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        <dcterms:issued>1995</dcterms:issued>
        <dc:language>es</dc:language>
        <dc:creator>Corden, W. Max</dc:creator>
        <dc:contributor>Corden, W. Max</dc:contributor>
        <dcterms:title>Una zona de libre comercio en el Hemisferio Occidental: posibles implicancias para América Latina</dcterms:title>
        <dcterms:isPartOf>En: La liberalización del comercio en el Hemisferio Occidental - Washington, DC : BID/CEPAL, 1995 - p. 13-40</dcterms:isPartOf>
        <dcterms:available rdf:datatype="http://www.w3.org/2001/XMLSchema#dateTime">2014-01-02T14:51:16Z</dcterms:available>
        <bibo:handle>hdl:11362/33540</bibo:handle>
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INT-0867

- ccPAL

(oo;g.

Sólo para P a r t i c i p a n t e s
ORIGINAL: ESPAÑOL
20 de a g o s t o 1990

VfV;.

VV-v;
\ S^ ^
.

fx^ J

0 DEFICIT QUASE-FISCAL BRASILEIRO NA DECADA DE 80

Bernardino H.M. Queiroz y Márcia Nabao

Documento a ser presentado por l a señora Marcia Nabao d e l Banco
Central de B r a s i l , en e l Segundo Seminario Regional sobre P o l í t i c a
F i s c a l , E s t a b i l i z a c i ó n y A j u s t e organizado por e l P r o y e c t o Regional
de P o l í t i c a F i s c a l CEPAL-PÍÍUD en S a n t i a g o , C h i l e , durante e l
p e r í o d o 20 - 22 de agosto 1990.
Las o p i n i o n e s expresadas en e s t e
e s t u d i o , son de l a e x c l u s i v a r e s p o n s a b i l i d a d de l o s a u t o r e s y
pueden no c o i n c i d i r con l a s de l a O r g a n i z a c i ó n .

o

déficit

quase-f i seal
na d é c a d a de

br¿is i 1 e i r o

B e r n a r d i n o l-í. M.
M i r e i a Nabao

Aaostü

1990

Queriroz

índ i c e

í

-

Conc £-i t uat ÍKO

i

2 - Formas de s a s t o s
2.Í

- Até

quasíf-f i sea i s . . . .

1987

i
2

2.í.i

2

-

Repasseii

7

2. í . 3

- ÍSupr i meri t o s

8

2.1.4

3

A Cont a de Mov i ment o 

2.1.2

2.2 -

-

-• Fundos c. P r o g r a m a s
--

8

De :Í9Í33 em d i a n t e

- Ü financiamento
aü

do Banco

T e s o u r o Nac: i onal

Bibliografía

10
Central
17
24

índice

Tabela

2

Jabelas

Repasíse-ü e Supr i men t o s

í

Banco do B r a s i l
Tabel a

de

-

Repasse

ao

- saldos

e Supii nurnt o s

ao
27

Tabela

Divida

3

Mobiliáiia

Federal - Saldos
Tabel a

^

^

Divida

.[nterna
em f i n a l

Mobil l i r i a

de p e r iodo

28

Interna
29
30

Tabela

5

-

Tabola

6

-

Taxas

labela

7

-

NFSP

Tabe-1 a

8

-

33

Tabela

9

-

34

Tabela

íe

-

NFSP

-

Jabela

í i

-

NFSP

- 19B9

Tabela

Í2.a

de j u r o s
-

- Execucao
Nacional

Tabela

13

-

Encargos
•ietor

31
32

1988

- Execucao

Í2.b

medias

conce i t o operac i o n a ] . „ . . , „

Nacional
Tabela

reals

35
36

F i n a n c e i ra

do

Tesouro

1981-85
Firianceira

37
do

Tesouro

198Ó-89
Firianceiros

38
do
39

Público

14
T a b e. 1 

-

Tabela

-

NFSP

4y

1n d i c a d o r e s E c o n o m i c o s

15

- Conc.

operacional

-

1990
4í

Tab e 1 a 16

-

Executao

Finance i ra

do

lesouro

-

l?92i
42

Conce i t u a c a o

Entendemos
em nome do P o d e r
corr espondent £
•
tacao

pelo

burlar

o

como g a s t o s

Ejecutivo,
cobertura

Ore amen t o
controle

mu i t as veze-ii,
No

por

da U n i a o .

do P o d e r

caso

A nivel

de real

aqueles

efortuados,

piiblico,

t r i but í^r i a s , e sem a
El e s

Legislativo,

surgern,
e

ucrivi a
trami-

em g e r a i ,

constituem

para

déficit,

mensur a c a o .

b r a s i l e i ra

aerados

fiscíiis

s e g r a e n t o s do s e t o r

de r e c e i t a s

Geral

de d i f í c i l

qucise

limitaremos

Formas de g a s t o s

Podemos d i s t i n g u i r

e Raneo do B r a í í i l ^ ,

aos

déficits

significancia.

2 -

do Banco C e n t r a l

o estudo

tório

sem p e r d e r

das d i v e r s a s

de v i s t a

f o r m a s de

serern

os

q u a s e - f i sea i s

dois

p e r iod o s p a r a

mas como foraivi (-: f e L u a d o s o s g a s t o s
sileira,

por

o estudo

das

for-

q u a s e - f i s e a i s na e c o n o m í a

que o d é f i c i t

é composto

pelo

bra-

soma-

vazaraento.

( i ) G Banco do B r a s i l , desde sua criacao, e « Í808, desesipenhou o pape! deagente f i n a n c e i r o do Tesauro, fazendo pagamentos e recebiraentos em seu noFiie. Até Janeiro de Í986, atuou coao Aütoridade Monetaria.

2.Í

-

Até

No

ámbito

q u a i ; e - f i ííca i s.
final

de

Í987
do Banco Cent r a l / B a n c o

Foraivi e f e t i . i a d o s
Conta

Í . 9 8 7 a

do B r a s i l

através

de

tres

de M o v i m e n f c o  ,

os

repasses

os

c)íisto¿

moda 1 i dade-;i,
e os

até

o

suprimen-

tos .
2.1.1
Até

tas

A Conta de

1987 e x i s t i a m ,

que r e g u l a v a m
-

-

a s a t i v i dad e s

para

Federal.

e f e i to

de

de end i V i d a m e n t o
da P r e s i d e n c i a

tros
to
das

é,

das

al i e r a
operacoes

butaria.
cional-

Este
para

da Un i iío

(OGU)

englobando

as rece-i -

como r e s p o n s a b i 1 i d a d e s

é submetido

Empresas

das empresas

ao i^oder

Est a t a i s

do

Legislativo

Sua

tratando

da

progra-

estabelecendo

estatais,

urna d é l a s .

os

limites

aprovacao

s e dá no

ámbito

República.

ürcamento

da b a s e

segmentos,

ornamentos

público:

c 1 a s s i f i cadas

das

de c a d a

da

o

n a n c i amento

quatro

aprovatao.

dos g a s t o s

expansao

do -set or

Esse orcamento

• o Orcamento
•
macao

concomitantemente,

o Orcainento G e r a l

f i sea is e as despesas

Governo

Movimento

Monetario

monetaria
empresas
além

ou da d i v i d a
estatais,

da p o l i  t i c a

especificado

aprovaiao.

monetária

submetido

Sua

criacao

com v i s t a s
Nacional

propriamente

e a forma

que nao c o n t a v a m

era

as n e c e s s i d a d e s

pública

do T e s o u r o

o nioiitante

governamenta is
orcamento

estimarido

de

deu

fi-

e de

ou-

dita.

Is-

f i nanc i ament o

com c o b e r t u r a

ao Consell-iü
se

ao

de

Monetario

atrcivés

da L e í

triNans

( 2 ) O Conselho Monetário Nacional é foreaado por Ministros de varias pastas,
presidente do Banco Central e outras i n s t i t u i c o e s -financeiras o f i c i á i s ,
representantes de entidades privadas e u representante dos trabalhadores.
m

3

4 595,
ao

de

3Í.Í2.Ó4,

Banco

Central

IDS i s de inoeda

total.

crédito

da

c i amento

deste

porque

as

empresas

do Banco C e n t r a l
encargos

da d i v i d a

repasses

de

gatando

nacioriais.

ticamente

idéntico,

isto

é,

como

gastos

mente

desembolsados

igualdade

impacto

de

externa

Junto

necedores

o nao

ifústatais,

isto

é,

est ata is

projefcos,

dividas

jas E m p r e s a s

proprlamente

através

o

pod i am

(Avisos

g 1 o-

estar

a bancos

Com o ürcamenfco da
va i endo r e s s a i t a r

em um d e t e r m i n a d o
no p e r i o d o

dos

i^F-30 e

-finan-

resultado

e-Fetivo.

e/ou

pagamento

Uri i a o o p r o c e s s o

valores

periodo,

os

do

contratados

qua i s

de

sucedáneos^),

empreiteiros

a existencia

Isto

recursos

;í i mu 11 a n e a m e n t e , e s t a r

nac l o r i á i s

efetivo

e o

o

recebendo
para

quase

importante

entre

monetario

GO 5 8 8 ,

mas,

é

dito

empréstimos-ponte

e ouferos,

desembolso

(let e r m i nava

o r c a m e n t ot; e r a

Oreamento

ao B a n c o C e n t r a l ,

III,

ciaíi n e c e s s i d a d e s

esíses

n e c e s s a r i ament e e x i s t í a

líquido

item

economia.

i nt e r r e l ac i onament o e n t r e

que nao

42,

ele e s t i m a t i v a s

N-- . - a s o do ürg:amento

observar

junto

o preparo

e de

0

que em ¡sen a r t i g o

s e r i am

ies-

e

For-

era

pra-

Float,
e

dados

eFet i v a -

seguinte.

(3) O Aviso G 588 e os Avisos M consistiaw no pagamento, pelo Banco do BraB
F
sil,
coro recursos do Banco Central, de coiBprom i ssos cambiais vencidos, de
responsabi 1idade de entidades
p ú b l i c a s , i n c l u s i v e autarquías e sociedades
de econoBiia Biista, assim como os r e s u l t a n t e s de o b r i g a c o e s de aval concedido p e l o Tesouro Nacional ou por i n s t i t u i c a o f i n a n c e i r a o f i c i a l . As eoipresas e s t a t a i s recebiafs os recursos, como forma de ad iantamentos, devendo
restitui-los
ao Banco do B r a s i l . Porém como se ve na coluna 7 da Tabela í
os saldos para atendimentc dos Avisos f o i sewpre c r e s c e n t e . O raecanisreo
01 i n s t i t u i d o coa) v i s t a s a resguardar o c r é d i t o do Pais no e x t e r i o r . O art i g o 202 da Lei ns 4 595 e s t a b e l e c i a que a elaboratao do programa
global
de a p l i c a c o e s
e recursos s e r i a r e a l i z a d a pelo Banco Central do Brasil £
Banco do B r a s i l , ea c o n j u n t o .

Devü-rcitar
to,

ü Ürtamentü

vinculado
riü.

do S i s t e m a

do QGU,

Apenaíi

Or;amento

ainda

a (-:x i st: en c i a (ÍK- am q i i a r t o

de P r e v i d e n c i a

e ma i s d e s v i n c u l a d o

ainda

e v e n t u a l inent e , e eni v a l o r e s

do S i s t e m a

de P r e v i d e n c i a

Social,

bastante

do Ortjainento

pouco

rccebeu

ornamendes-

íionctá-

Í i gn i F i c a t i VOÍ-J ,
Í

repasses

dos

o

outros

Ortanient o s .
Depois
tário

deixou

passar

a ser

de

1987,

como s e

de e x i s t i r ,

verá

adiantc-r,

e a priori,

-Fechadas no OGU,

embora

todas

o Orcamento

as

contas

d e v e r i am

c o n t i miassGm a s e r

d o s o Ornamento d a s E m p r e s a s E s t a t a i s

e o (3ramento

Mone-

elabora-

do S i s t e m a

de

de mecanismo e x i s t e n t e

no

P r e v i d en c i a Soc i a 1 .
O üDvernc) F e d e r a l ,
ür;amento
no

i^onetário,

período

de g e r a r

Í964/8Ó,

ta

deviam

ser

correndü

Juros,

de

0 sistema

o

Conta

programas

mentó de suas

registradas

e seu

saldo

nao p r e v i a ,
utili:¿ar

operacoes

Naquela
da

efetuadas

de

de M o v i m e n t o  ,

fomento

entre

sem a

realizou,
preocupacao

taxa

credor

Banco C e n t r a l

encerrado

Essa c o n t a

- Con-

diariamente,

foi

originalmente,

i-ecursos

e o Banco

criada

em

nao
maivo

a p o s s i b i 1 idade

do O a n c o C e n t i  a l

para

de

Fecha-

contábeis.

época,
de

o Banco C e n t r a l

na r u b r i c a

em c o n s e q U é n c i a .

i3anco do ¡ B r a s i l

recadacao

seus

operac-íes

de M o v i m t n t o  ,

19Ó5.

denominado

r e c e i t as c o r r e s p o n d e n t e s .
As

do B r a s i l

valendo-se

a conta

destinava-se

f i sea1 i z a c a o

de

ao r e g i s t r o

inst i t u i c o e s

da

ar-

financeiras,

( 4 ) Atualmentt
a Programacao Monetaria que passou a e x i s t i r no lugar do Orcafiiento íionetário coflipreende apenas contas do Banco Central tendo em vista a
contracáo e expansao da Base Monetaria.

dos

pag anient o s

tral

e da c o b c r i : ura

do

Brasil

r e c c b i mentos dt
de d é b i t o s

i-esponsab i 1 i dade

do T e s o u r o

mc-rdiantc u s o de- r e c u r s o s

Nacional

de o p e r a c o e s

do Banr.o
junto

de

ao

CenBanco

crédito

da

Un i a o .
Todavía
do tempo,
mas

do

e

Conta

de Moviniento

uivi i n s t r ument o á g i l
Güverno

específicos
cia

a

Federal,

e

urna v e s

ao Banco do B r a s i l

Fi n a n c e i r a ,

flexível

previstos

tornou-se,
para

com o

promover

que- o s s u p r i m e n t o s

para

os

de

A 595,

artigo

Í92,

prograrecursos

execute So da p o l í t i c a

na L e í

pasear

crediti-

S í£,

eram

i nsu F i c i e n t e s .
Os
aerícola

recursos

e

de a p o i o

crédito

(secas,

dores,

de c o b e r t u r a

mos-ponte
tais,
tó.

E.sses v a l o r e s
Oeve-se

quel a c o n t a

era

Brasil

passou

atividades

Conta

primemento

salientar

a ser

que a

externos
da

das

de

de c r é d i t o

sob

b)
sua

empréstiesta-

d e Movi men-

i.

1 anc-amentos

na-

Brasil.

o c o n j u n t o das a p l i c a c o e s
a)

de

regula-

empresas

Conta

de

crédito

estoques

8 da J a b e l a

iniciativa

de

emergenciais

petróleo,

sacados

a coluna

financiado

de M o v i m e n t o  ,

+orma(;ao de

da c o n t a

a ser

de b a n c o c o m e r c i a l ^ ,

de

de

do i3anco do

inaneira,

gramas e s p e c i á i s
da

c o n s t ituem

de p o l í t i c a

de p r o g r a m a s

de e n c a r g o s

passaram

sempre

Dessa

etc;.),

de d é f i c i t s

pagamento

out r a s ,

as o p e r a c o e s

á export a;ao,

enchentes,

para

entre

para

com f u n d o s
através
gerencia

que c o n s t i t u í a

do Banco

levantados

de d o t a c o e s
e c)

fonte

do

em

suas

dos

pro-

com o s

automática

recursos
de

su-

recursos.

(5) O Banco do B r a s i l , além de agente f i n a n c e i r o do Governo e itaportante instruBientü da p o l í t i c a c r e d i t i c i a e financeira do Governo,
realiza
ainda
operacííes t í p i c a s de banco comercial.

Na
urna

fonte

íiua-i

nu-rdida (-:m que o Banco do ü r a - s i l
automática

próprias

sua

condicao

einítir

operacoes

pass i vas

de A u t o r i d a d e

de g e r a r

sem d o t a c a o

instalado

produsiu

out r a s

der

lí.Kecut i v o

de

economia,

nos

crise

o acirramento

das

caracterizada
de

autonomo p a r a

realizatao

de

que

monetária,

de

iritervir

Nacional,

Banco C e n t r a l ,

programas
de

indesejave is.

Í9B2 no m e r c a d o

a

do m o n t a n t e

e l as:
Po-

sem a

anal i se
e o
de

Te-

subsi-

público.
financeiro

tanto

a necessidade

na e c o n o m i a

di-Ficultou

a avalia^ao

modelo

dotou o

o 1 a n c o do B r a s i l
3

do s e t o r

dificuldades,

c)

o

Entre

b)

externas

internacional,

quanto

internas

de um r e o r d e n a m e n t o

foi

iniciado

o processo

das

de un i f i cíig: ao d o s

c o n s i s t iu na t r ari s f e r (-:n c i a d a s c o n t a s

constante

Sisteina

no O r c a m e n t o

Monetario

de P r e v i d ene i a S o c i a l

nuar i am a e x i s t i r
Em

Com

em

e
da

Finan-

de

sacado
isso

para

de

o OGU. Os

orca-

natureza
orcamentos

e das Empresas E s t a t a i s

conti-

separado.

Janeiro
Foi

recur-í-o iiia i s

Autoridade

liberdade

((3GU),

bras i le i ras.

Em 1985

do

para

inclusive,

da p o l í t i c a

di-Ficultou

evidenciou

públicas

fiscal

o

e d)

implícitos

líientos,

Ficou

no Or(;amento F i s c a l

do C o n g r e s s o

entre

Nacional

A

ias

enorme

aprovauao

reí acoes

dios

inclusive

com o p o d e r ,

c o n s e q ü e n c i as

a eficiencia

souro

Monetaria,

de v e r i j a s

dificultou

das

e at i v a s ,

um mecanismo

a)

devida

de r e c u r s o s ,

com

moeda.
Além

gastos

de s u p r i m e n t o

paí»-:Jou -x c o n t a r

í?8ó
da

agüela

Con t a

conta

embora

congelada.

Nenhum

de Nov i m e n t ó  .

o B a n c o do B r a s i l

Monetaria,

foi

deixou

continuaste

de s e r

considerado

a desempenhar

a

funcao

de

asentt?

(joverno

financeiro

r e a l i fizadas

do G o v e r n o .

por

A?:-

ope-racoee. de

aquelor banco p a s s a r i a m

irit(?resse

a ser

objeto

p r e v i o (-: i:-:spec Í F i c:o iiipr i incirit o de- r «C ur SOÍÍ . Ao me-íimo tempo
rou-se

dotá-lo

realizar

dt; c o n d i g o e í i

t o d a s a-s o p t r r a t o e s

g 1 omeradoíi

de compet i t i v i dade , aut or i z a n d o - o
at i v a s e p a s s i v a í i

de

Í983,

orfet uadas por

a s pub 1 i c a e o e s do 1 anco C e n t r a l
3

t r a n s F e r e n c i a3 de r e c u r s o s ,
o pagamento

sas

procua

con-

Repasses

A partir

para

de

+ i nance i rof¿ .

2.1.2 -

sentaiii

do

estatais,

Avisos

Tabela

das d (  v i d a s

dos Governos E s t a d u a i s

Tais repasses,
pelos

dos e n c a r g o s

f o r a da

ConLa de Mov i ment o  ,
no e x t e r i o r

e (ios Ü o v e r n o s

sob a forma de empr e s t i mos-pon 11;,
GB r58{3, MF-30 e s u c e d á n e o s ,

apre-

di-is e m p r e Municipais.

foram

permitidos

1.
Da

de

mesma m a n e i r a ,

Mov i m e n t ó  , no ú l t i m o

sou a f o r n e c e r
r a c o e s de
vidas

recursos

com o
A

repasses

a nova
f a t o de

forma,

.19Í35,

reguladores

est ata i s ,

Conta

o Illanco C e n t r a l

para

executao

das

e c o n s o l i dai^ao das

conforme se

ac orífcec eram p a r a l e l a

 C o n t a de M o v i m e n t o 

congelamento
partir

de

da

ve ñas

7 da

pasopedi-

colunas

Tabela.

fune ionamento da

passes,

independentemenfce

ao Banco do B r a s i l

inter/uTis das e m p r e s a s

Esses

é,

trimestre

Pormacao de e s t o q u e s

5 e ó da r e f e r i d a

ao

isto

e compifiein a c o l u n a

daquela

denominada

daquela
data,

conta

eles

suprimentos,

que passaraivi a s e r

previamente

e conc om i t an t ement e

e findaram,
em J a n e i r o

continuaram
que d i f t r e
definidos.

enguanto
de

re-

í986.

a existir,

da a i i t e r i o r

sob
pelo

8

2.1.3

-

Apesar
que

recebiain

da

ti-aníi i tavaivi

que

Sapr imentos

tários,

urasil,

e

o

atender

final

de

que s e d a v a

ou a t r a v é s

destinado

a

no OGU ciae c o n t a s

 C o n t a d e Mov irnento

Vepassesi,

para

até

tó,

pela

o Banco C e n t r a l

Brasil,
i^Só,

incluíiao

por

absoluta

continuou
aqueles

Í9S7,

a

, bem cromo d a s

- F a l t a de r e c u r s o s

fornecer

determinados

o. F o r n e c i m e n t o

passou

tins e s p e c í f i c o s .

a ser

A esta

recursos
gastos.

fiscínl
outras

orgiamen-

ao Banco do

A

partir

de

de r e c u r s o s a o l3anco do

atjet oinat i cament e a t r a v é s

de r e p a s s e s ,

cié n a t u r e s a

da

Conta

de Mov i men-

previamente

forma

proaramado

de v a s a m e n t o

ci^ama-

mos sup r i men t o s .
E
M O V Í

oportuno

mentó

Tabela
prévio

í,

fO i

reforjar

efetivamente

que em

conselado,

e que o Banco do B r a s i l

de r e c u r s o s ,

Í98Ó o s a l d o

Conta

como most r a a c o l u n a

passou

porém n a o do T e s o u r o

da

a contar
Nacional,

com

de
8 da

suprimento

e sim d o Banco

Cent r a l .
Assim,
da

(abela

í,

t o d o s os v a l o r e s

de

IBanco do B r a s i l

fevereiro
sob

de

Outra

Central
verno

-

configuracao

c r e s c e n t es
aos

Fundos e

de r e c u r s o s

Fundos

Í 9 8 ó em d i a n t e ,

ñas c o l u n a s

í

a

Í0

foram r e p a s t a d o s

ao

a f o r m a de supr i m e n t o s .

2.1.4

jos

que a p a r e c e m

Programas
dos g a s t o s
sob

a forma

q u a s e - f i sea is

sao os

de adiantamento

e Programas

de

fomento,

de

e Programas

administrados

do

interesse

fluSanco

do

üo-

Federal.
Üs

Monetarias

Fundos
(Banco

Central

e B a n c o do B r a s i l

pelas

até

Í985

Autoridades
e

apenas

9

Banco

Central

de

i98ó

em d i a n t e ) ,

f i nanc. i anient o

de

inversí.es

r^el ec i onadaíi,

e capital

c u c a o do p r o j e t o ,
investimento

na

até

de c a p i t a l ,

de g i r o

ou uina r e g i a o ,

medio

terminavam

abrangendo

Fundos,

dos

mutuario

varios

todo

o

terri-

ou

estados

de c r é d i t o

ou de p r e s t a c a o

porte),

Sub f u n d o s .

assim

como

Programas

financeiros,

Pinanciamentos,
financeiros,

custos

para

os

apenas

p o d e r i am s e r

em-

de s e r v i d o s

(de

produtores

ou P r o j e t o s ,

limites

os p r a z o s
a origem

o mutuario

do Fundo e P r o g r a m a ,

eriquadrados,

a 43% a . a ,

Programas

eram
A

isentos

origem
n£

ciáis

crédito

de

sendo

rurais

a inda

de-

das o p e r a c o e s ,

de r e s g a t e s ,

dos r e c u r s o s

dos

a

as

remunera-

e o custo

do

depend i am da á r e a

de

trapartida

do b e n e f i c i á r i o ,

monetaria,

da c o r r e c a o
recursos

e out r o s ,

dos a g e n t e s

b)

liquidos

dos s e t o r e s

incidencia

plena

econo-

de j u r o s

ou p a r c i a l .

Al guns

ser:

a)

setor

financiamento

externo

de ó r g a o s

d o t a c ó e s do Ornamento F i s c a l ,
das o p e r a c o e s

financeiros,

de

monetaria.

podia

63 do Banco C e n t r a l ,

e r end i ment o s

final

que pod i am s o f r e r

mais c o r r e c a o

Resolucao

retornoy-

e

fiiial.
üs

4%

ou g r a n d e

dos a g e n t e s

III i e o s

linhas

industriáis

os a y e n t e s

garantias

atuacao

comerci al isacao

F is i c a s ou Jur id i c a s ) .
Üíi

cao

custeio,

exe-

s e l e c i onados.

comerciáis,

(pessoas

para

o

industriáis

d a s e m p r e s a s apc.s a

de uní Fundo p o d e r i a s e r

Os bene-F i c i ár i o s d a s

pequeño,

própiio

os c r é d i t o s

de a t u a t a o

a l guns m u n i c i p i o s

presas

de unidades:.

de-sde

agricultura.

A área
t:rio n a c i o n a l

t i n h a m como o b J e t i v o  ¿

e)

realizadas,

d)

dotacocs do Orcamento

via
ofic)
conMo-

10

net a r i o

e

f)

out r a s

fonteíi

indicadas

pelo

Conselho

Monetario

Na-

c i on a 1 .
N:j.
Programas
Fiscal

longo

e^ratn f o r t e - m e n t e

nao

proxy

ivií-rdida (-:m que- v á r i aii

cobriam

dessa
do

essas

l-undos

c o l una Í 2 da T a b e l a

pod(?nios

cada

vez

maiores

Tais v a l o r e s

via

-

necessários

(jamentária,

com a dec i s a o de s e c r i a r

de C r é d i t o

tral

estava

tüs,

para

nal.

a conclusao

(30C),

a

Monetario,

visualizados

finalmente,

do p r o c e s s o

que p a s s o u

zadas

pelo

a partir

Estabeleceu,

r ia

sob

na

os

pro-

de u n i f i c a c a o

no OGU o Ornamento das
a

figurar

na p r o p o s t a

orOpe-

orna-

1988.

Assim,

do p r i m e i r o

p r o i í j i d o de c o n c e d e r

a realizacao

de

de

a Secretaria

1938,

que a s

através

dia

de

do T e s o u r o

( ó ) Decreto n2 94 444, de 12.0.87,
(7) Decreto ns 94 443, de 12.ó.87.

Cen-

ou

indire-

do T e s o u r o

operacoes

de F u n d o s e

o Banco

diretos

operatoes

Nacio-

de

fomento

Prograinas*^

Nacioní^l,

a s s i m como a adm i n i s t r a c a o

F e d e r a 1  .


1988,

sjipr i ment o s ,

quaisquer

além d i s s o ,

Banco C e n t r a l

transferidos

exercicio

Ornamento

ao

De 1988 em d i a n t e

c e d í mentos

ser

como

de r e c u r s o s

Junho de 1987 esc a b e l e c e r a m - s e ,

para

Ornamento

í.

Em

ment a r i a

do

necessidade,

podem s e r

2.2

racoes

d o s iandos e

considerar

q u a s e - f i sc.a i s a

do t)anco C e n t r a l ,

e Prograroas.

de c r é d i t o

e as d o t a c o e s

desposas,

de a p o r t e s

forma de a d i a n t a m e n t o
aos

subsidiadas

f o r m a de g a s t o s

tempí^/

linhas

no

reali-

deveriam

inicio

da d i v i d a

do

moljiliá-

í í

Tais

providencia-i

Const i t li i t So p r o m u l g a d a
NIG-nte

o

forme- so

vierim a o vrmrontro do

em o u t u b r o

de

1?88,

f i nanc i amen i: o do Banco C e n t r a l

disposto

que p r o i b i u

ao T e s o u r o

na

expressa-

iVacional,

con-

vé

Art.

ÍÓ4.

A compet é-nc: i a da Un i a o

para

emitir

moeda -será e x e r c i da exc 1 us i vament e p e i o b a n c o

cen-

tral .
§

í£

- É vedado

di r e t a

ou

i nd i ret^^mente , e m p r é s t i mos a o

Nacional
se j a

e

a qualquer

i n s t i t u i c; a o
%

der

-

órgao

central

conceder,
lesouro

ou e^ntidade

que

nao

F i n an c e i i - a .

O b a n c o cc-rntral

títulos

objetivo

ao b a n c o

poderá

comprar

e: v e n -

de e m i s s i í o d o 7es our o i^lacional,

de r e g u l a r

a o-Ferta

coiii o

d e moeda ou a t a x a

de

j uros.
5
serao
dos,
gaos
por

3£ -

depositadas
do D i s t r i t o
ele

ressalvados

o

vez

para

atender

Tesouro

deveria

valores

urna d i v i d a

-Fornecia
do

lar-

empresas

-Finance i r a s
em l e i . 

recursos

1e-¿ouro,

junto

e dos

e das

previstos

ao

Banco

entendeu-se

que

ao Banco C e n t r a l ,

que

monetaria

de

que no mes de j a n e i r o

apurados

cabívei

Tesouro a p o s s i b i 1 i dade
operacoes

os c a s o s

Esta-

-¿erada.

pelos

correcto

Municipios

Público

da Un i iío

as dos

i nst i t u i c o e s

a necessidades

Estabeleceu-se
acertó,

em

que o Banco C e n t r a l

(-avia c o n t r a í d o

ser

dos

do P o d e r

controladas,

Urna

de c a i x a

no b a n c o c e n t r a l ;

Federal,

ou e n t i d a d e s

oFi c i á i s ,

do B r a s i l

as d i s p o n i b i l i d a d e s

de

suprimentos

até

em 3 i . i 2 . 8 7 ,
a data

liquidar
feitas

de

Í98B s e d a r í a

correndo

do a c e r t o .

eles

Facu]tou~se

-saldos d e v e d o r e s ,

pelo

sobre

Banco C e n t r a l ,

(Dr i un d o s
mediante

o
a
ao
de
a

Í2

entreíja
nao

de

rE-nderiam

teriam

Juros,

da o p t a o

para

os s a l d o s

eFetivar

tr i Ihoes

acertó

r e l a c i onaiviento

pelo

Tesouro

destinou

a.pós c o m p e n s a d o s

O

aqueles

Det erm i n o u - s e
incorporados

Em

Í989,

de

tendo
fo i

Cr% ó 672

i9B8,

situou-se

9íí

mudanca

no

ao

sido

que o s

final

patrimo-

a ser

apurados

de

do e j e r c i c i o ,

destinado

ao

para

tal
lu-

Tesouro,

a const i t u i cao

com a l e g i s l a t a o

o

ejerci-

veri-Ficou

transferido

milhoes

resul-

a seu

prejuízos

em v i g o r ,

de
o

resgatar

a s LTNs

do FJanco

Central

Central.

a t r a n s f e r e n c i a do r e s u l t a d o

somou Cr 4 Í 8

de
es-

t r ans+er i d o s p a r a

ano em que s e

acumulou

De a c o r d o

do Banco

va-

no v a l o r

impoi-tante

eventaais

primeiro

restante

Continyénci a  .

em p o d e r

no e n t a n t o ,

Central.

o Banco C e n t r a l

de

ao T e s o u r o

uma out r a

se p o s i t i v o s ,

Em Í 9 8 8 ,

semestre

e

época*?.

e,

Reserva

i_TNs

monetariamente,

públicos,

de J a n e i r o

Cr% 9 872 m i l h o e s ,

especiáis

tíi:iilos

ís

Crí. ó 672 m i l h o e s .

fim^. Es¿as

no p r i i n e i r o

de

anteriores.

de

e,

de c o m p e t e n c i a

regime

sistemática,
cro

por

a n t e r i ornient

a partir

Teáuurü N a c i o n a l ,
cios

da

lesouro-líanco

passassetíi,

eisse

corrigidas

o acertó

e n v o i veu

t a d o s do B a n c o C e n t r a l ,
nio,

para

de v e n e i ment o d e v i n t e ancDíi. ü T e s o u r o

Forain t r o c a d o s

t i m a d o de Czi 2,6
Esse

emitidaíi

s e r i am a p e n a s

o pra^ro máx imo

leu-se
Í9Í38,

LTNíí e s p e c i á i s ,

milhcies.

O resgate

em a p e n a s CrS 3 4.1 i

f.S) D e c - e t o - l e i ns 2 376, de 2 3 . i i . 8 7 .
(9) Lundberg ( Í 9 8 9 ) .

de I..TNs

milhoes.

especiáis,

13

Atendf?ndü
eKercicio

de- í 9 8 8 .

t i ta i cao,
ta

ao d i s p o i i t o
quanto

o Banco C e n t r a l

aquiíiicao

i nt e r p r e t o i i - s e

deixou

para

fins

de p o l í t i c a

neste

mercado

Banco

Central.

•Forma

monetaria

de

.governament a i s ,

é,

em v o l u m e

De J a n e i r o
cado p r i m a r i o
t o ao p ú b l i c o

(Crí

de r e s q a t e )

no v a l o r

mercado

e ressatou

secundario,

com dados

de

Crí

urna

Ass i m
titulosi

a atuacao

do

que p e r m a n e c e

a financiar

o

e

Tesouro

a
de

títulos

ao p r o g r a m a d o

cuiiipri-

para

o

Í989

o Tesouro
de C r í

colocou

de c o l o c a t a o

quantificar

mer-

milhoes

3ó 976

no

Jun-

e Crí

Í91 869

em s u a s

operacoes

adquiriu

Cr% 80 900 m i l h o e s ,

mi-

de

no

acordo

Banco.

difícil

no m e r c a d o

de m e t a s
conjuntura

de p o l í t i c a
altamente

os

valores

que mesmo a p ó s

aquisitoes

o a t end i ment o d e
quando s e

A aceleracao

consevive

em

da

in-flavao

p r é - e s t a b e l e c i dos.

Percebe-

a promulgacao

ao B a n c o C e n t r a l

aquel at

mormente

i n f l a c i onár i a .

se,

vedando

terra

visaram

monetaria,

por

no e n t a n t ü ,

em que medida

secundario

tende a derrubar

cional,

de

nao

secundario,

para

í o79 m i l h o e s

líquidamente,

do p r o p r i a

títiilos

cucao

no m e r c a d o

Ao mesmo tempo o Banco C e n t r a l

e
de

que

no m e r c a d o s e c u n d a r i o

líquido

231 845 m i l h o e s

o Banco C e n t r a l .

Cons-

opc-rracao di r e -

primario,

perceber

o

pré-estabeleci das.

a desembro

títulos

vir

da

d e sua c a r t e i r a -

limites

importante

superior

qualquer

Í64

As a q u i s i c o e s

ocorrem

adquirindo

mento de m e t a s m o n e t a r i a s

com

é

do a r t i g o

no m e r c a d o

rolagem

o Banco C e n t r a l
isto

Fazcrr

e s t a b e l e c i dos

Portanto,

indireta.

lhoes

para

l e i ornament i r i a p a r a

ía

constitucional.

nao e s t a o

p o s s i b i 1 idade

de

público

d? títulos
o texto

na

no p a r á g r a f o

de f i naric i amen t o ao sefcor

fosise

tanto

conceder,

do t e x t o
direta

ou

constituindireta-

14

mcínte,

emMrt-ííit i mos ao

Ifríjouro N í i c i o n a i  ,

abertü,

para

f i nanc i anient o s do B a n c o Cent r a l

Nacional,

posíiíveis

ou íiG-Ja,
Ein

para

outubro

lei-^®,

de-terminando

contas

do T e s o u r o

desta

remuneracao

de

gistra,
tos

ao

o Congresso

Tesouro.

a

Conta

os s a l d o s

Lima s e g u n d a ,

Tesouro

urna

dos s a l d o s

as c o n t a s

e o

das

repasse

do T e s o u r o

no

F i n an c e i r o .

única

do T e s o u r o

oriundos

Operacoes

ao

aprovou

instituicao,

sao

d o r e o r den amen t o

primeira,

Nacional

a reiiiuneracao

Tres

p e r m a n e c e em

quase-f i sea i s .

que- permaiuícem n a q u e l a

básicamente,

da U n i a o .

Í989

gastos

ao Banco C e n t r a l

1 an c o Cen t r a 1 , d ep o í s
1
Urna

possíveis

ama b r e c h a

Nacional

do r e c e b i ment o d e

de C r é d i t o  ,

reiinpos-

registra

o mo-

v í !i¡ o n i o com t i  t u l o s pi.ibl i c o s =
?
Essas
cicada
saldo

no

par a g r a d o

credor

neracao

dessa

Nacional

fosse

recülhida
A

terceira

Nacional

a

remunerados

a ser

pelo

-

para

Banco C e n t r a l ,
IPC ma i s

creditada

( i e ) Leí ns 7 862, de 3 C . i « . 8 9 .

da

o

reniuTe-

remuneracao

dias.

dez

dos r e c u r s o s
ns

FNO . E s s e s
de a c o r d o

do

emprés-

2 298/86,

aquisicao

no ú l t i m o

Sobre

do Bonus d o

de

sobre

quotas

recijrsos

dia

do

passaram

com o í n d i c e

0,5% de J u r o s a o mes.

ao T e s o u r o

Uniao,

a correr

que t a l

Decreto-lei

de üesen vo 1 v i ment o pelo

nominal

a cada

é constituida

instituido

a o Consumidor

passou

conta

passou

Determinou-se

Nacional

de cai;a

i 64 da Const i t u i  ; a o .

do v a l o r

e c omb ust í v e i s ,

Fundo

cao

(BTN-F).

ao T e s o u r o

vericia de v e i  c u l o s

Precos

á variacSo

Fiscal

compulsorio,

ser

32 do a r t i g o

d i spon i b i 1 i d a d e de c a i x a

equivalente

souro

timo

duas compoem a d i spon i b i 1 i d a d e

üe

A remunera-

de cada

mes.

iú
fcoriedade

de o l u c r o

destinado
Seij.

de s e o b s e r v a r

ao r e s g a t e

artigo

reza

do Banco C e n t r a l

serao

blica

que o s r e s u l t a d o s
semestrais

Dentro

as LTNs e s p e c i á i s ,

ser

em p o d e r

do Banco

Central.

positivos

do IBanco

Central,

e trans-f er i dos ao

da d i v i d a

a ubriga -

ao T e s o u r o

lesouro

d e s t i n a d o s e x c 1 us i vament e a a m o r t i z a c a o

federal.

tanto

trans-Ferido

de LTNs e s p e c i á i s

apurados nos b a l a n a o s
nal,

que a inesnia L e i tlesv i n c u l o u

da d i  v i d a

e s t So e v i d e n t e m e n t e ,

como o s d e m a i s

títulos

Naciopú-

incluidas

lancados

pelo

Te-

souro.
Diante
sileira
para

tres

do e x p o s t o ,

Nacional.

do 13anco C e n t r a l ,

üutra,

sobre

Embora
OGU

(na

embora

ro,

Urna d é l a s

as c o n t a s
os

continuam

gerados

as

do T e s o u r o

recursos

sua d e s t i n a t a o

sao

d o Banco

passe

dessas

duas

enquanto

pelo

no Banco

crivo

lucro

oriundos

das

Central.

formas tran-sitem

proposta

pelo

orcamentári a ) ,

e aprovatao

do Banco C e n t r a l ,

bra-

Central

t r a n s f e r e n e i as do

c o n s t i tu i n d o r e c u r s o s

no á m b i t o

na e c o n o m i a

a t r a n s f e r e n c i a de r e c u r s o s

f o r m a de e s t i m a t i v a s ,

Nacional,

ainda

f o r m a s de t r a n s f e r e n c i a d e r e c u r s o s

o Tesouro

remuneratoes

identificamos

do

utilizados
ou s e j a ,

da

e

Congresso
pelo

Tesou-

Autoridade

íionet ár i a .
Urna
pode

terceira

ou nao s e dar

Qireto

via

títulos
Assim,

tir

tres

economia

forma

de

em d e t e r m i n a d o
públicos,

concluímos

f o r m a s de
b r a s i 1e i r a :

transferencia
período,

no m e r c a d o

que

é o f i n a n c i amento

in-

secundario.

que c o n t i n u a r i am,

financiamento

de r e c u r s o s ,

atualmente,

do Banco C e n t r a l

a

exis-

ao T e s o u r o ,

na

íó

is)

transferencia,
dos

ao T e s o u r o

positivos

apurados

Nacional,

dos

resultados

n o s b a l a n c o s do Banco

Cen-

tral
22)

t r a n s ferenc ia,
título
co

32)

ao

lesouro

de r e m u n e r a c a o

das

i^acional,
contas

de r e c u r s o s

do T e s o u r o

«

no Ban-

(Central.

aquisicSo
ro

de t í t u l o s

Nacional,

públicos,

no m e r c a d o

emitidos

pelo

secundario

pelo

dispensada

a nova

Tesou-

iíanco

Cen-

tral
Urna
tica,

última

em v i s o r

petencia,

dos

palavra

a partir

de

resultados

por

encaraos

assumidos

cambiais

porque

ativo,

por

lado,

moeda
de

títulos

va.
o

nacional

públicos

Ass i m , em p e r í o d o
caso

do p e r í o d o

que s a o na v t - r d a d e
Pela
t r a n s f e r i dos
mente

ao

pela

exemplo,

entidade,
o País

os
por

oriundos

sinal,

Tesouro

na

após

as

a partir

de

com-

bastante

de o p e r a c o e s

em iíoa
Sao

os

sucessivas
de

Í982.

O

que rendem em

públicos.

da moeda

o Banco t e n d e

s i s i: eniát i c a ,

estrange ira.

de a p l i c a c  ó e s
títulos

de v a l o r i s a c a o

Í98Ó/89),

nova

em moeda

tem p a s s a d o

do Banco é ,

regime

do B a n c o é c o n s t i t u i d o ,

é constituido

como por

pelo

sistemá-

Central.

denominadas

crises

outro

de a p u r a c a o ,

o passivo

oíjr i t i a c o e s

externos

i938,

ser

do Banco

Como é sal.-) i d o ,
parte,

deve

A

carteira

s i (jn i f i c a t i -

nacional

(como

a apresentar

-fo i

lucros,

contábeis.

no e n t a n t o ,

forma de r e c u r s o s

tais

lucros

efetivos,

e

sao

efetiva-

gastos.
H

mecanismos

existencia,

complicados

pois,

de p r o c e d i m e n t o s ,

ñas r e l a c o e s

entre

sistemáticas

entidades

públicas

e

bra-

17

si l e i r a s ,
ü

e s p e c i a l iiient c. Banco C e n t r a l
--

íientimento

de- que vazaiiitrntos d e r e c u r s o s

tinúan! a f i r i a n c i a r
r i os

ou s i m p l e s

coloca
grar

o Brasil

a

3.

quadros

NFSP ,

vez

Brasil

que

inclui

gastos
sem

efetuados

cobertura

recem
sido

Tabela

este

cionais

i

pelo

fiscal.

ñas T a b e l a s
o déficit

-

Programa

incluiu

2 e

durante

no B a n c o C e n t r a l  ,

Banco

Central

e nao p e l o

publicado

algum

Banco

e dentro

no p e r í o d o .

Tesouro

es-

buscamos,

do Banco
exemplo,

Central,
da

a divida
é

divida
do

le-

financia-

Central.

do P I B ,

de nossa

tempo,

Público

que o r a

no m e r c a d o

em nome do

Ein p e r c e n t a g e n s

entre

a

levantada

lá i m p o r t a n t e

toda

quantificar,

Banco C e n t r a l ,

quase-fiscal

rías r e l a c o e s

por

operacionaliza

nos p e r m i t e

14,

nao

d e F i nanc i anient o do Set or

como é o c a s o ,

pelo

1o-

Nacional

Económico,

atraves

do Banco C e n t r a l
A

é urna e s t i m a t i v a

financiados

O que é c o l o c a d o

Pato

evidentemente,

ao T e s o u r o

valores

O Banco C e n t r a l

do a t r a v é s

e nem,

o dado

mobiliária.

ial

nao c o n s e g u i r a m

nao r e f l e t e

Banco C e n t r a l ,

con-

tributá-

ao p ú b l i c o ,

valor

mas nao p e l o

souro.

de r e c u r s o s

que a inda

Banco C e n t r a l ,

Financiado

aquele

Junto

do Banco C e n t r a l

de N e c e s s i d a d e s

que

do ó r a S o e m i s s o r

lugar

Central

reforca

públicas.

qi.iase-f i s e a l

pelo

a abertura

clarecer
uiTia

dos p a í s e s

- i naneas
F

O documento

no

de c r é d i t o

d e seu Banco

dé-Ficit

trimestralmence
nos

no r o l

O Financlamento

Brasil.

da U n i a o ,

operacoes

de suas

O
no

gastos

independencia

disciplina

e Tt^souro N a c i o n a l ,

de

1983 a 1987,

Tesouro
esses

Nacional,

valores

conceituacao,
As

raudarscas

e Banco C e n t r a l ,

os

apateria

institu-

expostas

na

i 8

íieííao

anterior

s a extintao

Banco do B r a s i l
f icacao

df? d é f i c i t s
As

todo
ta

dificultam

(jo governo,

Tesouro
Banco
Tesouro

Nacional.

o

ocorrendo
de

ferido

+i nanc i anient o

tenha

considerado
sido

que

recei-

transferida

ao

a carteira

toda

de t í t u l o s

do

na d i v i d a

mob i l i a r l a

do

refere-se

CrS

ó 672

9ÍÍ

milhoes,

tendo

LTNs e s p e c i á i s .
os

remunvTiacao

Em Í 9 8 9

sido

depósitos
Críi

reduz

do

em r e s g a t e

res

somar I am 2 j 67. do P I B ,
Deve-se

que e s t a m o s

em

observar

para

do B a n c o

obrigatório

talve£

todo

transferido

no

o Tesouro

transresgate
18

milhoes

de

passou

a

re-

o que

im~

Nacional.

e sua

to-

somou C r í

em seu p o d e r ,

Central

e o

o montante

utilizado

espe-

estivesse

transferido

o Banco C e n t r a l

Tesouro N a c i o n a l

Nacional

de LTNs

a p e n a s Cr% 3 4 i í

em Í 9 8 9 ,

Esta

t r a n s f e r ene i a

de LTNs e s p e c i á i s .

Esses

valo-

Í989.
que a l é m

chainando de g a s t o s

a revelia

o total

resgatados

o lucro

implica

o valor

Eiii i 9 8 8 ,

Í 9 728 m i l h o e s

nao

que a i n d a

fo i efetivamente

Além d i s s o ,

em o u t r o s

entre

resgatadas.

milhoes

ao T e s o u r o

em f o r m a d e r e s g a t e

a diferenca

LTNs e s p e c i á i s

transferido

 quase-f i seal 

títulos.

tuados

a ser

considerada

ao Banco C e n t r a l

referidos

plicou

passou

que o r e s u l t a d o

dos

munerar

que ap r e s e n t am a s NFÍ5P most ram

Ao mesmo t e m p o ,
a ser

quanti-

í987.

a p e n a s urna p a r t e

passou

i d e n t i-F i c a c a o e

ao

Nacional.

deveri a voltar

tal

íí

do Banco C e n t r a l

Urna v e z

ciáis,

s o b r emane i r a a

e

embora

Central

s u p r i mernt o s do Banco C e n t r a l

quase-f i sea i s após

Tab(-:las

o resultado

dos

do o r n a m e n t o

dos

repasses

q u a s e - f i sea i s,
fiscal,

por

e

suprimentos

terem

a Autoridade

sido

Monetaria

efefi-

.19

nanciou

o Tesouro

de uiii ü ü t r o

Nacional,

mecanismo:

adquirindo

Calculando-se
Central,

a partir

contramos,
Central,

que,

via

dos

durante

a

toda

titulos

variatSo

saldos

medios

alcancou

as

de sua

anual

o

de 80

do

Banco

na Tabe;la

f i nanc i a m e n t o

seguintes

atravéí;

emissao.

da c a r t e i r a

«presentados

em t e r m o s c o r r e n t e í i ,

titulos,

a década

4,

do

percentagens

en-

BancvD

do

PIB:

y a r i a c a o da c a r t e i r a de t í t u l o s do BC e i p e r c e n t a g e n do P I B
Í9B3

Í984

1985

Í986

1987

1988

1989

5,9

4,6

4,0

6,6

5,7

7,9

10,8

Conforme
teira

explica

do Banco C e n t r a l

dos D e p ó s i t o s
principal
efetuado

no Banco C e n t r a l .

recursos,
Ior

títulos

este

e até

motivo,

.1988 e l e s

1 impoitante
=
analise
Fiscal
b.

(ii)

o

Os d é f i c i t s

Alves,

(1988)

Como f o r m a

e dos

de s e p r o t e g e r

car-

aumentos

depósitos

Junto a bancos

entendeu-se

durante
ser

do

comerciáis
e garantir

adquiriu,

ter

em v i s t a

ñas

que d u r a n t e

da Un i a o ,

incorreram

algum

computados

nao eram c o m p u t a d o s

equ i 1 i ijr a d o ,

em que

em -funcao d o s

o Banco C e n t r a l

nao d e v e r i a m

Orea mentó G e r a l

mostrou-se

externa

a n o s 80 a

com

a

es-

púíjlicos.

no Banco C e n t r a l

público,

enormemente

depósitos,

titulos

em meados d o s

em Moeda Est r a n g e i r a

da d i v i d a

rentaÍD i 1 i d a d e d e s s e s
ses

cresceu

Registrados

vincendo

Alves-*-^,

que é o

como s e

ve

o Tesouro

tempo
como

os

déficit

NFSP .
todo

o p e r i o d o em

próiprio

ñas T a í j e l a s
foram

que

Ürcaniento
í2.a

finariciados

e

í2.
pela

20

A u t o r id ad e
Agencias

Monetária

o - f i c i a i s e organismos

t i c i p ar am do

Jabelas

e operacional,
As

dificultam

7 e 8

p a r a o per iodo

para

mostra

bras i le iro

bu indo p a r a

o

de

a partir

em í ? 8 9

para

política

com os

Jabela

nomi-

e tornain

d a d o s de

2,5% do

pouco

 quase-

monetaria

que o d e s e q u i l i b r i o

ascendente

índice

dé-Ficit

passada,

contri-

o déficit,

internos.
de í¿: ao

ma i s de

no e n t a n t o ,
de

em t e r m o s

financeiro

do s e t o r
através

nos anos

quase d i r e t a

í 7dZ
que

inflagao

no

passou

operacionais,

e o crescente

r e f l e t i u antes

público

no

Brasil

do aumento da

di-

80.

que s e p o d e r l a

o que s e v e r i f i c o u ,

fiscal.

em t o r n o

oficial

quanto

do

atingiu

Observe~se,

forma s e n s í v e l

da r e l a c a o

década,

nominal

PIB.

os dados m o n e t a r i o

naqi.iela

em t e r m o s

da d é c a d a ,

Í4).

enquanto o

tambéin de

tanto

que s i t u a v a - s e

per i o d o s

desequilibrio

Apesar

fiscal

do d a d o ,

a tendencia

mob i 1 i á r i a e de seu e n c a r g o ,

entre

par-

d a s Ni~SP

de desaJuiB-tes macroeconom i e o s

223,8% ao a n o ,

de 7,37.

man i f e s t o u - s e

cer

(ver

1982 a 1984,

ü

vida

nos c o n c e i t o s

de meados da d é c a d a

in-Flacao o f i c i a l ,

99,7% p a r a

reduziu

também

análise.

i nfc e r p r e t a c a o

claramente

ano nos do i s p r i m e i r o s

período

em

indicador,

com urna s e r i e

A

ano

externo.

nós a p r e s e n t a d o s .

operacional,

ao

a s NFSP,

e-Fe i t o de c o m p a r a c a o ,

No e n t a n t o ,

público

ou

muí t i 1 afc er a i s e x t e r n o s

ilustram

uiii p o u c o a exafca

por

interno

i numeras mudancas na met o d o i o g i a de c á l c u l o

compat í v e l ,
fiscal

privado,

Fin an c i amen t o .

As
nai

ou pe-lo s e t or

estabele-

financiamento
na v e r d a d e ,

fot

quaseque a

o desenipenho da e c o n o i n i a ,

do

Os
cessivo

dados das T a b e l a s

que c o m p r e e n d e

a taxas

inferiores

1981 a

as dos

tornou-se

c r e s c i merit o
deu

a monetizacao

nomía

de p a r t e

brasileira.

público,

ü saldo

que h a v i a

para

9,3%,

saldo

m e d i o da c a r t e i r a

O Plano

A partir
rio,

leva

Jabela

5,

tempo,

torna-se
volta

mais

(ver

saldo

em p o d e r
4).

g r a v e nao s e r i a
mento
PIB.

e

durante

toda

a

o saldo

tanto

os

Terido em v i s t a
tanto

havia
década.

o montante,

atingido

10,7%,

.se v e

através

de

junto

na

enquanto

inferi or.

Ao

mes-

títulos

ao

em

do p ú b l i c o
em 1 9 8 9 ,

público

circulaquanto

25,4% do

os
PIB

i nt e r n a c i ona i s , o iiia i s

mas a v e l o c i d a d e

Em 1980 a q u e l a

5,8%

1989.

em p o d e r

os padroes

o

inflaciona-

inflacao,

mob i 1 i á r i a f e d e r a l

atingiu,

do
em

tempo

Conforme

m e d i o da d i v i d a

do Qanco C e n t r a l

declinou,

do p r o c e s s o

de r e c u r s o s

títulos

eco-

1986.

bastante

em

na

que r e p r e s e n t a v a

indexada.

13,9% do PIB

proce-

em p o d e r

Ao mesmo

prco-íimas as da

m e d i o da d i v i d a

a liquidez.

Em 1982 j á

moeda

de c a p t a c a o

e atinge

computando-se

Jabela

pela

inédita

federáis

4.

em

o agravamento

a taxas

ayressiva:

a crescer,

títulos

8,97.

política

significativo

em 1985,

s e v e na T a b e l a

a

com e f e i t o ,

de m a n e i r a

e Mi mostram v a r i a c a o

a política

0
cao,

1987,

Mí! e x p a n d e - s e

Cruzado,

do Banco C e n t r a l ,

á preferencia

a base m o n e t a r i a
mo

de

oíjservado

10,4% do P I B

do PÍI3 em 1985 p a s s o u a r e p r e s e n t i  r

re-

expandiu-se

1984 a 1986,

medio dos t í t u l o s

conforme

que no p e r í o d o

precos.

de

tendo-se

da d i v i d a ,

alcanzado

1986,

de

v e r i Pi c a d a

em i 9 8 ó .

mostram

a base monetaria

í9Q3,

expansiva,

de b a s e

Í4

indicadores

Com a r e c u p e r a c a o
monetaria

5 e

proporcao
crescendo

de seu

alcancava

cresci5,1%

do

ininterruptamen te

PcirteBanco C e n t r a l

significativa

tanto

Emijora
público
tral ,

tenlia

tor idade

a década

de

medio

quase

do

processo

zerando,
Embora

rante

a década
e

ano,

apesar

diariamente,

volume

como

pelo

conforme

apresentaram-se

catr

tipo

de

de

de

Au-

das
das

sem a

o

Neste

automático

i nst i t u i c o e s

do

i n s t i t u i ;oes.
sido,

relativamente
emitidos
efetiva
6.

ou no 32 de

elevadas.

embora

diariamente

TN o t i v c s s e m

pressao

durante

remunerada.

v e na T a b e l a

1985,

relativamente

eqi momentos s e g u i n t e s ,
outro

Co?n--

3 ou 4 m e s e s ,

f inane i a d o r

de t í t u l o s

de j u r o s ,

Í989,

girada

de p r a z o s

a taxa

se

de

entre

era

as p o s i c S e s

de 80 com v e n c i m e n t o

de

final

públicos

emitidos

como no 22 t r i m e s t r e

do

que ma i s

na c a r t e i r a

de moeda

1989 s e n t i u - s e

qualquer

(12)

de t í t u l o s

do c r e s c e n t e

No

do p ú b l i c o

participava

títulos

poder

desconforto

se s i t u a s s e

no a n o d e

ríodos,

a

da d i v i d a .

somente

sobre

reais

os

_

no l3anco

1986 e 1987,

o que c a u s o u

c a r a c t er í s t i cas

da c a r t e i r a

em

i

3).

em p o d e r

o iSanco C e n t r a l

cobertura

mercado,

com

de

pelo

s e c u n d a r

o montante

encontravain-se

de v e n e i mentó

a divida

adquirida

q u a n t o no

anua i s

final

Tabela

o perfil

foi

ac i ina do m o n t a n t e

que o e s t o q u e ,

teórico

( • o v e r n i gl-ít • ) ,

sempre

como no

(ver

80 f o i

toda

medios

em c i r c u l a c a o

Monetaria

prazo

to,

termos

se s i t u a d o

íiais

ría

era

títulos

títulos

no m e r c a d o p r i m a r i o

houve per iodos,
dos

desses

cur-

ano
e

após

continua

Em a l g u n s
1987,

No e n t a n t o

du-

as

pe-

taxas

voltaram

i nt e r f e r ene i a d e P l a n o s

ou

choque.

C O B O j á mencionado, a nova C o n s t i t u i t i o p r o a u l g a d a e « 1988 p r o i b i u o f i nanc¡amento
direto
do BC ao T N , i s t o é , p r o i b i u a a q u i s i c a o , no
aereado
p r i m a r i o , em v a l o r e s s u p e r i o r e s a o s n e c e s s á r i o s p a r a a r o l a g e » de sua c a r teira.

23

O
por

par tcí

pfocessü

de t í t u l o s ,

Juros r e a is cada

Tabela

ó.

Coílor,
de

Tal

^eracao.

baixa

Ci4

dos

dos

encargos

de

80

do g o v e r n o

da

pagos

(Tabela

pelo

13),

real

urna s e r i e

tar,
15 e

(13)

para

levou

(no

o

a

comurna

valor

atingir

conceito

de

com-

em 1 9 8 8 .

modestos

dentro

do

durante

meados da

respondeu

em 1989,

por

parte

boa

primario

década

do

manteve-se

total

déficit
relativa-

9).
do p a g a m e n t o

ao p ú b l i c o
de out r a s

o ano,

e causou

público,

suspensao

Plano

mecanisíno

setor

(Tabela

com

em Í9Í39

em i 9 8 9

relativamente

mente e s t á v e l

Junto

do

o alongamento

mob i 1 i á r i a f e d e r a l

a 2 , 8X do P I B

urna ven^ que o d é f i c i t

liaría

decretou

o

taxas

s e v e na

com a d e c r e t a ( ; : a o

de j u r o s

divida

operacional,

A

conforme

j u n t o ao p ú b l i c o ^ ^

ou 7,77. do PIB

encargos,

em Í 9 8 9 ,

de

na

de J u r o s r e a i s .

da t a x a

comparat i vamente
Tais

elevadas

Ao mesmo tempo e x t i ngu i u - s e

ñas t a x a s

i 0 5 388 m i l i i o e s ,

petéfncia),

também á a d o c S o de p o l í t i c a

da d i v i d a

encargos

:2erac£ío

a c r e s c e n t e d i-f i cu 1 d a d e

é,

interrompido

1990.

elevacao

l e v o u ao m e c a n i s m o de

isto

mais

fo i

parte

considerável

estimado

vez

O novo plano

de boa

A

levou

processo

em marco de

pulsorio

que

do Banco C e n t r a l ,

colocacSü
de

iíie3ivio

decretada
medidas

superávit

dos e n c a r g o s
em m a r c o de

f i sea is

operacional

fir:eram
de

da d i v i d a
1990,

mob i -

Juntamente

o governo

1,22% do PIB

proje-

(Tabelas

16).

De c e r c a de un ano e meio a d o i s

cao do Plano.

anos e e e i o a p a r t i r

da d a t a da

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27

Tifeelt 2 - Icpasses e S v r i m t o s as l a K o te Irasil

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28

Takela 3 - D í v i f a H o b i l í á r i i h t e r n a Federal
Saldos et CrS eilhóes

Final de
periodo

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do público

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1982
1983

2
5
9

1984
1985

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2 293
31 527

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1987
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1/ E x c h i LTNs especiáis.
Ponte- Brasil - Prosraia Ecoftótico, varios nimros.
tab-3

Participa(io

Total

Participado
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2
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3

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64,»

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35,7
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29

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F i a a l de
período

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do I C

PIB

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1983

7

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9

7,1

16

13,1

1984

26

6,6

27

6,8

53

13,4

19K

147

11,4

83

5,8

23«

16,2

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328

8,9

674

18,2

1987

1 199

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2218

18,6

1988

11 23i

12,2

8 257

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19 493

21,2

1989

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13,9

156 577

11,5

347 (24

25,4

1/ Excltti LTHs e w e c i a i s .
Fottte: B o l e t i a do Bioco C e n t r a l , n i o ie
til)-4

1991.

30

Jabela 5 - Base e Ajregados Hwetários

Variatio 2 no final do periodo
Sase
Per iodo

1981
1982
1983
1984
1985

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Fluxo
Crf lilhóes

«1

Z
PIB

ari(ao I
Final de
periodo

»,5

2,«

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2,1
lí,6
32.7

2.»
1,8

¿7.2
iH,4

133,4

3,6
2,7

198¿
1987

324,¿

1988
1989

3 133,6
33 799,í

Fmte: Banco Central/ÜEPEC.
tab-5

2,7
2,3

3,4
2,5

«2
(Hl+Títulos
Públicos
Federáis
fora do BC)

87,¿

«4
(íCtOepósitos
de Poupanta
+ Depósitos
a Prazo)

135,2
91,9

14»,5
lí«,7

96,5

15«,5
292,7
3«3,9

79,8

66,6
97,4

264,1

211,8

257,3
293,5

3«4,3

332,»
358,6
119,9

181,5

127,4

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1 425,8

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1 596,2

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III
I
V
18
97
I
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18
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1.9

-•.8
17
,6
2,«9
•,27

18
,
1.3
15
,
2.»

15
.3
1^
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11
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•,76

19
.2
18
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16
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13
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44
.9
-•,71
•,96

11
,5
• •t
l.W
16
,9

•,63
(,15
•,94
-4.84

12
,2
16
,1
17
.4
•,96

-•,71
-3.34
31
,7
•,18

17
,7
•,71
•,93
1,»6

•,35

Í.61
37
,9
29
,5
57
,5

2.Í7
24
,2
33
,6
A,4*

1.2
1,2

13
,2
14
,3

F ne Irisíl Prosrua ECOBMÍCO - virios
o t:
K MO .
B rS
1 1 8 / 18 w-fixaéo
/ 9 51 - 6
III-86 f 8 K^ixaio
9
18/8 p¿5-íiaáo
978

32

Tabcli 7 - IkcnsiMts

FiittciiMttofoSctv Piklico - Caceito OMr^ioul
F x s ei O lil
ho
S
18
93

18
92

18
91

Itei

18
94

18
95

a/ e
/ I a/ e
JnDz Z / I J / e Is/Pll JnDz I s PB JnDz I s PB JnDz I s P
a / e s PB MDz
/ I a/ e
/l
B

13
52
Total (l42t3M«5)
45
4
i. G vr o C nr l 1
oen e t a /
4
2. G vr o E t d as e Iknitinis 36
oen s sa u i
77
1
3. E r s s Estatiis
we a
-5
2
4. Ajlncias Descentralizadas
4
9
S. Previdmii Social

é.2
18
,
14
,
2.9
-•.1
1.2

3 77 7.3
1
1 17 2,2
1
71
7
i,5
13
81
3.6
1,3
14
4
-4
1 4 -«.3

53
14
4,2 9 8 * 2,5 ¿ « 3
5
1 9
1 36 11 7 2 3 18 2 9
t
M4
2
.
,
3i3
¿
1.3 -1 5 8 -1.4 i3 3 3
4
3 4 » 2.9 4 27 i.l 3 9 2
7
5
1 9
2«
-8
4 3 -«.1 -2 14
3
1,1
-2
1 5 -#.1
41
1
2
I.l -2 2 2

43
,
14
,
1.9
2.3
-t.2

Fu o ei CS lil
l xs
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l8
?7

18
99

JnDz I s PB JnDz 1 s PB JnDz I s P 8 JnDz
a/ e
/ I a/ e
/ I a/ e
/1
a/ e

1343 3,il
3 4
lotil {IÍ2+3+4+5)
5 1 1 15
84
,7
I. G vr o C nr l 1
oen e t a /
54
2. G vr o E t d as e Hwicinis3 15 «,95
oen s sa u i
5 226 13
4
,5
3. E^ e a Estatais
i rs s
•2
31
4. Aslttcias Descentralizadas
-9 58 -».26
4
5. Previdencia Social

¿56 8
38

3 59 1
5 4
IBi 12
1
11 696
«
-ii 97
9
2 6i6
9

15m
1
55 3 m
,2
3 143
158 33 138 9(«1
1 6
29
,9
,5
15 1 119 (,15 1 69N«
,7 4 8
88
,7 4 8
18 3 7 1 3 13 3 7 2HI
,4 4 2
4
5 « HI
6
-1.14 -18 38 -«.12
«
12 3 6 65 «,41 125 HI
,5 7 6

i sF
/l
B
11 .
ii 1

83
,
14
,
26
,

«,«
«.1

i/ M 8 txchi a carteira d t ítalos róklicos d l n o Cntral. Ca relatio a titilos páklicos o laato Ceitral
é 7
e
o ac
t
era caesiétrUo loveroo, fara efeilo d ievantawiito d s N S .
e
a FP
A partir d 1 8 , o la«co Cenlral d i o d s r c n i ea o §overiio n trataKito dd a s tilolos e Msso«-se,
e 98
ex n e e o sd r d
o
ao o
rorlaDto, a coyalar t d s o títulos bo levantaaeoto d s VST.
oo s
a
Foiite: lanco Cnr l D P C
e ta E E .
/
t b7
a-

33

Tiiela 8 - N c s if d fcFiaucianto  Sttor P bi o - C a eU Hninil
e e sta K
o
w lc
o ci
FIuxos f i Crl t i l
if81

m

1963

1981

i?BS

üei
Jifl/Oez
loUl

Z $/PIB

Jin/Oez

I s/PIB

Jan/DiZ

2 s/PIB

Jin/Dez

3 35«

13,i

8 386

1¿,4

24 784

21,8

89 372

22,7

395 519

28.1

4,4

2 547

5,1

5 312

4.5

28 831

7,3

143 5 i »

1».2

2 73i

5.4

5 797

4.9

19 854

5,t

92 273

(.5

9,7

159 l l i

11,3

t,S

5 857

»,4

1,1

-5 297

-1.4

(Í420H«5)

1 . Governo Central
2. E o v t r M » Estadsais e Hunicipais
3. Eipresat E s t a t a i s
4. Ajéncias Descentralizadas
5. P r e v í d n c i a S « j a l

i

Ni

i I4t

4.2

i 32t

S,4

3132

5.9

13 i¿9

11.1

38 134

17

1.1

251

1.5

i31

».5

2 s/PIB

2 152

-113

-•.5

-199

-125

-«,4

-1.1

411

Jan/Otz

tik-8

FIuxos e i Crt l i l
i9Bi

1987

1988

l?89

Itn
Jan/Oez

2 s/PIB

Jan/Dez

2 s/PIB

Jan/Dez

2 s/PlB

Jan/Otz

2 s/PIB

412 559

11. 3

3 728 113

31.37

45 138 578

48,54

997 459 H »

73.1

1 . Govffno Central

193 3*1

5. 1

1 M 9 4»7

14,15

8 l l i «3i

8,73

312 121 t N

22.1

2. Soveron Esladuiis e Hunícípais

IH

U7

2, 1

94» 278

7,91

12 143 53«

12,95

258 647

M

18.9

3. Ewresas E s t a t a i s

131 147

3. 1

1 17 l » 9

9,82

23 171 7»2

24,81

415 7(3 H I

31,4

lotal

(1+20MÍ5)

4. Agencias Descentralizadas
5. Previdencia Social
tjb-8

3 557

1, 1

31 243

l.2¿

1 947 I2¿

2,19

21 641 ( H

1,6

-15 •13

1. 1

-79 934

-»,Í7

-39 716

».I4

•553 I I *

l.l

2 s/PIB

3A
T a k l a 9 - Hecnsíiates k F i u K i i K i t o éo S e t » P Ü I Í C D
Percent « 9 » sobre o PIB

1985

1986

1987

1988

1989

Discriiinacáo
IPC ( t )

IPC ( t + i ) i

A - lotal

28,ü

iaieal

11,N

Operaciooal

31,44

48,54

73,••

5,52

4,32

4,31

12,38

-2,58

-1,53

•,88

lt,2l

5,2«

14,!•

1,42

1,57

2,99

3,39

8,33

-1,28

-•.15

1,54

l.^S

7,9^

13,••

18,9^

1,56

•,i5

1,37

-•.71

-•,26

9,84

6,92

•,34

•,64

Priairio

24,84

•,•8

B - fioverao Central
ik»i*al
Operacional
Prinrio

22,U
3,76

C - Governos Estadaais e Itanicipais
Noaital

¿,5«

Optracíonal

1,95

•,95

Priiárío

•,64

0 - Eapresas E s t a t a i s
ÍI,3«

Moaioal
Priiário

2,2i

1,35

•,86

•,38

2,55

-4.91

Operacional

-1,3»

-1,37

-2,41

-«,13

2,37

E - Aseseias Oescentraliadas
2,1^

ÍM

Operacional

-».i5

-•,14

-•,•2

•,•4

Priurio

-•,15

-•.14

-•.•2

• ,•4

1,41

ÉMinal

•,•4

F - Previdéacia Social
Notiftal

-«.4Í

-í,44

Operacional

-•,14

-•,26

•,25

•,41

•,•9

Priurio

-ÍM

-•,26

•,25

•,41

•,•9

1/ Aplicados

i o s sesaintes itefis, sujeitos i t m s de juros de curto p r u o : dividas M b i l i á r í a

r a l , estaéual e w n i c i n K

d e t n t a r e s e atrasados de estatais e n e v r e i t e i r a s e foroecedores.

Fonte: Brasil - Prograia Ecooótico, t a r t o de 1994.
tab-9

•,ll

fede-

35

T ^ l i I I - Ü K i s s i M t s k F i M c i M a t e éo Setar N k l i c a

F]«xos n CrS • Í 1
1988
Itct
Operacioaal

(teaiul

Total ( H 2 t 3 + W )

3 961 168

45 138 578

i . 6ovcrN Coitral

3 114 538

8 116*36

9M732

68 2*1 15*

4 566 388

-36 441 122

i . i - Diviéa Hobiliaría Federal 1/
i . 2 - No laico Ceatral
i . 2 . 1 • Depósitos éo Sw.

Feéenl

-2133144

-2*33*44

- 7 2 888

-12 241 227

1 . 2 . 2 - i e s t U a i o io laico C n t r a l
1 . 2 . 3 - Correcio Cabial ( a j i s t r )

^

-28 839 171

1 . 2 . 4 - T r a K f . ét l e s « l t . do ICS
r/o Tesovo Ü K Í O U I

6 672 321

-23 148 4*8

-143 316

1 . 4 - Nos laicos CoMrciais

6 672 32*

-1 8 M 7 I 3

1 . 3 - No lauco te Brasil

-312 37*

1.5 - Ñas tonis l i s t . Fiiaiceiras

613*1

285 661

-468 875

1.6 - FiBaaciainto Exttrio

-468 875
17 * 2 *

1 . ¿ . 1 - Sa«ies ei « M E

17121

1.6.2 - I m s s e s - Aaortizacóes

-485 893

-485 895

i4« 189

2. 6over»os E s t a s i s e Muicipais
2.1 - Div. Mob. E s t . e Nuicipal

12 *43 53*

9II93

5 3*8 4*6

-275 848

2.3 - Nos laicos CoMrciais

3 433 9*8

473 916

2.2 - No lasco éo Irasil

1 182 22*
2 236 591

-3*377

2.4 - Ñas é e u i s lost. F i m c e i n s
2.5 - F i i u c i a a n t o Exterio

- 1 1 7 595

3.1 - Aplic. L í q . n T í t . F d e r a i s

- 1 1 7 595

347 124

3. Eipresas Estatais

23 *71 7*2

362 227

3.3 - Nos laicos CoMfciais

-552 476

1 172 852

3.2 - No laico 0 Irasil

15 154 67*

-19 821

4 *59 934

-128 491

3.4 - fes  m i s l i s t . Fiiaiceiras

48S5 362

3.5 - J u t o a E i p r e i t . e FornecHores
3.6 - F i u K í a M i t o Exterao
3.7 - M c i t v e s

37 173

315 291

- 1 77» 514
693 797

-1 771 514

•18 348

i 947 *26

4. Atñcias Descntralizadas
4.1 - No laico áo Irasil

-15 441

-3 878

12 497

1 383 835

4.2 - Nos l a x o s CcKfciais
4.3 - Ñas d m i s Isst. F i u K e i r a s

1 **9 435

-15 415

567 *69
-39 716

5.1 - Aplic. L í q . a T í t . Federáis

376 665
431422

5.2 - ND I M » de Irasil

-18 643

-18 643

5.3 - Nos latees CoKrciaís

-34 864

-23 713

-251

-254

5. Previééocia Social

5.4 - Ibs d e n i s l i s t . Fiiaiceiras
1/iKlii

L T I - t y t c u i i a screi n i t ^ v a

2 89*

K e r t e ée caitas n t r e

e

T K W O Natiokal e o laico Ceitral.
2/ A j t s t r r r f t r n t r to res«ltaá) Iifiiáo ia carretio caakial das costas i o
Mssivo

t ativo n t e r w (io l a K o C u t r a l táe coesiieraát M cálcalo to

déficit SOIÍM] ^ l a artofclotia i e F I Q .
Foite: Irasil - F r o f r a n Ettsotico, n r t o 4t 1988.

t^l*

36
T ^ I a i l - H K C S I Í M H ét F i i M c i m t a te Sttor N b l i c o •

Mial

Disaiiiutio

Fisxos n Crt lilkSes
Xs/PIl

312121

6ewrw Cfatril

m

22.1

Operacional
113 869

I 45? 135

EKVH»

8.3

232 *96

1 « 3 81I

Oiviia M i l i a r i a

Zs/PIl

196 771

C v t v i o fe rectrsos

35 325

35 325

(ectfsos M laaco CcAtral

-99 493

-56 986

lesdtaáo éo l a K O Ceitral

-717 M5

-74 362

18 911

Pels

laKo Cotral

Pelo l a K o io Irasil

21846

-

Icaacrafáo áe Dispttikiliiaies

18 911

-

Tratsf. I K . I d rara Tesoaro Matinal

19 728

-

1 118

-355 778

lecvsos M lauco do Irasil

-23 224

-273 592

-11 3 N

-4 7é»
-82 186

-4 761
- 7 164

-4 658

b e a r 90S

-16

-268 832

E w r . Poate r/Diviia E x t e r u (ir-3»)

-3 363

lerasses l i c i t o
M r o s iecirtos no laato do Irasil
R K V S O S IOS l a K o s Coterciais

M

3 591

FiBaociaicato Extcrao

1 733

- 1 782

Dnais l i s t . Fiiuceiras ( l í v i d o )

- 1 782

258 647

6overios Estaduais e flunicipais

18,9

18 689

Sivida M i l i a r i a

115 793

No laKO do Irasil

^257

1 323

44 371

1 727

43 853

I 2W

518

1.4

11928

518
-4M

Ea»r. Poate f / O i V i ü E x t e r u (lf-31)
Encarfos
icfasses l i b i d o s
M r a s opcratóes lo haco do Irasil

31886

Hos laicos Coaerciais

29 324

1276

Mas D n a i s l i s t . Fiiaiceiras

38 236
37

5 125

FiHaciaaeato E x t e r u
Eapresas Estatais

415 713

37
3»,4

34 782

Aplicvóes Lífiidas ea Titalos Fetoais

-13 926

Mo laaco do Irasil

251 297

17 652

229 214

14 327

224 978

2.6

2 885

11191

E w r . Poate p/Divida Exteria (ff-31)
Exarsos
lepases l í f i i t e

4 236

4 236

21 183

0«tras omatóes w laaco do Irasil

3 325

Nos laatos Coaerciais

59 221

4 911

Mas Deiais last. Fiaaaceiras

81893

5 862

Eapreiteiras e ForMcedores

11893

3197

Debitares

31 453

4513

FiaaKíaaeato Exterio

-4 128

-4 128

Aieacias Desceatral izadas

21 641

1.6

56t

-553

l,«

i 215

l.l

997 459

73,1

169 115

12.4

74S77

5.5

Previdócia Social
Total
leéKSe p / t t i l i z K M do IPC ( t t i )

62 525

Divida M i l i a r i a Federal ( i « t e aa piklica)
Divida M i l i a r i a E s t a d a l e M i c i p a l

9 931

M n t a r e s de Eipresas Estatais

3 192

Divida de Estatais c a E a r . e Fonetedores

1146

l a d a da Carteira das Esttfais

-1813

h a d a da C ^ e i r a da Prevideacia Social
Total c m
fmit:

-313

«•!)

Irasil - P r o n a ECOMÍCO -

94 528
it

IWI.

6.9

37

Takeli

12A - EXKKÍO

FiiMctirafeTcsors ibtiaul
Fltxos A n w l i t o n Crt i j l

Itn

1981

1982

1983

1984

1985

4 618
1355

33 788
12 «46

Sli

m

i l 33¿
3 493
1 897
787
5 159

134 4¿4

¿41

(eceíta Fiscal (A)
Ivosto de I n d a
Iiposto scire Pr0d«t05 I i d o s t r i a l i z a ^
laposto sfihre OreratSes Fiiaaceiras
Outras i K e i t a s
Desyesas (1)
Transfermiu
Para as Aatoridades Hontárías
Para as Ewresas EslaUis h
Outras Oespesas
firsultado de Caixa ( H I
Z soére P H

283
838
2 261
i t¿6
239
827
1 195
1

».w

1/ Exclui Sistna áe Previdcacia S x i i l .
Foete: Brasil - Frogrut ECOIMIÍCO - varios BSMTOS.
tab-i2

557
1 7ii
4il8

¡m
¿12
1487
2 519

•
•.M

11329
5 7¿l
2¿I3
3 157

4 112
3151
14 579
33 7¿7
14 472
5 718
8 7¿4

5 5¿9
7

19 295
21

•,ll

».ll

52 914
19 178
7 182
55 2M
121219
49 324
7 455
4i8¿9
71885
13 255
t.?4

38

Tifceli I 2 . K - Emxio Fíiaxeir» 
o

T K O T O

Nxiflul
Fiscos AciissUá» ee Cri si]!^

Discriiiaxio

1986

1989

1 213

11 519

129 257

394

1213

8 282

112 593

i47

Iiposto de

1988

394

A - teceiti do Tesovo ibciooal
i - i K e i t a Fiscal

1987

3193

48 326

1471

25 811

Iwosto « A r t f r o d t t K M t s t r i a l izados

73

355
241

Ii^osto sflbre d r a c o e s FíMiceiras

23

M

284

1 8S8

CoRtrikai(óes w a o Fíisocíal

24

i¿

5H

12 832

i2S

478

2 931

23 767

-

-

2 237

16 664

B - Desfcsa (3-4)

5M

1 392

15 511

217 523

3 - lecarsos liberados

517

1444

16 792

231 832

-

4 581

26 416

Otttras i K e í t a s
2 - leceita o Or^aKsto áas Optr. Oficiáis de Crédito

Qrtaaeato d n O h t . (Hiciais de Crédito

-

Pessoal e Eicarjos Sociais

IM

393

3 442

51 158

Traflferencia a Estados e Hnicipios

91

236

1 658

21587

Eocarjos da Divida ( M i l i a r i a F e ^ a l

¿2

25

1 942

73 551

2M

G

- iiüi\iié6 ii

Ciix-.

(HI

Z sobre P »
Fonte: i r a s i l - P r o g r m Ecorátice - u i o

tit-12

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5912»

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52
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1281
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4 - Varia(áo da Coota de S v r Í K i t o s ao laaco do I r a s i l

m

-lié

Oiitras Despesas

Í N

14 319
1,11

39

T«kcli

13 -

Ekvim

FiiMctirei

áe

Scter N k l i c o ( e s t i u t i v a )

Z s/PIB
1986

1987

Discriiinxio

1983

1984

1985

i . Eovereo C n t r i l

2.»7

2,54

2,7»

1,61

1,45

Diviii Hokiliirii

«.82

1,14

1,67

«,81

«,47

Divida Extersa

1,34

1,52

i,2¿

1,13

Í.23

-

-

-

-

«,13

-•,12

-«,23

-«,33

-«,39

1.22
«,2¿

«,88

«.96

Divida Hobiliária

l.K
1,23

1,»3
«.2¿

«.22

Divida E x t e r u

I.a
«,57

«.22
«,53

«.19
«,44

«.24
«.16

Sisten F i i a x e i r o

•.2«
«,75

«.52

».«1
3,31

«,«2
3,17

«.«2
2,65

«.«4
2.23

1,98

1,56

1,23

«,98

«,78

«,¿6

«,31

«,35

Depósito do SFH
{ n d l K A t o s do Aviso i r - 3 1
2. Goverm Estadul e H U Í C Í M I

Aviso MF-31

«.M

3. Ewresas Estatais

3.51

Divida E x t t r u

2.14

Sistna F f U K c i r o

1,27

2.»7
1,13

Aviso IF-31

«.«9
¿,56

«.11
7,«8

Interno

2,89

3,28

«,21
i,9«
3,44

Extereo

3,¿9

3,8«

3,46

Total (l*2+3

Foote: Baftco
tab-13

Cmtral/DEPEC.

5,13

4,64

2,25

2.«3

2,88

2,61

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Tikeli 1 - «eussíMt k FiMKiaante io S t r Pélico
5
co
Conceito opertcioaal - ei r e r c n t i f n te PI8 (I)
S i l t e K^ios n Crt lilhSes
199* - Pretos Medios de 1991 (2)
1989 Potencial
Estiutiva
(2) Pré-Plaao
Atui
{Ii/17/91)
Ajaste
(3J

Discriiisatáo

i98¿

1987

1988

Total
1- Or(aKfito Geral da (kiio

3.¿#
1,3»

5,52

4,51

7,29

9,15

3,33

4,2»

7,82

2- 6overnos Estadoais e Htmicipais
3- Eipresas Estatais

1.94
1,35

3,11
i,5¿
1,85

1,33

l,5¿
2,53

1,31

(1,22)
(1,45)
(1,23)

-11,37
-9,47
-1,53

l,i2

«,6¿

-«,36

Fonte: H i n i s i é r í o ia E c o i n i a y i C y H T F S

i/ Valores do PIS ei Crf t i l : i?87 = i i 89? 911, 1988  91 9S2 491, 1989 M 3¿¿ 421 M l , 1991 = 25 321 562 N t ,
2/ A r v t i r de 1989, íRclusive, os encvios di dividí pvilict e o resoltado do laaco Ceitral a ser ajustados cot
base BO IPC do lés.
3/ Os valores diferei da projetio anterior et razio do iRdice (1^1) do paruetro para o PIB
torn].
tab-15

42

55

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