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        <dcterms:issued>1995</dcterms:issued>
        <dc:language>es</dc:language>
        <dc:creator>Corden, W. Max</dc:creator>
        <dc:contributor>Corden, W. Max</dc:contributor>
        <dcterms:title>Una zona de libre comercio en el Hemisferio Occidental: posibles implicancias para América Latina</dcterms:title>
        <dcterms:isPartOf>En: La liberalización del comercio en el Hemisferio Occidental - Washington, DC : BID/CEPAL, 1995 - p. 13-40</dcterms:isPartOf>
        <dcterms:available rdf:datatype="http://www.w3.org/2001/XMLSchema#dateTime">2014-01-02T14:51:16Z</dcterms:available>
        <bibo:handle>hdl:11362/26329</bibo:handle>
        <foaf:homepage rdf:resource="http://repositorio.cepal.org"/>
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(SION ECONOMICA PARA AMERICA LATINA

PROVISIONAL
CEPAL/MEX/PPCA9
31 p-n msr^o de Jï?8û

 V*

CANASTA FAMILIAR D ALIMENTOS PARA EL ISTMO CENTROAMERICANO.
E
DEFINICION Y METODOLOGÌA

900035818 - B I B L I O T E C A CEP A L

-

i (i ~

INDICE

Presentación
Def nición y metodología de ía Canasta Familiar
de Ai ímentos 1/

1

3

Def nición de ía Canasta Básica d© Alimentos para
Costa Rica
I !
IV.

\J

29

Def nición de la Canasta Básica de Alimentos para
Guatemala

k3

Def nición de la Canasta Básica de Alimentos para
Panamá

57

Incluye ía definición de la Canasta Básica de Alimentos para El Salvador.

- 1 „

PRESENTACION

Este documento fue preparado por el

Instituto de Nutrición de Centroamérica

y Panamá (INCAP), como parte de ios trabajos encomendados a esa

Institución

para el Proyecto Regional sobre el Grado de Satisfacción de las Necesidades
Básicas en el

Istmo Centroamerí cano.

El Capftulo I se presentó al Seminario

sobre el Programa de Trabajo del Estudio Regional sobre el tema, real izado
en la subsede de la Comisión Económica para América Latina, del
marzo de 1980»

17 al 19 de

- 3 -

I.

DEFINICION Y METODOLOGÍA D LA CANASTA
E
FAMILIAR DE AUMENTOS*^

En e l presente t r a b a j o s® propon© una metodología* simple
y p r á c t i c a para d e f i n i r l a Canasta F a m i l i a r de. A l i m e n t o s X ®
cual debe e s t a r basada en l a r e a l i d a d alimentaria pre va l e n t e
de un p a í s .

Actualmente,

Canasta F a m i l i a r de Alimentos

es

una expresión frecuentemente u t i l i z a d a por agencias gubernamen
tales

( M i n i s t e r i o de Economía, A g r i c u l t u r a y O f i c i n a s de E s t a -

dística),

ya que l a estimación d e l costo monetario de l a

nasta se usa.como l a base para e s t a b l e c e r l o s s a l a r i o s
mos de l o s d i f e r e n t e s grupos socioeconómicos.

Camíni-

Por c o n s i g u i e n -

t e , es necesario determinar l a s cantidades de l o s

diferentes

alimentos que deben conformar l a p a r t e e s e n c i a l de Xas d i e t a s »
para c u b r i r los requerimientos n u t r i c i o n a l e s de l a
Se e x p l i c a n

también aquí

las

Adecuadas

Dietas

las

diferencias

de C o s t o M í n i m o 

entre

la

diseñadas

población.
Canasta

en 1970

y

para

l o s p a í s e s de Centro América.

Para
presenta

facilitar
un e j e m p l o ,

l a comprensión
en e l

que se

de dicha m e t o d o l o g í a ,
trata

de d e f i n i r

la

Familiar de Alimentos de El Salvador con base .en e l
de que s e d i s p o n e
nal.

sobre encuestas

Como no s e c u e n t a

obtener

información

mentos,

sólo

alimentarias

con una m e t o d o l o g í a

actualizada

se presentan

sobre

algunas

los

Canasta

material

a oivei

nacio-

estandarizada

precios

alternativas

de

para

se

los

para
ali-

estimar

el

v a l o r monetario de l a Canasta F a m i l i a r  é Alimentos,

*7
~
1/

Preparado por Marina Flores y Vernon W. Bent, funcionarios de la División
de Nutrición Aplicada del INCAF.
Incluye la definición de la Canasta Sistca de Alimentos para El Salvador.

INTRODUCCION
La gravedad de los problemas a l i m e n t a r i o - n u t r i c i o n a l é s

en

ios países en desarrollo parees seguir una »curva ascendente de
bído a las condiciones y cambios s o c i a l e s »

económicos y demo-

g r á f i c o s juc se d e t e r i o r a n has »ra traduci rso en t r á g i c a s consecuencias para el individuo--y la familia»

Soft loa núcleos

de

población de menores recursos ios que sufren más el impacto de
estas situaciones y de aguí que es motivo de preocupación para
los gobiernos buscar urgentemente medidas pertinentes para dotar a las familias de Tos medios para que -tengan la capacidad
necesaria cte adquirir una alimentación adecuada y alcanzar una
mejor calidad de vida.
En el campo f i n a n c i e r o se tiene en ia actualidad como pri_
raer renglón buscar las p o s i b i l i d a d e s de que los estratos de ni
vel

más

pebre cuenten

por lo menos

con un ingreso mínimo

asegure a la f a i a i ) i a el consurao de una
De aquí que se debe

alimentación adecuada»

establecer en cada - país cuáles serían las

cantidades de Sos productos básicos
señalar

de esa alimentación o séh

l o que constituye la denominada Canasta Familiar

Alimentos,

que

para ser UTIJizado COMO un indicador social.

de
A di_

olía Canasta de Alimón tos se te puede estimar el valor moneta.
río a c t ú a q u e
del salario

podría servir de base

paro ol establecimiento

mínisao para los diferentes núcleos de población.

Cuando e l l o no es factible,

deoen considorárse

dentro de

la

- 5 -

p l a n i f i c a c i ó n n u t r i c i o n a i a n i v e l nacional l a s medidas de eroer
gencia con l a s c u a l e s se

puede proveer esos alimentos

básicos

en l a s cantidades determinadas para c u b r i r por l o menos l o s
querimientos p r o t e i c o e n e r g é t i c o s
lias.

de l a mayoría de l a s

Consumiendo una alimentación adecuada

re

fami-

se asegura

que

los individuos puedan mejorar y aumentar su capacidad de produ
c i r para p a r t i c i p a r
del

efectivamente en e l proceso de d e s a r r o l l o

país.
ANTECEDENTES
Después de r e a l i z a d a

una evaluación n u t r i c i o n a i

en cada



uno de l o s países del área de Centro América y Panamá, para co
nocer l o s patrones a l i m e n t a r i o s

y determinar e l estado

c i o n a i de l a población r u r a l y urbana

(1),

se contó con s u f i -

ciente información b á s i c a para ser u t i l i z a d a en l a
de l a s  D i e t a s Adecuadas de Costo Mínimo

nutri-

(2-6).

elaboración
Para e l

dise

ño de esas d i e t a s se contó con l a c o l a b o r a c i ó n del personal na
cional de cada p a í s .

Se a n a l i z a r o n

l o s r e s u l t a d o s de l a s

en-

cuestas a l i m e n t a r i a s obteniéndose c i f r a s g l o b a l e s en términos
de alimentos y n u t r i e n t e s ,

a s í como también de sus

niveles

energéticos para conocer l a s d e f i c i e n c i a s d i e t é t i c a s .

Luego,

se construyeron l a s d i e t a s adecuadas a j u s f á n d o l a s a l o s

dife-

rentes grupos de población tomando como guía e l consumo de a l i
mentos de a q u e l l a s f a m i l i a s que cubrieron

satisfactoriamente

l o s n i v e l e s recomendados en base a los requerimientos

nutricio

- 6 -

yhal.es (7) .

El p r o p ó s i t o de dichas d i e t a s era e l de tener

pa-

drones d i e t é t i c o s para e l a b o r a r menfis adecuados para l a aiimen
ítación de l a s c o l e c t i v i d a d e s ,

de acuerdo a l a s d i f e r e n t e s eda-

des y condiciones e s p e c i a l e s de l a p o b l a c i ó n r

siguiendo l a s ca

r a c t e r í s t l e a s de l o s . h á b i t o s a l i m e n t a r i o s de cada
Correspondiente al
t a s se indicó que

período

país.

cuando se. diseñaron esas

e l costo era mínimo porque l a s

die-

alternativas

que se presentaron eran de a q u e l l o s alimentos que se mantenían
un p r e c i o relativamente b a i o para todas l a s i n s t i t u c i o n e s
dicadas a l a alimentación de grupos.
p l i c a b a que necesariamente
lia,

de

Sin embargo, e s t o no im-

podría ser c u b i e r t a por toda f a m i -

aunque bien se podrían usar como r e f e r e n c i a para determi-

n a r qué p o r c e n t a j e de l a p o b l a c i ó n ,
¡ponsumir esas d i e t a s .

según sus i n g r e s o s ,

podría

Como dichas d i e t a s cubren l a s recomenda

liciones n u t r i c i o n a l e s adecuadamente r e s u l t a n ser realmente met a s  que deberían de p e r s e g u i r s e en l o s programas educativos y
nutricionales.

Esas d i e t a s han s i d o u t i l i z a d a s

p o r l o s m i n i s t e r i o s de los d i f e r e n t e s p a í s e s ,
4os de a g r i c u l t u r a ,

ampliamente

especialmente

como r e f e r e n c i a en l a e l a b o r a c i ó n de

p o l í t i c a s agropecuarias como parte de l o s . p l a n e s de
En l a s p u b l i c a c i o n e s donde se dieron a

las

desarrollo.

conocer esas

die-

r a s se presentaron todas l a s p o s i b l e s a l t e r n a t i v a s para l o s d i
gerentes alimentos en base a los productos que aparecieron
•las encuestas a l i m e n t a r i a s .

Para algunos rubros se

en

considera-

- 7 -

ron los alimentos individualmente y para otros se agruparon en
base a su contenido

nutritivo en tal forma que fuera fácil la

selección de cada alimento que entraba en el patrón de la dieta»
na

Sin embargo, se agregaron también productos como Incapari^
para asegurar una mayor concentración de nutrientes en las

dietas, para cubrir ampliamente los requerimientos y recomenda
ciones nutrícionales.

Para el contenido de calorías y nutríen

tes de los alimentos se aplicaron los valores de las tablas de
composición de alimentos para América Latina y para Centro Amé
rica (8,9).
En la actualidad los precios de los alimentos han ido aumentando

apreciablemente y se ha observado que aún para

instituciones,

las

aunque sean seleccionados los alimentos de me-

nor costo, el precio de las dietas se ha elevado grandemente y
los presupuestos son insuficientes.
difícil

cuando se trata a nivel

con escasos recursos.

Esta situación es aún más

de las familias que

cuentan

Por tal razón estas dietas denominadas

Adecuadas de Costo Mínimo,

diseñadas para instituciones

y

que eran metas para guiar los programas, resultan ahora muy
teóricas.

Con los precios actuales un alto porcentaje de fami

lias con salarios mínimos no pueden comprarlas, por lo que

es

difícil utilizarlas como un modelo para la Canasta Familiar.
Frente a esta situación se ha considerado

esencial buscar una

metodología apropiada para definir cuál sería la Canasta Fami.

- 8 -

l i a r  para cada p a í s sobre una bese más r e a l ,

y manteniendo

los patrones alimentarios de l a población en r e f e r e n c i a .
DEFINICION

La Canasta Familiar de Alimentos s e  d e f i n i r á como e l
conjunto de productos básicos que conforman la d i e t a usual

de

una población, en cantidades s u f i c i e n t e s para c u b r i r adecuadamente, por l o menos l a s necesidades energéticas de todo i n d i v i
dúo.

Tiene que considerarse en esta d e f i n i c i ó n los

s o c i o e u l t u r a l s s que rigen todo patrón alimentario,

factores
a s í como

los aspectos de producción y d i s p o n i b i l i d a d  d e esos alimentos.
En este diseño es necesario temar en cuenta la r e a l i d a d en
que respecta a los hábitos d i e t é t i c o s y en la
ción de la o f e r t a con la demanda.

lo

compatibiliza-

Los n i v e l e s de consumo

va-

rían entre los d i f e r e n t e s e s t r a t o s socioeconómicos pero se man
tienen los patrones d i e t é t i c o s que c a r a c t e r i z a n la dieta de ca
da p a í s .

METODOLOGIA PROPUESTA
Para e s t a b l e c e r l a Canasta Familiar de Alimentos, en . un
p a í s dado, se propone tomar como
d i s p o n i b l e s cié encuestas
rentes á r e a s
la población.

base siempre los

resultados

alimentarios roa3 i 2ad?.s en l a s d i f e -

de un p a í s buscando l a estructura de l a dieta de
Se d e f i n e como la

estructura de la d i e t a ,

proporciones r e l a t i v a s en que ios alimentos entran a formar

.Las

- 9

de e s a - d i e t a .

-

P a r a . e l l o en primer lugar se obtiene

el

consumo promedio de todos l o s alimentos que aparecen en

las

d i e t a s de l a s poblaciones del área r u r a l y área urbana.

Luego

s® c a l c u l a e l contenido de c a l o r í a s de eso© alimentos según
l a s cantidades y se agregan todas l a s c i f r a s de c a l o r í a s
tener un t o t a l de consumo.
el

para

Ese t o t a l de c a l o r í a s se toma como

100% y luego se c a l c u l a e l p o r c e n t a j e de c a l o r í a s que p r o -

viene de cada alimento o grupo de alimentos, y esos porcentaj e s son l o s que constituyen l a e s t r u c t u r a de l a d i e t a . -

Expre-

sándolo en o t r a forma, para conocer l a e s t r u c t u r a de l a

dieta

solamente se toma como numerador l a s c a l o r í a s
da a l i m e n t o y p o r
forman l a s

denominador

dietas,

multiplicando

ejenqplo s e p r e s e n t a
1.

la

la

siguiente

C a n t i d a d de f r i j o l

entre


2.

84100344

ingesta

multiplica
rías

por

total

de c a l o r í a s

producto por

fórmula

100.

utilizando

84 gramos)

que

Coreo

frijol.

multiplicada

en 100 gramos de f r i j o l

(344),

100.

total
100.

289

=

C a n t i d a d de c a l o r í a s
entre

el

consumida

p o r r»Omero de c a l o r í a s
dividida

ingesta

a p o r t a d a s por ca

provenientes
de c a l o r í a s
Ese s e r é

aportado por dicho
289 x 100
2900

calorías
frijol

(ejemplo

él

alimento.
10%

del

dividida

2,900)

p o r c e n t a j e de

se
cale-

-

10

-

En e l caso de que no se tengan  datos s u f i c i e n t e s de
cuestas a l i m e n t a r i a s para r e p r e s e n t a r todo e l p a í s / se

en-

puede

adoptar la información que proveen l a s h o j a s de balance de* a l i
mentos a n i v e l nacional.:

En l a s h o j a s de ¿»alance de alimentos

se t i e n e para cada alimento l a producción,

importación y expor

tación y e l d e s t i n o que se l e da a cada, alimento hasta
l a cantidad destinada, a consumo humano.
pueden u t i l i z a r

quedar

Por consiguiente»

se

l a s cantidades de alimento destinadas a consu-

mo humano que constituyen e l patrón a l i m e n t a r i o de

la

pobla-

ción y a esas c i f r a s se l e s c a l c u l a e l contenido de c a l o r í a s .
Luego se suman todas l a s c a l o r í a s para obtener un t o t a l y

se

c a l c u l a n l o s p o r c e n t a j e s de c a l o r í a s aportadas por cada alimen
to.

Para e l l o

se d i v i d e n

las

calorías

d e cada a l i m e n t o o

po de alimentos entre e l t o t a l de c a l o r í a s del patrón

gru-

dietéti-

co, y multiplicando el producto por 100 se obtienen los porcen
t a j e s de c a l o r í a s

provenientes

l a e s t r u c t u r a de l a

de c a d a r u b r o y a s í

se

define

dieta.

En e l caso de u t i l i z a r

l a información de l a s h o j a s de b a -

lance se t i e n e que reconocer que proveen datos muy g l o b a l e s

y

l a c o n f i a b i l i d a d de l a s c i f r a s e s t a d í s t i c a s es a veces muy l i mitada para c i e r t o s productos.

Sin embargo, como se u t i l i z a n

s ó l o l a s porciones r e l a t i v a s en que cada alimento entra a f o r mar p a r t e del patrón a l i m e n t a r i o ,

l o s e r r o r e s en l a s c i f r a s es_

timadas no van a v a r i a r grandemente l o s p o r c e n t a j e s .

- 11 -

A continuación se establecen
cos

energéti-

estimados para esas poblaciones y para f i n e s p r á c t i c o s

utilisa

se

l a c i f r a correspondiente a l o s requerimientos d e l hom-

bre adulto de r e f e r e n c i a ,
sumo.

l o s requerimientos

considerándolo cómo l a unidad de con

Los p o r c e n t a j e s de c a l o r í a s que

de l a d i e t a se a j u s t a n a e s t a nueva c i f r a

definen la

estructura

de c a l o r í a s

corres-

pondiente a l o s requerimientos para e l hombre a d u l t o -

Es

de-

c i r que se obtienen l o s p o r c e n t a j e s en que debe d i v i d i r s e

el

requerimiento c a l ó r i c o siguiendo l a e s t r u c t u r a de l a d i e t a
real,

calculando qué cantidad de c a l o r í a s debería de

cada grupo de alimentos para c u b r i r
otras palabras,

aportar

l o s requerimientos.

cuántas c a l o r í a s debería de aportar cada

En
ali-

mento o grupo de alimentos en base a esos p o r c e n t a j e s encontra
dos en l a e s t r u c t u r a de l a d i e t a para alcanzar l o s
tos c a l ó r i c o s d e l hombre de r e f e r e n c i a .

reauerimien

Al contar con l a s can

tidades do c a l o r í a s que deben de a p o r t a r esos alimentos,

se ob

tendrá luego mediante l a s t a b l a s de composición de alimentos,
qué cantidad de esos alimentos se necesitan para obtener
f r a t o t a l de c a l o r í a s esperada,

y así

se e s t a b l e c e

la

la ci_

cantidad

de cada alimento que se propone para d e f i n i r l a Canasta Famil i a r de Alimentos.

Como en algunos

casos se puede t r a b a j a r s ó l o con e l

mento b á s i c o y en o t r o s con grupos do alimentos,

para

ali-

simplif1

car l o s c á l c u l o s se puede s e l e c c i o n a r p a r a : l o s grupos de

li~:

- l a -

mentos aquel producto que con mayor f r e c u e n c i a y en mayor p o r c e n t a j e aparece
reales,
arroz,

en l a s d i f e r e n t e s d i e t a s .

por ejemplo,

s i e l p a í s es básicamente

se tomará a r r o z

se tomará

los dos c e r e a l e s b á s i c o s .

En e l

siendo l a carne de r e s l a de mayor consumo en

todos e s t o s p a í s e s ,
d i e n t e a carne

se buscará e l contenido c a l ó r i c o

correspon

de r e s cuyos c o r t e s sean l o s de menor p r e c i o .

En e l caso de verduras o f r u t a s ,
variedad,

consumidor de

o s i es consumidor de maíz

maíz, o so pueden c o n s i d e r a r
caso de c a r n e s ,

Para e l caso de c e -

donde puede e x i s t i r una gran

se pueden tomar dos o más v e r d u r a s o f r u t a s que con

mayor f r e c u e n c i a aparecen en l a s

d i e t a s o un promedio de

di-

chos a l i m e n t o s .
Para.facilitar

l a comprensión de e s t a

metodología se pre

senta e l ensayo correspondiente a l a d e f i n i c i ó n de l a
F a m i l i a r de Alimentos para El S a l v a d o r  .
caso se tomaron

l o s r e s u l t a d o s de

r e a l i z a d a s en e l

no ha v a r i a d o

Para i l u s t r a r

l a s encuestas

área r u r a l y urbana en 1965.

ron a c e p t a b l e s e s o s e s t u d i o s ya

comparando y modificando
urbana par.i

Se c o n s i d e r a -

según l a s

a l i m e n t a r i a s r e a l i z a d a s en l o s últimos años.

este

alimentarias

que Ja e s t r u c t u r a de l a

grandemente en l o s p a í s e s

nes p r á c t i c o s se e s t a b l e c e

Canasta

dieta

encuestas

Además, para

una s o l a e s t r u c t u r a ríe l a

fi-

dieta,

ton p o r c e n t a j e s do lar, d i c t a s r u r a l y

tener un s o l o conjunto do c i f r a s pora

F a m i l i a r de Alimentos a n i v e l

nacional.

}r Canasta

- 13 -

Para d e f i n i r . l a

Canasta Familiar

S a l v a d o r  , en p r i m e r

lugm

se tomaron

d @ Alimentos para

los r e s u l t a d o s

dletSti-

i

com ü@ l a e n c u e s t a n u t r i c i o n a l
cié al

realizada

consumo proasedio d e a l i m e n t o s d e l

urbana?

tales

resultados

nuación se determinó e l

se presentan

pyoiaedio de consumo y s e c a l c u l a r o n
r í a s aportados

•

e n 1965. • S é
rfeé. r u r a l

en l a T a b l a

c o n t e n i d o de c a l o r í a s

estable

y del

1.

área

A conti-

de e s a s

cifras

l o s p o r c e n t a j e s de

calo-

p o r cada uno d e l o s p r o d u c t o s que e n t r a r o n

forsaar p a r t e d e l a s d i e t a s .

Estos

1 T a b l a

cantidades

2, no i n d i c a n d o l a s

los porcentajes correspondientes.

resultados



El

a

se preserttan

de c a l o r í a s

en

sino

P a r a a d o p t a r un s o l o

jue-

g o de c i f r a s

se a n a l i z a r o n comparativamente e s o s p o r c e n t a j e s y

se adoptaron

los porcentajes

de c a l o r í a s

que s e

a d e c u a d o s p a r a ambas - á r e a s p e r o s i n d i f e r i r
i n d i c a d o s en l a

tabla

ner la e s t r u c t u r a
tanto l a s

anterior.

de l a d i e t a

porciones

En e s a

a nivel

en que e n t r a r o n

consideraron

grandemente de

los

forma s e puede mante-

nacional

modificando

l o s productos

un

en ambas d i ©

•tas.
En l a

Tabla

3 se presenta

ce»taj@s propuestos
cional?
tar
brir

que d e f i n e n

y en l a s o t r a s

los alimentos

en l a p r i m e r a
la estructura

columnas l a s

calorías

en b a s e a e s o s p o r c e n t a j e s

los requerimientos correspondientes

las.cantidades

de-alimentos

columna

al

d© l a

los

por-*

dieta

na-

que d e b e n de apo?
para

llegar

a

hombre a d u l t o »

necesarias para obtener

esas

curaás

- ci~

-

tras calóricas.

ík

-

Si se comparas l o s p o r c e n t a j e s

decontribución

de c a l o r í a s de l o s alimentos consumidos en e l área r u r a l y u r bana con l o s p o r c e n t a j e s propuestos para l a Canasta de Alimen
tos,

se notará q u e - s ó l o en f r í j o l y g r a s a s se incrementaren

esos p o r c e n t a j e s en b e n e f i c i o de l a c a l i d a d de l a d i e t a y
mejor, d i s t r i b u c i ó n c a l ó r i c a .
as

Dicha d i s t r i b u c i ó n

una

corresponde

.
% de c a l o r í a s de ingesta de p r o t e í n a s

•

12

% de c a l o r í a s de ingesta de g r a s a s

26

% de c a l o r í a s de ingesta de c a r b o h i d r a t o s 63
En l a Tabla 4 se anotaron l o s n i v e l e s alcanzados en c a l o r í a s y n u t r i e n t e s por l a s cantidades de alimentos que l e
ron asignadas a l a

Canasta F a m i l i a r  ,

fue-

que como ya se d i j o c o -

rresponden a l a s necesidades c a l ó r i c a s d e l hombre adulto»
Además, se dan l o s p o r c e n t a j e s

deadecuación que esos n i v e l e s

de i n g e s t a alcanzan a l a p l i c a r

l o s requerimientos

les

d e l hombre a d u l t o ó u n i d a d c o n s u m i d o r a .

v a r s e en e l

c a s o de c a l o r í a s ,

na l a

Canasta

tos.

Para

bargo,
les

Familiar

algunas

proteína,

nutriciona-

Como puede

calcio,

hierro

c u b r e adecuadamente l o s

obsery

requerimien- •

v i t a m i n a s no s e c u b r e n e s o s n i v e l e s ;

solamente para

v i t a m i n a A pueden c o n s i d e r a r s e

como muy d e f i c i e n t e s ,

ya q u e p a r a

cansan e l

76 y 84% d e a d e c u a c i ó n ,

población

t i e n e menor p r o b a b i l i d a d

riboflavina

tiami

s i n ero

los

nive-

y niacina

que s i n s e r a c e p t a b l e s ,
de s u f r i r d e f i c i e n c i a s .

al
la


Así también en el caso de vitamina C que alcanza un 9WÓ8 el nivel
de ingesta es muy variable dependiendo del tipo de fruta que se
consume.

Frente a esta situación de deficiencia de vitamina A

ya se han buscado soluciones factibles que mejoren y eleven esas
ingestas en toda la población s medíante leyes de f o r t i f i c a c i ó n
o enriquecimiento de alimentos comunes, como en el caso de
Guatemala y Costa Rica donde se f o r t i f i c a el azúcar.
Finalmente» para una mayor información en la Tabla 5 se
indican las necesidades energéticas de la población según edad
y sexo con sus correspondientes fracciones de unidad en base a
las necesidades energéticas del hombre que constituye la unidad
consumidora.

En la Tabla 6 se presentan las cantidades que corres-

ponderían teóricamente a l adulto y a los otros miembros de las
familias según edad y sexo si los alimentos fueran distribuidos
en base a las necesidades calóricas»

Lógico es suponer que

esto no sucede en el núcleo familiar ya que la madre sabe
dedicar unos alimentos a los niños y ocros a los adultos s como
en el caso de la leche que se le da a los niños en mayor proporción, o la carne donde la mayor porción se da a los adultos.
Al presentar estas c i f r a s resultantes se hace f á c i l estimar las
cantidades de alimentos necesarias para una familia según su
composición, en base a lo que se ha definido como la Canasta
Familiar de Al luientes para El Salvador,

- 16

VALOR MONETARIO OS LA CANASTA FAMILIAR DE ALIMENTOS
Respecto a la información sobre precios de alimentos se
reconoce que debe de recolectarse en forma periódica y sistemá
tica para poder actualizar el costo de la dieta en cada período que se detecten cambios económicos y sociales»

Sin embargo-

para ello es necesario contar también con una metodología apro
piada con la que se puedan obtener en forma práctica datos rea
les que describanlas condiciones que afectan los sistemas

de

mercadeo y comercialización de los producto© alimenticios.

En

países industrializados como el caso de Estados Unidos-,

desde

1965-66 él Departamento de Agricultura se interesó en formular
planes cié alimentación a bajo costo para diferentes grupos, pa
ra lo cual se h i c i e r o n encuestas de hogares que i n c l u í a n
rubros de consumo y costo de alimentos.

los

Estos planes de ali-

mentación han sido actualizados en los años 1968 y 1975 (10) y
para e l l o se ha requerido de un marco muestra1 para l l e v a r
cabo l a s i n v e s t i g a c i o n e s en forma

a

longitudinal.

En los p a í s e s de Centro América se cuenta con instituciones nacionales

(11} que publican periódicamente l o s precios de

l o s productos básicos dados a l productor y otras veces
los precios dados al consumidor

proveen

como una forma de evaluar

la

e f e c t i v i d a d de . l a l e g i s l a c i ó n respecto a la estabilización de
precios.

En áreas urbanas se le presentan

al consumidor va-

rias alternativas para adquirir sus alimentos a precios más có

- 17 -

Modosg

ya @®a q«@ se compren a l por mayor f

a s í como taasbiéa.

l a ® p o s i b i l i d a d e s d® s e l e c c i o n a r a q u e l l o s a e r e a d o s ,

supermercados qué o f r e c e n l a s mejore® o f e r t a s .

tiendas p

Por e l

contra-

r i o , en l a s á r e a s r u r a l e s l o s únicos p r e s t o s de venta ©stist-en-*
t é s f i j a r , sus p r e c i o s a n i v e l de meaoreo.
ral

sólo tiene

la- a l t e r n a t i v a

El consumidor

ru-

de o b t e n e r • a l g u n o ®  p r o d u c t o s

a.

p r e c i o más- cóatod© en mercados . l o c a l e s o . depender s ó l o de esos
pequeños comercios

pagando p r e c i o s que-

duplican o t r i p l i c a n

l o s p r e c i o s o f i c i a l e s que se han e s t a b l e c i d o a l consumidor.
D e n t r o de un s i s t e m a
b i i i d a d d e fomentar

la

déestabilizar
Asá.- fcarabién l o s

económico puede c o n t e m p l a r s e -la p o s i ,

o r g a n i z a c i ó n de c o o p e r a t i v a s
y disminuir

institutos

. los precios

reguladores

dé

como una

alimentos.

nacionales

buscan

la

forasa d© l o g r a r que e l consumidor pueda a d q u i r i r sus alimentos
a ®en©r p r e c i o .

Laa e x p e r i e n c i a s p o s i t i v a s

presentan e s t a s i n s t i t u c i o n e s
preocupación para
ternativas

y. n e g a t i v a s

que

d e j a n • t o d a v í a un gran margen de

los planificadores,

pueden s e r p o s i t i v a s

ya que l a s

o pueden f r a c a s a r »

d© l a c o b e r t u r a q u e puedan t e n e r en

términos

diversas

al-

dependiendo

de p o b l a c i ó n

producción.

y

¡

En a l g u n o s • p a í s e s d e l  á r e a
i n f o r m a c i ó n mensual

d e l Caribe

de l o s p r e c i o s

s e cuenta con una

de a l i m e ñ t o *

(12),

no

séío;

l o s b á s i c o s s i n o todos l o s Que e n t r a n a foratar p a r t e de 1.a. d i e

ta n a c i o n a l , proporcionada por e l Caribbean Food and N u t r i t i o n

- 18 -

Institute

(CFNI).

La

metodología

efectuar periódicamente
seleccionados
Sin embargo,
res

encuestas

algunos

con

como l a

mación q u e puedan d a r

comprobar
los

establecidos

la
si

por e l l o s

es

e n a l g u n o s mercados

criterios

información

se h a c e . n e c e s a r i o

seguida

consumidores.

urbanos

los

expended©

c o i n c i d e con l a
En l o s

infor-

p a í s e s de

t r o A m é r i c a y Panamá l o s m a y o r e s n ú c l e o s de p o b l a c i ó n de
sos recursos
precios

s e e n c u e n t r a n en e l

de l o s p r o d u c t o s

d e n t r o d e l mismo p a í s ,
ocupacional
los

cuales

te del
cola

s i n o por

varían

he s ó l o
los

área

por e l

sistemas

de l a s e s t a c i o n e s

del

esca-

área

agrícolas

que

región
tipo

predominan,

dependen

año o de l a

los

grandemen

tecnología

agrí-

aplicada.

mentos
cional

se r e q u i e r a

factible

d® m e r c a d o s c e n t r a l e s
En e s t e

simple

instructivo

la

Canasta F a m i l i a r

fínicamente un p r e c i o

y e s t o puede s e r

región.

las

Cen-

t i p o de p o b l a c i ó n o

para producción y d i s p o n i b i l i d a d

rigor

En e s t a

g r a n d e m e n t e de r e g i ó n a

Se p u e d e c o n s i d e r a r q u e p a r a

vel

rural.

de

previamente.

proporcionan
ésta

la

caso el
puede

de

Ali-

aproximado a n i v e l

recogiendo

de d e p a r t a m e n t o s

na

información a

ni-

seleccionados o

por

d i s e ñ o de un f o r m u l a r i o p a t r ó n con un
ser

autoridades municipales

funcional,

ya s e a que s e

o parroquiales

para obtener

envíe
la

a

in-

formación sistemática

o m e d i a n t e una p e r s o n a e n c a r g a d a

de

ger dichos

estudiarlos

planifi

cadores.

datos para

y presentarlos

a los

reco

- 19 -

• Los bancos n a c i o n a l e s
e s p e c i a l e s con e l

que también r e a l i z a n

investigación

f i n de aieair e l costo de v i d a ,

ú@ l a d e f i n i c i ó n c l a r a de l a

Canasta

p a r a e s t i m a r su c o s t o m o n e t a r i o .

necesitan

F a m i l i a r de Alimentos

Estas instituciones

interesa

das en medir o t r o s í n d i c e s de costo tienen que considerar cómo
i o s Incrementos de p r e c i o de o t r o s b i e n e s van a i n f l u i r
í n d i c e de

en e l

alimentación.

ün enfoque e s p e c i a l

que se puede considerar en .esta área

de acción es e l que proponen algunos p a í s e s desarrollados,

de

diseñar d i f e r e n t e s planes de alimentación para d i f e r e n t e s nive
l e s de i n g r e s o .

P a r a a l c a n z a r e s t e o b j e t i v o se p r e s e n t a n

die-

tas para i n g r e s o s de n i v e l b a j o , medio y a l t o cubriendo en t o do caso l o s requerimientos n u t r i c i o n a l e s . de l a p o b l a c i ó n .
to permite a l p ú b l i c o l a s e l e c c i ó n
puede s e g u i r

según e l

presupuesto

En e s t e caso se proponen
v o s ya que con a l t o s
den s o b r e p a s a r
les.

Respecto a l a

r a que e l

nivel

de un t i p o de d i e t a que se
disponible

ingresos

l a s cantidades

n i v e l e s adecuados

alimentación.

de A l i m e n t o s 

un b i e n e s t a r

aún a q u e l l o s

r e c o n o c i e n d o que pueden h a b e r

de a l i m e n t o s

con r e s u l t a d o s

Canasta Familiar

que c u b r a

para

dichos planes más con f i n e s e d u c a t i -

enfoque debe p e r s e g u i r

más g e n e r a l ,
nales/

los

Es-

pue-

perjudicia
se

social

conside

de atañera

g r u p o s de p o b l a c i ó n
s e c t o r e s que p o r

margi-

tener

un

de i n g r e s o más a l t o pueden g o z a r d e d i e t a s q u e c u b r a n aro

pliamente

las

recomendaciones

nutricionales«

Para e s t e

propó-

- 20 -

sito es más aceptable temar las Dietas -Adecuadas de Costo Mínimo como referencia para la.selección de ios alimentos y
composición de las dietas-

la

- 21 -

Tabla 1
CONSUMO DS ALIMENTOS POR PERSONA POR DIA
EN EL SALVADOR 4

Area Rural
(gramos)

A l i m e n t o s
Productos lácteos?
crema
leche
leche
queso
queso

Area Urbana
. (gramos)

**
6
54
2
1
17

7
112
10
2
3

Huevos

10

31

Carnes

37

77

Frijoles

59

52

Vegetales

53

90

Frutas .

17

71

Bananos y plátanos

16

49

Raíces y tubérculos

13

12

Arros

27

55

352

166

41

38

f r e s c a , de vaca
en polvo
duro
fresco

Maíz
Azúcares
Grasas

Fuentes

. 15-

:

37

Evaluación Nutricional de l a Población de
C e n t r o A m é r i c a y Panamá.
El S a l v a d o r .
Ins
t i t u t o de N u t r i c i ó n de C e n t r o A m é r i c a y P a namá (INCAP), . O f i c i n a de I n v e s t i g a c i o n e s •
I n t e r n a c i o n a l e s de l o s I n s t i t u t o s N a c i o n a l e s de S a l u d (EEUU).
M i n i s t e r i o de S a l u d
Pdblica y Asistencia Social.
Guatemala,
I n s t i t u t o de N u t r i c i ó n de C e n t r o América y
Panamá, 1969, 142 p . más a p é n d i c e s A - E .

F l o r e s , M.

Datos no publicados.

- 22 Tabla 2

CONTRIBUCION PGRCENTÜÁL DE LOS GRUPOS DE ALIMENTOS
AL CONTENIDO CALORICO DE LAS DIETAS PROMEDIO
EL SALVADOR

A l i m e n t o s
Productos

lácteos

*

Area

Rural

Area

Urbana

5.6

.7.9

Huevos

0,7

2.1

Carnes

3.3

6.0

Frijoles

. 9 . 7

8.4

Vegetales

0.9

2.4

Frutas

0.6

2.0

Bananos y p l á t a n o s

1.0

2.7

Raíces y tubérculos

0.7

0.6

Cereales

€1.8

44.1

Azúcares

7.4

- . 6 . 9

Grasas

6.9

15.4

* Fuente:

E v a l u a c i ó n N u t r i c i o n a l de l a P o b l a c i ó n de C e n t r o A m é r i c a y Panamá.
El Salvador.
Instituto
d e N u t r i c i ó n de C e n t r o A m e r i c a y Panamá ( I N C A P ) .
O f i c i n a de I n v e s t i g a c i o n e s I n t e r n a c i o n a l e s d e
l o s I n s t i t u t o s N a c i o n a l e s d e S a l u d (EEUU) .
Min i s t e r i o de S a l u d P ú b l i c a y A s i s t e n c i a S o c i a l .
G u a t e m a l a , I n s t i t u t o de N u t r i c i ó n de C e n t r o
A m é r i c a y Panamá, 1969, 142 p . más a p é n d i c e s
A-E.

- 23 -

Tabla 3

OEPINICIOU DB LA «

STA F A M I L I A » m

. SEGÜH ESTRUCTURA DE

l i m e n

Estructura
de la d i e t a

t o s

Leche en polvo íntegra *

ALIMENTOS

C a l o r í a s nc
cesarxas.pa.
ra alcanzar
requerimientos c a l 6 r i cos (horrare
adulto)

Granas
ra

hombre

adulto

?

203

42

7

203

83

10

290

84

1

29

56

1

29

51

1479

410

Arrog

4

116

32

Azfccar

/

203

53

11
1c

348

39

100

2900

Carnes(de
Frijol

res)

(rojo o

Vegetales

blanco

Aceite
Total

*

huevos

negro)

frescos

Frutas
Maíz

o

.

de

alimentos
por día pa-

!

43

Para expresar l o s productos l á c t e o s en términos de leche en
polvo íntegra se tosió un c o e f i c i e n t e en base a proteína.

- Ik Tabla 4

CONTENIDO NUTRITIVO DE LA CANASTA FAMILIAR DE ALIMENTOS
PROPUESTA PARA EL SALVADOR

C a l o r í a s y nutrientes

Valor
Nutritivo

% de
Adecuación

2900

100

g

87.9

146

Calcio

mg

546

121

Hierro

mg

20.4

227

Tiamina

rog

2.32

193

Riboflavina

rog

1.34

84

Niacina

mg

14.57

76

Vitamina C

mg

27

• 90

Setinol

pg

113

15

Calorías
Proteína

(vitamina A)

- 25 -

Tabla 5
UNIDADES CONSUMIDORAS SEGUN REQUERIMIENTOS DE CALORIAS

Requerimien-

Sexo y edades

tos de Calorías

Unidad
Consumidora

2900

1.00

Niños de 1 año

1150

0.40

Niños de 2 años

1350

0.47

Niños de 3 años

1550

0» 5w

Niños de 4-6 años

1750-

0.60

Niños de 7-9 años

2050

0.71

Hombre a d u l t o
Ambos sexos

Varones
10 -

12

años

2500

0 -86

13 -

15

años

,2850

0.98

16 -

18

años

3100

1.07

10 -

12

años

2250

0.78

13 -

15

años

2450

0.84

16 -

18

años

2300

0.79

Adulta

2050

0.71

Embarazada mayor de 18 años
2o» y 3er. t r i m e s t r e

2400

0.33

Lactante mayor de 18 años

2600

0,90

Mujeres

- 27 -

Tabla §
DISTRIBUCION TEORICA DE ALIMENTOS EN BASE A UNIDAD CONSUMIDORA
- Cantidades expresadas en grados -

Canasta
Familiar de
A-limen tos

Adulto
* M •

1

2

Niños
3

tt-6

7-9

0.60

0.71

0.86

Erabara
zada

Lactante

16-18. 10-12

Mujeres
13-15
16-18

0.9$

1.07

0.78

0.84

0.79

0.71

0.83

0.90

45

33

35

33

30

35

38

Varones
13-15
10-12

Adulta

0.40

0.47

42

17

20

22 .

25

30

36

. 41 !

Carne de ras

83

33

39

uu

50

59

71

81

• 89

65

70

66

59

69

75

Frijol rojo

84

34

39

45

50

60

72

82

90

66

71

66

60

70

78

Vegetales

56

22

26

30

34

40

48

55

60

44

47

44

40

46

50

Fratás

43

17

20

23

26

31

37

42

U6

34

36

34

31

36

33

410

164

193

217

246

291

353

402

439

320

344

324

291

340

369

Arroz

32

13

15

17

19

23

28

 31

34

25

27

25

23

27

Azúcar

53

21 „

25

28

32

38

46

52

 5-7

41

45

42

38

44

48

Aceite

39

16

18

21

23

28

34

38

42

30

33

31

28

32

35 •

Leche en polvo
íntegra

Maíz blanco

** 1.00

•

 Edades
«
» Unidades consumidoras



i
t
i

i
i

0.53

- 29 1/
DEFINICION DE LA CANASTA BASICA D ALIMENTOSE
PARA COSTA RICA

Durante las diferentes sesiones de trabajo que se llevaron a cabo con
los representantes de

entidades nacionales di; Costa Rica,

metodolofiía que podría aplicarse
alimentos.

Al explicar

se presentó la

para el diseño de la canasta básica

los c r i t e r i o s seguidos en dicha metodología y

de
los

diferentes enfoques nutricíonales y económicos para determinar la composición de la dieta,

se llegó a la conclusión

practico y adecuada
participantes

de que dicha metodología

era

para dichos f i n e s y fue -aceptada plenamente por

los

nacionales.

Responsabilidades

adquiridas:

Se acordó que las personas responsables de los estudios dietéticos en
el

INCAP, que son las que proponen la metodología,

llevaran a cabo el aná-

l i s i s de los »esultados de todas las encuestas alimentarias a nivel
nal.

nacio-

Así también, de. presentar en base a esa información, una propuesta

para la estructura de la canasta básica de alimentos.

Quedó bajo la responsabifidad de la Lic. Sandra Murillo de INISA, con
la colaboración de OFiPLAN, estudiar

la información sobre los precios

de

alimentos que proveen diferentes secretarías gubernamentales, para estable
cor el costo monetario de lá canasta básica cte alimentos.
.ón del Dr. Pablo Vínocur del SIN, sería responsabilidad

Con la colaboro
también

de

la

Lic. Murillo establecer c r i t e r i o s con que se pueda d e f i n i r cuál s e r í a

el

hombre de referencia de Costa Rica, a s í como también la composición de la
1/

Preparado por Marina F l o r e s y Harta Yolanda t a r a , f u n c i o n a r l a s da la
D i v i s i ó n d® Nutrlcf6n Aplicada del SNCAP.
•

- 30 -

familia tipo.
cos.

Ello, con el f i n de determinar los requerimientos energéti-

Sin embargo, debe considerarse que el

individuo de referencia pro-

puesto por PAO es la norma más práctica para considerarla

representativa

de los .diversos núcleos de población en los diferentes países.
Desarrollo del trabajo en el
1.

1NCAP para el estudio de la dieta básica:

Con los resultados de las encuestas alimentarias a nivel nacional, reja
1 izadas en 1966-67 y 1973, se promediaron las cifras correspondientes
al consumo de alimentos por área rural y área urbana.

2.

Se tabularon las dietas promedio determinando el contenido calórico
de cada producto consumido.

A continuación se, obtuvo él porcentaje

de calorías con que cada uno de los alimentos contribuye a la
ta total de c a l o r í a s .

inges-

Se obtuvo así la estructura de cada dieta para

el área rural y el área urbana (Cuadros Nos. 1 y 2 ) .
3.

Durante las discusiones con el Dr. Vinocur, se indicó que era p e r t i nente también conocer las estructuras dfe las dietas de ios
res.

preescol¿

Para e l l o se hizo el mismo proceso de tabulaciones uti1 izando

!ós resultados de las encuestas alimentarias de niños preescolares
del área rural correspondientes a 1966 y 1978 (Cuadro No. 3).
k.

Finalmente, se compararon las estructuras de las dietas a nivel de la
población de 1966-67 y 1978para área rural y área urbana, y se diseñó una estructura que se presenta en el Cuadro No. b, primera columna.

tos c r i t e r i o s para el establecimiento de esa estructura propuesta son
los s iguientes :

-

- 31 -

En primer lugar, en el caso de Costa Rica, se propone presentar una
sola dieta para todo el país, considerando área urbana y área rural con
una sola estructura.

Ello se debe a que los

programas intensivos de a l i -

mentación y nutrición que se imp!ementaron en el país parecen estar orientados hacia metas alimentarías que tienden a alcanzar los niveles de consij
mo de las poblaciones urbanas.

Por consiguiente, se pensó en una sola d¡£

ta básica nacional.

En el establecimiento de esos porcentajes que forman la estructura de
la dieta se hicieron las siguientes consideraciones:
a)

Productos lácteos -

Se tomó la proporción de 101

ya que ésta fue aj_

canzada en 1966-67 para el área urbana y los porcentajes encontrados
en 1978, de B.k y 11.5, para área rural y urbana respectivamente,

se

aproximan al 10?.

b)

Huevos -

2%, una proporción muy similar a la que aparece en todas

las estructuras de las dietas estudiadas en los dos períodos.

c)

Carnes - 7%. es un poco mayor que lo encontrado en el área rural y m
e
ñor que el correspondiente al área urbana en 1978.

Como las tenden-

cias dietéticas en el país son de aumentar el consumo de carnes,

se

consideró apropiado el 7% para todo el país, aumentando un tanto

el

consumo del área rural.
d)

Leguminosas -

(esenciaImente f r i j o l e s ) , se tomó el 9%.

que para el área rural

A pesar

de

la proporción de leguminosas en las dietas es-

- 32 tudiadas fue mayor (casi

11%), en el área urbana la proporción alcan-

za sólo el 1% u 8 por lo que se adoptó la c i f r a relativa del 3%.
%
e)

Para el caso de vegetales frescos y frutas el aporte calórico de estos grupos es tan bajo que más o menos el
estructuras de las dietas.

se mantiene en todas las

Además, en términos absolutos as cantida_

des propuestas son muy factibles de obtener, tanto para vegetales com para frutas.
o
f)

En relación a bananos y plátanos así como rafees y tubérculos los por_
centajes también quedan dentro de los límites que aparecen en las diferentes estructuras de las dietas, y en cantidades absolutas las car^
tidades a cubrir son bastante realistas por la disponibilidad de
e l l a s en todo el

g)

país.

Para e! grupo de cereales se propone el

que aunque en el área ru

ral sea más elevada la proporción (de 39%), en el área urbana es sólo
de 33l? y se detecta una tendencia en el país de disminuir el consumo
de cereales en el área rural.
lista la de 37%,

Se adoptó como una proporción más rea~

a cual en base a los datos dietéticos de todas esas

encuestas alimentarias entrarían en las proporciones de 23% para arroz,
pan y pastas S y maíz en forma de t o r t i l l a 5%.
%
h)

Para azúcares y grasas las diferentes estructuras encontradas se ace_r_
can a las c i f r a s de _ _ y 1 % por lo que se conservan
13
jes en la estructura propuesta.

esos porcenta-

Sin embargo, el porcentaje de azúcar

que incluye también panela, parece ser un poco alto, pero esto sí re-

- 33 -

presenta la realidad de la dieta actual del
i)

costarricense.

Finalmente, el 2% correspondiente a miscelánea que también aparece en
todas las dietas, debido al aporte de calorfas de algunas bebidas com es el caso de café y bebidas gaseosas.
o
En ei Cuadro No. k, además de la estructura propuesta que representa

los porcentajes de calorfas en que entra cada producto alimenticio, se pre
sentan las cantidades de calorfas ajustadas a  l a c i f r a de 2900 calorías
que corresponden al hombre de referencia para Costa Rica.

Es decir,

que

aplicando esos porcentajes se buscó qué cantidades de calorías deberían de
proveer cada uno de los principales alimentos para alcanzar
rías que se tomó como norma.

Finalmente, se calculó

las 2900 calo-

qué cantidad de a l i -

mentos deberían de aparecen en la dieta para proveer esas cantidades de ca
lorias para mantener las mismas proporciones de la estructura de la dieta.
Dichas cantidades aparecen en la tercera columna, a la cual sólo

restaría

buscarle e! valor monetario de cada rubro, para tener el costo de la cana¿
ta básica.

Para seguir los mismos términos de referencia con que se determinó el
contenido calórico de los alimentos y con ellos mismos buscar el precio de
los alimentos, en el Cuadro No. 5 se presentan esos datos, señalando los
rubros que se consideraron en cada grupo de productos para el cálculo

de

calorías.
Después de este estudio analítico de toda la información dietética

y

de diseñar la dieta que se propone para Costa Rica, nos parece que las caji

-

tidades de alimentos
del país.

3b

-

propuestas no

se apartan de la realidad alimentaría

Las cantidades de alimentos obtenidas para una unidad consumido

ra (hombre adulto) parecen describir la dieta nacional promedio.
que tal

Lo único

vez podría criticarse en esta dieta es qüe el consumo de azúcar y

panela es un poco elevado, pero para un hombre de referencia para Costa
ca, que sigue los mismos patrones dietéticos de la sociedad costarricense,
al presente dicha c i f r a es aceptable.

Preescolares:
En el a n á l i s i s
se encuentran

de las estructuras

de las dietas de los preescolares

diferencias apreciables frente

a la estructura

Como puede confirmarse con las c i f r a s encontradas para
alimentos, los porcentajes

propuesta.

algunos grupos

se diferencian grandemente y e l l o podría

car la necesidad de modificar la estructura de la dieta propuesta.

de

indiPor e -

jemplo en los productos lácteos, donde el porcentaje en la dieta de preescolares es más o menos 26%, en la dieta propuesta es sólo de 10%.
la alternativa de elevar ese 1 % a 15%,
0

Queda

pero esto estaría en función

del

peso ponderado de los preescolares en la composición de la familia y pobia_
ción total.

Por otra parte, el porcentaje para carnes, que aparece en los

niños, es sólo alrededor del b%; sería necesario en la estructura propuesta disminuir del 7 a 5 ó
%
jes correspondientes a f r í j o l .

Este mismo cuadro lo presentan los porcenta^
También en los cereales, si e! peso de

la

dieta del preescolar es muy grande a nivel nacional, tendría que disminuir^
se el 37% que.aparece en la dieta propuesta quizás a 3^% para acercarse

a

la estructura de la dieta del preescolar, pero habría que aumentar grande-

- 35 -

mente e! consumo de azúcar.

Esté cambio no sería aceptable bajo un c r i t e -

rio nutr te ional.
Por consiguiente,

la alternativa de cambiar la dieta propuesta

será

motivo de discusión, pero en el presente trabajo se presentan los resultados únicamente correspondientes a la estructura de la dieta propuesta a nj_
vel nacional, señalando las cantidades de alimentos que deben de formar la
canasta básica de la familia costarricense.
Para estimar las necesidades básicas de una familia tipo se presenta
el Cuadro No. 6 con la escala de unidades consumidoras en base a los reque_
rimientos energéticos por edad y sexo, así corno pára madre embarazada y
lactante.

- 36

-

Cuadro No.

6

CONTRIBUCION PORCENTUAL D LOS ALIMENTOS
E
A LA INGESTA CALORICA
Familias del Area Rural de Costa Rica

Alimentos

1966

1978

7-3

8 .h

Huevos

1.3

1.5

Carnes

3-8

k. 2

10.7

10.6

Productos

lácteos

Leguminosas

2.2

1 .0

Frutas

0.4

O.b

Bananos y plátanos

3-2

1.6

Raíces y tubérculos

2.6

2.7

Vegetales

frescos

Ce rea les

39-3

oo
r\

Azúcares

17-9

Ik.b

Grasas

9-8

1¿».6

Mi sce1 anea

1.5

1.8

100.0

99-9

Total

- 37 Cuadro No. 2

CONTRIBUCION PORCENTUAL D LOS ALIMENTOS
E
A LA INGESTA CALORICA
Familias del Area Urbana de Costa Rica

Alimentos

W

19?8

10.6

11-5

Huevos

1.5

1.7

Carnes

5.1

10.0

Legumi nosas

7.6

7-0

Vegetales frescos

2.0

1.3

Frutas

1.3

0.8

Bananos y plátanos

2-9

2.3

Rafees y Tubérculos

2. h

2.6

Productos

lácteos

Ce rea 1 es

36.7

32-7

Azúcares

12.8

11.7

Grasas

1^.5

16.1

2. k

2.3

99-8

100.0

Miscelánea
Tota I

- 38 -

Cuadro No.

6

CONTRIBUCION PORCENTUAL D LOS ALIMENTOS
E
A LA INGESTA CALORICA
Preescolares del Area Rural de Costa Rica

Alimentos

Productos

1966

lácteos

1978

25.6

27.7
2 A

Huevos

1.9

Carnes

2.8

Leguminosas

3*2

...

6.2

Vegetales

0.7

•

0.7

frescos

•
v

3.9

Frutas

0.6

1.4

Bananos y plátanos

3-9

2.0

Rafees y tubérculos

2.0

2.2

Ce rea 1 es

30.0

26.8

Azúcares

19-8

15-7

Grasas

7.8

8-9

Miscelánea

1.7

2.1

100.0

100.0

Tota 1

Cuadro No. 6

CANASTA BASICA D ALIMENTOS
E
PROPUESTA PARA COSTA RICA

Estructura
de la
dieta
%

Calorías necesa_
rías para alcan^
zar réquerimien_
tos calóricos
{hombre adulto)

leche fresca de vaca

6

m

leche en polvo íntegra

b

116

2b

Huevos

2

58

39

Carnes

7

 203

83

9

261

76

Vegetales frescos

1

29

91

Frutas

1

29

Ib

Bananos y plátanos

2

58

50

Raíces y tubérculos

rt

58

51

23

667

183

pan de trigo

9

261

tort i l l a de maíz

5

145

72

Azúcares

13

377

102

Grasas

1f
¿

boe

b7

café, grano

1

23

13

gaseosas

1

29

3b

100

2900

Alimentos

Productos

Gramos de
Alimentos
por día

lácteos:

Leguminosas

(fríjol)

268

Cereales:
arroz



3b

Miscelánea:

Total :

- 40 -

Cuadro No.

2

ANALISIS QUE SE USARON PARA EL CALCULO D LA CANASTA BASICA
E
D ALIMENTOS PROPUESTA PARA COSTA RICA
E

No.

Al¡méritos

Calorías en 100 graffio s de peso neto
65

005

Leche fresca de vaca

007

Leche en polvo íntegra

485

030

Huevos de gallina

148

082

Carnes (de res)

244

Leguminosas

344

202

204

frijol
frijol

negro
rojo

Vegetales
227
228 
232
238
241
292
298
259

(343)
(344)

frescos

ayote maduro
ayote tierno
cebolla cabeza
repollo
chayóte
tomate
zanahoria
ejote

32

(
(
(
(
(
(

30)
24)
45)
28)
31)
21)
i 41)
\
{ 36)

Frutas
331
370
376
377
389
384
403

p i ña
1 i món
mango maduro
mango verde
naranja dulce
m lón
e
sandía

39
1 52)
( 29)
( •59)
( 44)
( 42)
{ 25)
( 22)

- 41 Corte. Cuadro No. 5

1 ANAL
1

ISIS Q E SE USARON PARA EL CALCULO D LA
U
E
CANASTA BASICA D ALIMENTOS PROPUESTA PARA
E
COSTA RICA
(2

No.

Alimentos

Calorías en 100 gramos de peso neto

Bananos y plátanos
455
456
457
453

banano maduro
banano verde
plátano maduro
plátano verde

x

x

113

( 37)
(110)
(122)
(132)

Raíces y tubérculos
470
472
475
478
466

115

t¡quisque o malanga (132)
ñampí
( 32)
papa
( 75)
yuca
(148)
camote
(116)
Ce rea les:

485

arroz

•

364

Pan de Trigo
533
572

pan francés
pan dulce

x

x

551

amarilla con cal
amarina con ceniza
blanca con cal
blanca con cal y
ceniza
blanca con ceniza

200

x

370

(243)
(315)

T o r t i l l a de maíz
545
547
549
550

279

(206)
(202)
(204)
(197)
(193)

Azúcares
574
578

azúcar
pane? la

598

(Irosas (manteca vegetal)

871

611

Café, grano tostado

226

667

Gaseosas

Nota:

(384)
(356)

31

Cifras entre paréntesis corresponden a contenido de calorías
en 100 gramos de peso neto

_ í,2 -

Cuadro No. 6

UNIDADES CONSUMIDORAS SEGUN REQUERIMIENTOS DE CALORIAS

Sexo y edades

Requerimientos
de Cal òr ¡as

Uní dad
Consumi dora

2900

1.00

Niños de 1 año

1150

0.40

Niños de 2 años

1350

0.47

Niños de 3 años

1550

0.53

Niños de 4-6 años

1750

0.60

Niños de 7~9 años

2050.

0.71

2500

0.86

2850

0-98

3100

1.07

10 - 12 años

2250

0.78

13 ~ 15 años

2450

0.84

16 - 18 años

2300

0.79

Adulta

2050

0.71

Embarazada mayor de 18 años
2o. y 3er. trimestre

2400

0.83

Lactante mayor de 18 años

2600

0.90

Hombre Adulto
Ambos Sexos

Varones
10 -

12 años

13 - 15 años
16 - 18 años
:s
Muje re

-

III.

k3

-

DEFINICION D LA CANASTA BASICA D ALIMENTOS
E
E

1/

PARA GUATEMALA-

En la sesión de trabajo celebrada el 25 de enero de 1980 en la Secretaría General del Consejo Nacional de Planificación Económica, con la asis^
tencia del Lic. Edgardo Castañeda, Lic. Juan Enrique Lee y Lic. Tito Rivera, asf como el Sr. Esteban Lederman de CEPAL y Lic. Marina Flores y Srta.
Marta Yolanda La ra de parte del

INCAP,

se discutió el trabajo a realizar

en esta fase del proyecto sobre Grado de Satisfacción de las Necesidades
Básicas.

De parte del
1.

INCAP se prometió llevar a cabo los siguientes

trabajos:

Analizar la información que proveen las encuestas alimentarias

reali-

zadas en el año J965 en el área rural y urbana.
2.

Revisar la nueva información que se tiene sobre el consumo de alimentos en el área rural, en base a las encuestas alimentarias de

los

años 1975-76.

3-

Estudiar también el consumo promedio por grupos socioeconómicos

del

área rural y urbana en base a las encuestas alimentarias de 1965Con toda esta información preparar cuadros que presenten la estructura de 1 as dietas promedio en base al aporte calórico de cada uno
estos grupos, o sea área rural y área urbana de 1965, área rural

de
1975

76.
Finalmente, con toda esta información preparar un cuadro con una
17
~

es-

Preparado por Marina Flores y Marta Yolanda Lara, funcionarías de la
División de Nutrición Aplicada del INCAP.

hh -

tructura de dieta propuesta, que se pueda u t i l i z a r para definir la canasta
básica de alimentos.

Adjunto se incluyen estos cuadros, donde se presentan los porcentajes
de calorías que proveen los alimentos respecto a la ingesta calórica prome
dio.

En los Cuadros Nos. 1 y 2 se presentan las estructuras de las dietas

promedio de los diferentes grupos socioeconómicos para el área rural y
área urbana,

1965-

En el Cuadro No. 3 se presentan las estructuras de las

dietas promedio del área rural estudiadas en 1975 Y 1976.

En el Cuadro No.

4 se dan las cantidades de calorías y alimentos que resultan en la canasta
básica propuesta.
Para esa estructura propuesta se indicarán a continuación los c r i t e rios considerados para cada grupo de alimentos.
a)

Para el caso de productos lácteos se tomó el

el cual cae dentro

de los límites de las proporciones encontradas en el área rural y urbana.

Aún más, este porcentaje del

es inferior al encontrado

en

el grupo rural de a l t o nivel económico en 195, por lo que se conside_
ra una proporción moderada y f a c t i b l e de alcanzar.

^

H u e v os

- La proporción del 2% que se propone es la c i f r a relativa en-

contrada en casi

todas las estructuras de las dietas estudiadas por

nivel económico y por área rural y urbana.
Carnes - Se tomó el k _ a pesar de que en el área rural el grupo
%

me-

dio y alto presenta un porcentaje superior, pero como hay tendencia a

-

k s

-

una disminución de la disponibilidad local de estos productos debido
a su elevado precio, se considera que es más realista tomar un porcen_
taje más bajo.
^

Frijoles - Se tomó el

a pesar de que en el área rural en 195

el

grupo muy pobre alcanzó ya ese 3%, mientras que en 1975~76 el consumo
de f r i j o l en e! área rural
11?.

fue mayor, alcanzando porcentajes de 10

y

Sin embargo, por el precio del f r i j o l que va aumentando progre/

sivamente, parece más realista dejar el 3% para todo el país, a pesar
que los precios afectan más en este caso al área urbana.
e)

Respecto a verduras»

frutas, bananos y tubérculos, productos que apa-

recen frecuentemente en las dietas, su contribución como aporte calórico en la ingesta total es muy baja oscilando entre 0.5 y 2.5?.

Por

consiguiente, parece muy f a c t i b l e mantener una proporción del 2 _ pa%
ra el caso de verduras, por la abundancia y variedad de e l l a s en

el

pafs, y Jj para frutas, bananos y tubérculos.
f)

Cereales - Se considera que el 60%

es la mejor c i f r a a proponer

ya

que en las encuestas alimentarias de 1965 en el área rural se encon. tró una proporción de 65%, mientras en el área urbana de sólo

kS%.

En los años 197576 resultó más elevada esa proporción alcanzando los
porcentajes de cereales hasta 681, pero esto se interpreta como un de_
teríoro en la calidad de las dietas rurales.

Al comparar 1965 y 1975

se detecta ese deterioro, ya que las dietas resultan básicamente sólo
de maíz.

Sin embargo, queda la alternativa de elevar a 62 ó 63% los

- 46 -

cereales y disminuir el porcentaje de grasas de 5 a 3 ya que la po%
blación rural

tiene ingestas tan bajas de grasas.

Sin embargo, con

un enfoque más nutricional que económico se pretende mejorar la c a l i dad de las dietas y debería de aumentarse el consumo de grasas

en el

área rural de Guatemala, ya que son calorías más concentradas.

Los

porcentajes en que entran t o r t i l l a ,

pan y arroz en esta estructura

propuesta están basados también en los hallazgos de las encuestas alj_
mentarías de 1965 y 1975•

g)

Azúcares -

Se propone el 10%

en la estructura de esta dieta, ya que

es lo encontrado en el área rural en 1965 con

ligeras variantes para

el grupo económico bajo y para el grupo económico a l t o , pero el área
urbana tiene un mayor consumo de 12 y 13%-

Sin embargo, el precio

del azúcar sigue también ascendiendo y se p r e f i r i ó ser más conservador en esta c i f r a dejando la proporción de 10%, un poco mayor que

la

proporción que se encontró en el área rural en 1975 y 1976.
^

Grasas - Se propone el 5 ^ ya que este porcentaje fue alcanzado en
%
área rural en 1965 por el grupo socioeconómico alto.

El 5 es
%

el

infe-

rior a los porcentajes alcanzados en el área urbana en 1965 que para
los diferentes grupos económicos osciló de 6.5 a 3-1%.

Sin embargo,

en el área rural en 197576 esa proporción es sumamente baja ya

que

las calorías fueron cubiertas esencialmente por maíz, pero ya se sugj_
rió que e l l o no es recomendable bajo el punto de vista nutricional.
i)

Miscelánea -

Se dejó un 1 en la estructura de la dieta que lo cons%

- 47 -

tituye esenc¡aImente el cafe, ya que es la bebida universal en el
área rural y en el área urbana.
Al adoptar esta estructura propuesta se buscaron las c a l o ñ a s que deberían ser proporcionadas por cada grupo de al irnentos para alcanzar un total de 2900 calorías, correspondientes a las necesidades calóricas del hom
bre adulto.

En la canasta básica de alimentos propuesta (Cuadro No. 4)

aparecen en la segunda columna esas cantidades de calorías, y finalmente
en la tercera columna los gramos de alimentos necesarios para alcanzar
esas calorías para mantener la estructura de la dieta propuesta.

E el análisis de estas c i f r a s finales se encuentra que para un homn
bre adulto se necesita por día el equivalente a menos de un vaso de leche,
aproximadamente una taza.

Sin embargo, esta leche puede corresponder a un

trozo de queso de más o menos una o una y media onzas, según el tipo
queso.

de

En lo que respecta a huevos alcanzaría solamente a un huevo por día

para el hombre adulto, y de carnes sólo a 1 1/2 onzas.

Sin embargo, como

estos dos productos pueden ser intercambiables en la dieta, para algunos
casos puede subirse más el consumo de carne y disminuir el de huevo, ya
que 1 1/2 onzas de carne para un hombre adulto es una cantidad sumamente
pequeña.
En f r i j o l

la cantidad propuesta resulta de 2 1/2 onzas para un

hombre

adulto que corresponde a medio plato de f r i j o l cocido, aproximadamente.
Para verduras 3 ó 4 onzas pueden cubrirse con un trozo de guisquíl ó 2
zanahorias ó 1 manojo de bledo.

En el caso de frutas, cualquier tipo

de

- 48

estos productos pesa más de la cantidad de 72 gramos, ya que 2 1/2 onzas
es una cantidad muy pequeña.

Sin embargo, puede aumentarse la cantidad de

bananos y plátanos sustituyendo a estas frutas, porque un banano puede pesar 100 gramos, cubriendo
bananos.

en este caso la cantidad propuesta de frutas

Asf también para rafees y tubérculos

la cantidad propuesta

y
es

únicamente de 1 onza que se cubre con una papa pequeña al dfa.

En lo que respecta a maíz, 389 gramos que serían necesarios para
brir

cu-

los requerimientos energéticos de un adulto en este tipo de dieta, a-

parece como una cantidad inferior a las encontradas en el consumo de maíz
en el área rural.

En 1975~76 se encontraron poblaciones cuyo consumo pro-

medio era mayor de 500 y 550 gramos por persona por día.

En el área urba-

na la c i f r a es muy inferior a la propuesta ya que hay un consumo más

alto

de pan, arroz y otros cereales, presentándose solamente una sustitución de
maíz-:

La alternativa en este caso queda en que se puede proponer un

por-

centaje para el área rural y otro para el área urbana, o solamente señalar
las posibr1idades de sustitución de maíz-por pan y arroz.
El consumo de azúcar alcanzaría a dos onzas y media p,of adulto,
es lo que se encuentra en el área rural y urbana frecuentemente,

que

siendo

muy superiores las cantidades entre familias de poblaciones urbanas.

En

grasas únicamente se dejó alrededor de 1/2 onza aunque podría proponerse
aún mayor si se considera la población urbana donde el consumo es dos

y

tres veces más.

En el presente trabajo también se incluye

un cuadro (No. 5) de

las

- 49 -

proporciones de unidad consumidora que resultan al considerar las necesida^
des calóricas del hombre adulto.

Con estas proporciones se puede estimar

el total de las necesidades por familia de cada uno de los productos de
a 1imentos.
Como quedó bajo la responsabilidad del Departamento de Alimentación y
Nutrición (DAN) el establecimiento de los precios de alimentos en base a
la información mensual que tienen de las instituciones nacionales que proveen este tipo de información, se espera
ta propuesta.

estimar sólo el costo de la die-

Si se acepta esa dieta se tendrá que establecer el precio de

la canasta básica por individuo o por una familia tipo.
Sin embargo, para estandarizar el

trabajo se presenta el Cuadro No. 6

donde se dan las referencias necesarias para el cálculo del contenido
tritivo de los alimentos que fueron utilizadas en las tabulaciones que
presentan en los cuadros ya mencionados.

Por consiguiente,

nuse

los precios de

los productos serfan en la base de esos alimentos de referencia que fueron
utilizados en el cálculo de la dieta para seguir un solo c r i t e r i o .

- 50

-

Cuadro No. 1
CONTRIBUCION PORCENTUAL DE LOS ALIMENTOS A LA INGESTA CALORICA
D FAMILIAS DEL AREA RURAL D GUATEMALA
E
E
1965

Indice

Socioeconómico

Bajo

Med i 0

Alto

(1.8)

(3.2)

(5.3)

crema

0.2

0.3

0.5

leche de vaca

0.9

2.1

3.7

quesos

0.7

0.8

1.1

Huevos

0.5

1.2

1.9

Carnes

1.9

5.0

6.0

Legumi nosas

9.9

8.0

8.2

Verduras

0.8

0.9

1.4

Frutas

0.3

0.5

0.9

Bananos y plátanos

0.3

1.4

2.5

Raíces y tubérculos

0.6

0.4

1.0

Productos Lácteos

(74.0)

(64.2)

(55.2)

69.3

50.8

37.0

pan de trigo

2.4

9.2

13.7

a rroz

1.9

2.9

4.1

t o r t i l l a de maicillo

0.2

0.8

avena

0.2

0.5

0.4

Azúcares

8.2

10.2

11.1

Grasas

1.0

3.5

. 4.6

Mi scelánea

0.9

1.5

2.0

100.2

100.0

100.1

Cereales
torti 1 la de maíz

Total

-

DIVISION DE NUTRICION APLICADA
INCAP
18 f e b r e r o

1980

- 51 Cuadro No. 2
CONTRIBUCION PORCENTUAL D LOS ALIMENTOS A LA INGESTA CALORICA
E
D FAMILIAS DEL AREA URBANA D GUATEMALA
E
E
1965

Indice

Socioeconómico

Bajo

Medio

Alto

(4.6)

(7.9)

(13.2)

crema

0.3

0.4

1.3

leche de vaca

3.2

6.6

11.0

quesos

1.1

0.9

0.9

Huevos

1.4

1.9

2.5

Carnes

2.6

8.3

9-3

Legumi nosas

8.5

8.4

5.0

Verduras

1.0

2.1

2.7

Frutas

1.5

1.2

2.2

Bananos y plátanos

0.6

2.0

2.6

Raíces y tubérculos

0.3

1.0

1.1

Productos Lácteos

(36.4)

(57-9)

(45.4)

tort i 1 la de maíz

28.0

15.0

6.7

pan de t r i g o

25.8

24.7

24.0

arroz

3.7

5.1

4.6

avena

0.4

0.6

1.1

Azúcares

13.1

13.5

12.0

Grasas

6.9

6.5

9.7

Mi scelánea

1.8

1.8

3.2

100.2

100.0

99-9

Cereales

Total

DIVISION D NUTRICION APLICADA
E
INCAP
18 f e b r e r o

1980

- 52 Cuadro No.

2

CONTRIBUCION PORCENTUAL D LOS ALIMENTOS A LA INGESTA CALORICA
E
D FAMILIAS DEL AREA RURAL D GUATEMALA
E
E
1975-1976

19 7 5
Oct.-Nov.
Productos Lácteos

19 7 6
Abr i 1-Mayo

(2.7)

(1.5)

crema

0.7

0.2

leche de vaca

0.9

0.5

quesos

1.1

0.8

Huevos

0.9

1.2

Carnes
Legumi nosgs

3-1
Q .t^
j P

3.1
inv n y
i .

Verduras

3-9

l .0

Frutas

0.1

0.6

Bananos y plátanos

0-3

0.7

Raíces y tubérculos

0.5

0.5

(67.5)

(67.6)

61.5

59.0

pan de trigo

3.4

3.3

arroz

2.4

3.6

Cerea les
tort i l i a de rna fz

tort i 1 la de nía i ci 1 lo

-

1.5

avena

0.2

0.2

Azúcares

8.4

9-1

Grasas

1-9

3.2

Miscelánea

0.9

0.7

100.0

100.1

Tota)

DIVISION D NUTRICION APLICADA
E
INCAP
18 f e b r e r o

1980

- 53 -

Cuadro No.

6

CANASTA BASICA D ALIMENTOS
E
PROPUESTA PARA GUATEMALA

%

Calorías necesarias para aj^
can zar requerí
mientos calórj_
eos (hombre
adulto)

4

116

178

Huevos

2

58

39

Carnes

4

116

48

9

261

76

Verduras

2

58

112

Frutas

1

29

72

Bananos y plátanos

1

29

26

Rafees y tubérculos

1

29

26

t o r t i l i a de maíz

45

1305

pan de trigo

10

290

79

arroz

5

145

40

Azúcares

10

290

76

Grasas

5

145

17

Café, grano

1

29

13

100

2900

Est ructura
de la
dieta

Alimentos

Leche de vaca,

Leguminosas

fluida

(frijol

negro)

Gramos de
A1iroentos
por día

Cereales:

Total

583
(=maíz* 389)

- 54

-

Cuadro No. 5
UNIDADES CONSUMIDORAS SEGUN REQUERIMIENTOS D CALORIAS
E

Sexo y edades

Requerimientos de
Calor fas

Unidad
Consumi dora

Hombre adulto

2900

1.00

Niños de 1 año

1150

0.40

Niños de 2 años

1350

0.47

Niños de 3 años

1550

0.53

Niños de 4-6 años

1750

0.60

Niños de 7~9 años

2050

0.71

2500

0.86

2850

0.98

3100

1.07

10 - 12 años

2250

0.78

13  15 años

2450

0.84

16 -

2300

0.79

Adulta

2050

0.71

Embarazada mayor de 18 años
2o. y 3er. trimestre

2400

0.83

Lactante mayor de 18 años

2600

0.90

Ambos sexos

Varones
10 - 12 años
13  15 años
16 - 18 años
Muje re 5

18 años

- 55 Cuadro No. 6
ANALISIS QUE SE USARON PARA EL CALCULO D LA CANASTA BASICA
E
D ALIMENTOS PROPUESTA
E

No.

PARA GUATEMALA

Calorías en 100

Ai i mantos

65

005

Leche de vaca, f1uida

030

Huevos de gal 1 i na

148

082

Carnes (de res)

244

202

Leguminosas

X

Aguacate
Ayote tierno
Cebolla cabeza
Repollo
Col i f l o r
Gui squi1
Ejote
Elote blanco
Pacaya
Tomate
Zanahor ia
Colinabo

Pina
Durazno
L i món
Mango maduro
M lón
e
Naranja dulce
Papaya
Sandía

X

Banano maduro
Plátano maduro

110

.( 52)

(
(

(
(
(
(

(

56)
29)
59)
25)
42)
32)
22)

Bananos y Plátanos
455
457

40

(154)
( 24)
( 45)
( 28)
( 33)
( 3D
( 36)
(129)
( 45)
( 21)
( 41)
( 39)

Frutas
331
352
370
376
384
389
395
403

52

X

Verduras
209
228
232
238
239
241
259
270
276
292
298
311

343

( f r i. j o ! negro)

(

97)
(122)

- 56 Cuadro No. 6
Cont.  A n á l i s i s que se usaron para el cálculo de la Canasta Básica de Al i
mentos propuesta para Guatemala
No.

Alimentos

Calorías en 100
gramos de peso neto

Raíces y Tubérculos
475
478

Papa
Yuca

X

112

( 75)
(148)

Cereales:
485

364

Arroz
X

528
535

Pan dulce
Pan francés

224

(438)
(298)

Tort i 1 la de maíz
545
549
553

amarílla con cal
blanca con cal
negra

574

Azúcares

(206)
(204)
(263)
384

(azúcar blanca)

Grasas

X

596
597
598

Ace i te
Manteca de cerdo
Manteca vegetal

611

Miscelánea

Nota:

368

X

Pan de t r i g o

878

(884)
(879)
(871)

(café , grano)

226

Cifras entre paréntesis corresponden a contenido de calorías en
100 gramos de peso neto

- 57 -

IV.

DEFINICION D LA CANASTA BASICA D ALIMENTOS
E
E
PARA PANAMA

Antecedentes
En el Departamento de Nutrición del Ministerio de Salud de Panamá
tuvo la oportunidad de realizar dos sesiones de trabajo con el

se

Director

del Departamento de Nutrición. Dr. Cutberto Parillón y la nutricionista
Lic. Ar temía de Pinto, así como los persone ros del

iNCAP, Lic.. Ana

Rosa

Campos, Lic. Marina Flores y Srta. Marta Yolanda Lara.

E la primera sesión se presentaron los antecedentes respecto al
n

tra-

bajo del INCAP en lo que se refiere a las dietas adecuadas de costo mínimo
y al estudio de las dietas básicas nacionales, estableciendo la diferencia
entre dietas meta y canasta básica de alimentos.
Metodología para la Canasta
•Luego se presentó la metodología a seguir en el diseño de la canasta
básica de alimentos basada en todos los estudios disponibles sobre encuestas nacionales de consumo.de alimentos

y la valiosa

en Panamá sobre hojas de balance de alimentos.

información existente

Se indicó que la metodolo-

gía propuesta tiene tres enfoques esenciales:
1.

Un enfoque puramente nutricional como es el

lograr cubrir por lo

nos las necesidades calóricas.
2.

Un enfoque social como es el de mantener los patrones alimentarios
que las poblaciones siguen en base a la ecología del país.

me-

- 58 -

3.

U enfoque económico en el cual se pretende establecer cantidades mín
nimas» especialmente en aquellos rubros de alto costo monetario.
Al discutir esta metodología se aceptó en principio que las estructu-

ras de las dietas tal como se señala en la metodología propuesta darían
los elementos esenciales para el diseño de la formulación y establecimiento de las dietas y cantidades de alimentos que deben de constituir la dieta básica nacional.
Se presentó el Cuadro No. 1 elaborado en el

INCAP con la estructura

de las dietas encontradas en las encuestas alimentarias de 1967 y la

es-

tructura de las dietas resultantes de la ¡nformación que proveen las hojas
de balance de 1975 y 1976.

Se entiende por estructura los porcentajes

de

calorías que aportan cada uno de los alimentos que constituyen las dietas
respecto a la ingesta total

calórica.

A continuación se presentó el Cuadro No. 2 que lo constituye la

pre-

sentación de la estructura propuesta para elaborar la dieta básica, diseñando dichas proporciones calóricas en base a las estructuras presentadas
en el cuadro anterior (No. 1), explicando los criterios seguidos en

cada

uno de los rubros de alimentos, tal como sigue:
a)

Productos lácteos -

Se indicó que el 6?, de calorías que se propone

para este grupo se deriva de que en 1967 en el área urbana ya se

al-

canzaba el 5%, no así en el área rural como cifra promedio, pero dentro del área rural un sector de la población resultó con dietas

cuya

proporción de productos lácteos era mucho mayor que el 6%, como puede

- 59 -

verse en la publicación de Archivos Latinoamericanos, Vol . 25, No. 2,
1975, pp- 135-162.

Además, que la información de las hojas de balan-

ce indica que ese 6 puede ser cubierto con la producción nacional y
%
que hay programas agrícolas intensivos en los cuales se quiere
rrollar aún más la producción de leche en el
^

^ u e v os ~

desa-

país.

Como en todas las dietas aparece frecuentemente este alimen_

to y en casi todas las estructuras de las dietas encontradas, tanto
en encuestas alimentarias como en hojas de balance, es alrededor
\%, se propone también en la nueva estructura el
Carnes -

del

11 de calorías.

Se propuso 3% en base a que la c i f r a se alcanzó ya

en

el

área urbana en 1967 y que puede ser cubierta con la producción nacional, ya que las hojas de balance alcanzan la proporción del 10%
1976.

en

Además, el país tiende hacia un desarrollo económico mayor que

va a incidir en el mayor consumo de carne como todo país desarrollado
^

Leguminosas -

Se propuso únicamente el 3% de las leguminosas

fueron los porcentajes de calorías encontrados en las dietas de

porque
las

encuestas de 1967 y se adoptó la misma c i f r a ya que el consumo de frj_
jol en todo el país es bajo, pero queda la alternativa de aumentar su
consumo si la producción del país y el desarrollo agrícola tiende hacia una mayor disponibilidad de este producto.
Vegeta les -

Se propone únicamente et 1 debido a que el patrón
%

ali-

mentario seguido en el área rural y urbana del país no incluye cantidades apreciables de vegetales y los porcentajes de calorías que apo£

- 60 -

tan a la ingesta total son bajos en todas las dietas, no sólo por

su

bajo contenido calórico sino por la poca frecuencia en que aparecen
en las dietas.

f)

frutas -

Se propone la c i f r a relativa de 2% en la estructura

porque

el consumo de frutas es apreciable como lo muestran las encuestas

de

1967 y además la costumbre universal en el país de tomar muchas bebidas a base de jugos de frutas.

En las hojas de balance la informa-

ción presenta frutas y bananos y plátanos conjuntamente, dando c i f r a s
relativas de 7-1 y de 8.5% -

Estas c i f r a s se alcanzan también en las

encuestas alimentarias de 1967 dando exactamente las mismas proporcio
nes si se unen frutas, bananos y plátanos porque resulta 1 para
%
área rural y 8% para el área urbana, o

el

sea exactamente lo que señalan

las hojas de balance.

Bananos y plátanos -

En base a lo anterior se propone para bananos y

plátanos el 6 en la estructura de la nueva dieta para que sumados
%
con frutas den el 8Z.
h)

Raíces y tubérculos -

Se propone la c i f r a relativa del 5% que es

que se encontró en el área rural según las encuestas de 197.

la

Sin em

bargo, las hojas de balance proveen c i f r a s relativas muy inferiores
que parecería
productos.

indicar que no hay suficiente disponibilidad de

estos

Para estos productos así como para f r i j o l y otros de pro-

ducción local son alimentos de autoconsumo en el área rural, o sea
que se producen en las localidades y son consumidos por las propias

- 61 -

familias productoras; por consiguiente, esta información no puede apa_
recer en las hojas de balance.
Ce rea les -

Entre los cereales aparece el alimento más importante

y

básico de la dieta del panameño que es el arroz, pero también tiene
mucha importancia el pan de trigo y pastas.

En el.área rural aparece

el consumo de maíz, aunque en muy pequeñas cantidades.

Por

consi-

guiente en la estructura de las dietas se propone diferentes porcenta^
jes para estos productos.

Arroz:

se propone la c i f r a del 30% en ba-

se a que las encuestas alimentarias de 1967 dieron las proporciones
de 36% para el área rural y de 28% para el área urbana.

En lo que se

refiere a hojas de balance las proporciones encontradas son muy bajas
pero en 1975 aparece 28% muy cerca de la c i f r a del 30% que se propone.

Además, un país que va hacía un mayor desarrollo económico y que

va a incluir en su dieta más carne va a tener la tendencia a disminuir el consumo del cereal básico; por lo tanto se propone la c i f r a
más moderada que es del 30%.

Respecto a pan de trigo se propone el

1 % ya que los estratos
2

socia-

les más elevados tienen la tendencia a sustituir el arroz por otros
cereales y en este caso es por pastas y pan de trigo.
Mafz:

sólo se propone el 3 para el maíz ya que en el área rural en
%

1967 se encontraron las proporciones de 5 de calorías
%

procedentes.de

maíz y para el área urbana sólo el 2%, por. lo que se consideró
c j f r a bastante moderada del 3%-

;

una

62 -

j)

Azúcares - Se propone el

1 % un poco mayor que las proporciones encojn
0

tradas en las encuestas alimentarias de 1967, porque la información
de las hojas de balance indican una mayor producción y es
que conforme se mejora el

inevitable

ingreso de las familias hay tendencia de un

mayor consumo de azúcar refinada.

k)

Grasas -

En este rubro se da la proporción de 1 % en base a que
1

la proporción encontrada en el área rural, pero es muy inferior
proporción encontrada en el área urbana, casi de 15%-

es
la

a

Sin embargo,

por la información que proveen las hojas de balance el pafs no está
en la capacidad de incrementar apreciablemente la producción de
sas y además bajo un enfoque nutricional

gra-

se considera que es p r e f e r i -

ble una disminución de grasas antes que el consumo elevado llegue

a

tener resultados negativos en la población.
í)

Finalmente, para el grupo de Misce1 anea se propone únicamente

el 1
%

ya que en este grupo aparecen productos procesados, dulces en forma
de helados o bebidas así como también el café que aparece frecuentemente. 

Se discutieron ampliamente también las otras dos columnas que presenta el

Cuadro No. 2 que consisten en las calorías necesarias que deben

derivarse de cada producto alimenticio siguiendo la estructura de la

de
die-

ta propuesta pero ajustándola a una cantidad total de 2900 calorías corres_
pendientes a los requerimientos energéticos del hombre adulto, estimadas
para los pobladores del país.

La tercera columna la constituye los gramos

de alimentos necesarios para cubrir esas calorías en cada uno de los ru-

bros.

Al examinar las cantidades de alimentos necesarias por día pr.ra

e!

hombre adulto, cubriendo sus necesidades calóricas y siguiendo la estructjj
ra propuesta, se observó que en la mayoría de los rubros las c i f r a s son se_
mejantes a las propuestas en la dieta mínima adecuada de bajo costo de Panamá, con la única diferencia que a l l í aparece en términos de onzas,
convertidas a gramos se puede ver la similitud de las c i f r a s .

pero

Excepto

en

los rubros de carne, f r i j o l y grasas, en los cuales la dieta mínima adecua_
da de bajo costo, por ser edificada en teoría, se diferencia de las cantida_
des propuestas en la canasta básica de alimentos, ya que ésta no es t e ó r i ca sino está basada en la realidad de las estructuras de las dietas encontradas en el área rural y urbana.

Al final de la primera sesión el Dr. Parillón y la Lic. de Pinto propusieron que para llegar a aceptar la estructura propuesta, ya que en pri¡n
cipio Ies había parecido muy bien, era necesario introducir algunas modífj_
caciones pero en base a las encuestas alimentarias realizadas en 1975
Veraguas donde se cubrió población rural marginada-

en

Así también se neces_i_

taba conocer la estructura de la dieta resultante de las hojas de balance
que ya fueron publicadas para el año 1977-

Por consiguiente, previo a

la

segunda sesión se necesitó llevar a cabo e.1 proceso de cálculos sobre

es-

ta información provista por el Departamento de Nutrición.
E la segunda sesión de trabajo se presentaron los resultados de
n
tabulaciones dietéticas

incluyendo la estructura de la dieta que presentan

las encuestas alimentarias de Veraguas y las de las hojas de balance
1977-

las

de

Al conocer la estructura de la encuesta alimentaria de Veraguas,

-

que se presenta en el

Sk -

Cuadro No. 3, de inmediato sorprendió el bajo por-

centaje de calorfas provistas por productos lácteos ya que siendo un
rural

área

inaccesible no incluida en las encuestas alimentarias de 1967, donde

se incluyó sólo comunidades rurales accesibles, se pensó que el porcentaje
de productos lácteos debería de disminuirse.

Sin embargo, fue necesario

consultar con la Sección de Estadística y Demografía sobre qué peso tenía
la población rural dispersa frente a toda la población de Panamá.

El

ex-

perto en este campo, Lic. Guerra, que participó en la fase de discusión,
indicó que probablemente sólo en 10 ó 1 % podría considerarse como la pro5
porción que debería de estimarse este tipo de población en todo el

país.

Por consiguiente, fue necesario antes de seguir examinando las c i f r a s encontradas en la encuesta alimentaria de Veraguas, ponderar esas c i f r a s

y

las encontradas en las encuestas alimentarias del área rural y urbana

de

1967 para encontrar una c i f r a media que fuera más real en lo que respecta
a consumo de alimentos.

E otras palabras, el peso dado a la estructura
n

de la dieta encontrada en Veraguas 1975 fue de 15%, a las c i f r a s

relati-

vas de las dietas rurales estudiadas en 1967 se le dio el peso de 35%
las c i f r a s encontradas para el área urbana en 1967 se le dio el peso

y a
de

50%.

En el Cuadro No. 4 se presenta la estructura de la dieta encontrada
en las hojas de balance de 1977,

Puede observarse, sí se compara esta in-

formación con las hojas de balance de 1975 y 1976, que la oscilación

en

los rubros de carnes y grasas así como también de arroz,

ten-

dencia a una mayor

producción.

indican una

Esta información ayudó a tomar las últimas

- 65 -

decisiones en el

diseño de la canasta.

Con estas nuevas c i f r a s presentadas durante la discusión el Dr. Parillón y la Lic. de Pinto decidieron establecer la estructura de la dieta na_
cional para el diseño de la Canasta Básica de Alimentos de Panamá a la luz
de las siguientes

discusiones:

Productos lácteos -

Se adoptó el 6 que fue la estructura
%

propuesta

en base a dos premisas:
\

1.

El valor nutritivo de estos productos y su esencial¡dad en la dieta
de la población infantil y preescolar.

2.

Que si se deja el 6%, la cantidad de 200 gramos en términos de

leche

líquida corresponden a una onza y media de queso blanco, que es factj_
ble que un hombre adulto consuma tanto en el campo como en las

áreas

urbanas.

Huevos -

Se acordó dejar también la misma proporción del

que apa-

rece en la estructura de la dieta propuesta, considerando que es
que las familias consuman más de este rubro que

posible

es intercambiable

con el

rubro de carnes.

Carnes -

En lugar del S propuesto se propone ahora sólo el 8
%
% ya

que en las c i f r a s relativas calculadas según el peso de la población rural
marginada y las otras poblaciones se alcanzó el porcentaje del 1%,
más, se consideró también que los pobladores tienden siempre a mayor

Adecon-

sumo de carne y que las hojas de balance indican también una mayor dispon i

- 66 -

biíidad con los programas del desarrollo ganadero en el
Leguminosas -

país.

En este rubro en lugar del 3 se propone el k aumen%
%

tando así el consumo de estos granos en especial el f r i j o l , ya que es en
beneficio de la dieta nacional y porque los programas agrícolas que pueden
r e f l e j a r s e en la información de las hojas de balance, tienen la tendencia
también a una mayor producción.

Para

vegetales y frutas incluyendo bananos se dejaron los mismos por-

centajes del

y 2%, respectivamente.

Para el caso de plátanos también se dejó el 6 que aparece en la die%
ta propuesta en el Cuadro No. 2, porque en las hojas de balance y también
en la dieta mínima adecuada nacional se une este rubro con el de raíces y
tubérculos, y al unir el 6 de plátanos y 5 de raíces y tubérculos se a l %
%
canza el

1 % que aparece no sólo en la información provista por las hojas
1

de balance sino también en lo encontrado en las dietas que recomienda el
Departamento de Nutrición.
Arroz -

Se dejó el 30% que aparece en la estructura propuesta en ba-

se a que en el área rural aparece el 35% o más en las encuestas alimentarias de 1967.

La c i f r a de 55% resultó en las dietas promedio de

cuestas alimentarias hechas en Veraguas en 1975-

las

Mientras que en el

urbana, donde el consumo es menor, la proporción sólo alcanza 28%.

enárea
Se

adoptó la c i f r a del 30% porque se considera que es más realista aunque sea
más conservadora debido a que también en el futuro a una mayor urbanización va a ocurrir una disminución en el consumo de arroz, o por

lo

menos

una sustitución de ese cereal por carne, azúcar y grasas.

Pan de trico y pastas -

Se modificó el 121 propuesto que es muy

al-

to y se estableció el porcentaje de 10%, en vista del peso que tiene Ja po
blación rural accesible y la población rural marginada.
Maíz -

Por él contrario, en este caso de la c i f r a propuesta de 3 se
%

elevó al 5% considerando la importancia de

éste alimento en la dieta

que

no provee calorías vacías sino al contrarío asociadas a otros nutrientes»
en especial proteína y vitaminas del complejo 6.

Además» el maíz tiene la

particularidad de que en el país se prepara en tan diversas formas, no sólo como plato sino también como bebida y debería de orientarse a la

pobla_

ción hacia un mayor consumo.

Azúcares y Grasas -

Se dejaron los mismos porcentajes propuestos

en

el Cuadro No. 2» ya que ellos representan la dieta real de los pobladores
no sólo en el pasado sino en ios años presentes.

En base a los porcenta-

jes que presentan los diferentes grupos de población se alcanzó en
res un 8 pero se dejó el
%

azuca-

101 por la tendencia hacía una mayor producción

e indudablemente hacia un mayor consumo en este rubro.

En grasas se encon

tro un porcentaje superior al 11% cuando se calcularon los porcentajes pr
venientes de la dieta rural marginada, rural y urbana, pero en

realidad

nutricionalmente es más beneficioso para el país que la población mantenga
un porcentaje reiat¡vamente bajo en el rubro de grasas.
Mi scel anea

-

Finalmente, en este rubro se dejó el 1? de la estructij

ra propuesta en el Cuadro No. 2.

- 68

En el Cuadro No. 5

-

se presenta la estructura de la canasta básica de

alimentos adoptada ya por el Departamento de Nutrición, en base a todos
los trabajos realizados y siguiendo la metodología propuesta por el INCAP.
Además, en este cuadro en base a esa estructura propuesta se calcu-laron
ra cada uno de los rubros las cantidades de calorías necesarias que

deben

de proveer esos alimentos para alcanzar las 2900

calorías del hombre adu]_

to, que es el patrón adoptado para este trabajó.

Sin embargo, en las dis-

cusiones

se señaló la conveniencia de elevar aún más la cifra de 2900 ca-

lorías por el hecho de que la población panameña podría seguir una

meta

mas elevada en sus necesidades energéticas debido a que un gran estrato de
esta población probablemente está a un nivel de subnutrición.

En este Cua

dro No. 5 en la tercera columna ya se indican las cantidades de alimentos
necesarias para proveer esas cantidades calóricas siguiendo la estructura
de la dieta propuesta y cubriendo las 2900 calorías.

Como puede verse,

las cantidades en los rubros de alto costo monetario pueden considerarse
mínimas.



Costo Monetario de la Canasta
Las instituciones del país dedicadas al estudio de los precios de alj_
mentos colaborando con el Departamento de Nutrición proveerán esta informa^
ción actualizada para definir cuál es el costo de la canasta básica de a 1 J
_
mentos.

Sin embargo, es necesario seguir las mismas referencias que se s _
j

guieron en las tabulaciones dietéticas, ya que cada uno de estos alimentos
representa a veces uno o varios productos y por lo tanto se preparó el Cua
dro No. 6 donde se indican qué alimentos dentro de cada grupo fueron util^

- 69 -

zados para el análisis de su contenido de c a l o ñ a s ,

los cuales fueron

leccionados en base al material de todas las encuestas alimentarias

se-

reali-

zadas en 1967 (30 poblaciones rurales accesibles y la ciudad de Panamá com población urbana).
o

•

Finalmente, estableciendo ya la canasta básica dé alimentos con las
cantidades que debe de consumir un hombre adulto que representa una unidad
en la familia, se presenta el Cuadro No. 7 con las fracciones o proporciones que les corresponden a cada uno de los miembros según sus necesidades
calóricas.

Por consiguiente, se necesita calcular en una familia tipo que

represente a la familia panameña la cantidad de alimentos en base a

esas

proporciones que le corresponden al padre, la madre e hijos según edad, se
xo y estado f i s i o l ó g i c o o estado de la madre durante embarazo y lactancia.
Con el fin de establecer el costo monetario de la canasta básica

de

alimentos, se s o l i c i t ó la participación de los representantes del Ministerio de Planificación, Ministerio de Desarrollo Agropecuario,

instituto

de

Mercadeo Agropecuario y Oficina de Regulación de Precios, para llevar a ca
bo una tercera sesión de trabajo con el Dr. Cutberto Parí 1lón, Lic. Marina
Flores y Srta.

Marta Yolanda Lara.

Se les dio una descripción general

del trabajo realizado en el diseño de la canasta básica de alimentos, seña
lando que las cantidades de alimentos se establecieron sobre los

resulta-

dos de encuestas alimentarias realizadas en diferentes grupos rurales,
rales marginados y urbanos.

ru-

Se indicó también que las c i f r a s se analiza-

ron en base a criterios no sólo nutr?cionales sino ponderando el tipo de
población, y enfocando los aspectos en relación

al futuro desarrollo de

- 70 -

los programas agropecuarios.
Luego se discutieron ampliamente todos los aspectos económicos e » lo
Y
que respecta a la fijación de precios al productor y al consumidor.

Se

#

les entregó a los representantes de las entidades ya mencionadas, una lista de los alimentos que conforman las dietas de los diferentes grupos
población de Panamá.

de

Con esas listas se fue analizando y discutiendo pro-

ducto por producto para decidir el precio que debe calcularse para cada
uno, según la información disponible en estas instituciones oficiales.
Será necesario llevar a cabo otras sesiones de trabajo para la determinación del costo total de la canasta básica de alimentos.
Finalmente se confeccionará un cuadro con el costo monetario de la ca
nasta básica para una familia en base a las cantidades de alimentos que co
rresponderán a los otros miembros de la familia en base a sus necesidades
calóricas.

- 71 Cuadro No.

6

CONTRIBUCION PORCENTUAL D LOS ALIMENTOS
E
A LA INGESTA CALORICA
P A N A M A

Hojas de Balance

.Encuesta 1967
Rural

Urbana

1975

1976

Productos lácteos

2.5

5.3

5-9

6.6

Huevos

0.8

1.4

0.9

1.3

Carnes

6.8

9-3

8.0

10.2

Leguminosas

3=6

3-3

2.9

3.1

0.3

0.4

A!imentos

Vegetales

s

1.4

.0.8

Frutas

1.2

•

2.2.

Sananos y plátanos

6.1

4.6

Raíces y tubérculos

5.1

4,0

—

I^SSKM

8.5

arroz

44.3

37.8

28.4

35-6

4.4

43-. 0

Cereales

3-6

28.4

19-9

10.6

pan de trigo

6.8

maíz

5.0

1.6

pastas

1.1

1.6

t o r t i l i a de maíz pilado

0.4

avena

0.4

0.8

Azúcares

9-1

8.1

11.7

14.9

14.8

11.4

7.7

2.8

3.8

5.0

100.2

99-9

99.9

• 11.5

Grasas
Miscelánea
Total

3.5
100.3



-

•


DIVISION D NUTRICION APLICADA
E
INCAP

- 72 -

Cuadro No.

6

CANASTA BASICA D ALIMENTOS
E
PROPUESTA PARA PANAMA

Estructura de
la dieta

Alimentos

Productos

Calorfas necesar i a s para a leanzar requerimientos calóricos
(hombre adulto)

Gramos de Alimentos por
día

lácteos:

leche de vaca,

fluida

3

87

134

3

87

66

1

29

20

res)

9

261

107

(frijol)

3

87

24

Vegetales

1

29

63

Frutas

2

58

141

Bananos y plátanos

6

174

147

Rafees y tubérculos

5

145

133

arroz

30

870

232

pan de t r i g o

12

348

121

3

87

23

Azúcares

10

290

76

Grasas

11

319

36

1

29

13

100

2900

leche evaporada
Huevos
Carnes

(de

Leguminosas

Cereales:

mafz

Miscelánea:
c a f é , grano
Total

DIVISION D NUTRICION APLICADA
E
INCAP

-

73 -

Cuadro

No.

6

CONTRIBUCION PORCENTUAL D LOS ALIMENTOS
E
A LA INGESTA CALORICA
(Encuesta alimentaria en 5 d i s t r i t o s del área r u r a l .
1975)

Al intentos

Productos lácteos

0.5

Huevos

0.4

Carnes

2.5

Leguminosas

12.9

Vegetales

1.4

Frutas

0.3

Plátanos

1.1

Rafees y tubérculos

2.9

Cereales:
arrpz

55.2

mafz

12.4

pan de trigo

0.2

pastas

0.2

harina de trigo

0.2

Azúcares

2.9

Grasas

6.9
Total

100.0

Veragua^

- 74 Cuadro No.

6

CONTRIBUCION PORCENTUAL DE LOS ALIMENTOS
A LA INGESTA CALORICA
Panamá, Hojas de Balance de 1977

Calorías por
persona por día

Alfmentos
Cereales

%

1149

Azúcares

95

3.5

354

Raíces y tubérculos

42.7

13-2

Leguminosas

76

2= 8

Hortalizas

10

0.4

Frutas y bananos

183

6.8

Carnes y pescado

233

8.7

25

0.9

Productos lácteos

182

6.8

Grasas

272

10.1

Miscelánea

110

4.1

2689

100.0

Huevos

Total

-

75 -

Cuadro No. 5

CANASTA BASICA DE ALIMENTOS
ACEPTADA PARA PANAMA

Estructura de
la dieta

Al imentos

Calorías necesa
rías para alean
Zar requerimier^
tos calóricos
(hombre adulto)

Gramos de
al imentos
por día

Productos lácteos:
leche de vaca,-fluida

3

leche evaporada

3

200

Huevos

1

29

20

Carnés

8

232

95

Leguminosas

4

116

32

Vegetales

1

29

63

Frutas y bananos

2

58

114

11

319

280

arroz

30

870

232

pan de trigo y pastas

10

290

101

5

145

38

Azúcares

10

290

76

Grasas

11

319

36

1

29

23

100

2900

Raíces, tubérculos y
plátanos
Cereales:

maíz

Miscelánea
Total

- 76 Cuadro No. 6

LISTADO DE ANALISIS USADOS PARA EL CALCULO
DEL CONTENIDO CALORICO DE LOS ALIMENTOS

Al i mentó

Códigoft

Al imentó

Código

*

Rafees, tubérculos y
plátanos

Productos lácteos
005
009

leche fresca de vaca
leche evaporada
Huevos

030

Huevos de gallina
Carnes

V U i ,

carne deres
Leguminosas

207

cebolla cabeza
chayóte
ejote o habichuela
guandú verde
repollo
tomate
zanahoria
Frutas y bananos

331
367
381
389
395
455

ñame
ñampf
o toe
papa
yuca
plátano maduro
plátano verde
Cereal es

516

arroz sin cascara

569
507

pan dulce
pan francés

570

maíz pilado

frijol Chiricano
Vegetales

232
241
259
251
238
292
298

474
472
470
475
478
457
458

piña
lima limón
marañón
naranja dulce
papaya
banano maduro

Azúcares .
574

azúcar
Grasas

596

ace i te
Mi scelánea

611
670
667
630
677

café, grano
Coca Cola
otras gaseosas
helado
frijoles con puerco, enlatados

Códigos de la Tabla Integrada de Composición de Alimentos» INCAP.

~ 77

-

Cuadro Nc. 7

UNIDADES CONSUMIDORAS SEGUN REQUERIMIENTOS DE CALORIAS

Sexo y edades

Requerimientos de
Calorías

Unidad
Consumidora

2900

1.00

1150

0.40

N i ños de 2 años

1350

0.47

Niños da 3 años

1550

0.53

Niños de 4-6 años

1750

0.6C

N i ños da 7~9 años

2050

0.71

Hombre adulto
Ambos sexos
Niños de 1 año

Varones
10 - 12

años

2500

0.86

13 - 15

años

2850

0.98

3100

1.07

16 - 18 años
Mujeres
10 - T2

años

2250

0.78

13 - 15

años

2450

0.84

16 - 18

años

2300

0.79

Adulta

2050

0.71

Embarazada mayor de 18 anos
2o. y 3er. trimestre

2400

0.83

Lactante mayor de 18 años

2600

0.90

h

lì


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