cia por parte de la autoridad monetaria.

fu-

pruden-

~ 53 -

V.2.PAGOS DE LA DEUDA EXTERNA
El Banco Central, en su calidad de agente financiero del
gobierno participa no sólo en
deuda externa, sino también

el registro estadístico de
en los procesos de

negociación^,

reestructuración y compra

de títulos de

paises acreedores-

circunstancia convierte

Esta

Central en acreedor de una

deuda

externa
al

monetaria es

dado resultados
importante

deficitarios para

considerar que este

estudiado con prudencia y realismo

la

de
Banco

serie de entidades y deudor

el exterior. Por lo tanto, como en otros paises estas
ciones han

la

ante
opera-

autoridad

tema debe

ser

con el Ministerio de

Ha-

cienda y con las entidades deudoras locales^ a los efectos de
evitar que estas operaciones en el corto plazo se
en un gran

foco de

títulos de deudas

déficit cuasifiscal» Los
adquiridos por

el BCP

conviertan

montos de

y sus

los

respectivos

intereses se observan en el cuadro siguientes
CUADRO N° 16
DEUDA ADQUIRIDA POR.EL BCP
(En US$ y 0)
RESUMEN
Tipo de
I) DEUDA BANCO DO BRASIL fCACEX^*
Cambio
a) Monto de las compras ÜS$ 88.191.977,97
b) Intereses al 30-VI-90 US$ 3.480.180,11
US$ 91.672.158,08 x 1.205 = ( 110.465
S
II) COMPRAS INC Y MSPBS **
a) Monto de las compras US$
b) Intereses al 30-VI-90 US$
US$

3.922.489,40
55.772,07
3.978.261,47 x 1.205 = 0
TOTAL

*
^^

4.794

ñ 115.259

Renegociación firmada entre nuestro gobierno
y el del
Brasil el dia 17 de abril de 1989 y aprobada por Ley M®
62/29 del 19 de enero de 1990,
INC (Industria Macional del Cemento}g MSFBS (Ministerio de
Saltad Piáblic£ y Biemostáir

- 54 -

El Banco Central, en el marco del acuerdo de
ción de la deuda

Brasil (CACEX), adquirió

con

sus reservas títulos de la deuda comercial brasileña por un

va-

lor de US$

con el Banco do

reestructura-

88.191.977,27. Aplicando

miento promedio obtenido

a las

remesas, el

por sus colocaciones

ternacionales, resulta US$

rendi-

de reservas

3.480.180,11. Ambos items

in-

totalizan

US$ 91.672.158,08.
De la misma manera procedió a la compra de la deuda con
banca comercial, aprovechando la baja cotización de las

obliga-

ciones de algunos deudores con graves problemas financieros.
suma afectada en

la operación asciende

la

a US$ 3.978.261,47

La
con

inclusión de los intereses.
El total de compras sin la cobertura del gobierno hasta
fecha asciende a US$
al

95.650.419.55, que expresado en

guaraníes

tipo de cambio del 30 de junio de 1990 ( S 1.205 por
(

representa  115.259
t

millones, equivalente

Monetaria al 30 de junio de 1990.

al 24%

la

dólar),

de la -Base

- 55 -

VI.

CONCLUSIONES

1«

La existencia del
parte la falta

déficit cuasifiscal

de coherencia y

revela en

gran

acompañamiento de

las

medidas de política económica y sus efectos se traducen
en subsidios cambiarlos y crediticios subyacentes en la
política

cambiarla,

de

préstamos

subsidiados

para

ciertos sectores y de préstamos para el Gobierno. Estos
fenómenos son acompañados de elevados volúmenes de

in-

movilizaciones en el Banco

en-

Central en concepto de

. caje legal y otros depósitos.

Por lo que, esta

situa-

ción crea serios efectos distorsionantes en la

asigna-

ción de recursos.
2.

Los ciclos de
en los

estancamiento y fuertes

distintos mercados

y sectores

inestabilidades
de la

economía

paraguaya durante el período 1982/88, hallan su base de
problemas en un serio desequilibrio fiscal ocultado por
los subsidios de cambio basados en un sistema de cambio
múltiple. Esto iba acompañado por una política

moneta-

ria acomodaticia y rigideces estructurales amplias.
3.

En la medida en

que se amplió

tasa oficial de

cambio y

la diferencia entre

la del

tuante, las pérdidas cambiarías
Paraguay se

acrecentaron al

mercado libre

subsidiados en diversos conceptos.
tica crediticia fue
sultado del efecto
del elevado déficit

fluc-

del Banco Central

otorgar divisas

del

a

tipos

A su vez, la

polí-

claramente expansionista como
combinado del
público y del

la

subsidio de

re-

cambio,

rápido aiin^ntOf^

en

algunos años, del crédito al sector privado»
4.

A partir de

febrero de

1989 se tomaron

una serie

urdidas de política económica tendientes a
y desregular la economía en un clima d® sana
^o obstantej, rsstan por ajustar tma

de

liberalizar
coH^^etenserie ds

- 56 -

reformas estructurales tales como la del sector

finan-

ciero, la tributaria (fiscal), comercial y otras.
Las principales

cuasifiscal

del

Banco Central del Paraguay en el período estudiado

fu-

eron: los

fuentes

del déficit

subsidios de

privado; los subsidios
los subsidios

ceimbios

al sector

público

crediticios al sector

crediticios a

los

bancos y

y

público;
al

sector

privado vía sistema bancario. Además, cabe advertir que
el manejo actual de

la deuda externa

ciones de cambio a

y de las

opera-

futuro, son fuentes potenciales

de

déficit cuasifiscal.
A los efectos

de determinar el

cambio se

explicado detalladamente

ha

monto del subsidio
los

de

regímenes

camDiarios vigentes en el

período 1982/88, para

presentar la

metodología

de cálculo,

explicando

sus

alcances y relacionándola

con el Plan

de Cuentas

del

BCP. Además se presenta un anexo ilustrativo de

luego

discu-

sión y análisis en base al plan de cuentas. Al respecto
debe apuntarse que la actual estructura contable merece
una serie de ajustes, a
tros contables

los efectos de que los

se constituyan

en una

regis-

base

confiable

de los

subsidios

los mismos han

represen-

para el análisis monetario.
Los resultados de

la cuantificación

cambiarlos, han revelado que

tado montos de 2,4% a 3,6% del PIE y casi siempre

fue-

ron mayores a los incrementos de la base ii»3netaria.
decir, sus impactos
de las reservas
ción.

fueron absorvidos con

internacionales del BCP

Es

reducciones

y con

infla-

- 57 -

Las circunstancias en

que se dieron

los subsidios

de

cambios, responden básicamente a la inadecuación de

la

política económica y a

la confusión reinante en

aquel

entonces entre estabilidad monetaria y el mantenimiento
artificial de tipos de cambios sobrevaluados.
7.

El cálculo del

subsidio crediticio del

BCP al

Sector

Público fue acompañado por la monetización del

déficit

del Sector Público.

revelan

También estos indicadores

que el déficit encubierto del Sector Público representa
. una

cuantía

importante,

1983/88, la que

sobre

todo

ha sido ocasionada

en

el

período

por políticas

pú-

blicas que no acompañaron la dinámica de esos tiempos y
que fuera una forma de disfrazar la falta de

capacidad

de ingreso del gobierno. De todo el análisis se
la necesidad

de una

reforma tributaria,

brevedad, acompañada de

un análisis

deduce

en la

mayor

más cuidadoso

las inversiones públicas y del estudio de la

de

dimensión

apropiada del sector público.
8.

En términos relativos, los subsidios crediticios a
bancos no representaron más del

0.32% del PIB y

los
3,22%

de la base monetaria.

Ello obedece básicamente al

ferencial de

de

la tasa

interés para

los

préstamos

subsidiados. No obstante, es importante señalar que
1981 los

redescuentos representaron

el 23,8%

di-

de

en
los

depósitos de ahorro y a plazo en los bancos comerciales
y el BNF, y para 1988
(ver anexo 6).
la política
pasiva y que

este coeficiente se elevó a

56%

En este punto también se concluye,

que

monetaria del

BCP sigue

los instrumentos

mente de control directo.

siendo más

utilizados son

bien

básica-

- 58 -

9.

Se calcularon .los subsidios crediticios al sector
vado, cuya relación
promedio de 0.61%,

con el PIB

mostró un

y se señaló

coeficiente

que este subsidio

presentaba básicamente una transferencia de las
nas que mantienen depósitos en
ficiarios de los

pri-

perso-

los bancos a los

préstamos subsidiados.

rebene-

Luego se

terminó el total de subsidios crediticios, como

de-

resul-

tado de la suma de dichos subsidios al sector público y
privado, mostrando que la transferencia en 1986 alcanzó
el pico de 3% del PIB, siendo los años de mayor impacto
los comprendidos entre 1984 y 1989.
10.

Para la determinación del total del déficit cuasifiscal
del BCP

se

consolidaron los

crediticios al

sector

subsidios

público y

coeficientes con relación al

cambiarlos

privado,

resultando

PIB de hasta 5,3%.

indicadores revelan los fuertes desequilibrios

Estos
macroe-

conómicos con implicancias monetarias por lo que se
estudiado el impuesto inflacionario y se lo ha
ficado en el anexo 3.

y

ha

cuanti-

Al respecto, es oportuno

recor-

dar que la base imponible del impuesto inflacionario es
la base monetaria, pero que en el proceso de
de la misma, también

expansión

corresponde un porcentaje

tante de dicho impuesto

a las instituciones

ras. Esto se originó en gran parte

impor-

financie-

en los svibsidios al

sector público y privado otorgado por el Banco

Central

del Paraguay.
11.

En base a las informaciones disponibles se ha realizado
una evaluación de la

política monetaria y sus

princi-

pales características, señalando algunos puntos básicos
para la reflexión.

En efecto,

la política

uranetaria,

fue predominantemente pasiva durante largo tiempo y
es aún en la actualidad.

Estuvo atada desde el

al resultado

fiscal del

Gobierno,

a la

redescuentos

y

movimientos

de

a

los

pasado

política
las

lo
de

cuentas

-

externas» La auiseacia

59

-

de une

autoridad ®onetaria

con

poder suficiente y a^tóiaoMi, derivó em urna stacesión
Marchas y contraMarchas en la expansión de la base
netaria» El Banco

mo-

no dispone

de

instriM^ntos de cozrto y

mediano pla^o para regular

la

oferta monetaria, razón

por la cual

trumentos

pesados

Central del Paraguay

de

como

son

ha empleado

los

encajes

ins-

elevados

tendientes a reducir el multiplicador para

contrarres-

tar los aumentos de la base monetaria y la

restricción

de los depósitos del sector público en el sistema
. cario, el otorgamiento

de préstamos

ban-

y redescuentos

a

los bancos, topes a las tasas de interés, entre otros.
12 o

Los hechos demostrados a través de los indicadores
jetos de este estudio, explican con precisión el

obpapel

central que la política fiscal tiene en la capacidad de
la autoridad monetaria para proseguir sus objetivos tal
22
como señala Richard D.Erb , En un gran número de
países, un incremento

del déficit

fiscal ha

ejercido

gran presión sobre las autoridades monetarias para

fi-

nanciar ese déficit, con los consiguientes efectos

so-

bre la moneda, los
Además, las

mercado cambiarlos y la

decisiones por

parte de

las

fiscales sobre gastos y sobre la estructura
también afectan el nivel

inflación.
autoridades
tributaria

de ahorro del sector

privado

y, a su turno, el ambiente económico general en el cual
se toman las decisiones de política monetaria.

^Brb, Ridard 0. El Papel áe Tos Bancostertrate.Finsiz^ y Itesrrollo, Díc.l^.

- 60 -

13.

A lo

expuesto por

agregar que

en

Richard

todo

D. Erb,

programa

creemos

oportuno

estabilizador

existen

circunstancias que pueden convertirse en la clave de su
éxito o de su fracaso, como las siguientes;
Será necesario denostrar que se dispone del
nal de instrumentos de política monetaria
cindibles para disminuir el ritmo de la
monetaria hasta el punto

arseimpres-

expansión

deseado y que las

ridades están dispuestas a ejercer sus

auto-

facultades

plenas en el uso de dichos instrumentos.
-

Será necesario
demás

asegurarse de

politicas

económicas,

la armonia

de

las

principalmente

la

fiscal y la de tipo cambiarlo, y
-

La política estabilizadora tendrá que combatir las
criticas negativas derivadas de posibles
cuencias adversas

a corto

presiones concretas
relación con el

de

plazo, así
grupos de

ajuste; en este

conse-

como

las

intereses

aspecto la

fac-

tibilidad del plan dependerá muy estrechamente
la negociación apropiada de

en

los salarios y

de

demás

rentas con» por ejen^lo el tipo de interés.
14.

Otra importante conclusión del presente estudio es, que
el propio balance del
gido de acciones del
Para ello, es

Banco Central debe estar
Gobierno que puedan

importante que las

debilitarlo.

operaciones del

sean abiertas y transparentes, para evitar los
misos financieros que no estén
en el balance .

proteBCP

compro-

debidamente registrados

- 61 -

15.

Por lo demás, el BCP deberla estar protegido de
pasivos que deberían ser

asumir

responsabilidad de las

ridades fiscales. A este respecto, si bien la

auto-

indepen-

dencia respecto del Gobierno no es una condición

sufi=

ciente para garantizar un Banco Centxal fuerte y

efec-

tivo, la autonomía puede aportar una contribución
nificativa.

sig-

- 62 -

Vil. RECOMENDACIONES
1.

El crecimienco ««-onómico sostenido y a largo plazo

re-

quiere el establecimiento

ma-

en el pais

de un marco

croeconómico que tienda a la estabilidad y la
ción de las distorsiones
el substracto de estos

elimina-

asignativas de factores.

En

objetivos mediatos se halla

la

necesidad de concebir, diseñar e implementar medidas

y

acciones dentro de las dos vertientes principales de la
politica económica: la

politica fiscal

y la

politica

monetaria-financiera. La instrumentación de esas

poli-

ticas debe darse en un esquema de coherencia que

faci-

lite y promueva

las transformaciones estructurales

de

la economia.
2.

La reforma tributaria

se debe iniciar

sin demora.

redimensionamiento del sector público, la
ción y/o la privatización

racionaliza-

de las empresas del

estado,

deben acompañar a la implementación de un sistema
butario más flexible,
justo. Estos

eficiente, menos

elementos

podrán

eficacia del sector público
nuevos subsidios

tri-

gravoso y

garantizar

más

una

mayor

ante sus reqpierimientos

funciones, y al mismo tiempo reducir las
des de

El

y

potencialidade

sus

operaciones con el Banco Central. Sólo en un marco

que

garantice la

implicitos derivados

reducción de

los

déficit público

finaneiamiento de sus gastos con recursos
es posible una reforma

y

tributarios,

financiera y monetaria. Si

no fuere, las medidas en este campo pueden empeorar
inestabilidad macroeconómica.

el
asi
la

- 63 -

3o

La reforma

monetaria y

financiera debe

iii5)leinentarse

gradual y prudentemente con el objetivo de alccinzar
sistema financiero eficiente que facilite la
y colocación de

excedentes para

loe sectores productivos en los

un

captación

el finaneiamiento
que el país posee

de
las

mejores ventajas coiqparativas.
4o

La implementación

de la

jKJlítica monetaria

debe

ser

adaptada para reforzar los objetivos de reducir la

in-

flación significativamente y mejorar el balance de

pa-

. gos. Al mismo tiempo, las reformas en este campo
promover la intermediación financiera en moneda

deben
nacio-

nal, para lo cual es necesario desregular y liberalizar
las transacciones financieras.
5.

Es fundcimental

reforzar

el

control

monetario

y

la

desregulación mediante la eliminación de limites

exis-

tentes sobre las tasas de interés, con el fin de

equi-

librar la oferta y la demanda de crédito y dinero,
ducir las presiones inflacionarias

y apoyar el

del tipo de cambio. A estos instrumentos deben
ñar la reducción de la in^Kjrtancia de los
y de los encajes

re-

manejo
acompa-

redescuentos

legales elevados, como mecanismos

de

política monetaria.
6.

Se deberían

emitir Letras

de Regulación

Monetaria

operar la Mesa de Dinero que permitan al BCP
la liquidez por

medio de la

y

controlar

intervención del tipo

de

Mercado Abierto. En este punto es fundaii^ntal

realizar

las

los

acuerdos

mayor

autonomía

modificaciones

legislativas

interistitucionales que

permitan una

y

del BCP en el manejo de sus operaciones para el control
monetario.

- 64 -

7.

Vinculado a

lo

anterior, se

precisa

una

evaluación

apropiada de los créditos otorgados por el BCP al
tor püblico de tal forma a disponer una
precisa que incluya los

cuantificación

intereses vencidos e

una nueva recalendarización

de los

sec-

impagos,

vencimientos y

la

aplicación de tasas de mercado por parte del BCP a esos
préstamos.

8.

El monto de los redescuentos debería fijarse de acuerdo
al Progreana Itonetario y estar a disposición de todos
los bancos. La tasa de redescuento debería ser tal que
aliente a los bancos a busceir nuevos depósitos antes
que depender de los redescuentos. El carácter del BCP
de prestamista de última instancia debe implementarse
por períodos cortos y su acceso debe estar vinculado al
capital y las reservas de cada banco.

9=

Las operaciones del

Banco Central

del Paraguay

deben

ser captadas con la

mayor fidelidad y precisión

numé-

rica y

conceptual

tranaparencia

se

posible, de
verifiquen

transferencias que a

cuentas del

hacer posible una nueva
Ajustes de

Cambios y

los

través de

mentos son realizados al
sistema de

modo

a que

subsidios

los distintos

con
y

toda
otras

instru-

sector público o privado.
BCP debe

ser modificado

metodología de asiento de
la Revaluación

de las

El
para
los

Reservas

Internacionales.

10.

Más allá de las recoTOndIaciones sobre políticas, instrumentos y métodos de registrac ión, debemos aclarar
que el fondo de las distorsiones que hemos verificado,
deja claro una cuestión de ordén político institucional, esto es la necesaria autonoBía del Banco Central
para el cuiqpliaiento de sus objetivos. A este respecto,
el Banco Central del Paraguay debe adquirir la suficiente capacidad legal y efectiva para est£ur protegido

- 65 -

de las acciones del gobierno que puedan debilitarlo. El
BCP debe

constituirse en

un ente

con capacidad

para

llevar a cabo sus funciones propias mediante la calidad
profesional, el criterio independiente y la probidad de
su personal técnico y administrativo. Debe ser capaz de
sentar posiciones claras y precisas sobre los

peligros

que para la economia representan los excesos populistas
de los gobiernos y las ambiciones desmedidas y los
tereses ocultos de la comunidad de los negocios
dos .
Agosto de 1990.

in-

priva-

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los Efectos de

los Déficit

en la Prograro^ión Finare:iera,

1987.
I M T a

Man

Ao

g Consejes del FMI en Rslitica

Fiscal. I ^ i s t a Finanzas

D^arrollo, 1990.
20) K U E H D , Mari£ O.^ Pérdidas del Banco Central. Banco ítindialy 1989.

y

ANEXO 1

CailGEN Y RESIgTRO DE LAS CUENTAS AJUSTE DE CAMBIOS Y
REVALUACIQM
lA RESERVA MONETARIA INIERNACIONAL.
I.

PLAN EE CUENTAS; según cxjpias proporcionadas por el Departamento de
Contabilidad y Aininistración, se registra en:
a) AJUSIE CE CAMBIOS:

la diferencia entre el

tipo de caicbio real

que resiiLta de las operaciones de compra venta de divisas
das por el Banco Central y el

realiza-

tipo de Contabilidad en que fue re-

gistrada la operación.
Ejenplo:
Se debitará (A::tivo)
a) en la compra, cuando el
tipo de contabilidad.

tipo de ccnpra es mayor al

b) en la venta,

tipo de venta

cuando el

es menor al

tipo de contabilidad.
Se A::reditará (Pasivo)
a) en la carpra, cuando el tipo de conpra
es menor al tipo de contabilidad.
b) en la venta,

cuando el

tipo de venta es neyor al

tipo de contabilidetí.
El saldo de esta cuenta, según su signo, que no representa

necesa-

riamente pérdida o u - 1 ídad, se registrará en el Activo o Pasivo del
ti
Balance Diario.
En el mcnento

de prockicirse un

ajxiste de los tipos de canbio de

contabilidad, el saldo de la cuenta Ajuste de Canisio es
Este saldo es

el  p e se
5j

liquidado.

transfiere a la cuenta REVAIJUACION DE LA

RESERVA ICNBEARIA UfEERIOdCNAL.

M r^istrar estas comtas en e l
neto ya sea en e l

Mlaisoe Diario,

se amata e l

saldo

o sn e l Pasivo» En el caso fel Banco Central

del Paraguayí, geraeralBesite le» ¡reants^ netos se cxansignaron

el Ac-

tivo.
h) REmiiaCICN CE lA IgyRRVA MPíMETflRIA INTEIggCKacVL

(Art. 86 Decreto

liey NO 18/52 - Carta Orgánica del BCP).
Cuenta Artiva y Pasiva; Registrará las utilicJades o pérdidas provenientes de la revaluacián de los activos o pasivos netos en oro o
monedas extranjeras del Barex» Central, las deuda o créditos del Paraguay ed Fondo Monetario Internacional, al Banco Internacional de
Reconstrucción y Fomento, al Banco

Interamericano de Desarrollo y

a

la Asociación Internacional de Fomento, oamo resultado de modificaciones del valor del guaraní o de los tipos de cairbios de la unidad
monetaria con respecto a las monedas extranjeras.
Se dd^itaré por las pérdidas registradas en los ajustes contables.
Se acreditará por las utilidades registradas en los mismos casos y
por la reducción verificada en las dbligacicmes del Bancx» Central por
CTiisión de billetes y monedas dájicto a pérdidas, destnKx:ión o
desmonetización de acuerdo a lo previsto en el Art. 75 inc. b) de la
Carta Orgánica del Banco Centiral»
Su salcks^ atereüjffiKto a su

s i g r o , c^sresoitará las jérdicfeis o

dactes proveniente e e la isvaluación de los activos y pasivc®
f

utili-

mtos

en oro o ncasKÍas extranjeras del Ba«x Oeitral, no dáaiCTcto palpitarse CXM3 pérdidas o utilid^i^ del BaiKX» Central.

-

lo-

ll. ASIENTOS DIARIOS DEL DEPARTAMEWTO DE QCWEABILIDAD Y
ADMINISTRACION.
A los efectos del análisis nos ajustaitos al tipo de operaciones que
realiza el Banco Coitral del Paraguay a la forma de registro contable y a las netodologias de cálculo para

lo cual se establecen

tres casos hipotéticos:
- Caso

I: cuando las conpras son iguales a las ventas
de divisas.

- Caso

II: cuando las coqpras son mayores a las ventas
de divisas.

- Caso III: cuando las compras son itenores a las ventas
de divisas (contracción monetaria por pérdida de reservas).

A) CASO I: CcHtpras iguales a las vaitas de divisas
1)

Conpra de US$ 3.000 al tipo de canbio de 0 550 por dólar. Tipo
de transacción (catpra), irayor que el T/C de Contabilidad.
DEBE

(En g )

Corresp. en el
Exterior
960.000
(Aumento de Rva.)
Ajuste de
canbios 1/
690.000
1.650.000
í/

HABER
Bancos del País 1.650.000
(Baiisi^ M:Hietaria)

1.650.000

Pérdida Canbiana por T/C de Contabilidad. Se corapra a g 550 y se registra al
tipo de 6 320.

-

2)

-

Venta de \B$ 1,000 al tipo de Cantoio de g 240 por dólar» Tipo de
Transacción (venta) menor que el T/C de Contabilidad.
HABER

(EN « )

DEBE

80.000

Qjrresponsales
320.000
en el Exterior
(Reducc.de Rvas)

320.000

Depósitos Oficiales
(Contracx: .Manet.)
Ajuste c é Caitbios */
i

320.000

240.000

* / Este es un subsidio, pero s61o tgi subsidio contable.pues el subsidio real ser^a
de g 310.000 dentro de las hip6stesis del e.ienplo. (Se compró a 550 v se vendió
a 240).

3)

Venta de US$ 2.000 al tipo de canbio « 320 por
dólar. Tipo de canbio c é transacción igual al T/C ContabilicJad.
i
(EN 0 )

DEBE
Depósitos Oficiales
(Contracx: .Ifonetaria)

HftBER

640,000

Corresponsales
en el Exterior
640.000
(Reciucc.de Rvas)

640.000

640.000

Observacii: En este caso no se d)serva m subsidio contable. fAiuste de Cafflbio)
pero si hay un subsidio reaT de g
460.000.

por dólar, equivalente a 6

-

4)

OONSOLIDflCION DE LOS PASOS 1.2. y 3 EN UN BALANCE
m m ETICO DEL BftNCO CEbfTRAL

ACTIVO

PASIVO

^ de Rvas.Internacionales
_ de Rvas.Inter* nacionales

960.000

Emisión Monetaria.

- 320.000 -Contracción
MDnetaria
- 640.000

ü Neto de Rvas. =

0

Ajuste de Cambios

Emisión Monetaria Neta

1.650.000

-

240.000
640.000

=

770.000

690.000
80.000

Totj^l Ajuste de
Cambios:

770.000

ACTIVO

770.000

El incremento del activo

PASIVO

770.000

del Banco Central es

aparente,

ya que no hubo ninguna variación en las reservas en términos
de dólares.

El incremento

simplemente está

revelando

monetización de la economia, sin contrapartida.
Observación: El incremento del

Activo

se

debe

exclusivamente al Ajuste de Cambio, •
.
ya

que

las

reservas

misnK) nivel anterior.

están en su

una

5)

CALCULO DEL SUBSIDIO DE CAMBIO SEGUN METODOLOGIA EMPLEADA EN lA
DIVISION DE ESTODIOS MONETARIOS Y FINANCIEROS.

Tipo de
Cambio
Dólares
Ccnpras

3.000

550

Ventas

3.000

293.3

Subsidio de Cairbio Total

V

(S

Promedio

En este caso,

*/

1.650.000
880.000

770.000

el subsidio de cainbio es igual al efecto Monetario Neto. Asimismo,

dado que las compras netas son iguales a las ventas netas, también igual al Ajuste
de Cairibio calculado por el toto. de Contabilidad y Administración en el Balance
Diario.

B) CASO II :

Cottpras nayores que las ventas de divisas.

6) Se substituye el paso 3 y se
al tipo de cambio de 0

supone que las ventas son de IB$

320 por dólar. Tipo de canbio de transacx:i6n

igual al T/C de Contabilidad.
DEBE
D^)6sitos Ofic.
(Ccmtracc. Itonetaria)

1.000

HABER
320.000

320.000

Corresponséiles
(Heducc.de Rvas.)

320.000

320.000

7) C O N S O L I D A N D O L O S P A S O S 1. 2 v 6 S E T I E N E U N S E G U N D O B A L A N C E
T I C O DEIi B A N C D C E N T R A L D E L P A R A G ü A y .

xrrivo

PASIVO

de Rvas.InterA nacionales

960.000

g de Rvas.Internacionales

Emisión Monetaria.

320.000 -Contracción
Monetaria
320.000

Neto de Rvas. =

320.000

Ajuste de Cambios

1.650.000

- 240.000
- 320.000

Endsión Monetaria Neta = 1.090.000

690.000
80.000

Tbtal Ajuste de
Cannbios:

ACTIVO

HIPCTTE-

770.000

1.090.000

PASIVO

1.090.000

Al igucil que en el Caso 1, el increnento del Activo del Banco Central
se reparte, por un lado, en

aumento de r^ervas de C
5

otro, el efecto del Ajuste de Cantoios de 0
crenento real coiresponde al incremento

320.000 y por

770.000. Es decir, el

de las reservas de 0

la diferencia es sólo monetización sin cc»itrapartida.

in-

320.000;

-

8) CALCULO DEL SUBSIDIO DE CAMBIO SEGUN METODOLOGIA
EMPICADA EN lA DIVISION DE ESTODIOS ÍOIETARIÜS Y
FINANCIEROS

Tipo de
Cairbio
Dólares

Pronedio

(
á

- Ccxipras

2.000

550

1.100.000

- Ventas

2.000

280

560.000

Subsidio Total 1/

=

540.000

=

550.000

=

1.090.000

Más: Sobreccxrpras de
divisas

1.000 x

550

Efecto Monetario
Neto

*/ En este caso, el Subsidio c e Cairbio es menor que el total de Ajuste
t
c e Cambio de 0
t

770.000. A

su vez,

el efecto Monetario Neto de

1.090.000 es mayor que el Ajuste de Cairbio.

0

CASO III; Conpras menores que las ventas de divisas; Caso Típico del
Banco Central.
9) Se agrega al Caso

I xana venta de US$ 1.000 al tipo de canbio de (
S

400 por dólar. Tipo de canbio de transacción nayor qae el T/C de
Contabilidad.
DEBE

(EN 0)

Depósitos Oficiales
(tontracc.Monetaria)

400.000 Corresponsales
en el Exterior
320.000
(Reducc.de Rvas)

HABER

Ajuste de Cambios
400.000

80.000
400.000

10) CONSOLIDANDO LOS PASOS 1. 2. 3 Y 9 SE TIENE UN TERCER BALANCE
HIPOTETICO DEL BANGO CENTRAL DEL PARAGUAY
ACTIVO
^

PASIVO

de Rvas.Intemac.

960.000

de Rvas. Intemac.

- 320.000
- 640.000
- 320.000

-Contracción ífonetaria • 240.000
- 640.000
- 400.000

- 320.000

Emisión Monetaria Neta =

Saldo Neto de Rvas.
Internacionales
Ajuste de Cambios
Paso (2)
Paso (9)

Emisión Monetaria

1.650.000

690.000
80.000
- 80.000

Total Ajuste de Cambios:

690.000
370.000

En este caso, el Balance refleja m
esibatrgo se prochijo ima recbcción de
lente a C 320.000
5

370.000

370.000
ineremento clárente del A:tivo, sin
las Reservas en üS$ 1.000/

(al T/C. de Contabilidad),

originado por efecto del Ajuste de Cambio.

equiva-

El referido aumento está

11) CALCULO DE SUBSIDIO DE CAMBIO SEGUN METOÍX3L0GIA EMPLEADA.
EN lA DIVISION DE ESTTJDIOS MONETARIOS Y FINANCIEROS.

Tipo de
Cambio
Dólares

Pranedio

- Ccarpras

3.000

550

- Ventas

3.000

320

Subsidio Efectivo

0

1.650.000
-

=

960.000

690.000

Más
Sobreventas de
Divisas
- SUBSIDIO

1.000

550

TOTAL

230.000
920.000

- Efecto Monetario Neto
Subsidio Efectivo

690.000

Menos:Sobreventas x PV (1.000x320) = -

320.000
370.000

• / OifereKia ««tre el tipo de coapra y el tipo de venta.
CtiBentario: El cálculo precedente deoiestra
el subsidio de Caobio alcanzó i 920.000,
en tanto que utilizando los aisraos n^todos espleados en la amtabilidad del Banco Central,
los aj^tes de caebios alcanzaron tot s61o t 690.000. Por otra parte la sotreventa de res»vas niestra ira contracción ascmetaria, por lo que el Efecto Nonetarío Neto es tan sólo
de « 370.000.

III. COMENTARIOS CON FELPCIOü A LOS CALOJIiOS DE AJUSTE IM CAMBIOS Y
SUBSIDIOS DE CAMBIOS.
— ConfontB se observa en el caso I, el

Ajuste de Canibios puede

ser igual cú. Subsidio de Cairbios única y solamente cuando el
total de las ventas de divisas es exactamante igual al total de
las cxsnpras, en el período considerack. En

CCÍSO

contrario, airbos

cálculos dan resultados diferentes (ver caso II y III).
— La Cuenta Ajuste de Cairbios recoge la diferencia entre el tipo
de carrÍDÍo de contabilidad (
5

por dólar y los otros tipos de

cambios, tanto para la venta cano para la ccnpra; sin embargo,
los cálculos del

svibsidio cambiarlo elaborados

en el C^jto. de

Estudios Econáttácos (DEE) reflejan la diferencia entre el valor
promedio de las cotrpras y el valor prottedio de las ventas.
referido céilculo, al que

se

le agrega

las

sobrecatpras

El
o

sobreventas de divisas, constituye un crédito sin contrapartida
ctel BarKX! Central al Sector Ríblico o al Sector Privackj. Es ck;=
cir, el subsidio de caitbio elaborado por el M E es diferente al
cálculo de Ajuste de Cant)io determinado por el Departanento de
Contabilidad y A±ninistración, ya que éste se limita a considerar cono (teterminante del

ajuste exclusivamente, la diferencia

entre el Tipo de Cairbio de las conpras del Baixx) Central y

el

Tipo de Canbio de Contabilidad, que no sienpre fue igual al tipo
de carrbio de conpcas y ventas de divisas.
—

Este último (la diferencia entre el tipo de caisbio de las compras y

el contabilidad),

es itós bien un

subsidio teórico,

porque sólo ocffisiste en la diferencia entre el tipo contable
el tipo de ccnpra, p i ^

y

no puede considerarse cxxno subsidio la

diferencia entre los tj{)os de transacx:i6n del Banco y los tipos
a los que se registran cxaitablenente esas operaciones.

El sub-

sidio recién se dá, según la interpretaciái del DEE, cuando una
divisa coqprada, por ejenplo, a ¿

550 por dólar, se vende a un

tipo de canbio oaenor. Al parecer, esta

situaci^ no sienpre

registra el Dpto. de Contabilidad y Jkáministración y este hecho

- I-) debe corregirse irediante m

nuevo plan de cuentas y un sistema

conputarizacfc) de registros.
-- En consecuencia, los asientos contables realizados por el

De-

partanento de Contabilidad y

Aáminsitración no reflejan lo que

en realidcd sucede con los

ingresos y egresos de divisas, es

decir, no están contabilizados a

los tipos reales de ccnpras

ventas, sino al tipo de Contabilidad,
ciembre de 1986

fue de

0

y

que por ej. al 1° de di-

320 por ctólar. Por ese motivo

se

elaboró en el Departamento de

Estudios Económicos (DEE) un es-

quena del subsidio de canbio,

con tipos de canbios reales para

cada operación en cuanto al

ingreso y egreso de divisas,

datos reales suministrados mensxialmente por el DOPI

con

(Departa-

mento de Operaciones Internacionales).
— Fincilnente, intaitar reproducir las cifras ctel Subsidio de canvbios del Balance del Banco Central del Paraguay será

inposible,

salvo que se prepare un esquena especial para la contabilización
(División de Contabilidad - Sección Balance) que podría entrar a
funcionar una vez que esté ccnputarizado y debidamente codificado el esquena de registros del Balance del Banco Central.
IV. ULTDOS

AJUSTES

OPERADOS

EN

LAS

QJEOTAS

AJUSTES

DE

CAMBIOS Y REVALÜACICW Eg) lA RESERVA MONETARIA INTERNACIONAL DEL
BANCO CENTRAL DEL PARAOJAY fRES.SKACTA 108 - 7AO:iI-87.
Por Resolución

5, Acta

108 del

7-VIII-87, el Directorio del

Banco Central fijó nuevos tipos de canbics de contabilidad para las
operaciones de oro y Derechos Especial^ de Giro, autorizando a los
Departamentos involucrados a

realizar los ajustes de las cuantas

ccHi el EKE y las tenencias de oro en el Balance del Banco Central.
Los ajustes respectivos, se realizarcai el 12-VIII-87.

^

gvO

Como se observa en los cuadros explicativos,

las cuentas del

Artivo fueron ajustadas en ( 21.685.7 millones y las del Pasivo en
S
g

7.092.8 inillones, resultancto un saldo neto de ( 14.592.9 miS

llones. Este saldo neto resultante de ajuste de las cuentas activas
y pasivas es deducido del monto acimulado del Ajuste de Cambios
al ll-VIII-87 que fue de ^

85.292.6 millones, quedando un saldo

neto de la cuenta Ajuste de Caitbios de tí 70.699.7 millones que al
12-VIII-87 se transfiere a la cuenta Revaluación de la Reserva
Monetaria Intemacioival,

que

simado al

3.974.0 millones al ll-VIII-87 resulta
llones al 12-VIII-87.

saldo acumulado de tí

un saldo de tí 74.673.7 mi-

El monto de Ajuste de Canbios del día

12-

VHI-87 fue tan solo de tí 283.3 millones (Ver cuadros 1, 2 y 3)
Parte del saldo de la Cuenta Ajuste de Cambios es absorbida por
el saldo neto de las variaciones

de las cuentas que el Banco Cfen-

tral mantiene con el FMI, BIRF, y otras que inplican movimiento de
divisas. Cada vez que se producen variaciones del tipo de Canfcio de
Contabilidad de esas

cuentas, la diferencia

saldo netos de las mismas y

resultante entre los

el msnto acunulado del Ajuste de Cam-

bios, se tranfiere a Revaluación de la Reserva Ifonetaria

Interna-

cional, paira luego ir acumulando de nuevo los Ajustes de Carrbios.
En síntesis,

las variaciones

en guaraníes (aumentos) de

las

cuentas que fonnan parte del A::tivo Extemo Neto del Banco Central
no sienpre significa aumento en términos de divisas de las reservas
y, la cuenta Bevaluación de la Reserva Monetaria Internacional, no
es otra cosa sino un rubro que refleja los saldos netos de las diferencias canbiarias en las operaciones del Banco Centreil.

CAR 1
UDO
ASIEMTO DE C E T S E EL B L N E DEL B P
UNA H
AA C
C
(En Guaraníes)
ll-VIII-87

12-VIII-87

Diferencia

ACTIVO
1.
2.
3.
4.

mi, teiencia
8.096.573.363.06 17.769.530.566.06 9.672.957.203.00
mi
5.588.918.667.85 12.416.364.308.(» 6.827.445.640.20
Cuenta Aporte Oro
2.019.436.614.96 4.486.388.548.23 2.466.951.933.27
Cuenta Aporte n
3.569.482.052.89
7.929.975.759.82 4.360.493.706.93
mi,eta.Aporte 2
3.569.482.052.88 7.929.975.759.82 4.360.493.706.94
Total Act.c/el FMI 17.154.974.083.79 38.115.870.633.93 20.860.896.550.14
Oro Físico
675.208.213.40 1.500.045.296.71
824.837.083.30
TOTAL D REV.DE L S
E
A
C E T S ACTIVAS
U NA

17.930.182.297.19

39.615.915.930.64

21.685.733.633.45

3.896.651.598.13 5.868.377.244.82
3.896.651.598.13 5.868.377.244.82
893.706.61
1.985.462.21
2.577.138.317.09 5.725.380.904.43
10.371.335.219.96 17.464.120.856.28

2.971.725.646.69
1.971.725.646.69
1.091.755.60
3.148.242.587.34
7.092.785.636.32

PASIVO
1.
2.
3.
4.

mi,cta.Nn
m^Cta-M-l
FHI,Cta.N2
mi,Asig.DEG
Revaluacii de la
R.M.I.
Ajuste de Cambios

3.974.080.441.59
85.292.612.098.38

74.673.744.542.84 70.699.664.101.25
283.321.203.05 -85.009.290.895.33

-

Z

-

CUADRO 2
AJUSTE DE CUENTAS ENTRE LOS DIAS 11 Y 12
DE AQ06TC)/87 EN EL BALANCE DEL BCP
1. Total Variación
Ctas.del Pasivo

21.685.733.633.45

2. Total Variación
Ctas.del Activo
3. Variación Neta 1/

-

7.092.785.636.32
14.592.947.997.13

4. Total de Ajviste
de Caitbios antes
c e las variaciot
nes de las ctas

85.292.612.098.38

5. Saldo Neto del
Ajuste de Cambios que se —
transfiere a la
cuenta Revaluación de la Rva.
Ifcnetaria

Int.

(4-3)

70.699.664.101.25

1/ Honto Neto del Ajuste de Cambios que absorbieron las cuentas del
mv óel B.C.P.Res.WS./Wrta n 0 8 , 7-Vni-87).

FUI y las tenencias de

OIACTO 3
CUENTAS AJUSTftDAS DEL BCP ENTRE LOS
DIAS 11 Y 12 AGOSTO DE 1987
(En Millones de Guaraníes)

ll-VIII-87

12-VIII-87

Diferencia

- ACTIVO

17.930.2

39.615.9

21.685,7

- PASIVO

10.371.3

17.464.1

7.092.8

7.558.9

22.151.8

14.592.9

- SAUX) NETO

Ajuste de Canbio al ll-VIII-87:

85.292.6

Menos: Parte del Ajuste de Cantoio
absorbicto por los ajustes de
las Cuentas A:rtivas y Pasivas
Saldo Neto de la Cuenta Ajuste de Cambio que se transfiere a la Cuenta Re valuación de la Rva.ítonetaria Internacional, el dia 12-VIII-87:

70.699.7

-

-

ANEXO 2

DETERMINACION DE LA TASA EFECTIVA PROMEDIO DE
INTERES O TASAS DE INTERES DE EQUILIBRIO
El cálculo c e la tasa efectiva de interés
á
trabajo de Galbis

se ha basado en el

(1977)^ profundizando algunos

muy preliminar se ha encarado en un trabajo

aspectos que en forma
2
anterior (Otazu, 1983) ,

para el efecto se consideró:

i) la t ^ a de inflación, en béise a una

nedia ittívil de

anteriores, debido a que la expectativa

los tres años

inflacionaria afecta el conportamiento

del público en cuanto a su te-

nencia de activos financieros; ii) a los efectos de determinar con mayor
precisión el iitpacto de los coeficientes de encaje legal, se calculó \ana
media ponderada de los encajes en base

a la estructura real de los de-

pósitos bancarios; tanbién se introdujo un

spread sobre la tasa de in-

flación, en bcise a eilgunos estvidios recientes sobre el tena^;
De esa manera, y en base a los elementos señalados, se llegó a una
estimación del spread de equilibrio, que cuando la inflación es inferior al 20% ese spread sería del 4%, efe tal forma que cubra las expectativas de los ahorristas y que cuando la inflación es superior al 20%
el spread seria de aproximadamente 5%.
En base a los datos detenidos y a las hipótesis señaladas se pasó a
determinar una proxis de la tasa de interés máxim de mercado, que
podria llamarse la tasa ccqpetitiva o
distintos años del

período 1980/90.

para 1983 y 53% para los años 1987

^Galbis, Vi carte, Heqlioencia de
Revista Española de Econooía, 1987.

la tasa de equilibrio para los
Esta tasa ha oscila±» entre 26%
(Cuadro N®!). Estas tasas están

la Política de

Tipos de Interes

en la Pos-guerra.

^Otaai, Ovidio, El Encaje Legal y la Tasa de Interés como Instrumento de la Politica
Monetaria: El Caso Paraguayo. 1962/80. ESAF, Brasilia 1983.
^Salas, Antonio M.. Inforaal Financial Haritets in Paraguay. A report to BID (1989).

dentro de los límites que se aplican en el itercado infomal, tal ccsno lo
daiuiestra un reciente estudio c e Antonio Salas (1989) y otro anterior de
t
Gerald Nehnon (1978)^
La netodología presentada se basa en el trabajo de Galbis, un
vestigcdor del tema/ por lo que,

in-

sus argiraentc® sobre el mismo sieqpre

van respaldadDS por modelos econométricos de la demanda real de activos
moitótarios y otros activos financierxs en vEurios países, los cuales ed
parecer han confiranado la validez de la metodología planteeoJa.
A lo ejqpitósto se agrega, que

la tasa de

interés puede reducirse

sustancialmente en función a variables claves tales como: la inflación,
las ej^jectativas inflacionarias y el coeficiente de m e a je legal, entre
otros.
CUADRO N° 1
TASA DE INTERES EFECTIVA PROMEDIO O TASA DF. RQrTTT.TRRTQ
1
Tasa de
Inflación
Promedio
Afks tres años
1980
1981
1982
1983
1984
1985
1986
1987
1988
1989
(*)

20.4%
21.6%
14.4%
11.4%
13.5%
19.7%
25.7%
26.2%
25.5%
23.6%

2
Spread

(*)
5
5
4
4
4
4
5
5
5
5

3
1- Tasa
de Encaje
Legal
Promedio
58.08
58.62
59.68
59.56
59.49
59.50
59.37
59.02
59.10
60.35

Tasa Efectiva
Ptowedxo
(l+2)/3
43.8
45,3
30.8
25.9
29.4
39.8
51.8
52.9
51.6
47.4

Cuando la inflación sobrep»a el 20% el Spread se calcula en 5%. Cuando es «enor
a 20%, es 4
%
FUENTE: Deterainacifin del enuue legal proraedio-I^jto. de Estudie» Honetaríos y
Finffl)ciens (Cuadro
3).
Variación anual del Indice de Precios del Ccnsun-Opto. de Cuentas Nacionales
y Mere.Interno (Cuadro N 2)

^Ibídat

- b h ^

CUADRO

2

CUADRO DE CfíLCUIiO DE VARIi^ION PRCMEDIO DEL INDICE DE
PRECIOS DEL OONSIMD (IPC) -

PORCENIAJES

Indice de

Variación

Precios
Arios

Variación
Anual

Pronedio

del ConsimD

del IPC

tres años

1977

57.6

1978

63.7

10.6%

1979

81.7

28.3%

1980

100.0

22.4%

20.4%

1981

114.0

14.0%

21.6%

1982

121.7

6.8%

14.4%

1983

138.1

13.5%

11.4%

1984

166.1

20.3%

13.5%

1985

208.0

25.2%

19.7%

1986

274.0

31.7%

25.7%

1987

333.7

21.8%

26.2%

1988

410.6

23.0%

25.5%

1989

517.2

26.0%

23.6

FUENTE: Dpto.de Cuentas Nacionales y Mercadeo Interno (Cuadro N° 4)

2Pr


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84
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CUADRO 4

INDICE OE PRECIOS DEL OCNSUMO - GRAN ASUNCION
AÑO BASE : 1980=100
AÑO
1980
1981
1982
1983
1984
1985
1986
1987
1988
ENERO
FEBRERO
MARZO
ABRn.
MAYO
JUNIO
JULIO
AGOSTO
SETIEMBRE
OCTUBRE
NOVIEMBRE
DICIEMBRE
1989
ENERO
FEBRERO
MARZO
ABRIL
MAYO
JUNIO
JULIO
AGOSTO
SETIEMBRE
OCTUBRE
N0VIE3^BRE
DICIEMBRE
1990
ENERO
FEBRE
MARZO
AE«n.
MAYO
JUNIO

AT.TMENrrOS

VIVIENDA

VESTIDO

GASTOS
VARIOS

INDICE
GENESíAL

100.0
110.4
114.3
133.9
172.6
220.1
316.0
391.2
484.2
475.1
505.8
441.2
444.5
446.7
451.7
472.2
480.2
516.6
530.4
521.7
524.6
582.9
513.1
530.0
536.5
529.8
538.9
549.9
580.2
620.5
659.2
643.9
650.4
642.2

100.0
120.2
130.3
135.0
144.5
169.7
193.1
229.7
275.2
246.9
252.2
254.8
259.9
266.0
268.8
279.3
285.0
290.2
295.3
300.9
303.6
368.2
312.7
320.5
325.4
330.5
338.6
381.7
389.0
395.4
401.9
403.1
407.7
412.1

100.0
111.6
118.3
142.9
181.0
240.4
319.5
379.5
462.4
422.4
429.5
435.4
442.6
450.1
462.0
468.8
473.8
481.4
487.3
494.7
500.9
576.0
507.6
515.1
534.8
541.4
548.9
565.8
577.4
587.1
614.6
629.7
640.0
650.0

100.0
113.3
124.1
145.5
174.6
220.3
284.7
347.1
432.1
392.5
405.0
415.9
422.8
427.4
429.1
432.7
437.3
443.4
450.1
463.4
466.1
561.9
485.9
499.7
511.9
516.9
534.8
564.2
586.5
596.0
604.8
608.1
614.5
619.0

100.0
114.0
121.7
138.1
166.1
208.0
274.0
333.7
410.6
385.3
402.1
382.3
387.4
391.8
396.0
408.0
414.2
431.4
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442.7
445.8
517.2
449.9
462.6
471.3
472.2
483.2
508.5
528.6
548.7
569.5
566.7
572.7
573.0

664.1
698.5
739.1
771.4
798.3
848.4

431.0
443.4
453.8
467.5
478.5
484.7

665.9
680.4
695.5
716.9
730.7
742.0

639.4
663.2
670.0
690.5
701.8
709.1

593.1
616.9
637.9
661.0
678.2
701.3

ANEXO 3
EL IMPUESTO INFLflCICmRIO
CXiando existe inconpatibidad antre los irístrumentos de la

política

ecxDnánica, por ejetplo entre la política nonetaria y la fiscal, y

sobre

todo entre éstas y los macro-objetivos del ^ b i e m o , generalmente en
economía se gasta

un nayor volumen

de lo

que se puede

pagar ahora

la
o

después. Esto casi sienpre lleva el gobierno a la necesidad de financiar
sus gastos (gastos directos, o transferencias, implícitas o

explícitas)

recunriendo al expediente itas fácil cual es la emisión monetaria, con lo
cual la capacidad de

gasto de la economía

supera la capacidad de

ducción, presionarxJo sobre los distintos mercados y generando en

pro-

última

instancia inflación.
Una de las causas

más conm^s de la

exceso de demarxJa global con relación
ciada con emisión

monetaria, la

inflación se encuentra en

a la oferta global que es

finan-

un iitpuesto

encu-

bierto, pagado por todo aquel que nentiene liquidez y beneficia a

todos

aquellos sectores que tienen
queros y otros.

Por

que luego ocasiona

el

deuda, es decir, al

lo tanto, hemos

gobierno, a los

ban-

creído inportante cuantificar

inpuesto cte inflación en dos tramos; con relación a la betse monetaria
a la liquidez total de la economía.

Esto hacemos así a los efectos

el
y
de

determinar cuanto del iirpi^to inflacionario se aprcpia el gciiiemo y la
parte que le corresponde a los bancos.
Para dicha cuantific^ión, hemos recurrido

a una fórmula ituy sen-

cilla y directa ejqxiesta por Fernandez-Pol^, que resulta de
la base iiqponible m(t)

= M(t)/P(t) por la

nultiplicar

tasa de ijtpuesto o

alicvKíta

iitpositiva = P{t)/1+P(t),

^Fernández-Pol. Jwge E.,
1989.

Econoala pya

no Econaaistas.

Edición Tésis,

B e o Aires
un s

-Oo

donde:
M

=

Cantidad de liquidez (Base Monetaria o Liquidez de la Economía) saldo de fin de año.

P

=

Tasa de variación de nivel general de precios (Indice de IPC)
variación diciembre a diciarrbre.

m

=

lib

Liquidez en témanos reales.
= Inpuesto inflacionario calculado en función a la
base monetaria.

lil

=

Inpuesto inflacionario determinado en base a la
liquidez total de la economia u oferta monetaria aitpliada.

Iil-Iib= Seftoriaje del que se apropian las instituciones
financieras.

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ANEXO 4

QJA^^IFICflCION DEL DEFICIT CUASIFISCAL DEL
BANCO CENTRAL COt^IDERflNDO EL CREDITO NETO AL
SECTOR PUBLICO Y EL CREDITO NETO A LOS BANCOS
El r^ultado final presenta escasa discrepancia con los cálculos
del subsidio crediticio a los bancos en base al crédito bruto, además se
debe recordar que el encaje legal es un inpDrtante y casi único instrunento de política monetaria de acción directa sobre el nultiplicador que
dispone el Banco Central.

-w
TOTAL DEFICIT CUftSIFISCAL DEL BANOQ CE^rTRAL DEL PARflGUftY

(Millones de Guaraníes)

Créditos
e l Sector
l
Públ. 1/
1982
1983
1984
1985
1986
1987
1988
1989

12661
22969
40329
52742
66854
94730
136294
148388
Créditos
a los
Bancos

1982
1983
1984
1985
1986
1987
1988
1989

14080
20447
31900
35541
52154
42415
76064
120016
Subsidio
Crediticio
al Sect.Púb.

1982
1983
1984
1985
1986
1987
1988
1989

533
2603
5957
11717
20228
28383
33503
2102

Depósitos
(tel Sector
Públ. 2/

Crédito
Neto al
Sect.Púb.

Dif.
de Ti

10325
8428
12494
15897
20671
31517
57649
142913

2336
14541
27835
36845
46183
63213
78645
5475

22.80%
17.90%
21.40%
31.80%
43.80%
44.90%
42.60%
38.40%

Depósitos
de los
Bancos
42235
48339
58946
71329
81773
144066
178218
203339
Subsidio
Crediticio
a los
Bancos
-1473
-1369
-1346
-1819
-1496
-5403
-9187
-9293

Crédito
Neto a los
Bancos
-28155
-27892
-27046
-35788
-29619
-101651
-102154
-83323
Tol-al de
Subsidio
Crediticio
del BCP
-940
1234
4610
9898
18732
22979
24316
-7191

(1) No incliQ^ capitalización de internes.
(2) Incluye Fcsido Ganadero.

Subsidio
Crediticio
al Sect.Púb
533
2603
5957
11717
20228
28383
33503
2102

Dif
de Ti
Bcos.
Con.
5.25%
5.25%
5.25%
5.25%
5.25%
5.25%
8.63%
11.34%

Subsidio
Canbiario
0
24357
26545
49778
47441
86358
77028
3113

BNF
7.25%
7.25%
7.25%
7.25%
7.25%
7.25%
10.63%
14.00%

Subsidio
Crediticio
a los
Bancos
-1473
-1369
-1346
-1819
-1496
-5403
-9187
-9293

Tbtal de
Déficit
Cuasifiscal
del BCP
% del PIB
-940
25591
31155
59676
66173
109337
101344
-4078

-0.13%
3.13%
2.91%
4.28%
3.61%
4.38%
3.05%
-0.09%


ANEXO 5

SUBSIDIO CREDITICIO DEL BCP AL SECTOR PRIVADO
VEA EX-BANOO DEL PARAGUAY
(Millones de Guaraníes)

Cartera del Tasa efecti- Tasa de interés Subsidio al
Be».del Pa- va Pronedio
Arios raguay (1)

(Tep)

(2)

del Ex-Bco. del S.Privado
Paraguay.

Via Ex.B.P.

1982

1.843

30.80%

14.33%

304

1983

1.860

25.90%

14.33%

215

1984

1.882

29.40%

14.33%

284

1985

1.913

39.80%

14.33%

487

1986

1.949

51.80%

14.33%

730

1987

1.962

52.90%

14.33%

757

1988

1.971

51.60%

14.33%

735

1989

1.993

47.40%

14.33%

659

(1) No incluye capitalización de intereses.
(2) Fue ponderada en base al Encaje Legal.

ANEXO 6

NCIA DE IOS BflyCOS CjCMERCTATJ^ V n ? .
ir
BNF DE RECURSOS CEL BCP
SAUX) A FIN DE PERIpnn FN MTTinNES DE g

D^jósitos de Ahorro
y Plazo en Bcxs.CoAño

Préstamos y

cuentos del BCP

merciales. 1)

Bcos. Conerciales. 2)

Redesa

Relación
Porcentual
2)/l)

1981

54.863

13.032

23.8

1982

64.026

17.493

27.3

1983

79.259

24.117

30.4

1984

84.170

37.115

44.1

1985

99.588

31.654

31.8

1986

128.205

73.573

57.4

1987

156.306

68.492

43.8

1988

167.574

93.255

55.7

1989

225.305

111.102

49.3

FUENTC: Boletín Estadístico del BCP.
REFERENCIAS
BNF: Banco Nacioncil de Forento.
BCP; Banco Central del Paraguay.

-

flWEXO 7

DEUW DEL S C O WBLICO AL B N O C N R L
ETR
AC E T A
DEL P R G A AL 30-VI-90
AAUY

S C O PUBLICO
ETR

CAPITAL A
VNE
ECR

CAPITAL
VENCIDO

INTERESES
VENCIDOS

TOTAL

I.

44,203.3

19,005.0

11,408.0

74,616.3

Ministerio de Hacienda * / 1/ 18,996.6
9.4
Mrio. de Obras Públ.y Ccnun.
Mrio. de Salwl P.y B.S. 4/
0.0
2,837.2
Hrio. de Agríc.y Gemadería
Mrio. de Defensa Nacional 2/ 22,360.1
Mrio. de Industria y Com. 3/
0.0

513.1
0.0
4,353.2
0.0
13,288.7
850.0

0.0
0.0
2,426.4
0.0
8,716.9
264.7

19,509.7
9.4
6,779.6
2,837.2
44,365.7
1,114.7

18,946.9

121,959.0

46,588.7

187,494.6

573.8
I.P.V.U. * /
Crédito Agr. de Habilitación
53.3
Industria Nac.del Ceniento*/4/ 14,860.0
Flota Mercante del Estado * /
535.6
Corposana
829.0
L.A.P.
1.296.5
A.P.A.L.
733.5
LA.T.N.
60.9
A.N.D.E.
4.3

508.0
0.0
95,615.5
11,064.0
0.0
2,839.5
11,932.0
0.0
0.0

245.8
0.0
40,539.4
2,666.3
0.0
1,354.8
1,732.4
0.0
0.0

1,327.6
53.3
151,014.9
14,265.9
829.0
5,490.8
14,447.9
60.9
4.3

596.7
23.5
0.0

468.6
1.6
4.1

106.8
0.0
0.0

1,172.1
25.1
4.1

63,770.4

141,438.3

58,103.5

263,312.2

II.

G BE N CENTRAL
OIRO

ENTIDADES DESCENTRALIZADAS

III. OR S
TO
Miffiicipal idades
Cons.Nao. del Trigo-Cta.Reafl),.
Electra S.A.
TOTAL S. PUBLICO ( I + I I + I I I )

(*)
(1)
(2)
(3)
(4)

Incluyen sontos registrados en Varias Ctas. Deukwas.
Se incluym los adelantos a corto plazo al «rio, de Hacienda y Bonos de Tesorería
Narional.
Se incluyen
los préstanos
concedidos
para el
Proyecto
Siderúrgico Nacional
{Ao^)ar-Sidepar) y para el Material Naval y Astilleros (Arrada Norional)
Incluye adelantos a corto plazo a la Conisifin Ejecucifin Convenio Productos Agrícolas.
Deuda calculada al tipo de cariio t 11» por Dólar,


</dcvalue>
  </rdf:Description>
</rdf:RDF>
