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        <dcterms:issued>1995</dcterms:issued>
        <dc:language>es</dc:language>
        <dc:creator>Corden, W. Max</dc:creator>
        <dc:contributor>Corden, W. Max</dc:contributor>
        <dcterms:title>Una zona de libre comercio en el Hemisferio Occidental: posibles implicancias para América Latina</dcterms:title>
        <dcterms:isPartOf>En: La liberalización del comercio en el Hemisferio Occidental - Washington, DC : BID/CEPAL, 1995 - p. 13-40</dcterms:isPartOf>
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        <bibo:handle>hdl:11362/25982</bibo:handle>
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PROGRAMA REGIONAL

S O B R E ASENTAÍllENTOS H U M A N O S

PROYECTO

CENTROS

DE

HABITAT/CIDA

CRECIMIENTO

EXPLOSIVO

Ing.

Juan

Pablo A nt ún

CEPAL - Naciones
México,

diciembre

Unidas
1978.

Este

trabajo

el a u t o r
agosto
marco
del

fue r e a li za do

d u r a n t e el p e r í o d o

- diciembre
del

por

Proyecto

Programa

1978 en el
HABITAT/CIDA

Regional

Asentamientos Humanos

sobre
de

la C EPAL.

I N D I C E

1.
2.

Incroduccion
Criterios
Explosivo

de

Identificación

3.

€»

de C e n t r o s

de C r e c i m i e n t o

(CCE)

Los

C C E en A m e r i c a L a t i n a :

4.

Problemas

de E s t u d i o

5.

Hipótesis

de T r a b a j o

6.

BYSA:

7.

Generación

Planificación
y Dinámica

especificación
8.

Algunas

Una prospección

v s . Tendencias Observadas
de u n

C C E -E l e m e n t o s

interpretaciones

del Proceso

C E C R E X - Un m o d e l o d e s i m u l a c i ó n
C e n t r o s de C r e c i m i e n t o E x p l o s i v o
10.

Bibliografía

para

una

de e t a p a s

de

de G e n e r a c i ó n
la D i n á m i c a

Interna

de

1.

INTRODUCCION

En la p r o b l e m á t i c a d e
han co n ce ntr ado
tal v e z

ginalidad
los ma s

conflicto

social,

tal v e z

creciente

Otro
p a ra los

ha

interes

grupo

c e n tr o s ,

económico

transformaran bajo

la m a y o r

1/

o menor

ver GIFFIN,
Proyecto

2/

_3/

o areas

Lucio

la p o b l a c i ó n  ,

que

con

sobre estos

aparece

de

como

centros

capital

las

en

hasta
Asi­

interregiona-

la d i s t r i b u c i ó n

2/

fenómenos—

una
su

México,

y un

la a c t i v i d a d
del

sector

intervención

en de st in os
rural.

regional
o menor

estructura

Settlements

diciembre

ver HERRERA, Ligia  A s e n t a m i e n t o s Rurales
H A B I T A T / C I D A , M é x i c o , d i c i e m b r e 1978.

ecíaiómica
p ú b li c o .

y en

esos

en p o l o s

del

E.stndo,

alternativos
Así,

los

la d i n a para

centros

se

siderúrgicos

fragilidad

a causa

de

económica.

in M e t r o p o l i t a n A r e a s  ,

1978.

crecimiento

HABITAT/CIDA,

sobre

del

estructura productiva

de o r i g e n

de

foco de a t r a c c i ó n

localidades marginadas

fuerte

con m a y o r

estrategias

de

masivas

de d e s a r r o l l o

en s u

nuevo

no m e t r o p o l i t a n o s

pequeñas

convierte

The Precar i o u s

Las

sobre mar-

localización.

relación

turísticas,

Proyecto

de

,

la n a ­

e s t r u c t u r a de e m p l e o ,

su

reciben

especialización

Karen

por

estudios

y

población

estrategias

HABITAT/CIDA,

ver GELLER,
de

de

como

las d e s i g u a l d a d e s

su o r i g e n

lo c u a l

así

de

modificaciones

intensas migraciones

o petroquímicos

en

los

o los m o d e l o s

trabajos

se

3/
r u r al e s -

inversiones

m i z a c i ó n de la m i s m a ,

Así

de d e s c e n t r a l i z a c i ó n

tradicional

profundas

y vecindad

la v i v i e n d a ,

son aquellos

en g e n e r a l

Latina,

de las a r e a s m e t r o p o l i t a n a s —

presencia

otros

areas

programas
de

de

estructurales

impulsado

urbanos

social

en A m é r i c a

1/

el e s t u d i o

transporte,

la c r e c i e n t e

en las

estudios

sufriendo

las

en

humanos

en e s e e s c e n a r i o .

de a s e n t a m i e n t o s

se a r t i c u l a n

e s pa c i o

el

heterogeneidades

con p l a n i f i c a c i ó n

V -i-:?
-

social

como

ante

de la p o b l a c i ó n

E s t os

esfuerzos

financiamiento

específicos

les y l a s

que

asentamientos

p o r su  m a y o r v i s u a l i z a c i o n

turaleza del

mismo,

grandes

los

México,

y la d i s t r i b u c i ó n
diciembre

espacial

1978.

en A m é r i c a L a t i n a  ,

Proyecto

Los
uno
•

ejemplos

de e s t o s

general más
importante
antiguo

centros

señalar

en c a d a

que

registrarán

s i no

una ma yo r

a la

trasnacionalización

urbano,

acero,
c i ón

un p r o c e s o

de

centros

y q u e en

del

sector

en g e n e r a l ,

el a l u m i n i o

en

y los

lo c o n s t i t u y e n

los

los
de

los

años

éstos.

a los

Es

procesos

los

finales

no es s ó l o

recursos

transformación

primario,

en

naturales

e s e p ro c e s o ,
asociada

productos
centros

de

de la b a s e

productiva

la e s t r u c t u r a d e e mp l e o ,

preferenciada

la p r o d u c c i ó n

P u e r t o M a d r y n / T r e l e w en

en

i n d u s t r i a l i z a c i ó n mas

asociados

últimos

menos

capital— ^

de u n a p r o f u n d a

en el

más

de

, en p a r t i c u l a r a par ti r de

g e n e r a un pe rf i l nu ev o

concentrada

mic a motora;

relativa

tasa d e a p r o v e c h a m i e n t o

La p r o p u e s t a

gen

relevancia

la e x i s t e n c i a d e

al

4/
.
,
r e gió n— , s i e n d o

la

con

los p a í s e s

guerr a mundial,

de

encontrarse

la

según

importaciones—

faltan y p uede

l 0 5 ; países

de

5/

de s u s t i t u c i ó n d e

centro

uno

relevante

o menos

de la ú l t i m a

L a t i n a no

en A m e r i c a

de b i e n e s

en

su o r i ­

en u n a a c t i v i d a d
intermedios

la p e t r o q u í m i c a

de base.

como
Una

del

econó­
el

excep­

turísticos.

la p r o v i n c i a

de Chu bu t

en A r g e n t i n a

polo

produc­

tivo de a l u m i n i o y c o m p l e m e n t a r i e d a d de p e s c a e i n d u s t r i a te x t i l . C h i m b ó t e
en P e r ú c o n u n c o m p l e j o s i d e r ú r g i c o d e r e l e v a n c i a y la p r o d u c c i ó n de h a r i n a
de p e s c a d o ,C i u d a d G u a y a n a en V e n e z u e l a s o b r e la q u e se i m p l e m e n t ò u n a v a s ta
e s tr at e g i a de d e s a r r o l l o
de l

país,

tación

Lázaro

ferrífera

Por ejemplo,

regional

Cárdenas
y una

Volta

de

impacto

en el e s t a d o

planta

Redonda

sobre

la e s t r u c t u r a

de M i c h o a c á n

en M e x i c o

productiva

con

la e x p l o ­

siderúrgica.

en B r a s i l ,

San Nicol ás

en A r g e n t i n a

o Monterrey

en M é x i c o .
V e r i f i c a d o no s ó l o en el c a p i t a l s oc i a l , p e . l a p r e s e n c i a de c a p i t a l i t a l i a n o
en la p l a n t a de a l u m i n i o de Pto. M a d r y n o de c a p i t a l e s b r i t á n i c o s en el
Complejo

Siderúrgico

(capital

tecnológico)

de

Lázaro

y en la

destinada
_7/

las

sino

t a m b i é n en

fracción

tecnología

de la p r o d u c c i ó n

que

es

a la e x p o r t a c i ó n .

Asimismo,

Cárdenas,
importante

rentabilidad
Mexico.

operaciones
de

de d e s a r r o l l o

las bel l e z a s

naturales,

t u r ís t i c o ,

bajo

pe.el caso

clásico

la m e t a

de u n a m a y o r

de A c a p u l c o

en

■

No

se

consideran

general mi ne ros
e s to s

va

actividades—

exigencias

c i ud a d

en

sí,

a la a c t i v i d a d
empleo

para

inmigración
dios

(petróleo

8/

otras

Las

en e s t e n i v e l

en

realizados

un

crecimiento

periodos

no

inferiores

miento
que

•

c

c e n tr o s ,

sobre

desarrollo

-

de a h o r a

5 /

un

. - - 1 0 /

e c o n ó m i c o — - , los

los

de b a j a

en

se a r t i c u l e n s o b r e

no

Este hecho

ciudades
inferior

la n u e ­

asociado

la e x p e c t a t i v a

produce

explosivo.

una

12% a nu a l

de

creciente

Algunos

latinoamericanas
al

de

calificación

optimiza

crecimiento

estu­

permiten

sostenido

por

.

en a d e l a n t e
un d e s a f í o

estudios

CCE

que

extractiva,

económica y social

en g e ne ra l

algunas

a o anos—

Existen

se c o n s i d e r a n

que

demográfico
s

fís i c a ,

en la r e g i ó n .

explosivo), significan

sistemico.

No

■

a excepción

de e m p l e o

produciéndose

precisar

Estos

un b o l s ó n

los d e s e m p l e a d o s

empíricos

de vo ca c i ó n

.

la c o n s t r u c c i ó n

al c e n t r o

centros

de p r e f e r e n c i a )

infraestructura

produce

de

los

denominados
para

anteriores

problemas

centros

un

estudio

que analizan

sociales

de

CCE

( C e nt r o s
en b a s e

de

creci­

a un

enfo­

la p e r s p e c t i v a

11/

emergentes—

exclusiva actividad

del

, el C C E y el

extractiva,

en

particular minería-petróleo.
E s o d e s c a r t a de e s t e e s t u d i o c a s o s c o m o
de C h u q u i c a m a t a e n C h i l e , C o m o d o r o R i v a d a v i a en A r g e n t i n a o M a r a c a i b o
Venezuela.

Cuando,

en c a m b i o ,

en el

área

de e x p l o t a c i ó n

g r a m a i n t e n s o de i n d u s t r i a l i z a c i ó n , la r e g i ó n p u e d e
en M e x i c o el c a s o de C o a t z a c o a l c o s - M i n a t i t l á n .
9/
10/

ver más

adelante:3.

FRIEDMAN,
analysis.

J

Los

C C E en A m e r i c a L a t i n a :

Urbanization
University

and N a t i o n a l

of C a l i f o r n i a ,

existe

contener

un p r o ­

un CCE,

una prospección.

Development:

Los Angeles,

a comparative

J u ne,

1970.

el
en
pe.

sistema

urbano

regional

demográfica-— ^,
cesidades

.

para

condiciones

de v i v i e n d a ^ ^ ,

,

18/

,

ambientales—
sinnúmero

las

en p o l í t i c a s

o sobre

de a s p e c t o s

de

los

en los e l e m e n t o s
servicios

CCE,

los p r o g r a m a s

-

-

,

el h i n t e r l a n d
relevantes,

sino

que

demográficos,

de a p o y o

Visión,

13/ MEDINA,

J.L.

Cárdenas,

Buenos

F.

,19/

se h a n

no s o l o

empleo

de

,

, las

y salud-—

j

pautas

realizado

los

de

ne-

impactos

consumo—

p oc o s

e s f u e r z os

, y un

21 /

generación y

interna

y acceso

las

20/

de

los p r o c e s o s

y producción

r e g i o n a l de
la S o c i e d a d

con

é nf a s i s

a los b i e n e s

y

en

1985:

Las

Un

de

Condiciones

la

población

estudio

CONACYT,

(México),

i n d u s t r i a l i z a c i ó n - El N o r d e s t e
I n t e r a m e r i c a n a de P l a n i f i c a c i ó n -,

1976.

La D i s t r i b u c i ó n

M i ch.

Las T r u c h a s

de e d u c a c i ó n

r ur a l —

pero

recursos humanos-^^,

t a m b i é n de su d i n á m i c a

Aires,

tigación Demográfica,
14/ ZAPATA,

los

, la p r o s p e c t i v a

(BYSA).

1 2 / M O R E I R A , R.  U n a p o l í t i c a
b r a s i l e i r o  , E d i c i o n e s de
Nueva

industrialización—

de v i d a —

t e n e r u n a v i s i ó n de c o n j u n t o

producción

12/

de

México,

de V i d a

Seminario

en el A r e a

empírico,
junio

en un

Regional

Reunión

Urbana

Nacional

de L á z a r o
de

Inves­

1977.

polo
sobre

de d e s a r r o l l o :
Promoción

el

c as o

de

y Coordinación

de E s t u d i o s e I n v e s t i g a c i ó n en m a t e r i a de condicione.s y m e d i o a m b i e n t e
t r a b a j o en A m é r i c a L a t i n a , P I A C T ( O I T ) - C L A C S O - C I A T , L i ma, P e r u o c t u b r e
1 5 / SINGER,

Urbanización y Recursos Humanos - El caso de Sao Paulo,

P.

E d i c i o n e s de la S o c i e d a d
B u e n o s A i r e s 1974.
16 / PIETRI,

R.

Lo s

y sociedad
México,

Hombres

en M é x i c o  ,

México

1 8 / R0M7UIIN1,

Caracas,

C.

de M é x i c o ,

25/

y el

Espacio

de P l a n i f i c a c i ó n  ,

en L a s

de E s t u d i o s

Truchas

en

Sociológicos,

Nueva

La s

Truchas:

El C o l e g i o

de G u a y a n a ,

 E v a l u a c i ó n de

los P r o g r a m a s

Ambiental

del

proyecto

SICARTSA,

M.

Colegio

1977.

2 0 / De p a r t a m e n t o de A c c i ó n Social,

Guayana,

de E du c a c i ó r

CECODES-El

P r o g r a m a de G u a y a n a  , l a

f i c a c i ó n p a r a la r e c u p e r a c i ó n , r e f o r e s t a c i o n y a p r o v e c h a m i e n t o
d e r o en la R e g i ó n 8 , C a r a c a s 1974.

2 1 / ITZAGUIRRE,

a ce r o

de

1977.

V e r en C o r p o r a c i ó n V e n e z o l a n a de G u a y a n a ,  E l

Municipalidad

V i s ió n,

1974.

Impacto

México,

Interamericana

Centro

diciembre

17/ C o r p o r a c i ó n V e n e z o l a n a
y Sal u d  ,

de
1977,

Estrategias

de Puer to Madry n,

La E v a l u a c i ó n de

Universidad

de Consumo

una

experiencia:
Bello,

El C a s o

Caracas,

gana

e n el b a r r i o A L U A R  ,

1976.

Católica Andrés

plani-

agrícola

de C i u d a d

julio

1976.

Un esf uer zo en
C I D A y este

ese

trabajo

sentido

presente

fue

u na

realizado

versión

en el niarco del

simplificada

de

las

Proyecto HABITAT/
investigaciones

realizadas.

Es

asi e n t o n c e s

que

se

proveerá

la

i d e n t i f i c a c i ó n de C C E , a s i

en

los

sobre

países
CCE

de A m é r i c a

relevantes,

de

adelante,

se

e llo s

m o t i v o de

una

tesis

de

trabajo,

p r e t a c i ó n de
pretaciones
de

los

los
del

los

una

en

de

f i nes

de

problemas

centros

de

22/

—

y un c o n j u n t o

.

de
de

algunas

muchos
hipó­
inter­

inter­

explosivo

y

23/
de B Y S A — ■ .

un m o d e l o de s i m u l a c i ó n

trabajo

realizada

considerados,

de c r e c i m i e n t o

pa r a

de e s t u d i o s

una e s t r u c t u r a - m o d e l o

y distribución

CECREX,

serie

Se a v e n t u r a n a s i m i s m o
de

criterios

complementaria

po s t e r i o r ad-hoc

CCE.

de

prospección

p o s e e r una

relevantes

crecimiento explosivo

versión

de u n a

investigación

se c o n s t r u y ó

los

un p a q u e t e

resultados

los

generación

presenta

de un c e n t r o

los

que

producción

se

A

investigación

procesos

de

Finalmente,

C E C R E X es

presentan

sobre

los

re a l i z ó una

p r o c e s o de

p r o ce s o s

i n t erna

Latina.

se

Más

como

primeramente

p l a n i f i c a d o de

revisada,

con

grados

de

la d i n á m i c a

bas e

industrial.

de c o m p l e j i d a d

dife­

Srtrf;-

rente

en

larios

e

las

distintas

ingresos,

subestructuras

producción

en el

que

lo c om p o n e n :

hinterland

rural,

22/

V e r A N T U N , J . P., Los C C E en A m é r i c a L a t i n a :
H A B I T A T / C I D A , d i c i e m b r e 1 9 7 8 (inédito) .

23/

Bienes

y Servicios

de A p o y o

ciones

urbanas

sirvan

que

(BYSA):

de a p o y o

una

vivienda,
a las

población,

empleo,

sa­

inversiones

y B Y SA.

Una

prospección.

infraestructura

actividades

sociales

Proyecto

e

instala­

sustanti­

v a s - h a b i t a c i ó n , r e l a c i ó n y s e r v i c i o s b á s i c o s y c o m u n a l e s (NEIRA, E. La
ba s e m a t e r i a l de los A s e n t a m i e n t o s H u m a n o s d e n t r o de una p e r s p e c t i v a a m ­
b i e n t a l  , C o n f e r e n c i a I n t e r a m e r i c a n a s ob r e F i n a n c i a m i e n t o y M a n e j o A m ­
biental

de

los A s e n t a m i e n t o s

Humanos,

México,

noviembre

1978) .

de ellas -inversiones- parcialmente ex5p;enar permite introducir escenarios
de simulación diferentes y en particular consideraciones de políticas.

El

modelo de simulación fue construido para aplicar a CCE de base in i . trial,
rus
pero de alguna manera es genérico y podría transformarse en una herramienta
de evaluación de centros de crecimiento exnlosivo basados en turismo.

La formnlización fue realizada en dináiaica de . is L i i ¡ s
s e:..
maquina fue hecho en una computadora 1112000-

íá/

SI) prcCfsado

.V

El objetivo de CECREX es brindar una herramienta de planificación con
enfoque prospectivo para evaluar impacto socioeconómico de planes de inversior
de capital en centros preferenciados para la producción industrial, en parti­
cular de bienes intermedios.
Para medir la performance de CECREX en un CCE real, se aplicó al caso de
Lazaro Cardenas, Mich, en Mexico, una ciudad sobre la costa del Pacífico don­
de el gobierno de ese país implemento una estrategia de desarrollo regional
sobre la e.xplotacion de yacimientos ferríferos y la construcción de un complejo
siderúrgico.

Los niveles iniciales,

tablas y constantes de CECP^EX para Lazaro
26/

Cárdenas se calcularon en base a una extensa investigación complementaria—
sobre dicho CCE, y otras fuentes adicionales

27/

24/ Una tecnica de análisis de sistemas, y en particular de
modelos de simulación,originalmente desarrollada por J.
Massachussetts Institute of Technology.
Una aplicación
esta tecnica es el Modelo Mundial presentado al Club de
Una respuesta alternativa y con la misma tecnica fue el
cano de la Fundación Bariloche en el 73.

construcción de
Forrester en el
muy cuestionada de
Roma en los 72.
Modelo Latinoameri­

25/ Los servicios de computación y asesoría en análisis de sistemas se hicieron
bajo contrato con A.NSI Ltda., Guatemala
26/ BERIÍUDEZ, E. Lázaro Cárdenas, Serie de Estudios sobre Centro.s de Crccimient
Explosivo, Proyecto HABITAT/CIDA, México 1978.
27/ Ver mas adelante punto 9.3

Los resultados obtenidos,y considerando que se trata de una version de
2 8

trabajo

revisada—

/

, p a r a el e s c e n a r i o

rizonte de me di a n o

plazo

confiar

credibilidad

bargo,

una

cierta

muchas

premura

rigideces

d e su

(20 a ñ o s )

simulación adoptando

a partir

de

en el m o d e l o

en d e s m e d r o

realización

de

deberían

la s i t u a c i ó n

de s i m u l a c i ó n

de d i n á m i c a
ser

interna,

criticadas

en

sobre

el h o ­

1970,

permiten

e l a b o r a d c ; s in e m ­

exigencias

y revisadas

de

la

para obten er

una v e r s i ó n m e j o r a d a .

Asimismo,
t ém i c a s
naria

c i ón

en a n á l i s i s

de los

cisiones

creemos

científica

de las
autor.

regional

asentamientos

en la

28/ C E C R E X

conveniente

y en p a r t i c u l a r

humanos,

investigación

actividades

como

el e m p l e o de m e t o d o l o g í a s
en

la i n c i p i e n t e

un m e d i o

y diagnóstico,

de a l t e r n a t i v a s

fue ela bo r ad o

profundizar

como

para obtener
en la

s is -

interdiscipli­
avances

formalización

y pre­

y selec­

políticas.

e n el p e r í o d o

agosto-diciembre

del P r o y e c t o H A B I T A T / C I D A del

1978,

cual

como

parte

participaba

el

b)

Criterio

socio-economico

1.

33/
Importantes —

^
publicas

e n el s e c t o r

34/
productivo —
;

2.

35/
Importantes —
..inversiones p u b l i c a s

concentradas

en i n f r a e s t r u c -

tur a
3.

inversiones

36/
productivo —
;

p a r a el s e c t o r

Cambios

en

la e s t r u c t u r a

de u n a a c t i v i d a d
secundario

predominante

(salvo

en CCE

situación preexistente
mario
4.

t e m po r a l

en el p e r f i l

que

de é s t e ,

4.1 b r u s c a

de

y

motriz,

del PB

del

preferenciaba

de e m p l e o

de

la e s t r u c t u r a

predominante

sostenido

de

la d e m a n d a

inmediato

a una

al s e c t o r

pri­

la d i n á m i c a

de

la p r o p o r c i ó n

4.5

del

aumento brusco
respecto

nivel

de

al p r e e x i s t e n t e .

de

insatisfecha

empleo
del

de

de

tiempo;

en

el

centro;

a la g e n e r a c i ó n d e l CCE;

4 . 4 d i s m i n u c i ó n de

la P E A en s e c t o r

salarios
Inflación

ofertado

la h i s t o r i a

del

34/

Preferentemente

35/

En

términos

en

la

de

r egion:

CCE,

más

en b i e n e s

que

Energía

eléctrica,

carril,

puertos,

de

capital

agua

el

primario;
la r e g i o n

s u p e r i o r a la m e d i a
( p u b l i c a m á s p ri v ad a)

y tecnología.

la i n v e r s i o n p u b l i c a en i n f r a e s t r u c t u r a

la a c u m u l a d a
potable

aeródromos,

en

un 5 0 % m a y o r .

la h i s t o r i a d e
más

en

empleo

local.

En t é r m i n o s de la i n v e r s i o n p u b l i c a g l o b a l d e l p a ís,
n a c i o n a l ; y en t é r m i n o s de la i n v e r s i o n t o t a l g l o b a l
en

frente

período

y motriz

período

36/

y en

emipleos e n u n c o r t o

4.3 a u m e n t o

33/

del sector

se d e s t a c a n

perfil

s e c t o r de la a c t i v i d a d

generalmente

regional;

la e s t r u c t u r a

c r e a c i ó n de n u e v o s

en la c o n s o l i d a c i ó n

y comerciales)

generalmente

en p a r t i c u l a r

abolsonamiento

manifiesto

turísticos

e n la c o n s t r u c c i ó n

Cambios

4.2

economica,

en

15 años.

y de u s o

industrial,

telecomunicaciones,

etc.

caminos,

ferro­

.3-, LOS CCE EN AMERICA LATINA: UNA PROSPECCION^

En b a s e

a los

criterios

tigación complementaria para

Para

ello

C ol o m b i a ,
tigaron

C u ba,

las

12% y m á s

Honduras,

ciudades

de

en la d é c a d a

E n el

cas o

umbral mínimo

Los

se s e l e c c i o n o

en q u e

adoptado

resultados

más

señalados

identificar

CCE

un co nj un to

de

México,

20,000

se

relevantes

países

Perú y Venezuela-

y m as h a b i t a n t e s

en

realizo

una

inves­

e n A m e r i c a L at i n a .

-Argentina,
sobre

los

1970 que

Bra s i l ,
que

se

inves­

crecieron

en

37/
1960/70 —
,

en el

país ninguna

se p r e s e n t a n

se o b s e r v a n

en

anteriormente

en

la d é c a d a

las

los

ciudad

tres

que

cuadros

hubiera

credido

con el

c r e c i e r o n más.

que

si g u e n :

1960/70

ESTADO/PROVINCIA

V I L L A CARLOS

PAZ

PTE.SAENZ PEÑA

T A S A D E C RE C I M .

POBL.

DEPARTAMENTO

CIUDAD

ANUAL

1970

CORDOBA

.C H A C O

1960/70

1 2 .63

20,056

1 0 .38

3 8 , 52 0

NEUQUEN

NEUQUEN

9.91

TRELEW

CHUBUT

7.32

Fue n t e :

37/

ver

,

43,070

72,906

37/

Herrera, L . ; Donaso, F . ; Espinoza, J . , América Latina: Población Urbana
de los Países de la Región por Divisiones Administrativas Mayores - Cen­
sos de 1950, 1960 y 1970, CELADE, Santiago de Chile, 1976.

3.

LOS CCE EN AMERICA LATINA: UNA PROSPECCION

En b a s e
tigación

a los

complementaria

Para ello
C o l om bi a ,
tigaron

En el

de

la d é c a d a

c a s o en q u e

umbral mínimo

1.

Honduras,

ciudades

12% y m á s e n

para

se s e l e c c i o n o

C u ba,

las

Los

criterios

adoptado

resultados

señalados

identificar

CCE

un

de p a í s e s

conjunto

México,

20,000

17/

en el

ninguna

en

país

se p r e s e n t a n

de

las

en los

20,000

la d é c a d a

CIUDAD

PTE.SAENZ

en A m é r i c a L at i n a .

-Argentina,
sobre

los

1970 q u e

ciudad hu b i e r a

tres

que

cuadros

Brasil,
q u e se

inves­

crecieron

en

y más

credido

c o n el

c r e c i e r o n más.

que sig u e n :

habitantes

en

1970

que

crecieron

1960/70

ESTADO/PROVINCIA
DEPARTAMENTO

VILLA CARLOS

una inves­

.

A R G E N T I N A ; Ciudades
en

Peru y Venezuela-

1960/70 —

se r e a l i z o

relevantes

y más habitantes

se o b s e r v a n

más

anteriormente

TA S A DE
ANUAL

CRECIM.
1960/70

POBL.
1970

CORDOBA

PEÑA

12.63

2 0 , 05 6

CHACO

PAZ

10.38

3 8 , 62 0

NRUQUEN

NEUQUEN

9.91

43,070

TRELEW

CHUBUT

7.32

72,906

Fuente:

37/

ver

H e rr e r a ,
de
sos

los
de

37/

L . ; Bonaso,

Países
1950,

de

la

19 6 0 y

F. ; E s p i n o z a ,

Region por Divisiones
1970,

CELADE,

Población

Urb a n a

Administrativas Mayores

- Cen­

J . ,  A m é r i c a L at i n a :
Santiago

de C h i l e ,

1976.

d

2.

Brasil:

Ciudades

de

a ningún

aglomerado

20,000

y más

habitants s

urbano*

y que

crecieron

(en

1970)

e n un

q u e no

12% y m a s

pertenecen

en

la d é c a d a

19 6 0 / 7 0 

POB,
1970

TASA

TASA

1960/70

1 9 5 0/ 60

CIUDAD

ESTADO

Imperativa

Maranhao

3 A 709

lA.AA

22. A3

Antonio

Ceara

619A8

12.03

12.29

Pernambuco

7 A 963

17.06

10.95

Minas

80572

lA. 11

-

25188

53.89

-

36A22

27.90

. -

7010A

17.3A

11. A7

Bezerra

Muribeca
Parque

dos

Guararapes

Industrial

Gerais

Linhares

Espirito

Japeri

Rio

Guaimares

Sao P a u l o

Haguera

Sao

Paulo

1 32555

22.30

7.10

Pereis

Sao

Paulo

23239

1 3 .10

6.39

Sao

Paulo

23A737

1 9 . A6

9.32

Sao M i g u e l

Paulista

S an t o

Janeiro

Campo Nourao

Paraná

26628

1 2 . 9A

2A.7A

Cascavel

Paraná

33809

21.37

27.72

Boa V i s t a

Sta.

33503

1 2 .20

-

Alvorada

Rio

Grande

do

Sul

39A85

69.81

-

No v o H a m b u r g o

Rio

Grande

do

Sul

8 1 811

12.31

2.66

Sapucaia

Rio

Grande

do

Sul

A 11 5 A

2A.23

7.79

Santiago

Rio

Grande

do

Sul

2 20 5 5

38.33

A . 72

Rondonópolis

Matto

2 31 2 A

18.19

16.12

*

do

Sul

Aglomerados
Horizonte,

urbanos

en

Fortaleza,

Catarina

Crosso

B ra s i l :
Curitiba,

Sao Paulo,
Porto

Rio

Alegre,

de J a n e i r o ,
Recife,

Belem,

Salvador,

Belo
Aracaju,

C a m p i n a s , F l o r i a n o p o l i s , I t a b u n a , J o a o P e s s o a , J u a z e i r o do N o r t e , J un d ia i,
Manaus, Natal, Pel ota s, Santos, Sorocaba, Taubaté, Vitoria, V o l t a Redon da
F U EN TE S :

Herrera,
Urbana

de

L.;

Donaso,

los

Países

F. ; E s p i n o z a ,
de

J.;

A mé ri ca Latina:

la R e g i ó n p o r D i v i s i o n e s

Población

Administrativas

M a y o r e s - C e n s o s de 1950, 1960 y 1 9 7 0 , 
C E L A D E , S a n t i a g o d e C h i l e , 1976.
Herrera,

L.;

BID-CELADE,

Pecht,
Santiago

W. ;  C r e c i m i e n t o
de Chile,

1976.

Urbano

de A m é r i c a

Latina

3.

COLOMBIA: Ciudades de 20,000 y más habitantes que más crecieron en
la decada 1960/70

CIUDAD

ESTADO/PROVINCIA

T A S A D E CR E C I M .

POBL.

DEPARTAMENTO

•

ANUAL

1 970**

1960/70*

FLORIDA BLANCA

27.09

3 8 446

COPACABANA

ANTIOQUIA

9.97

23327

MAICAO

■

SANTANDER

DE LA G U A J I R A

9.48

2 1645

D

*

a

1964/73

**

197 3

F U E NTE:

4.

CU BA:

•

ver

37/

Ciudades

que mas

crecieron

en

1960/70

ESTADO/PROVINCIA

T A S A DE CRECIM.

POBL.

DEPARTAMENTO

CIUDAD
-

ANUAL

1970

1 96 0 / 7 0

NUEVITAS

*

•
k

A

MAO-NICARO

*

*

*

I n f or ma ci ón no d i sp o ni bl e
Investigación

inconclusa

5.

HONDURAS: Ciudades de 20,000 y más habitantes en 1970 que mas crecieron
en el período 1960/70

ESTADO/PROVINCIA

SAN P E D R O

SULA

T A S A D E C RECIM.

POBL.

DEPARTAMENTO

CIUDAD

ANUAL

1 970**

1960/70*

CORTES

TEGUCIGALPA

6.35

25,120

FCO.

(DC)

1 A 8 ,0 82

CHOLUTECA

CHOLUTECA

7.56

MORAZAN

5.68

2 7 0 , 6A5

20,000

y mas

D
*

1961/7A

**

197A

FUENTE:

6.

ver

MEXICO:

W

Ciudades
de

de

12% en la d é c a d a

politana Mexico,

habitantes

1960/70

y que

en

1970 q u e

no p e r t e n e c e n

c r e c i e r o n ma s
al á r e a m e t r o -

D.F.

ESTADO/PROVINCIA

T A S A DE C R E CI M .

POBL.

CIUDAD

DEPARTAMENTO

ANUAL

1970

M E S A DE TIJ U A N A

AGUASCALIENTES

3A.30

50,09A

ACAPULCO

GUERRERO

1A.05

17A,378

PUERTO VALLARTA

JALISCO

12.93

2A,155

CUERNAVACA

MORELOS

1A.26

1 3 A ,1 1 7

FUENTE:

DE JUAREZ

v e r 37/

1960/70

7.

PERU:

Ciudades de 20,000 y más habitantes en 1970 que crecieron
más del 12% en la decada 1960/70

ESTADO/PROVINCIA

T A S A D E CRECIM, . POBL.

CIUDAD

DEPARTAMENTO

ANUAL

LA LIBERTAD

AREQUIPA

lA. 19

25,508

PANCARPATA

AREQUIPA

2 1 . 6A

57,501

SOCABAYA

AREQUIPA

A2.56

25,192

EL T A R U B O

JUNIN

1 2 .A9

30,256

EL JUNIN

LA LIBERTAD

16.19

58,331

LA ESPERANZA

LA LIBERTAD

2 0 .87

42,113

9.3

154,045

CHIMBOTE

*

1 9 70 * *

1961 /7 2

**

1960/70*

19)2

FUENTE:

8.

v er

XLl

VENEZUELA:

Ciudades
más

de

un

de m á s

de

12% en

20,000

la d e c a d a

en

1970 q u e

crecieron

1960/70

ESTADO/PROVINCIA

T A S A D E CRE CI M .

P O BL.

CIUDAD

DEPARTAMENTO

ANUAL

1 9 70 * *

POZUELOS

ANZOATEGUI

19.65

44,011

TURMERO

ARAGUA

17.79

43,832

S A N F E L I X DE G U A Y A N A

BOLIVAR

16.72

153,540

GUACARA

CARABOBO

12.20

38,793

*

1961/71

**

1971

FUENTE:

/er 37/

1 9 6 0 /7 0 *

La a p l i c a c i ó n
permitió
cu a l

del

aproximarse

se d e f i n i ó

criterio

a una

con

demográfico

cobertura

consultas

com5 una

regional

a informantes

primera

prospección

de l o s e s t u d i o s
calificados

de

en b a s e

c a so,
al

la

criterio

socioeconómico.

De e s a
a)

f or ma ,

se a d o p t ó

para una primera

etapa

En A r g e n t i n a
Estudiar

Puerto

Madryn/Trelew

donde

radica

un

se

te a c t i v i d a d

en

c o m p l e j o de p r o d u c c i ó n

la i n d u s t r i a

38/
de C h u b u t —
, CCE

en la p r o v i n c i a

textil

y en

de aluminio,

una

crecien­

l a pesca.

D
b)

En B r a s i l
Estudiar

c)

el

caso

de O s a s c o

en el e s t a d o

de

Sao

39/

Paulo

En C o l o m b i a
Estudiar
urbano

las

características

colombiano,

del

relativo

en p a r t i c u l a r

de

y Mao-Nicaro

dos

equilibrio

los c o s t o s

en

el

de m a n t e n e r

sistema

ese equi-

i
•
^0/
l -iKb r i o -

d)

En Cuba
Estudio

de N u e v i t a s

ficación
miento

intensa,

c on p a r t i c u l a r

territorial,

impacto

39/

interes

en

nuevos

sujetos

los a s p e c t o s

sobre hinterland

producción y distribución de BYSA

38/

centros

ordena­

rural y sistemas

de

Al/

SCH A M I S , N.  P u e r t o M a d r y n  s e r i e d e e s t u d i o s sobre C e n t r o s
E x p l o s i v o , P r o y e c t o H A B I T A T / C I D A , m a y o 1978
Estudio

de

a plani­

a c o n t r a t a r con C E B R A P , p o s t e r i o r m e n t e d e s c a r t a d o

de

por

Crecimiento

razones

presupuestarias
40/

Propuesta

de

estudio

a realizar por

HABITAT/CIDA,p o s t e r i o r m e n t e no
41/

Las

dificultades

realizada
lización

por

para obtener información -misma

l a Lie.

de este

el A s e s o r R e g i o n a l

Ligia H e r r e r a en n o v i e m b r e

estudio.

•

del

proyecto

implementada
en u n a
1 9 78-

visita

de

impidieron

campo
la

rea­

e)

En H o n d u r a s

42/
Estudio

de

S an P e d r o

business,
en u na

f)

Sula —

 con

la m e t a l m e c á n i c a

zona

costeña

particular

y el

tropical

impacto

énfasis

sobre

en

^8^ 0-

el

el h i n t e r l a n d

r ura l

húmeda.

En M é x i c o
Estudiar

Lázaro

1 9 60 / 70 ,

complejo

ferríferos

Estudiar

en

d os

Cárdenas

, Mich.,

siderurgico

la c o s t a

centros

c on a c t i v i d a d

43/

del

y de

un CCE posterior

aprovechamiento

a la d é c a d a

de

yacimientos

de b a s e

extractivos

Pacífico.

de c r e c i m i e n t o

e n la p e t r o q u í m i c a

explosivo

de b a s e

y celulosa

Poza

Rica

45/
y Coatzacoalcos-Minatitlan —
.

Estudios
una de

g)

de

las

casi

L as

la

déficit

turísticas:

Acapulco

de s e r v i c i o s

per

de un C C E
complejo

clásico

con u n a

c a p i t a de Méxicc

siderurgico

estructura

presupuestarias
de

y la d i s c o n t i n u i d a d

del pr o y e c t o

BERMUDEZ,

Centros

E.

t^ ¡ ,

Dificultades

Explosivo,

este

Poza Rica

Proyecto

BERMUDEZ,

E.

de h a r i n a s

S e r i e de E s t u d i o s

ILABITAT/CIDA,

México,

sobre

HABITAT/CIDA,

presupuestarias

México,

Centros

de

de C r e c i ­

Crecimiento

1978.

 C o a t z a c o a l c o s  , S e r i e de E s t u d i o s

Proyecto

impi­

este estudio.
sobre
1978.

Explosivo,

económica

y procesamiento

B E R M U D E Z , E.  L á z a r o C á r d e n a s  s e r i e de e s t u d i o s
miento Explosivo, Proyecto H A B I T A T / C I D A , México,

sobre

Centros

de C r e c i m i e r

1978.

y la d i s c o n t i n u i d a d

del proyecto

impidieron

estudio.

Para este
d as

de J u á re z,

47/

realización

bU
47/

actividades

con m a y o r

un e s t u d i o

dificultades

dieron

44/

ciudades

diversificada;

de p e s c a d o

43/

en b a s e

En P e r ú
Chimbóte,

«/

un C C E

antes,

estudio,

se p r o p o n í a c o n t r a t a r a D E S C O p e r o

impidieron

su realización.

las

causales

señala­

h)

En V e n e z u e l a
Ciudad

Guayana,

una

planilicacion —

Una

i)

Observación

D

t o do s

relacionados

ii) El cas o
únicos

de

los

con

centros

la

de b i e n e s

S an P e d r o

donde

con

grandes

inversiones

en su

la cobertura propuesta permite señalar:

de

la p r o d u c c i ó n

nueva

.

Salvo Acapulco,
están

ciudad

de

industria

crecimiento

explosivo

y en la m a y o r í a

de

elegidos

los

c a so s

con

intermedios.

S u l a y el de

el h i n t e r l a n d

en

las

ciudades

términos

cubanas

de a c t i v i d a d e s

parecen
rurales

se r
es

los

rele­

v ante.
iii)

S e r í a de i n t e r é s

en una

miento

basados

sivos

explosivo
en c a p i t a l

considerable
^
eléctrica)

(y

de a l g u n a

a)

puede

obra

de R e f e r e n c i a

realización

para

de E s t u d i o s

Guía

la R e c o l e c c i ó n

BERMUDEZ,
miento

49/

Casos
mayor,
70)

E.

Ciudad

Explosivo
típicos

área de

creci­

de c o l o n i z a c i ó n a g r í c o l a ,

donde

asimismo

se v e r i f i q u e

infraestructura

(p.e.

una

c o n t r a t a c i ó n de

inten­

un

instituciones

impacto

presa hidro-

sobre Centros

para

la

de C r e c i m i e n t o

de A m é r i c a L a t i n a .

y Sistematización

Guayana

Proyecto

son

la

Especiales

en países

par a

de

algún

consultarse:

Explosivo

48/

en p r o c e s o s

evaluar

49/
—
.

I,

b)

etapa

tecnología),

En el A n e x o
Términos

segunda

Serie

de

de

Estudios

H A B I T A T / C I D A , Mexico,

1) el V a l l e

del

Neuquén,

creció

a uno

de

registrados

en e s e

país,

que

Río Negro

los

Información

sobre Centros

de C r e c i ­

1978.

en Ar g e n t i n a donde

ritmos más altos

recibió

50/

el i m p a c t o

la c i u d a d

(9.5% a n u a l
de

la p r e s a

en

19 60/

Chocón-

C e r r o s C o l o r a d o s y 2) la r e g i ó n d e l A l t o P a r a n á
en el l í m i t e de B r a s i l
co n P a r a g u a y , a c t u a l m e n t e e s c e n a r i o de la c o n s t r u c c i ó n de un s i s t e m a i n t e ­
grado
50/

de

aprovechamiento

Confeccionada

hidroeléctrico.

p o r los L i e s .

Karen

G i f fin y L u c i o G e l l e r .

Anexo la
CENTROS DE CRECIMIENTO EXPLOSIVO

Términos de Referencia para la
contratación de Instituciones para
la realización de Estudios Especiales
sobre Centros de Crecimiento Explosivo
en países de América Latina

1.

Ob ietivo
Realizar Estudios Especiales de Recolección y Sistematización de Infor­

mación sobre Centros de Crecimiento Explosivo en países de América Latina.
Dichos estudios se aplicarán a la construcción de un modelo de interpre­
tación y descripción de las características específicas de estos asentamien­
tos humanos.

2.

Descripción General de los Requerimientos
El Estudio abarcará los aspectos de generación, producción y funciona­

miento del centro en cuestión, y el informe final contendrá dos partes.

I.

En la primera parte, los autores expondrán a manera de presentación
del Centro estudiado, los aspectos más generales del mismo que puedan ser
considerados relevantes, para la comprensión de su origen como centro de
crecimiento explosivo, su desarrollo y su funcionamiento como tal.
Los puntos más importantes a desarrollar en esta perspectiva son:
a)

Génesis del centro de crecimiento explosivo
(elementos que determinaron la creación del centro urbano, la revitalizacion de uno existente y los elementos disparadores de lo

explo­

sivo del crecimiento).
b)

Desarrollo y funcionamiento del Centro de crecimiento explosivo
(su función en el país al que pertenece como centro urbano, su posi­
ción en la red urbana regional, su función en la estructura económica

y su impacto regional, su dinámica interna en comparación con otros
centros urbanos relevantes y la metrópoli nacional).
c)

Los aspectos más relevantes del proceso de ocupación del espacio y
de la producción y distribución de bienes y servicios ambientales.

II.

La segunda parte es tara cons tituída por los datos req uerido s
según la Guía para la recolecci on y Sistematización de Inf on ;ac ion
r
se adjunt:a.

que

La pres entación es libre , pudiéndose adoptar e 1 s is tema de

fichas o de una colé cción de cua dros comentados.

La cobe r tu ra de la

Guía..... deberá ha cerse lo más exhaustiva posible. seña lan do las d ificuitadas encontradas , y la confiabilidad de los datos pro por c ionados
,
Asimismo. podrán agr egarse otros datos no requeridos espe cí fic ámente )
pero que se juzguen relevant es 0 de aIguna especifici dad del centro en
cuestión,

3.

Plazo de Realización
Tres meses.

4.

Consulta Final
En el plazo de 30 días subsiguientes a la recepción del Informe Final,

el equipo del proyecto HABITAT/CIDA podrá realizar una Consulta Final sobre
los conceptos de la la. parte del Informe o alguna aclaración sobre la infor­
mación sistematizada.
La respuesta a esa Consulta que será agregada al Informe Final será ela­
borada por la institución dentro de los 30 días de su recepción.

Al

Anexo

DE C R E C I M I E N T O

Guía para

Dinámica
s er

EXPLOSIVO

la R e c o l e c c i ó n

S i s t e m a t i z a c i ó n de

deben

y

Información *

económica y demográfica

lo s u f i c i e n t e m e n t e

nómica-social y demográfica
series

temporales

que

del Centro

ilustren

Actividades

b)

Crecimiento

de

el C e n t r o

y su H i n t e r l a n d : L o s

para describir

y su h i n t e r l a n d ,

la e v o l u c i ó n h i s t ó r i c a

económicas
las

del C e n t r o

actualizados

a)

c)

3

Ib

CENTROS

1.

-

datos

la e s t r u c t u r a
como

de e s a

para

eco -

recoger

estructura.

originales.

industrias

específicas

actualmente

ubicadas

en

y alrededores.

Historia

de

las

inversiones

puertos,

energía

electrica,

estatales
etc.

en i n f r a e s t r u c t u r a :

Deficit

o superávit

transporte,

actual

en e s t o s

rubros.
d)

Distribución

e)

Importancia

del

producto bruto

local por ramas

y extensión

de

los m e r c a d o s

empresas

cada una de

de a c t i v i d a d .

que atienden

esas

ramas

de

actividad.
f)

Principales
de sus

capitales:

en

capitales

esas

estatales,

ramas

de a c t i v i d a d

privados

locales,

y origen

privados

ex­

t ra n j e r o s .
g)

Distribución

del

h)

Distribución

de la

obtenidas;

cambios

tierra agrícola
i)

empleo

tierra agropecuaria
verificados

e n el

Crecimiento

vegetativo

mortalidad,
j)

tamaño

Corrientes
destino

*

Realizado

de

migratorias

de l o s

p o r l os

en las d i s t i n t a s

flujos

ramas

de a ctividad.

en el h i n t e r l a n d

y producciones

en la p r o d u c c i ó n y d i s t r i b u c i ó n

de

tiempo.
de la ciu da d :
la

familia,

información

etc.

hacia y desde

el C e n t r o ;

migratorios.

L i c s . Karen

sobre natalidad,

Giffin y Lucio

Geller

lugar de o r i g e n

y

la

í-vi

2.

—

H

Estructura social
• a)
b)

Distribución del ingreso.
Comparación de los salarios percibidos en las industrias locales con
sus similares en el resto del país.

c)

Diferencial de salarios entre las industrias específicas y entre estas
y el resto de las actividades económicas del asentamiento.

d)

Diferencial de salarios entre las empresas según el origen de sus
capitales.

e)

Diferencial de salarios dentro de cada empresa según el nivel de cali­
ficación de la mano de obra y las funciones que desempeñan.

f)

Distribución del trabajo en las empresas o ramas de actividad según
se trate de trabajo permanente (o de planta) o temporal.

g)

3.

Participación de las mujeres en la mano de obra.

Cuestiones urbanas
a)

Características geográficas del espacio.

b)

Crecimiento cuantitativo y cualitativo de la ciudad: dimensiones es­
paciales de ese crecimiento a partir de la estructura del casco ur­
bano original.

c)

Distribución de las actividades económicas en el espacio y también
de la población.

d)

Densidad de la población por manzana y por metro cuadrado de vivienda;
calidad de las viviendas, demandas por vivienda y déficits de vivienda.

e)

Disponibilidad de servicios colectivos en las distintas zonas de la
ciudad (agua, luz, transporte, drenaje, pavimentación, salud, educación,
etc.) que permitan hipotetizar acerca de la diferenciación social, se­
gregación espacial y oportunidades de acceso a servicios colectivos.

f)

Información acerca de las formas de convivencia social que puedan ob­
servarse (cooperación, identidad de grupos, violencia, etc.)

g)

Distribución de la tierra urbana; mecanismos de acceso a la posesión de
la tierra urbana (de mercado o extra-mercado); normas legales acerca
de la disposición,de la tierra urbana y la transformación de tierra
agrícola en tierra urbana.

h)

En especial, formas de acceso a la posesión de la tierra urbana por
parte de los sectores de más bajos ingresos.

i)

Precios

de

l os a l i m e n t o s

en c o m p a r a c i ó n

con o tros

centros

urbanos

y

regiones.
j)

Origen de

la o f e r t a

k)

Estructura
empresas;

4.

Cuestiones

de a l i m entos

en el

d e la o f e r t a

y estructura de comercialización.

m e r c a d o de

la v i v i e n d a

según

t i p os

de

autoconstrucción.

ambientales

a)

Conformación

b)

Tipos

ecológica

de d e t e r i o r o

general

ambiental

(tipo d e e c o s i s t e m a ) .

observado

y cuantificación

en c u a n t o

sea posible.
c)

Procesos

productivos

con efectos

depredatorios

con

respecto

al m e d i o

ambiente.
d)

Deterioro

¿)

Medidas

ambiental

que puedan

originado
estar

por

siendo

otras

causas

aplicadas

( s o ci a l e s,

para controlar

etc.)
el d e t e r i o r o

ambiental.

5.

Cuestiones

políticas

a)

de o r g a n i z a c i ó n

Formas

de b a r r i o s ,
l os

cuales

publica
b)

Oferta

y sociales

clubes
se

en

social

(autoridades
de v i v i e n d a

con

(sindicatos,

deportivos,

canaliza

relación

centros

el h a b i t a t

centros

de madres,

vecinales,
etc.)

la p a r t i c i p a c i ó n de la p o b l a c i ó n

comités

a través

de

en la g e s t i ó n

y empresas).

y servicios

colectivos

de

las

empresas

a sus

obre­

r os .
c)

Contribución
dinámica

d)

d e l as

que

económica y demográfica

Instancias

y mecanismos

en la p l a n i f i c a c i ó n
blicas

empresas

y privadas

constituyen

el c e n t r o m o t o r

al p r e s u p u e s t o m u n i c i p a l .

de p l a n i f i c a c i ó n d e l h a b i t a t ,

entre

la a d m i n i s t r a c i ó n p u b l i c a ,

que actúan

de la

en el a s e n t a m i e n t o

y coordinación
las

y otras

empresas

pu­

instancias

so­

c i a l es .
e)

Diferentes

visiones

a c e r c a d e los p r o b l e m a s

toridades municipales,
social

e individuos.

directores

de

urbanos

empresas,

p o r p a r t e de:

formas

au­

de o r g a n i z a c i ó n

6.

Referencias Bibliográficas e Institucionales (*)

a)

Fuentes

d e la

i n f o r m a c i ó n p r o p o r c i o n a d a en 1 a 5.

b)

Listado

de E s t u d i o s

Relevantes

producidos
c)

e n los ú l t i m o s

Directorio

de

universitarios
mación

tión y su r e g i ó n

(*)

Sería

de i n t e r e s

que

de

centros

y organismos

sistemática y/o

en c u e s t i ó n

15 años.

instituciones,
o no,

s o b r e el c e n t r o

estudios

de e s t u d i o s p ú b l i c o s

que p r o d u j e r o n y/o

específicos

y privados

producen

sobre el ce n t r o

infor­

en c u e s ­

impacto.(
*
)

esta

información

se b r i n d a r a

revisada y comentada.

PROBLEMAS DE ESTUDIO

Para

la c o n s t r u c c i ó n

conformar

una estructura

s u m e n lo s

principales

h .1

El e n f o q u e

d e un m o d e l o
conceptual

problemas

d e l os

Una primera aproximación
la d i n á m i c a

de

u n CCE,

de base;

sobre

procesos

d e s i m u l a c i ó n s o b r e CCE,

los

en las

parte de

p o r esto,

que

en

se c e n t r ó

grandes

esta

es n e c e s a r i o
sección

se r e ­

el análisis.

etapas

la e s p e c i f i c i d a d

de

tres

tiempos

en

a saber

- su g e n e r a c i ó n
- el proceso
- la p u e s t a

Si b i e n

de p r o d u c c i ó n d e l
en

funcionamiento y dinámica

el e s q u e m a

problemas

parece

identificados

4,1.1 G e n e r a c i ó n

Dos

áreas

de

mas

de

a.

Análisis

un

en

tanto mecanicista,

cada

tiempo,

permite

precisar

algunos

c a u s a l y los

proble­

relevantes

en A m é r i c a

así entonces:

del CCE

trabajo

técnicas

CCE y

son

identificadas:

el a n á l i s i s

de p l a n i f i c a c i ó n .

iii?
causales

Una p r o s p e c c i ó n

d e l os

Latina,

señalar

en las

permite

características

crecientes
nal,

que
del

deseconomías

de

realizados

turales.
como

futuro

C C E y la

Asimismo,

se

el d e s a r r o l l o

de g e o p o l í t i c a ,

tales

sobre CCE

la e x p l i c a c i ó n d e la g e n e r a c i ó n de
proceso

de a c u m u l a c i ó n g l o b a l ,

localización

la c o y u n t u r a p o l í t i c a - e c o n ó m i c a

región del

cos

estudios

favorable a las

rentabilidad

perciben

e n el e s p a c i o

de á r e a s m a r g i n a d a s ,
como

económico

soberanía nacional

en

o pretextos

u o c u p a c i ó n de

la

recursos

c r e a c i ó n de e m p l e o s

las

tradicio­

inversiones

de s u p u e s t o s

radica

en e s p e c i a l ,

de l a e x p l o t a c i ó n de

una serie

estos

y

na­

políti­
factores

territorio.

b.

La

Metodologías

generación

desarrollo

de un C C E e s t a

del país

importaciones,
como

un

gías

de p r o d u c c i ó n

Esta

Impacto

Dos niv e l e s

en

abolsonamiento

de

del

también

territorial

pueden

iden­

(en g e n e r a l

en las

tecnolo­

y los p r o g r a m a s

de

construcción

relevantes

se

del nuevo

refieren

al

centro

impacto

la e s t r u c t u r a

sobre

perfil

de e m p l e o

cambio

por

la a p a r i c i ó n

de un

sector

secundario

que

los

de los n i v e l e s

de b a j a

calificación

con

r u r a l e s o los

previos

e n el

a causa

la actividad

Aparición

destino

donde

polos

calificación

atractivos

como

etc.,

técnica,

de B Y SA.

r e g i s t r a n un p r o f u n d o

el

señalado

intermedios

inversiones

sino

de o r d e n a m i e n t o

más

el p e r f i l d e

cierta

b.

integrados,

de

s o c i al .

complejizacion

boom

de b i e n e s

una metodología o

público)

al p r o c e s o

problemas

de

Lo

aspectos

de

e n u n a e t a p a de s u s t i t u c i ó n

contiene

urbanos

política

del CCE

la

-

p.e.

en el s e c t o r

asociada

y los

la e s t r u c t u r a

a una estrategia

la p l a n i f i c a c i ó n de

y distribución

esta

productivo

a.

los

Producción

etapa

s o l o de

énfasis

adoptadas,

4.1.2

estrategia

asentamientos

temas no

fuerte

asociada

en c u e s t i ó n ,

E sa

de d e s a r r o l l o ,

con

r

la m e t a de p r o d u c c i ó n n a c i o n a l

el a c e r o .

tificarse

de P l a n i f i c a c i ó n

de un p o l o

en a)
de

de

centro

salarios

más

de l

la c o n s t r u c c i ó n .

de a t r a c c i ó n

g e n e r a un p o l o

de p o b l a c i ó n

alternativo

a los

centros

las m i g r a c i o n e s d e p o b l a c i ó n d e o r i g e n

tradicionales

r u ra l .

Asimismo,

la

c r e a c i ó n de n u e v o s

ción provocan
tros

técnicos

(Talificados

de

alca

y profesionales

remunera­

de o t r o s

cen­

u rb a n o s .

Se p r o d u c e
de

u n a m i g r a c i ó n de

empleos

asociadamente

la p o b l a c i ó n

q ue

trae

un cambio
como

en

la e s t r u c t u r a

consecuencia

un

por sexo

y por

rejuvenecimiento

edad

y mascu-

l i n i z a c i ó n de ésta.

c.

Impacto

La s n u e v a s

s o b r e el H i n t e r l a n d

Rural

demandas

de

productos

exigen

cambios

en

area

d o t a c i ó n de

trabajo

bastante dismin u i d a por

tipo

nuevos

empleos

Asimismo,

al n a c e r

centro

Cambios

La

población

te n t e s

e.

en el

de

competencia

urbano,

y productividad,

que

la c r e c i e n t e

en

cantidad

agudizan

la

atracción

de

y

los

por

la

desarticulando
con

tierra entre
aun

más

los

us o s

el m e r c a d o

rurales

inmobiliario

aquélla.

consumo

creciente

en el

Se v e r i f i c a
sible

una

u na e s p e c u l a c i ó n

d.

sembrada

de s u b s i s t e n c i a

urbanos.

aparece

y el n u e v o

agrícolas

centro

del

CCE

exige

nuevos

bienes

y servicios

no

exis­

original.

asociadamente

una d i s t o r s i ó n

de p r e c i o s

y un p r o c e s o

irrever­

inflación.

Demanda

Insatisfecha

de B Y S A y E s t r a t e g i a s

L a p l a n i f i c a c i ó n de B Y S A g e n e r a l m e n t e
torio e x i g i e n d o
del s i s t e m a

a los n u e v o s

f or m a l ,

asentamientos

pobladores

generándose

serán precarios

es

así

y no

Alternativas

rebazada

c o n el

estrategias

crecientes

áreas

reglamentados.

aporte m i g r a ­

alternativas
del

CCE

fuera

donde

lo s

f.

Cambios

Casi

en

todos

la E s t r u c c u r a

los

estudios

Social

empíricos

^

s e ñ a l a n e n la e s t r u c t u r a

social,

en

particular:
-

los c o n f l i c t o s

entre

la m o d i f i c a c i ó n de
de

sociedad

las

estrategias

creciente
t i vo s

4.1.3

para

en

l os

funcionamiento

problemas

poblacional.

a.

en

Cambios

estructura

Asimismo,

empleo,

la m i s m a

desacelera
do e n

d e la

el

general

de

la

fuerza

pobladores

status

y

de

con

trabajo

f i nes

c o n una

reivindica-

en

CCE

se a s o c i a n a l o s

la p l a n i f i c a c i ó n

nuevos

y la

cambios

inercia

en

específicamente:

produce

Empleo

de

la i n f r a e s t r u c t u r a

un e s t r a n g u l a m i e n t o

y en p a r t i c u l a r ,

consolidación

r i t m o de

y d i n á m i c a del

construcción

industriales
de

Más

la E s t r u c t u r a d e l

finalización
plantas

los

detectados

y las d e f i c i e n c i a s

la d i n á m i c a

las

c o n s e rvación del

BYSA.

Puesta

general,

social

s i n d i c a l i z a c i o n y de

en e l e m p l e o

La

de

recién venidos

supervivencia

la a p a r i c i ó n de o r g a n i z a c i ó n

En

t r a d i c i o n a l y los

en

crecimiento

a una d i s m i n u c i ó n

de

económica

en el pe r f i l

en el c o r t e d e b a j a

regimen del n uevo

de n u e v o s e m p l e o s ,
la t a s a

global de

y
de

la

calificación.

centro

lo c u a l

productivo
está

inversiones

asocia­

en el

CCE.

b.

Inercia

En g e n e r a l ,
nómenos
empleo

en la D i n á m i c a P o b l a c i o n a l

la r e s p u e s t a

económicos
como

y este

la d e m a n d a n o

poblacional
descompás
satisfecha

está demorada

respecto

acentúa la d e m a n d a no
de

BYSA.

de

los

fe­

satisfecha

de

Estas

dificultades

sector

c.

consolidan

las e s t r a t e g i a s

de

s u p e r v i v e n c i a e n el

informal.

Conflicto
el

entre

proceso

Rápidamente
dación

de

inercia

y las

tendencias

q u e se o b s e r v a n en

de o c u p a c i 6 n del espacio.

comprobable

los A U P

en

lo p l a n i f i c a d o

en

todos

(asentamientos

la o f e r t a de BYSA,

los C C E de A m é r i c a
urbanos

Latina,

p r e c a r i o s no

y en g e n e r a l

una cierta

la

consoli­

reglamentados),
irracionalidad

la
en

és t a .

d.

Problemas

La

de C o n t a m i n a c i ó n y D e t erioro Ambiental

componente

ambiental

si t u a c i é n que
tamiento
ante

e.

Aspectos

CCE

mantiene

peso en
las

la p l a n i f i c a c i ó n
plantas

y la a u s e n c i a de

de

CCE,

industriales

una cobertura

el

amplia

tra­

de BYSA

creciente.

de D e p e n d e n c i a P o l í t i c o - A d m i n i s t r a t i v a

en los

arrastran
si

de p o c o

al p o s t e r g a r

efluentes

generados

agravadas

4.2

s us

agudiza

una población

Siendo
los

de

se

es

la

centros

dependencias

de p o d e r

un

Otros

aproximaciones

depende

no d e s p r e c i a b l e

en

de

los

países,

generalmente

de u n a ú n i c a

empresa

la v i d a d e l n u e v o

qu e

c e n tr o.

Enfoques

Otras

poder

economice

político-administrativas,

estructura productiva

asimismo

político

pueden

realizarse

a través

de

análisis historico-polltico-economico

o de l o s a n á l i s i s

o de u n a

así entonces:

crítica

de

la planificación,

la p e r s p e c t i v a
de

calidad

de

del
la v i d a

-4.2.1

Estilos

Parece

importante

CCE

políticos

en Amér i c a

Algunos

señalar

estilos

que a n a l i z a n l a s

señalan

América Latina en

de C C E

la v i n c u l a c i ó n e n t r e

L a t i n a y los

estudios

perspectiva

y aparición

la a p a r i c i ó n

coincidencia

políticos

cuestiones
de

con

los
el

52/
ciones—

y el d e n o m i n a d o

proceso

Asimismo,

las

cepalinas

versiones

locales

estrategias

las

estrategias

Mas

tarde,

muchos

de d e s a r r o l l o
No

titución

de

nacionales
dial—

51/

francesas,

responderán

promuevan

fluido

al a z a r

optimizada

de

sino
a los

económico

deficiente

una

enclave,

intervención
ya no

intereses

en

de

importa-

y sus

importación

de

de CCE.

capital,

un m o d e l o

Hong

preponderante

s e a un p r o c e s o

inserción

de

de

h a c i a adentro.

la a p a r i c i ó n

que

países

de s u s t i t u c i ó n

desarrollo

de

los

^ y esta

en los

trasnacionalización del

y con

entonces

importaciones,
más

de

CCE

crecimiento

a una e c o n o m í a

pero más
es

de

espaciales —

período

de

de d e s a r r o l l o  .

primeros

de d e s a r r o l l o , u n a

a causa del proceso

CCE

público.

de p o l o s

la  a p a r i c i ó n 

los

de

del sector

simple

espacios

la c o y u n t u r a

Kong

sus­

económicos

económica mun-

.

GELLER,

L.

Las

la P o b l a c i ó n  ,

Estrategias
Proyecto

de C r e c i m i e n t o y la D i s t r i b u c i ó n E s p a c i a l d e

HABITAT/CIDA,

C ó r d o b a en A r g e n t i n e ,

53/

E n P u e r t o M a d r y n / T r e l e w , A r g e n t i n a , la p r o d u c c i ó n d e a l u m i n i o , a c t i v i d a d
m o t o r a de e s t e CCE, es en g r a n m e d i d a e x p o r t a d a , s i t u a c i ó n n o d e s v i n c u l a ­
l os

Situación
hierro

abastecimientos
algo

redondo

similar
del

en Brasil,

1978.

52/

da de

Volta Redonda

diciembre

fundamentalmente

a los n i v e l e s

complejo

externos

alcanzados

siderúrgico

Chimbóte

por

del

en Peru.

insumo

básico.

la e x p o r t a c i ó n dé

de Lázaro Cardenas,

México.

4.2.2

Tipo

^
es un a r e a

Esta

por modos
_
están
En

Y Modo

de

.
realizando

considerar

no h emos

de

los

CCE exige

planificación —

de

especificidad
se

55/
empleo —
.

producción
sobre

pueden

la a c t i v i d a d

sobre

C C E en e s t a

t e má t i c a .

de

precarios,

fenómenos
de

las

F.

ITZAGUIRRE,

M.

R.

las

experiencias

las

de

tendencias

reales

la c o n s o l i d a c i ó n

amplia

permite

para

plantear

y el

de a s e n t a ­
citar
cuanto

planificados.

Relaciones

Industriales

en A m é r i c a

E l C o l e g i o de M é x i c o ,

El P r o g r a m a de Empleo

1977.

para América Latina

Programas

de

Investigaciones

en C i e n c i a y

y otros)

 La E v a l u a c i ó n

Bello,

de

metropolitanas

y otros)

CEPAL-BID

(Katz,

las á r e a s

la d o t a c i ó n de B Y S A ,

Sociológicos,

CEPAL-OIT,

Tecnología

Andrés

en

los C C E d i c h o s

y Sistemas

de E s t u d i o s
de

en

evaluación

del espacio,

carencias

tienen

( T o k m a n V.

Ver documentos

entre

de u n a p r o b l e m á t i c a m á s

Centro

y el C a r i b e 

profunda

distorsiones

y las

Enclaves

Ver documentos

una

de o c u p a c i ó n

espontáneos

Z A P A TA ,

identificados

.

planificado

F.

a l p r o b l e m a de
tipos

Empleo

de e n v e r g a d u r a

comparativos

trabajos

l os p r o b l e m a s

Latina,

57/

conocido

de

sino

56/

estudios

agudización

mientos

55/

los

para

esfuerzos

a una

el

la P l a n i f i c a c i ó n

proceso

54/

trabajo

de

•La v i s u a l i z a c i ó n

má s

de

Crítica

p a r a el c a s o
de

algunos

sobre

y la de c o n s t r u c c i ó n . —

Sin embargo,

4.2.3

aunque

, en p a r t i c u l a r

^
la r e g i ó n e n c u a n t o

en

c u a n t o a la d o t a c i ó n

siderúrgica

e Impacto Regional

. 5 4 /
estudiada —

poco

producción,

ser relevantes

La

de P r o d u c c i ó n

Caracas,

de una

septiembre

Experiencia:
1976.

Ciudad

Guayana,

5.

HIPOTESIS DE TRABAJO
HIPOTESIS

I:

La

causa

fundamental

la

existencia

capital

L a G e n e s i s d e u n C C E es f u n c i o n a l
p r o c e s o de a c u m u l a c i ó n ^ obal
’l

d e la g e n e r a c i ó n de

d e u n C C E d e b e b u s c a r s e en el m o d e l o

yuntura económica mundial.

éstas

de

lacalixación

coinciden con una

inversiones
proceso de

en una

El p r o c e s o

en el

estrategia

determinada

transnacionalizacion

en

a través

inversiones

proyecto.
fis ca l ,
vadas

como

recursos

organiza

facilidades

para

un C C E

de

los

la i n s t a l a c i ó n d e

y a la f i j a c i ó n de

del

Estado

regional

naturales

y/o

territorio

gas ,

precios

a las
el

frecuentemente

la g e n e r a c i ó n

parte de

y cuando

Asimismo,

forma de enclave,

la m a y o r

de

la c o ­

favorable

p o lítica explícita, que

cubran

para

de d e s e ­

tradicional

tradicional.

capital
la

en

r e n u n c i a p a r a l e l a m e n t e a p a r t e de la

política

ocupación del

en

voluntad

electricidad,

de desar r o l l o

del

no

r e s p o n s a b l e de

publicas que

(al o f r e c e r

La v o l u n t a d

de

de u n a

en la r e g i ó n ) ,

in s u m o s ,

c i t as

El

El E s tado

y su i n s e r c i ó n

económico

del

de a c u m u l a c i ó n

coyuntura económico-política

región

asociada.

propicias

se g e n e r a a p a r t i r

espacio

la p r o d u c c i ó n e n A m é r i c a L a t i n a

•Estado,

condiciones

i m p e r a n t e en u n p a í s d e t e r m i n a d o ,

conomías

a la d i n á m i c a

reales

los
se

es

CCE

una
es

el

traduce

costos

del

recaudación

industrias

pri­

en ciertos

etc.).

se m a n i f i e s t a

económico

estrategias

en i n t e n c i o n e s

y s ocial,

mejor

geopolíticas,

y de d e f e n s a nacional.

explí­

aprovechamiento

de c o n c e p c i ó n ,

de

HIPOTESIS II:

El

Crecimiento

explosivo

d e un a s e n t a m i e n t o

humano

es

transitorio

Las

condiciones

ceso de
entre

para

génesis

del

esta
CCE.

la c o y u n t u r a
la

mento

la e j e c u c i ó n

por

D

en

los

inversión

posibles

el p e r í o d o

Cuando
en la

estos

cambios

factores

del

de

publicas

proceso

capital
en el
para

clima

de

nivel

de d e m a n d a

fecha

de

tadas

permanentemente

de

de

obras

industriales.

una

situación

ocurren,
en la

la

a

vulnerable
t anto

del

provocarán
r e g ió n ,

C entro.

un d e s c e n s o

produciéndose

transitoriedad
en el d e s c e n s o

esperadas

del

creci-

de

la

tasa

de

infra­

en la r egión:

construcción

de o b r a s

productivo;

social

generada

del

finalizar

de n u e v a s

por

un

y de d e m a n d a

insatisfechas

la i n e r c i a
al

a la r a d i c a c i ó n

de e m p l e o

demandas

cíclicamente

contribuye

funcionamiento

directamente

la p r e s i ó n

por

tiempo

que p u e d a n v e r i f i c a r s e

no a p r o p i a d o

y se a g r a v a n
las

genera

agudizan

insatisfecha
estas

e n el

pro­

de c r e c i m i e n t o  .

que

el s e c t o r

en el

región d e t e r m i n a d a y el m o ­

en el de

c r o n o g r a m a de

fruto

BYSA;

una

y privadas

privado

conflictivo

inversiones,

favorable que

esto

como

implícitas

h a y un d e s f a s a j e

de c o y u n t u r a

e inciden más

Desfasajes

Un

plan;

adicionales

explosivo

en

están

político-económicos

estructura
ii)

capital

de c o n s t r u c c i ó n

de i n v e r s i o n e s
i)

del

cambios

un a d e s a c e l e r a c i ó n

-miento

de

tasa d e i n / e r s i o n e s

Existen

En general,

económico-política

deicidir
de

transitoriedad

se v e n

proceso

insatis­
incremen­

migratorio,

las d i f e r e n t e s

c o n s t r u c c i ó n de i n f r a e s t r u c t u r a

cierto

etapas

y plantas

HIPOTESIS

III;

P uede exiscir

una

dcmanífa n o

(tierra y vivienda)

La

p l a n i f i c a c i ó n de un C C E e s

capital
para
las

e intenta

necesidades

retorno

c i ó n de un CCE,
a las
cia

demanda

manda,

Las

implícitamente

difícilmente

IV:

estrategias

milares

en

capacidad

estas

y de

de

aquélla

cuyo

si n o p o s e e

j e f e de
un empleo

interna

de

por

del

(de a c u e r d o
la e x i s t e n ­
y d e una
social

la m a y o r

in­
de­

proceso m i g r a ­

insatisfecha

de empleo.

las

Z

familias

es Z.

de

la p l a n i f i c a ­

de d e m a n d a

familias

Z en un C C E s o n

58/

si­

en á r e a s m e t r o p o l i t a -

emigrado desde

familia

ca s a

precarios

producto

la d e m a n d a

las

la

rebasados

a las v e r i f i c a d a s

familias han

F a m i l i a Z,

serán

de s u p e r v i v e n c i a

generales

como objetivo

de acumulación)

niveles

empleada
par a

Así,

asentamientos

de a c c e s o ,

de s u p e r v i v e n c i a

se d i r á Z,

59/

de

de

inversiones

 i mp lícitamente

del modelo

Ciertos

previsible,

las

tendrá

utilidades.

previstos

Estrategias

términos

59/
ñas —
, cuando

58/

d e BYSA.

de a c u m u l a c i ó n

con una c i erta

incluyendo,

de o b r a d i s p o n i b l e ,

y con m e n o r

HIPOTESIS

estar

de

coyunCurales

insatisfecha

satisfecha

invertido

BYSA

de

planificada

La metodología

de producción,

en el n i v e l

puede

necesidades

de m a n o

t o r io

capital

y una meta

proceso.

y la d i s t r i b u c i ó n d e

del proceso

r e c u p e r a c i ó n del

funcional al modelo

optimizar dicho

p l a n i f i c a r el m o n t o

satisfecha

implícitamente

centros

Un jefe de

urbanos.

familia

estable.

Ve r Giffin, Karen
 T h e P r e c a r i o u s S e t t l e m e n t in M e t r o p o l i t a n
A r e a s  , P r o y e c t o H A B I T A T / C I D A , M e x i c o , . D i c i e m b r e 1978.

Los

CCE que

obra

cuentan con un hinter l a n d

(población sin

cio del proceso,
gias

tier r a ,

reciben

específicas,

asalariados

familias

trabajos

estacionales

y

del

la

i n c o r p o r á n d o s e a Careas de

formales

agrícola

y la p e r m a n e n c i a

propia,

e informales

HIPOTESIS

V:

El C C E

creación

la c o n s t r u c c i ó n
tas

el e s p a c i o

municación

de u n a m a s a

CCE,

que

tra b a j o .
el

empleo

se c o n v i e r t e en

trabajador

no d e s p r e c i a b l e

de o t r a s

áreas

urbanas,

d e s a r r o l l o de sus

familia

en el

de s e r v i c i o s

productos

agrícolas

espacial

del

por

no s ó l o

de­

través

de

un pro c e s o

si b i e n ,

calificación

en b u s c a d e m e j o r e s

del

Estado

los m e d i o s
de

de c o ­

inmigración

de empleo

hacia

de
el

la d e m a n d a de

predomina netamente

se o b s e r v a

de p r o f e s i o n a l e s y

de p l a n ­

en el c e n t r o

política

c o n c e n t r a d o r de

que,

para

tiene alcances mayores

oportunidades

receptáculo

actividades.

y la c o n s t r u c c i ó n

la a c c i ó n

genera

y con b a j a s

e m p l e o no c a l i f i c a d o

sino que

de g o b i e r n o a

impacto

o nula

un n i v e l

de

impacto

inmediato

es de d e s t a c a r

de baja

un

acentuado

dicho

Asimismo,

de

familia

concentración

de i n f r a e s t r u c t u r a

estrategias

la p o b l a c i ó n s i n

de

importante

de un C C E p r o d u c e

social;

estrate­

transitorios

(venta

los

ini­

en u n a r e g i ó n

nacional,

al p r o m o v e r s u s

entre

jefe

al

de

y el c o n s u m i d o r ) .

p r e e x i s t e n t e y su h i n t e r l a n d
en

del

resto de

terciario

o intermediación

de o b r a s

industriales

tipo

es un m e c a n i s m o

sempleo

La b r u s c a

ciertas

el r e g r e s o

CCE,

)

Z que desarrollan

incluyen

obrero

de m a n o

preexistentes

cuales

como

de p r o d u c c i ó n

rurales)

para efectuar

al h i n t e r l a n d ,

las

rural con excedente

técnicos

en algunos
que han

oportunidades

CCE,

emigrado

para

el

;

________________

_(

¡

: 6. BYSA 
-

-

: P L A N I F I C A C I O N VS.

TENDENCIAS

OBSERVADAS
61/

Como

lo s e ñ a l a n

difererentes

gran distorsión entre
tendencias

reales

Una vision
se p r e s e n t a

D

a)

sintetica

de

los

empíricos —

, se o b s e r v a

de B Y S A en los

C C E y las

estos.

principales

problemas

identificados

a continuación:

de o c u p a c i ó n del espacio:

insuficientes
crecimiento

ciente

60/

Ver

61/

previsiones

de

areas

de u t i l i z a c i ó n

Bermudez,

en la p l a n i f i c a c i ó n

en

términos

del

poblacional;

planificación

en

la p l a n i f i c a c i ó n

e n el d e s a r r o l l o d e

en el p r o c e s o

-

estudios

para uso
del

residencial

con b a j o

coefi­

suelo;

23/

los

Eduardo:

centros

HABITAT/CIDA,
La

concepción

cuencia

de

de

 A c e r c a de
crecimiento

comunicación
de un n u e v o

fuertes

de BYSA

la P r o d u c c i ó n y D i s t r i b u c i ó n
explosivo

personal
centro

inversiones

planificados.

(inedito);

urbano

estatales

julio,

que va

Proyecto

1978:

a surgir

como

conse­

en u n a r e a p r o d u c t i v a ,

i n c l u y e g e n e r a l m e n t e un s e c t o r d e s t i n a d o a s e r o c u p a d o p o r los
t r a b a j a d o r e s e n c a r g a d o s de h a c e r f u n c i o n a r las i n s t a l a c i o n e s p r o ­
ductivas
Los

y la

planes

de

infraestructura
desarrollo

construidas.

urbano

de u n c e n t r o de

este

pre­

suministrar

cluidos en el p l a n
n ó m i c a s , es d e c i r ,

o f i c i a l de d e s a r r o l l o de las a c t i v i d a d e s e c o ­
los e m p l e a d o s t é c n i c o s y o b r e r o s c u y o s s e r v i c i o s

son

considerados

nuevas
En

BYSA sólo a aquellos

tipo,

t e n d e n en g e n e r a l ,

indispensables

para

sectores

el f u n c i o n a m i e n t o

de

in­

las

instalaciones.

este sentido,

ciencia:

l os

se a d v i e r t e d e s d e

sectores

que

el

se i n s t a l a n

o en s us

alrededores,

y q u e no

consiguen aprovechar

inicio

una

primera

en el n u e v o

sin h aber obtenido
las n u e v a s

un empl e o
fuentes

centro

defi­
urbano

previamente

de empleo

creadas.

/// ■

reservas

de

tierras

para uso

siones

para

ciones

y / o no p r o p u e s t a s

sión de

el c r e c i m i e n t o

tierras

previsiones

inercia

en la

tamiento

D

de

poblacional

optimizadas

en el h i n t e r l a n d

optimistas

querimientos

industrial

para uso

implementación

de deseclios

de

industriales,

dificultades

para

inercia

e n la p r o v i s i ó n

(planificadas

u so

cias

entre

residencial

reales

de

planificadas

y creciente
cursos

de B Y S A e n

las

re­

en

deterioro

de a g u a

espacio

las

para uso

tendencias

sugeridas

observadas,

a la r e c o n v e r ­

del m e ­

y a i re)

con nive l e s

tra­

con

acepta­

la vida;

o de h e c h o  )

contradicciones
de

de

evalua­

sobre-dimensionadas

una o c u p ación del

calidad

en cua n t o

inversiones

( c o n t a m i n a c i ó n s uelo,

respecto

o deficientes

previ­

industrial;

dio a m b i e n t e

bles

de

r u ra l ;

y en g e n e r a l

tierras

y ausencia

por

tierras

habilitadas

residencial;
de c r e c i m i e n t o

la p l a n i f i c a c i ó n

particularmente

las d e l

de

las

y las

áreas

tenden­

sector

infor­

m a l ;
insuficiente distribución
reconversión

de

tierras

(cu an d o

de u s o

la hay)

de

agropecuario

la p l u s v a l í a
en áreas

por

urbani­

zadas:

III

es

decir,

no

es

el  e x c e d e n t e m i g r a t o r i o 

incluido

e n los

que arriba

planes de s uministro

de

a estas
BYSA por

ciudades,
los

or­

g a n i s m o s e n c a r g a d o s d e l a o r g a n i z a c i ó n d e l n u e v o c e n t r o u r b ano .
Y e s t o o c u r r e , n o s ó l o p o r q u e el e s c a s o p o d e r a d q u i s i t i v o de e s t o s
sectores

l es

impide

un m e r c a d o más
porque al mismo
como

a c c e d e r a los

o menos
tiempo,

posibilidad.

///

regulado

BYSA a través

por

la o f e r t a

la a c t i v i d a d

de BY S A no

los

de

las

del

leyes

Estado,

incluye

de
sino

siquiera

b)

En la oferta de BYSA:
i)

Inversiones

en B Y S A y a c c e s o

ecuación diseño/costo
términos
ciertos
-

falsas

de

la p o b l a c i ó n

planificado

económicos y pautas
sectores

desproporción
estructura

accesible

culturales

de p o b l a c i ó n

economías

sólo

de c o n s u m o )

con empleo

las

productiva

inversiones

y en

a

estable;

e n la o f e r t a p l a n i f i c a d a

entre

(en

transitoria:

globales

en

infra­

la p r o d u c c i ó n y d i s t r i b u c i ó n

d e BYSA;
limitada

fracción

cada a proyectos
bajos

sectores

total

s a t i s f a c c i ó n de
estable,

en B Y S A a p l i ­

la d e m a n d a
tales

como

p r o v isión de agua por

con
auto­
gri­

etc.

y sectores

planificación
por

para

inversión

de viviendas,

fos p ú b l i c o s ,

Espacio

la

ingresos y sin empleo

construcción

ii)

de

sociales

del Espacio
según

en cuanto

BYSA

con s e g regación

ingresos

(incluye

residencial

calidad

del

tejido

urbano);
dotación

III

de BYSA con s e g r e g a c i ó n residencial;

 La d e f i c i e n c i a d e s c r i t a
de v i s t a
al

como

puede

ser considerada

o r i g i n a d a e x t e r n a m e n t e al proceso

funcionamiento

del nuevo

c e ntro urbano,

p o r el f l u j o m i g r a t o r i o

excedenté

consideraciones

previas

de los p l a n e s

migratorio

por otra parte,

orienta

la

es,

tr a n s f o r m a c i ó n de

Pero

este

algo

inevitable por

tipo de p r o c e s o no

que no

es

fue

considerado

Este

e n las

excedente
que

un C E C R E X .

inicialmente

es m á s ,

punto

es p r o v o c a d a

incluido

fundamental

ciudad en

los p l a n i f i c a d o r e s ,

cierto

de producción y

ya que

urbanos.

el e l e m e n t o

la n u e v a

desde

como

en g e n e r a l

t r a t a n ///

iii) Satisfacción informal de la demanda
invasiones de tierras para uso residencial no inclui­
das en el diseño original del centro urbano;
provisión de transporte con tecnología informal, cone­
xiones ilegales de electricidad y autoconstrucción
de obras menores de infraestructura como alcantarillado
y escaleras publicas (con apoyo gubernamental y/o de
organizaciones privadas de promoción social).
iv) Aspectos político-administrativos de la oferta
superposición de funciones a partir de diferentes intereses/vocaciones de organismos públicos;
competencia para recursos financieros disponibles para
iguales objetivos;
ausencia de coordinación con desecoriomías sustanciales
en la producción de BYSA ofertados;
deficientes mecanismos de percepción en los organismos
locales/centrales de las necesidades reales de la po­
blación .

/// de tomarse medidas para evitar la aparición de un CECREX cuando
se toma conciencia de la posibilidad de que aquella transforma­
ción se produzca
.
*/

Entre los imperativos considerados por el Programa de
Urbanización de Lázaro Cárdenas, en el capítulo corres­
pondiente a Localización de la nueva ciudad, su inciso c
recomienda; evitar invasiones y asentamientos irregulares
entre el poblado existente y la parte nueva, iiievitable en
caso de haberse dado una separación entre ambos.
.M mismo
tiempo, Cuauhtemoc Cárdenas en su artículo Lázaro Cárdenas,
ciudad nueva, experiencia nueva justifica la localizsrción
del parque industrial y de sus reservas, como una medida
tendiente a evitar invasiones de tierras que ^^desorganicen
■ centro u : no. ///
1

c)

Asentamientos Urbanos Precarios (AUP)
i)

Lo transitorio permanente
Ocupación ilegal de viviendas transitorias provistas,
más allá de la finalización de la construcción de obras,
infraestructura y plantas industriales;
ocupación de hecho luego paralización obras CCE por
cambio coyuntura político-económica;
adjudicación de viviendas transitorias como permanentes
por no

construcción de viviendas permanentes planificadas

o porque el costo de estas ya construidas no permite al
acceso de los demandantes;
oferta insuficiente de BYSA derivada del uso parcial,
originalmente transitorio, de la infraestructura de uso
industrial.
ii) Satisfacción extramercado demanda tierra y vivienda
ocupación tierras fiscales y/o de organismo planificador/ejecutor CCE;

III

Sin embargo, estas medidas resultan ineficaces no sólo porque
el desempleo de los países latinoamericanos y el avance de las
formas capitalistas de producción en las áreas rurales siguen
provocando grandes flujos migratorios, sino porque al mismo
tiempo, la concentración del empleo de la región en la nueva
ciudad permite a los sectores dominantes un mejor control del
nivel de salarios, para obtener un menor costo de la mano de
obra en la zona, respecto de dicho costo en áreas tradicionales.
Los sectores que controlan el proceso de acumulación de capital
buscarán, por lo tanto, favorecer esa concentración regional de
desempleo.
De todas maneras, estas discrepancias entre la oferta y la de­
manda de BYSA, no surge de los mecanismos que hacen a las leyes ///

ocupación de tierras linderas, al núcleo planificado
del CCE de uso agropecuario;
autoconstrucción de viviendas con materiales de la re­
gión y de recuperación de elementos en la construcción
de las plantas industriales;
ocupación ilegal por invasión de viviendas planificadas
construidas y desocupadas.
iii) Organización social con fines reinvindicativos en cuanto
a BYSA
organizaciones transitorias ad-hoc (coordinación de es­
fuerzos individuales);
organizaciones centrales/permanentes de barrios
/colonias o conjunto de estos (as);

(presión s/autoridades)

acciones de secciones locales de sindicatos y partidos
políticos;
acciones de grupos/organizaciones privadas de promoción
social;

III

propias de una nueva ciudad planificada.
Podría pensarse, en
efecto, que en un país sin desempleo, o con escasa población
agrícola, este tipo de situación sería superada ya que no habría
motivos para que el nuevo centro urbano atrajera migración ex­
cedente.
Sin embargo, es mi propósito plantear que, aún sin
ese excedente migratorio, la aparición de asentamientos preca­
rios y las deficiencias en la distribución de los BYSA se man­
tendrían .
Los planes de construcción de viviendas, son concebidos para
satisfacer la demanda generada por el personal que hará funcionar
las plantas industriales y la infraestructura, pero la cons­
trucción de esas instalaciones requiere mayor cantidad de mano
de obra q u e la necesaria para su posterior funcionamiento, además
de una calificación diferente.
Puede resolverse el problema de
calificación de la mano de obra mediante cursos que se impartan ///

iv) Elementos de la Estructura de Espacio
diseño para un mejor aprovechamiento de la tierra

y

los BYSA disponibles;
costo elevado de la repularizacion en cuanto ÍYSA, por
el desarrollo espacial, para la mayoría de las; tecnolo­
gías formales en uso en America Latina;
costo elevado del mejoramiento de la calidad del ¡iiedio

III

durante el período de construcción
_^/

-k-k /

Como los que han servido para especializar en el manej j d e l a f u t u r a
planta siderurgica a parte de los obreros que particip ;ban en ] a
.
construcción de la misma en Lazaro Cárdenas.

Pero el problema de la diferencia de cantidtid de mano de obra utilizada
en ambas etapas, no tiene solución dentro de un centro urbano como el
descrito, excepto por medio del comienzo de la construcción de nuevas
instalaciones.
Así, un programa de continua diversificación de la pro­
ducción que mantenga suficiente actividad en el sector de la construc­
ción solucionara parci-almente el problema (al menos mientras las cons­
trucciones continúen).
Cuando esto no ocurre, la radicaciór. definiti.va
en el lugar de parte de los obreros que quedan sin empleo, una vez ter­
minadas las plantas industriales y las obras de infraestructura, genera
nuevas deficiencias en la dotación de BYSA ofertada.
Por otra parte, la rapida expansión de la demanda de alimentos y la
incapacidad de la región agrícola circundante para transformar su pro­
ductividad en poco tiempo, provoca un aumento considerable de los pre­
cios al consumidor, generado en la necesidad de transportar productos
alimenticios desde regiones apartadas y en menor medida, en el monopolio
en el transporte de esos productos.
La inercia de la oferta respecto
del dinamismo de la demanda tarda algunos años en superarse, lo que
provoca un fuerte proceso inflacionario en la región, respecto a otras
zonas del país.
El proceso descrito, es acompañado por el aumento de precio de la cierra
urbanizada y del area circundante, lo que contribuye a la inflación, en
general, y, específicamente, al aumento del precio de cesto de las vi­
viendas.
En general, los planes de construcción de viviendas destinadas a los
trabajadores que harán funcionar las plantas industriales, no toman
en cuenta estas vicisitudes para su construcción y financiamiento, así
como tampoco son consideradas por los sectores que deciden los salarios ///

ambiente por las características de la localización del
sitio.

Ili

en la región.
El costo y, por lo tanto, el p r e d o de las viviendas au­
menta, y lo hace a pesar de las subvenciones generalmente estatales que
suele recibir ese tipo de construcción.
Su precio de venta se vuelve
inaccesible para los trabajadores de salarios más bajos, los cuales deben
enfrentar simultáneamente, el aumento del precio de su vivienda y el pro­
ceso inflacionario general que vive la región, el cual contribuye a dis­
minuir la porción de salario disponible para BYSA de las familias, cuyos
jefes tienen empleo estable (M). Así, a pesar de contar con viviendas
especialmente diseñadas para ellos y con ventajosos planes de financiamiento, los trabajadores de salarios más bajos no pueden adoniriilas.
Esto contribuye a explicar la existencia de importante cantinlad de vi­
viendas vacías en las ciudades nuevas planificadas previamente.
En un
centro de crecimiento explosivo como es Lázaro Cárdenas (Michoacnáii,
México), menos de la mitad de las viviendas construidas pudieron sor en­
tregadas, el resto permanece vacío.
Viviendas terminadas y puestas a la
venta con ventajosos sistemas de financiamiento no encuentran comprador.
Ciertos sectores de ingresos más altos que están capacitados económica­
mente para adquirirla.s no lo hacen, de.bido a que las pautas de diseño de
viviendas y su ubicación en zonas obreras no les satisface.
Las contradicciones hasta aquí descritas tienencomo resultado en los
CCE una nueva contradicción:
el aumento de las viviendas precarias, al
mismo tiempo que permanecen vacías viviendas ya terminadas.
Y las vivien­
das precarias son ocupadas tanto por el excedente migratorio (formado
por subempleados en actividades terciarias o deseinpleados), como por
aquellos trabajadores de planta que no consiguen adquirir las viviendas
terminadas, de las cuales supuestamente son beneficiarios.
Una situación contradictoria similar se advierte en algunas ocasiones
respecto a la distribución de servicios colectivos.
La planificación
de las redes de suministro de agua potable, gas, electricidad, etc.,
se traducen en una localización rígida de dichas redes en la ciudad
nueva, localización que no coincide posteriormente con la de la mayor
parte de la población ***/.
***/Ciudad Guyana (Bolívar, Venezuela) tenía una capacidad instalada
por el sistema de cloacas, en 1971, para servir a 200 000 perso­
nas (125 000 en Puerto Ordaz, y 75 000 en San Félix).
La canti­
dad de habitantes ese año de Puerto Ordaz era de unos 36 000.
de los cuales 32 150 estaban servidos; la cantidad de habitantes
de San Félix era de 106 600, de los cuales sólo 22 850 estaban
servidos.
En total, de 142 600 habitantes en 1971, sólo 55 000
estaban servidos por un sistema de cloacas con capacidad insta­
lada para 200 000 personas.

En una ciudad nueva, que crece a un ritmo acelerado, se manifiesta fre­
cuentemente una lucha permanente en el proceso de ocupación del espacio
urbano entre las tendencias de crecimiento que intenta favorecer la pla­
nificación y las tendencias naturales de crecimiento que se vuelven pau­
latinamente predominantes a medida que se desarrollan las contradicciones /

///
descritas.
El espacio urbano ocupado por los planes oficiales de vivivienda y servicios colectivos, solo podra ser habitado por aquellos
sectores cuyo poder adquisitivo les permita acceder a el. El resto de
la población, sea parte del excedente migratorio, sea parte de los
grupos M de menores ingresos, va a distribuirse de acuerdo a pautas
diferentes a las del plan oficial, con la intención de aprovechar al
máximo los recursos naturales favorables a la vida urbana.
Esto no
significa que las tendencias de crecimiento urbano que son favorecidas
por los planes oficiales no sean naturales, sino que los planes que
favorecen la ocupación de un area determinada, y ejecutan al mismo
tiempo proyectos de construcción de viviendas, SS.CC. e infraestructura
para la vida urbana, ocupan de hecho el area favorecida, y la colocan
fuera del alcance de los sectores de menores ingresos del grupo M y, ^
por supuesto, del conjunto del grupo Z (familias cuyo jefe no posee
empleo estable). ///

7. GENERACION Y DINAMICA DE UN CCE: ELEMENTOS PARA UNA ESPECIrICACION
DE ETAPAS

Como fue señalado anteriormente, una especificación de etapas en el pro­
ceso de generación y dinámica de los CCE permite construir una estructura base
para un modelo de simulación.

Se distinguen entonces dos momentos, uno asociado a la coastruccióri de
plantas industriales, infraestructura y nueva ciudad, y otro, asociado a . fun­
l
cionamiento o dinámica en régimen.
La Gráfica 1 y 2 permiten visualizar los elementos más importantes del
momento I.

La primera se centra sobre los procesos que determir.aran el creci­

miento explosivo del centro, y el segundo el impacto que la aparición del CCE
tiene sobre su hinterland rural.
nuevos

Nótese en el primer caso la generación de

empleos, en particular un bolsón importante de baja calificación en

la actividad de la construcción, la aparición,de un incentivo ¡vor diferencial
de salarios y la dinámica migratoria, que acentúa la demanda sostenida de BYSA.
La satisfacción de ésta, en general, se realiza vía extramercado, que en tér­
minos de ocupación del espacio se traduce en asentamientos urbanos precarios.
Las nuevas características del consumo provocan una creciente actividad comer­
cial, y la demanda de productos de subsistencia un impacto complementario ni
que ejerce el nuevo perfil de la estructura de empleo sobre el hinterianci ru­
ral.

La relativa escasez de mano de obra rural provee una alternativa a J.as

estrategias de supervivencia de los grupos sin empleo estable en el CCE, como
también un reaseguro para los migrantes rurales de otras áreas.
El momento II, Gráfica 3, asociado a la finalización de la etapa cons­
tructiva se caracteriza por un estrangulamiento del empleo y una baja consi-

REFERENCIAS A LOS GRAFICOS 1-4

CONDIS

Modelo Teorico de los procesos de concentración y dispersión de
la población y de la localización de las actividades económicas

SSCC

Servicios colectivos:

infraestructura e instalaciones urbanas (com­

ponente de BYSA)

BYSA

Bienes y Servicios de Apoyo: viviendas, infraestructura e instala­
ciones urbanas que sirven de apoyo a las actividades sociales sustan­
tivas - habitación, relación y servicios básicos y comunales.

AUP

Asentamientos Urbanos Precarios

PYME

Pequeña y mediana empresa

SectofM Sector de la población asociado al empleo estable - incluye pequeños
comerciantes y trabajadores por cuenta propia formales

SectorZ Sector de la población asociado al empleo inestable

G r á f i c a 1.

MOMENTO I EN UN CCE:
CONSTRUCCION DE PLANTAS INDUSTRIALES
INFRAESTRUCTURA Y NUEVA CIUDAD
CRECIMIENTO EXPLOSIVO DEL ASENTAMIENTO

MODELO DE ACUMULACION / CONDIS / COYUNTURA ECON. POLIT. FAVOMBLE

Gráfica 2.

MOMENTO I EN UN CCE:
IMPACTO

*

SOBRE EL HINTERLAND RURAL

INVERSIONES

POBLACION

POBLACION

CAMPESINA

SIN TIERRA

EMIGRACION
HACIA EL SECTOR

RURAL

Gráfica 3

MOMENTO II EN UN CCE:
PLANTAS
OBRAS DE

INDUSTRIALES

EN

FUNCIONAMIENTO

INFRAESTRUCTURA TERMINADAS

BYSA PLANIFICADO OFERTADO

FINALIZACION

ETAPA

derable

en

de r e t o m o
sempleo
de los

la t a s a d e

crecimiento

de

de o b r a c a l i f i c a d a y una

la m a n o

regional
grupos

pleados,

existente

de nuev o s

al p r i n c i p i o

sin empleo en la región

y el

rebasamiento

de

empleos,

concentración

del momento

acentúa

las p r e v i s i o n e s

generan

I.

La

una m i g r a c i ó n
local

inercia migratoria

la c o n c e n t r a c i ó n
en

del d e ­

local

de d e s e m -

la p l a n i f i c a c i ó n

en

la o f e r t a

y las d e f i c i e n c i a s

en

los

/
de B Y S A c o n s o l i d a n

l os

vicios

en p a r t i c u l a r ,

colectivos,

Ambas
trabajo

etapas

para

en

Este

los

gráficos

modelo

un p o c o m á s

4, q u e

será

de s i m u l a c i ó n de
elaborado

anteriores permite

señalar

que
las

las

la b a s e

de

la d i n á m i c a
síntesis

grandes

subestruc­

futura modelación.

Puede observarse

entonces

Subestructura población
contiene

la s i t u a c i ó n

discrimina

d os

de un sector
se p r e c i s a

i n i c i a l e n el a n t i g u o

grandes

c i ó n de e m p l e o ,

-

esquema,

ser­

infraestructura.

la e l a b o r a c i ó n d e C E C R E X ,

turas para una

a)

de

precarios

f u e r o n s i n t e t i z a d a s en el G r á f i c o

i n t e r n a de u n CCE.
presentadas

asentamientos

por

sectores

lo c u a l

sé

centro

M y Z e n r e f e r e n c i a a la
incluye

la p o s i b i l i d a d

de

situa­

transferencia

a otro

la d i n á m i c a d e m o g r á f i c a en

términos

de c r e c i m i e n t o

vege­

tativo y migratorio

b)

Subestructura de empleo

“

un gran

corte

se e s t a b l e c e

se a s o c i a la d o t a c i ó n
de
dor

capital

de

según

la e s t a b i l i d a d

del empleo

t r a b a j o a la p l a n i f i c a c i ó n d e

y a la actividad

comercial

obtenida

por

inversiones

efecto mu l t i p l i c a ­

Scanned by CamScanner

asimismo,

contiene

al i n t r o d u c i r
transitorio

los

una

sistema)

sector informal

servicios

de l a v e n t a

Subestructura
existe

el

de

referencia

personales

informal

ingresos

y los

a los

grupos

equivalentes

Z)

en e m p l e o

de b i e n e s .

y salarios

a las

políticas

y a las v a r i a c i o n e s

local por efecto

(asociado

salariales

(endógenas)

relativo de

precios

(como e x o g c n a s

producidas

y una

en el

al

sistema

cierta elasticidad

de m e r ­

cado.
los

ingresos

Z

y M

por s i m p l i c i d a d

de la c l a s e n o d i s c r i m i n á n d o s e

se v i s u a l i z a n

sectores

por nivel

globales

en c a d a

uno

medios
de

los

grupos
la a p l i c a c i ó n
ingresos

recursos

controlada

del m e r c a d o
precios

de

p o r el

local bienes

costo

se c o n c i b e

como

de s u p e r v i v e n c i a ,
fuertemente

una

fracción

dependiente
impactado

por

de

los

este
los

internos.

sensible

rural

demograficamente
de

la

a las

diferenciales

del

salario

y la

recon­

tierra disponible

asimismo,

se

incorporan

la o f e r t a

e.

BYSA

y servicios,

Subestructura hinterland

version

para

de

trabajo

los

cambios

en á r e a s

en

la p r o d u c c i ó n y p o r e n d e en

rurales

Subestructura BYSA
no

es

incluido

inversiones
sin embargo,

el s i s t e m a

productor

f o rm a l ,

que

se d e r i v a r á

de

las

la c o n t r i b u c i ó n d e l B Y S A

transitorio

que acom­

e n el á r e a
se

p a ñ a al p r o c e s o

señala
de

d e f i n i t i v a de BY S A

construcción

de

plantas

industriales

a la d o t a c i ó n

se

un

de

f.

recupera
BYSA que

realiraentara la s u b e s t r u c t u r a d e

de p r e s i ó n

socjial p o r d e m a n d a

insatisfecha

inversiones

Subestructura de planificación
en gran medida
derada

D

efecto

la e n t r a d a al s i s t e m a ,

esencialmente

como

parcialmente

una p l a n i f i c a c i ó n de

exogena,

inversiones

y consi­
de

capital

;8. ALGUNAS INTERPRETACIONES AL PROCESO DE (GENERACION

■ G r a n p a r t e de l a p r o b l e m à t i c a
si

se i n t e n t a

 g e n e r a c i ó n del CCE

r e s p o n d e r a la p r e g u n t a

puede

¿ p o r q u é s e g e n e r a n los

enfocarse
C C E en A m é r i c a

Latina?

Un

intento

económicos
plícita

de a c u m u l a c i ó n ,

podría

resumirse

su generación

o no de i m p l e m e n t a r l o s , e s t á

aparente,
y sus

de r e s p u e s t a

del p r o c e s o

implicaciones

Eso

de a c u m u l a c i ó n

económica

en el m o m e n t o

la

si

y por ende

los C C E

son

espacios

la d e c i s i ó n p o l í t i c a

relac i o n a d a a una optimización,
global

en el e s p a c i o

económico

im­

al m e n o s
nacional

62/

trasnacionales

está s i g n i f i c a n d o

en;

i m p o r t a n c i a de

de e s a d e c i s i ó n ,

precisar

implícita

la c o y u n t u r a

política-

o n o , y en p a r t i c u l a r

de

analizar :

i)

la h i s t o r i a
dicional

d el

proceso

gia s
t ores

ii)

de

la e s c a s e z

f r u t o de un p e r í o d o
de c o n c e n t r a c i ó n - e n

la i n s e r c i ó n

capital

del

proceso

trasnacional

determinando
capital

para

económico

el n i v e l

términos

espaciales y

en

tra­

relativo,

inversiones

de a c u m u l a c i ó n a p e l a n d o

en l os

económico

J.P.

nacional

países

de

y las

 Discusión de algunas

r a c i ó n de CCE,

Borrador

en el marco

referencia

en el e s p a c i o

la p e r c e p c i ó n

ANTUN,

previo

c on p a r t i c u l a r

de d e s a r r o l l o

62/

de

en el e s p a c i o

produc­

a estrate­

términos

de s e c ­

productivos.

lación mundial

iii)

acumulación

en s u d i m e n s i ó n n a c i o n a l ,

en la c o y u n t u r a ,
t i va s

de

de a c u m u ­

al n i v e l de p e n e t r a c i ó n

del

económico nacional.

l a R e g i ó n de
estrategias

las p r o p u e s t a s

involucradas

proposiciones

(inédito),

del proceso

políticas

con partic u l a r

s o b r e el p r o c e s o

Proyecto HABITAT/CIDA,

México

de

gene­

juJ.io

1978

referencia

a l os

procesos

de suHCÍCifci6n de

y servicios,

la e x p l o t a c i ó n de

los

factores

temática ha

en A m e r i c a L a t i n a
recuperar

nes

de esos

para

vas;

2.

insumos

productivas

tradicional,

es

d ec i r ,

localización

franquicias

lo que se p r e t e n d e r í a

términos

anteriormente,
CCE,

de

y

estudios
ahora

la p e r s p e c t i v a

de

gas,

a ¿por

localización

3.

5.

puertos,

es

los

socio­

se g e n e r a n

frente

CCE?

inversio­

tradicional?.
a una

La

locali­

la e x i s t e n c i a de e c o n o m í a s
(1.

franquicias

financieras;

economías

qué

localizan nuevas

es v e n t a j o s a

c entro.

ferrocarriles,

¿por

e c o n ó m i c o no

franquicias

agua);

se

proponiendo

naturales/insumos), e indirectas

tructura moderna:

qué

en un e s p a c i o

estamos

e n r e l a c i ó n al c r i t e r i o

la p r e g u n t a

p a r a el n u e v o

aduaneras;

(electricidad,

a recursos

en

restringida

respuesta obvia señala que esa

de

objetivos;

la i d e n t i f i c a c i ó n d e

t e n er una v e r s i ó n

relativas

e n g r a n c a n t i d a d de a n t e r i o r e s

análisis

lo s e ñ a l a d o

en a c t i v i d a d e s

zación

desaprovechados

humanos.

Si r e c o r d a m o s
económico

tratada

con diferentes

elementos

asentamientos

sido

recursos naturales

de b i e n e s

de geopolítica.

Esta

podría

importaciones

externas

provistas

aeropuerto,

A.

costo

directas

por

impositi­

(proximidad

el E s t a d o

caminos;

diferencial

(infraes­

tierra de

pre­

cio p r o m o c i o n a l ) .

Per o lo a n t e r i o r
ral más
i)

es s o l a m e n t e

una escenografía

de u n a

situación

estructu­

r e l e va nt e :
un

cierto nivel

económico
nor

alcanzado

tradicional

escasez

la b u r g u e s í a

relativa

e n el

proceso

que permite
de

é ste,

industrial y

de a c u m u l a c i ó n

la d i s p o n i b i l i d a d

en g e n e r a l ,

financiera

para

nacional.

en el

espacio

de c a p i t a l

grupos

reducidos

o me­
de

ii)

una

coyuntura

específicos
e lla,

en

términos

en la [Troducción de b i e n e s

del

capital

la s i t u a c i ó n d e l m e r c a d o

nacional

Lo

internacional

específico

en ese d i n á m i c a / p r o c e s o

cual permitiría

detectar

trasnacional
y la

y servicios

involucrado

inserción

del

en
espacio

global.

como acto r e s

e n el p r o c e s o

de g e n e r a c i ó n

de

un C C E a:
El E s t a d o
Las

)

.

burguesías

Las

Corporaciones

Asimismo,

nacionales

se p o d r í a n

.

El

desarrollo

.

La

explotación

(incluyendo

com o

socioeconómico

pretextos

de

zonas

y o p t i m i z a c i ó n de

las

y financieras

Trasnacionales
percibir

bellezas

La consolidación
o la

industriales

de

reactivación

centros

de o t r o s

surgidos

proceso

de

decisión:

desfavorecidas

uso de

naturales

p a r a el

recursos

a propósito

naturales
de

t u r i s m o)

por a c t i v i d a d e s

originalmente

con v o c a c i ó n

extractivas
político-admi­

nistrativa
Consideraciones
sobre países

de

geopolítica

vecinos,

etc.)

(integración del

territorio,

influencia

9.

CECREX:

U N M O D E L O D E S I M U L A C I O N DE L A D I N A M I C A

PLANIFICADO DE BASE

9.0

INDUSTRIAL

Advertencia

C E C R E X f ue

realizado durante

trata de una v e r s i ó n
gideces

en

términos

preliminar

el período

corregida

ciones

en la e s t r u c t u r a m o d e l a d a

salarios

e ingresos

ciencias

no

rior,

solo

lamentablemente

qu e

el

aplicada

(por las

hipótesis

que

concepción

un u s u a r i o
formulación

limitaciones
q ue

trabajo

de C E C R E X

q ue p r e c i s a

ante

de

como

humanos,

cas no

tradicionales

y desmitificar

señaló

a nt es ,

63/

El autor

agradece

revisión

de

del

de la v e r s i ó n

implementación

Ing.

de

el u s o

etapa

poste­

acabado,

Lionel

autor
es

lo

conceptual y
considera

destinado

a

en el c a m p o
sobre

CECREX,

técni­

como

se

es un i n d i c a d o r

Eduardo

Bermiídez en

la

paramétrica

T o r i e l l o de A N S I L T DA.
del m o d e l o

el

investigación

l a o b t e n c i ó n de i n f o r m a c i ó n

preliminar

proyecto

CECREX

la a t e n c i ó n

d e l Lie.

defi­

para una mejor

particular

d e é s tas.

de

t a les

Asimismo,

planificación

de s i m u l a c i ó n

para

de

de s i m u l a c i ó n

incentivar

simplifica­

del

en la e s t r u c t u r a

y en

en la

Sin embargo,

planteara).

la c o l a b o r a c i ó n

i n v e s t i g a c i ó n de b a s e
y el a s e s o r a m i e n t o

debe

en u n a

uaa experiencia

alternativas,

un modelo

superarse

un m o d e l o

asentamientos

es

la

que ella

de los

no

por nivel);

se

ri­

d e la s u b e s t r u c t u r a

la d i s c o n t i n u i d a d

claridad

herramientas

de p o l í t i c a s

y muchas

presupuestarias.

rescatar

exigencias
de

sino

significó

válida para

en las
la

corregirse

1978,

contiene muchas

(por e j e m p l o ,

adelante)

(tal el c a s o

inexistente

ejercicio

suficientemente

que aún

que no d i s t i n g u e estratos

podrían

H A B I T A T / C I D A y sus

agosto-diciembre

de la d i n á m i c a de s i s t e m a s

s u b e s t r u c t u r a de B Y S A c o m o se v e r á m á s

cr e e

INTE R N A DE UH CCE

en

de s i m u l a c i ó n .

la

de las p e r s p e c t i v a s

d e u n a h e r r a m i e n t a y es u n  m e d i o

c u a l se v e r t e b r a r o n u n a s e r i e d e
bablemente,

investigaciones

algún sector ansioso

tisfacciones, e n h o r a b u e n a ,

pretenda más,

pero nos

interesa más

ambiente

s o b r e el

complementarias.
si e n c u e n t r a

Pro­

otras

sa­

q u e p e r c i b a lo s e ñ a l a d o

ultimamente.

9.1

Conceptualizacion

El
tulo 6,
de

trabajo

4 puede

de b a s e

a c e r c a de l os

generación

del M o d e l o

f ue

elementos

y dinámica

para

de un CCE .

s e r i l u s t r a t i v a al

Esta

realizado

sobre

U n a nueva- l e c t u r a

de la g r á f i c a

hipótesis

de

q ue

presentadas

citamente

está

fueran

global

exógena

en

la i m p l e m e n t a c i o n
en el

de

c a p í t u l o 4.

a un p r o c e s o

económico,

la s u b e s t r u c t u r a

y q ue c o n t i e n e

las
Implí­

las

de a c u m u l a c i ó n

q u e de a l g u n a

forma,

se v e r á

64a/
de i n v e r s i o n e s ---- p a r c i a l m e n t e

posibilidades

de i n c o r p o r a r

ele­

de p o l í t i c a s .

lo e x p l o s i v o

d el

crecimiento

sualizado

en el

sobre

procesos

l os

d i r e c c i ó n de

6 4 b / Ver más

referencia

en el e s p a c i o

reflejado

Ver más

de

conteniendo:

u n a p e r s p e c t i v a de

64a’
/

etapas

respecto.

resulta

rural,

las

capí­

de

conceptual

mentos

en el

la e s p e c i f i c a c i ó n

estructura
trabajo

lo p r e s e n t a d o

impacto

y la

transitoriedad de e s t e , v i ­

d e l a p l a n i f i c a c i ó n de

demográficos,

inversiones

en p a r t i c u l a r ,

los m o v i m i e n t o s m i g r a t o r i o s ,

el v o l u m e n

y

y sobre el hinterland

64b/

adelante:
adelante:

9.1.6
9.1.1

S u b e s t r u c t u r a de Inversiones
Subestructura

de P o b l a c i ó n .

de

Capital.

La concentración

local del desempleo

regional

m e n t o e n q u e el b o l s o n d e e m p l e o d e b a j a
gulado al

finalizar

las

obras de

en la e s t r u c t u r a

productiva,

este

y sobre

sistemas

blación
social

la e s t r u c t u r a

de p r o d u c c i ó n

demandante

con

por

,
las

ción general,
y se

preliminar

gramas

las p l a n t a s

su i m p a c t o

q ue

contiene

s e x o y edad

l as

BYSA y el a c c e s o de la po­

de

indirecta

de

la eficiencia

BYSA, en general, baja c o m o

de

una d e s c r i p c i ó n mas por m e n o r i z a d a

CECREX.

se b r i n d a un d e t a l l e de
señalan

la p o b l a c i ó n ,

en el empleo

es

u ■ 64 d /
h i p ó t e s i s , ---

Se p r e s e n t a a c o n t i n u a c i ó n
subestructuras

f o rm a l

de

una m e d i c i ó n

de l a p l a n i f i c a c i ó n

prevista

Para

estran­

la e s t r u c t u r a s o c i a l m i s m a .

Los

puestas

c a l i f i c a c i ó n es

c o n s t r u c c i ó n de

y el de

D

sobre

del m o ­

64c/

industriales y la nueva ciudad.
Los cambios

a partir

limitaciones

En cada
las
mas

caso,

se a n a l i z a

relaciones

de

la c o n c e p ­

de c a u s a - e f e c t o

importantes

las

en esta

pro­

versión

corregida.

tener una v isión

de b l o q u e

64c/

Ver más

64d/

Ver más

que

de

conjunto,

se p r e s e n t a n más

a d e l an t e: 
adelante:

9.1.2
9.1.4

se

recomienda

adelante

consultar

en la s e c c i ó n

S u b e s t r u c t u r a d e E m p le o .
S u b e s t r u c t u r a d e BYSA.

los

9 .2.2.

dia­

9.1.1

Subeatructura de Población

*

Se identifican dos grandes sectores de la población en el CCE por
su pertenencia a una situación de empleo:
población M (POBM) asociada a los empleos estables (o más per­
manentes)
,

población Z (POBZ) asociada a los empleos inestables (o más
transitorios)

Los cortes no son netos, p.e. se identifican como M los pequeños
comerciantes y los trabajadores por cuenta propia formales.
Toda apartenencia al sector informal es considerado como Z.
En general,
q u e el j e f e

de

en cada caso población

familia

ser

se

.

urbana

población

dinámica

.

rural

de e s t o s

demográfica

e n el c a s o
ferencia

.

sin

señalar

restricciones)

la p o b l a c i ó n e x t e r n a

al C C E

susceptible

de

influenciada

por

el C C E

i n f l u e n c i a d a p o r el C C E

grupos

de p o b l a c i ó n

(PUIC)

(PRIC).

fueron m o d e lados

con

una

propia:

de P O B M c o m o P O BZ,

l os

en cambio,

, está queriendo

éste:

población

Cada uno

Z

de M o  Z  .

considera

influenciada por

o

(sea é s t a n u c l e a r o e x t e n d i d a ,

e s t a en u n a s i t u a c i ó n

Asimismo,

M

crecimientos

se a d o p t ó

vegetativos

p a r a P U I C y P R I C se

cimiento neto;

en e s t a p r i m e r a

una e structura

que

di­

y migratorios.

simplificó
versión,

considerando
el

el

cre­

crecimiento neto

esca definido e x o g e n a m e n t e , y debe
yecciones

de p o b l a c i ó n d e l

considerando
esperado
de

como

de l as

las m e t a s

El aspecto más

y define

escenarios

políticas

atractivo

las

de

usando

t o d o en el c u a l

alternativos

el

éxito

relativo

f a m i l ia r .

que

características

pro­

e s t á el CCE,

de la s u b e s t r u c t u r a m o d e l a d a

situación

las

recursos hum a n o s y en p articular

en p l a n i f i c a c i ó n

movimientos migratorios,
del CCE,

país

calcularse

controla

radica

el c r e c i m i e n t o

de e x p l o s i v o

en los

poblacional

y transitorio

ese

de

crecimiento;

,

en el c a s o
que

del

la ú n i c a

dicho

flujo

excedente

frente

fuente
(CMM)

de

aplicación

crecimiento

e x t e r n a de

es

empleos

de éstos

empleo

(recuérdese

q ue

estables
(FDWE)
de

(TZM);
tod o

M

controlado

a la p r o m o c i ó n

fil d el

migratorio

de

al C C E es

en d i r e c c i ó n

(EWE)

y un

Z a M p o r

POBM;

ambos

C M M y T Z M están c o n t r o l a d o s

ción

real

Por otro

la

inversión

creación

P U IC ,

de m a n o

el

de

de o b r a
en el p e r ­

de c r e c i m i e n t o

de u n

f l uj o )

asimismo por
de e m p l e o

de

un

la

tiempo

y su o c u p a ­

(TPAW).

lado,

el

crecimiento migratorio

t i v a h i s t ó r i c a de m i g r a c i o n e s
efectos,

por

i m p l i c a un d e c r e c i ­

e n el s e n t i d o

de un p u e s t o

y que

y magnitud

fuente

crecimiento negativo

o una

la PUIC,

transferencia

e s t e T Z M es o t r a

real,

se c o n s i d e r a

factor empírico

a la i m p o r t a c i ó n

miento

de ajuste e n t r e

la POBM,

según

el e f e c t o

sobre

Z contiene

la p e r s p e c ­

la q u e se a p l i c a n

el o r i g e n de l o s m i g r a n t e s ;

si

diversos

provienen

acrecentador del movimiento migratorio

es

de
la

la

expectativa de empleo (EW) que define junto con la tasa base
de migraciones de Z de origen urbano (TBMZU), el alcance real
de la tasa de migraciones de Z de origen urbano (TMZU);

si

en cambio, provienen de la PRIC, el efecto a considerar será el
resultante de uno asociado a un incentivo por diferencial de
salario y otro por e

ectativa de empleo

(EDSW), los cuales a

través de la tasa base de migraciones de Z de origen rural
(TBMZR) definirán el alcance real de la tasa de migraciones
de Z de origen rural (TMZR).

Se considera de esta forma que

un migrante de origen urbano en situación de empleo inestable
o desempleado real migrará por expectativa de empleo ai CCE, y
que para el migrante de origen rural no es sola esa situación
la que induce la migración sino que también la existencia de un
diferencial en el precio del trabajo entre las tareas rurales
y los puestos de menor calificación en el CCE.

Nótese, entonces, que la creación de empleo estable genera una mi­
gración de M de otros centros urbanos, y asimismo, una presencia
demandante de empleo de los Z regionales que se concentran en el CCE.
Asimismo, . e concede un grado de movilidad
s

de los Z a M por acceso

a empleo estable.
El escrangulamiento de la oferta de empleo produce una inversión en
los flujos migratorios de M, y por ende un vaciamiento del nivel de
POBM, así como un ligero crecimiento de POBZ por deterioro de la situa­
ción de empleo de M que serán Z (visualizado en TZM que será nega­
tivo) .

La situación resultante deteriorará los índices de ocupación y

CMZR y CMZU serán menos importantes, siguiendo una inercia propia; en
esta etapa se observará una concentración local del desempleo regional
contenida en el nivel POBZ.

Podría afirmarse que esta estructura tiene los elementos fundamen­
tales de la problemática que describe, y que el tratamiento simplificado
de la población externa al CCE, facilita la concentración del análisis
en la población del CCE.

D

Una palabra final sobre las tasas de natalidad implícitas en los
crecimientos vegetativos (CVM y CVZ):

el tratamiento de aquella como

variables exogenas puede decepcionar a más de un demógrafo, pero cree­
mos que reflejamos honestidad intelectual en el tratamiento de un fe­
nómeno sobre el cual aun se desconoce mucho.

9.1.2

Subestructura de Empleo
Esta subestructura contiene los grandes grupos que definen los

sectores de la población en el CCE:
-

el empleo estable (o más permanente)

(WE) que fuera asociado

a la definición de la población M,
y el empleo inestable (o más transitorio)

(WI) que fuera aso­

ciado a la definición de la población Z.
Para cada grupo de empleo, se identificaron las fuentes principa­
les de su generación, asi entonces,
-

en el caso de WE, se considera el empleo estable en la acti­
vidad de la construcción (WEC), el empleo estable en la acti-

vidad productiva en las plantas industriales en el

CCE (WF.PI) ,

el empleo estable en el mantenimiento y producción de servicios
de infraestructura económica-energía, comunicaciones, etc.-(WES),
el empleo estable derivado de la actividad comercial

(V.EV)

, el

empleo estable en servicios de infraestructura social o de la
comunidad

-transportes, gobierno, seguridad, educación y salud-

(WES) y el empleo estable en las actividades rurales

(WER).

Para el caso de W 1 , se considera el empleo inestable en la ac­
tividad de la construcción (WIC), el empleo inestable

(en pues­

tos equivalentes) en la prestación de servicios persor.ales
(WISP)

-que fueron discriminados en servicios personales de­

mandados por la población M (WISPP)

, y aquéllos derivados

de los servicios personales de apoyo a la actividad comercial
formal y de los puestos equivalentes de la actividad coc.ercial
informal (WISPV)-—

y el empleo inestable en las actividades

rurales (WIR).
Para el cálculo de la oferta de empleo en el perfil discriminado
anteriormente, se adopto una parametrización de la dotación de trabajo
en las diferentes inversiones de capital^

el nivel de consumo, la masa

poblacional del centro y la magnitud de la producción en el hinterland
rural.

..Más precisamente:

65/

Para fijar ideas:
servicio doméstico, choferes, jardineros, plan­
chadoras, costureras.-

66/

Para fijar ideas:
descarga de camiones, playeros de áreas de carga,
revendedores informales de productos de subsistencia.

WEPI, WESI y WEC son derivados, respectivamente, de la plani­
ficación de inversiones de capital en la producción industrial,
la infraestructura económica y la construcción (plantas industria­
les, infraestructura y BYSA

.

WIC, de alguna forma, contiene una modelación similiar a V’ C .
.E
^ / V es derivado del nivel de consumo medido en ventas rnino•E,
ris tas (VM) .
WISPV, de alguna forma, contiene una modelación similiar a W E V .

)

ÍIES es derivado de la masa poblacional del centro a través de
ciertas metas esperadas de prestación de servicios a la comunidad y con una respuesta demorada a las exigencias inmedia.tas

68/

WISPP, es derivado de los niveles de ingreso per capita de la
población M y de la propensión al consumo de estos
el empleo en las actividades rurales

-WER y WIR-

(PCM).

es derivado

de la dotación de trabajo necesaria por la producción agrícola
69/
en el hinterland rural y la dinámica demográfica en este —
.

U!

_^/

Ver

68/

Se supone un atraso de segundo orden en la respuesta de oferta de
servicios para la comunidad a la demanda producida por la masa po­
blacional del CCE (POBM y POBZ).

69/

Se simplifica la estructura, suponiendo que la población en edad
de trabajar de la PRIC (PEWHR) sera preferencialmente ocupada, y
que los puestos se distribuirán según un factor empírico (FDWR)
entre mas permanentes y mas transitorios.

Si b ien,

existe una

sjLon de la d o t a c i ó n
en g e n e r a l ,
de a l g u n a

esta

forma,

de

cierta dinámica

trabajo

involucrados

cion es.

Asimismo,

sería

t r u c t u r a de
inicial

9.1.3

tip o m e r c a d o ,

Subestructura

Unagran

de

concepto
tal v e z

relache

simplificación

integración

mejorar

el

 a r e a de

de

algún
esta

de los
estas

consumo

de V e n t a s M i n o r i s t a s ,

con

(FDWES) ,
y

la c o n s t i t u y e n

podrían mejorar

con

proce­
limita­

tan

alguna es­

g r a d o de o l o g o p i z a c i ó n

tendencia.

es

punto

de

partida

de

la v e r s i ó n

de

ingresos,

no

a una masa

se d i s c r i m i n a n

tramos

de

ingresos

anuales

medio

a cada

preliminar
sino

que

s e c t o r M

y

la p o b l a c i ó n .

Probablemente,
dola

interés

depre-

simplificación,

Una profundizacion

de emp l e o

una

de I n g r e s o s

subestructura:

se a t r i b u i r á
Z

del

y u na p o s t e r i o r

de e s t a

de

de

de

en s a l a r i o s

un a l t o g r a d o d e

y salida.

en la g e n e r a c i ó n

simplificada alrededor

D

tiene

de p r o c e s o s

en u n a h e r r a m i e n t a de e n t r a d a
sos

por desplazamiento

subestructura
la a u s e n c i a

i n t e r n a a través

caprichosa,

vertebrarse

sobre

no

sin

t o do s

acepten

embargo,

u na

esta

propuesta

puede observarse

situación

de m e d i a

que

inicial consid e r á n ­
los

estadística

resultados

pueden ser

al

una buena

70/
aproximación
ofertado

Para

para e v a l u a r

p or el s i s t e m a

el c á l c u l o

la s i t u a c i ó n m e d i a

de produc c i ó n

de l os

ingresos

formal

de

cada

de a c c e s o

al B Y S A

.

s e c t o r de la p o b l a c i ó n

consideran:

nJ

70/

Ver

71/

Ver más
a BYSA.

adelante:

9.1.4

Subestructuras

de P r o d u c c i ó n y A c c e s o

se

en el
tes)

caso

de

M

( W E ) , y los

( Y M ) , los
salarios

empleos

más

estables

frecuentes

(o más

para

permanen­

estos

empleos

(SPM).

e n el

caso

rios)

que

tes

d el

para

Lo s

Z

de

contienen

sector

estos

salarios

(YZ) , los
los

informal

empleos

empleos

puestos
(Wl),

inestables

reales

y los

y los

salarios

(o m á s

puestos
más

transito­
equivalen­

frecuentes

(SLZ).

adoptados

e n c a d a c a so,

poseen

una r eferencia

dife­

rente :

-

p a r a SPM,

salario

se a d o p t o

u na

d es

que puede

(SLM)

referencia

de o c u p a c i ó n y de

en c a m b i o
los

para

salarios

promedio

ser

legales

empleos
legal

incrementado

por

de m a n o

se a d o p t o
en

los

al s a l a r i o

escasez

SLZ,

de

las

estables

a n u al )

para estas

activida­

los n i v e l e s

de o b r a

relativos

en el C C E

optimistamente

actividades

( m ed i o

una

(FEWE).

referencia

de m e n o r

a

calificación.

Y
.

Por

otro

la i n f l a c i ó n

Esta
anterior,

72/

lado,

arabas r e f e r e n c i a s

S L M y SLZ sufren

los

efectos

de

72/
( E I S SL )—  .

subestructura
señalando

puede

ser

criticada

q u e la a u s e n c i a

de

de la m i s m a m a n e r a

procesos

de

integración

que

la

la c o n -

El e f e c t o d e la i n f l a c i ó n s o b r e los s a l a r i o s l e g a l e s (EISSL) es la
r e s p u e s t a d e m o r a d a al e s t í m u l o p r e s i ó n de la i n f l a c i ó n s o b r e los
s a l a r i o s l e g a l e s ( P I S S L ) . S u p o n e m o s q u e es u n a d e m o r a que, en t é r ­
minos
forma
social

t é c n i c o s , s e a s i m i l a a un D L I N F I .
Se p r e t e n d e m o d e l a r de e s t a
el r e t a r d o e n la r e s p u e s t a d e l p o d e r p o l í t i c o a n t e la p r e s i ó n
p or

una s i t u ación

de deterioro

en el s a l a r i o

real.

v i e r t e n e n u na h e r r a m i e n t a
generar

una d i n á m i c a

aceptara

CCE,

radica

de la i n f l a c i ó n

s on

este poco

trabajo

construirse

CCE

indicativo

que

que

el a u t o r n o

pr o p i a.

local

La

piensa

y que

es m u y

que

de

salvo

o b ra,

referencia

determinado

d e l CCE,

se

rigidez

de m a n o

poseen una

podría

realizada

por

al

elementos

la s i t u a c i ó n

de

de

del

grupo

continuar

Z,

tramos

en

siendo

subestructura pretende

y Servicios

de Apoyo

especificidad

de

la m a n o

de

empleo,

tramos
de

de

obra

entre

c o n d u c i r a la e l a b o r a c i ó n
del empleo y poseer

de n i v e l

el a u t o r

del

ingreso

considera que

una

del

grupo

la s i m p l i f i c a c i ó n

aceptable.

S u b e s t r u c t u r a de p r o d u c c i ó n

Bienes

podría

calificación

por

discriminando

comparativo

America Latina

del perfil

la p a r t i c u l a r

en la s u b e s t r u c t u r a

elaborada

un estudio

el c a s o

Para

aprovechando

una versión más

M.

73/

de p r e c i o s )

fuera

a la c o m p o s i c i ó n

Esta

la e s c a s e z

está esencialmente

referencia

9.1.4

de

la d i n á m i c a

Probablemente,

diferentes

realizada

cu a l

en q u e el a u t o r

c o n s i d e r a que,

de e m p l e o

ingresos.

de un

al

que

de

puede modificar.

de f u e n t e s

los

perfecto,

que salvo

gran medida

(efecto

de

sin embargo,

dinámica

local

específicos

Sin embargo,

podría

Nótese,

con poca p o s ibilidad

esa exigida

en

perturbaciones

el p r e c i o d e l

que no

propia.

podría diseñarse

de la e s t r u c t u r a

efecto

entrada-salida

un m e c a n i s m o d e m e r c a d o

propenso,

pequeñas

de

y acceso

73/
a BYSA—

incorporar exclusivamente

(BYSA):

vivienda,

el s e c t o r

infraestructura

e insta­

l a c i o n e s u r b a n a s q u e s i r v e n d e a p o y o a las a c t i v i d a d e s s o c i a l e s s u s t a n ­
t i v a s - h a b i t a c i ó n , r e l a c i ó n y s e r v i c i o s b á s i c o s y c o m u n a l e s (NE IR A , E. ,
 L a b a s e m a t e r i a l d e l o s A s e n t a m i e n t o s H u m a n o s d e n t r o de u n a p e r s p e c t i v a
ambiental.
Ambiental

de

Conferencia

los

Interamericana

A s e n t amientos Humanos,

sobre

Financiamiento

Mexico,

noviembre

y Manejo

1978).

formal de producción de bienes y servicios de apoyo (o ambientales).
Tal vez, esa pretension parta del hecho que la subestructura de inver74/
siones —
, mas exogena, un poco el input a CECREX, se diseño conte­
niendo en la planificaci5n de BYSA exclusivamente al sector formal.
Se considera que el no acceso al BYSA ofertado formalmente exigirá es­
cció n
trategias informales para la satisfacción de las necesidades sociales
rmal es
Esas estrategias informales se visualizan en termines de

involucradas.

21! ,
)

ción
BYSA en los procesos de autoconstrucción —
,

. .

.76/

necesidades de infraestructura

los procesos de ocupación

a sa tis fa
77/

r tam ien to
ateg ias p
fami lia y
• Algunas de estas propuestas más integradoras de la situación en
int egrad
BYS.i y los procesos sociales invo,

rado s fue

7 8/
lados en un trabajo —
en el participó el autor, y al cual se reir.ite
al lector interesado.

74/

Ver más adelante; 9.1.6 Subestructura de Inversiones de Capital.

75/

La auto-ayuda, un proceso casi formal, debería ser incorporado en
una versión posterior de esta subestructura.

76/

AUP, Asentamientos urbanos precarios.

77/

Acarreo de agua potable, sustracción de energía eléctrica para uso
domestico a partir del alumbrado publico, sistemas no reglamentados
de transportes (los jeeps en los ranchos de Caracas), etc.

78/

GIFFIN, K; GELLER, L.; ANTUN, J.P.:
Estrategias de Supervivencia
y estrategias de conservación del status:
BYSA y procesos sociales,
Colección de documentos de trabajo conjunto con ANSI LTDA., Proyecto
ILABITAT/CIDA, Mexico, mayo 1978.
(inedito)

Como fuera señalado más arriba, esta subestructura involucra exclu­
sivamente el proceso formal de producción de BYSA, para este se provee
entonces de un paquete de indicadores que apuntan a medir:
la eficiencia social del sistema de producción (ESPESA)
el acceso relativo de los grupos M y Z al BYSA ofertado (AMRBSA
y AZRBSA).
Para ello, se define una estructura de producción de unidades
standards de BYSA (vivienda más una fracción conexa de infraestructura) ,
que produce una oferta (OBYSA) de esas unidades a un costo de usufructo
anual de las mismas (EAPBSA).

Obviamente, esa producción de unidades

standards de BYSA se hace a partir de una planificación de inversiones
de capital en BYSA (IBYSA) con una determinada tecnología que define un
costo unitario (CUBSA) y un tiempo unitario promedio de construcción
(TUPO).

El costo unitario es afectado por el indicador externo de precios

de industria y comercio (IXPIC).

La oferta de unidades standards de BYSA, en numero y precio, es en­
frentada a la demanda que surge de las necesidades poblacionales de
79/

BYSA (NPBSA) —

.

^

.

Los recursos de la población para aplicar a BYSA sur­

gen de sus ingresos deducidos al costo de la supervivencia.

Los gru­

pos M y Z definen entonces frente al equivalente anual del precio del
BYSA (EAPBSA) y al recurso familiar de aplicación a BYSA (REMESA y
RFZBSA)

79/

el acceso relativo al BYSA ofertado (AMRBSA y AZRBS.A) .

Se a d o p t a
cionales
vicios

como meta
de BYSA,

conexos

por

en c u a n t o

el s t a n d a r d

al c á l c u l o
de

de

las n e c e s i d a d e s

una v i v i e n d a m á s

familia nuclear.

fracción

Por otro

pobla­
de s e r ­

y.por ende, de poseer una prospectiva mejor de la situación de acceso.

9.1.5

Subestructura de Impacto en el Hinterland Rural
Esta subestructura modela las hipótesis sobre el impacto de la

planificación de inversiones de capital en el CCE sobre el hinterl.and
rural de éste.
En sus características mas importantes se diseña:
el efecto sobre la producción agrícola en el Hinterland rural,
y el efecto sobre la disponibilidad de mano de obra para las
tareas rurales.

En especial, se considera que la nueva demanda de productos de sub­
sistencia generado por la creciente población del CCE, exigirá una meta
de producción agrícola en el Hinterland rural (MAPAHR).

Esta meta es­

tará definida por un mecanismo de mercado en el que intervienen:

la de­

manda externa de producción agrícola en el liinterland rural (DXPAUR) y
la demanda local (DLPAHR) , conformando un consumo de producción (CP.AliR)
afectado por los precios (EPCAH), y un efecto adicional de los precios
de incentivo a la producción (EPPAH).

El precio que actúa en estos

efectos será el mínimo entre el indicador local de precios de producción agrícola (ILPPA) y el externo

83/

(IXPPA) — - .

La producción anual

(PAAHR) respecto de la meta estará acotado por la producción potencial

83/

Nótese que este mínimo intervendrá junto con el indicador externo
de precios de industria y comercio (IXPIC) en la composición de un
indicador (PCOM) que estimulará la presión de precios sobre los
salarios legales (PISSL).

lado,

la m a s a

de r e c u r s o s

y el e q u i v a l e n t e
el n u m e r o
(UBSAPU)

anual

de

grupos

standards

indicación de

m a l de p r o d u c c i ó n d e B Y S A
relativo

los

M y Z como un

del precio del BYSA ofertado,

de las u n i d a d e s
que son una

de

la c a r e n c i a

(ESP ES A )

de B Y S A

de

todo

( R M B S A y R Z BS A)

formalmente

BYSA potencialmente

utilizables

la e f i c i e n c i a s o c i a l

del

y para

de

frente

la d e f i n i c i ó n

a las n e c e s i d a d e s

definen

sistema
un

for­

indicador

poblacionales

(IRCBSA)

Probablemente,
análisis
nivel

c rí t i c o .

d el

incluir

un g r u p o
lo que
de

La

ingreso en

ría ser m e j o r a d o
t a nte

esta

simplificación
l os

el h e c h o

a una unidad

diferencial

Otro
porar una

de  s t o c k

aspecto
oferta

que

de

Esto,

un

frente
por

de

BYSA,

satisfacción
también

81/

debería

ser

estudiado

en p r e c i o s

de

y debe­

parecería

e s t e no

impor­

el a c c e s o

de

80 /
se p i e r d e —
,

alcanzado

permitiría

a un

tramos

g r u es a ,

una vez v erificado

por no acceso —

diversificada

tanto

Asimismo,

ocioso

que

frágil

componentes

parece

standard

un n i v e l

satisfacción.

las

posterior.

comprobado

exigirá modelar

de

g r u p o s M y Z,

en u n a v e r s i ó n


familiar

 s t o c k de

s e a la s u b e s t r u c t u r a m á s

o una

obtener

especie

un n i v e l

.

es la p o s i b i l i d a d

de u n i d a d e s

de i n c o r ­

standards

de
82/

BYSA como una m a nera de ser más

80/

En g e n e r a l ,
es

en l o s

En a l g u n o s
canzó

82/

CCE,

niveles

de a c c e s o

c o m o p.e.

en egtos
el a c c e s o

casos

planificación

de l a o f e r t a ,

la o f e r t a

del sector público

coyunturas

Lázaro

Es d e e s p e r a r

de

de s u b s i d i o

políticas,

en v i v i e n d a

al acc e s o

rara vez

deterio­

alcanzada anteriormente.

no despreciables,

mitan mejorar

tratamiento

Los mecanismos

a las d iferentes

ran u n a s i t u a c i ó n

en el

intervención

decisiva y predominante.

consecuentes

81/

C C E la

realista

que

esperado

Cárdenas
(casi
la
del

en M é x i c o ,

50% de

existencia
grupo

d e s t i n a d a a los

Z

est e

stock

la p r o d u c c i ó n
de p.e.
(si,

sectores

tres

ade má s ,

al­

formal
EAPSA
existe

de b a j o s

to tal)

per­
un a

ingresos).

V

(PAPHR)
■media

definida

de é s t a

tar eas

de

lado,

de m e n o s

.

el e f e c t o

de

entre

salarios

pagados

los

calificación

a c e n t u a r á n el v a c i a m i e n t o
ral

influenciada

vaciamiento
para

alcanzar

generando

86 /

CCE“—

8A/

una alte r n a t i v a

En e s t a v e r s i ó n ,

que

forma

las a c t i v i d a d e s

sobre

de la P R I C

el h i n t e r l a n d
de m a n o

considera
de

rural.

para

tierra disponible
a las

incorporada

ru­

Este

de o b r a d i s p o n i b l e

el

grupo

a la p r o d u c c i ó n

afectada

ser

y las

(población

en el h i n t e r l a n d

transitorio

asociado

rurales

la d i n á m i c a m i g r a t o r i a ,

del n i v e l

escasez

de e m p l e o y la d i f e ­

en

tareas

r ural,

Z en

agrícola

el
en

el

el h i n t e r l a n d
rurales

a la a c t i v i d a d

y

la

productiva

fácil y costeable.

Para esta versión,
m e d i a de la t i e r r a
durante

CCE,

de e m p l e o

susceptible

por

producción agrícola

proceso,

se

expectativas

contiene

( T U R ) , la a c t u a l m e n t e

existente
en

en el

relativa

la c r e c i e n t e

, Cbviamente, e s t e

. rural

85/

una

las

histórico

p o r el CCE)

produce

SA/
(TUR) —
y la p r o d u c t i v i d a d

tierra disponible

(PMTHR)

Por otro
rencial

p o r la

se a d o p t ó la s i m p l i f i c a c i ó n q u e la p r o d u c t i v i d a d
e n el h i n t e r l a n d r u r a l (PMTHR) es u n a c o n s t a n t e

el h o r i z o n t e

de e l i m i n a r
se s i m u l e
mejorada

esta

u na

de

simulación.

intervención

s er ía ,

No

limitación y proveer
en c a m b i o ,

sobre

existen muchas

una

tabla

la p r o d u c t i v i d a d .

considerar

una

dificultades

exógena

sobre

la q u e

Una versión

reinversión

de

las

m ás

utilida­

des, e s t i m a d a c o m o un e q u i v a l e n t e de u n a f r a c c i ó n de la p r o d u c c i ó n
a g r í c o l a en m e j o r a m i e n t o de la p r o d u c t i v i d a d , p.e. i n c o r p o r a n d o m e j o r a s
como
-que
un
86/

r i e g o o m e c a n i z a c i ó n ; p a r a e s t e c aso,
p o d r í a s er a f e c t a d o p o r I X P I C o P C ü M -

cambio

standard

en

se p o d r í a d e f i n i r un c o s t o
de la m e j o r a u n i t a r i a o de

la p r o d u c t i v i d a d .

P a r a v i s u a l i z a r e s t o en el d i a g r a m a de b l o q u e s ,
no s ó l o al d e n o m i n a d o  I m p a c t o en el h i n t e r l a n d
al d e n o m i n a d o
de

éste.

Empleo,

en p a r t i c u l a r ,

se r u e g a r e f e r i r s e
ru r a l , s i n o t a m b i é n

en el e x t r e m o

superior

derecho

■hinterland està acotado,
decir,

c o m o a nt es ,

y por otro
precios

lado,

locales

Si b i e n ,
ficaciones,

por un

por la

l ado,

por

la p r o d u c c i ó n

potencial,

t i e r r a d i s p o n i b l e y la p r o d u c t i v i d a d

por el juego

de m e r c a d o

resultante,

en

es

d e ésta,

término

de

y externos.

esta subestructura

contiene bastantes

genera una dinámica propia.
tu r a de m e r c a d o

c on

de la p r o d u c t i v i d a d

elementos

d e la

de

de p r e c i o s

d e l CCE.

Algunas

tierra pueden

conteniendo varias

estructurales

Representa,

influencia

agrícola del hinterland

fue d i s e ñ a d a

y,

por consiguiente,

cierta manera,

externos

en la

limitaciones

ser mejoradas

simpli­

una e s t r u c ­

producción

señaladas
sin

gran

respecto

esfuerzo

en u n a v e r s i ó n u l t e r i o r .

9.1.6

Subestructura

de

Inversiones

En e s t a versión p r e l i m i n a r
nes

,

de c a p i t a l

,

87/

de e m p l e o —

es

del

capital

q ue m o d e l a

87/

mide

el

parcialmente

subestructura
exógeno

de

de a l g u n a

i m p a c t o de u n a p l a n i f i c a c i ó n
forma,

de s i m u l a c i ó n )

de

inversio­

la S u b e s t r u c t u r a

es

sobre

u n a de

el CCE,

las

de

componentes

produciendo

inversiones
fundamentales

la d i n á m i c a

interna

C E C R EX .

Una versión
la

la

.

(que,

escenario

corregida,

un s u b c o n j u n t o

Esencialmente,
de

de C a p i t a l

posterior

i n v e r s i ó n y l as

Ver más

trataría

de a n a l i z a r la m e c á n i c a q u e g e n e r a

retroalimentaciones

arriba:

9.1.3

que

e s t e p l a n de

 S u b e s t r u c t u r a d e E m p l eo  .

inversiones

recibe

del

comportamiento

importante

-

considerar,

proceso

d e l CCE.

al m e n o s ,

de g e n e r a c i ó n

terpretación

j 1

de

de

nueva
nes

88/

en e s t e

Interpretaciones
89/

Un m a t e r i a l
ti d o

90/

Una

experiencia

‘ Guayana

en G E L L E R ,
Proyecto

y redistribución

C C E de. a n t i g u a
y control

las

enclaves,

de

in­

transna-

de

de

descentralización

89/

la p o b l a c i ó n

data para detectar
la p l a n i f i c a c i ó n

los

por

un

se d i scrimina,

la p l a n i f i ­

en:

(IPI)

(esencialmente

construcción

fue

de

las

civiles

resumido

medida

plantas

en b i e ­

industriales

y montaje).

en el Cap.

8,

Algunas

de G e n e r a c i ó n  .
avanzar
L.,

la

Algunas

HABITAX/CIDA,

sin duda ampl i a m e n t e

ajustar

mecanismos

económico,

construcciones

sentido

en V e n e z u e l a ;

permitirá
texto.

y en la

interesante para

America Latina,

importaciones,

desarrollo

industrial

del Proceso

puede verse

aspectos:

distintos

anteriormente,

de c a p i t a l

(ingeniería,

Un e s f u e r z o

sería

. , 90/
social —
,

lo s e ñ a l a d o

capital)

(IPIC)

sobre

y conflicto

producción

de

de

realimentación

inversiones

estas mejoras

T 88/, .
)

empíricos

procesos

cación

siguientes

un CCE,

económicas

estudios

Para modelar

de

implementar

capital —

vigentes

de a c t i v i d a d e s

presión

los

( s u s t i t u c i ó n de

c i o n a l i z a c i o n d el

estrategias

Para

rastreo

de

proposiciones

investigación
Cuestiones
México,

estudiada
la
que

en e s t e

diciembre

es

1978.

l a de C i u d a d

información disponible
se s e ñ a l a n

sen­

Espaciales

en el

en

Nueva

infraestructura para

(comunicaciones,

y una n u e v a
d as

energía,

la p r o d u c c i ó n

(INI)

e t c.)-

infraestructura

e infraestructura

industrial

91/
o BYSA —
(IBYSA)

social

urbana,

servicios

para

la s a l u d

(vivien­
y educa-

92/.

).

clon

Nótese
guna

inversión

de m e j o r a r
existente
sistemas

En
mas

q u e se h a s i m p l i f i c a d o
planificada

en el h i n t e r l a n d

la p r o d u c t i v i d a d
una

planificación

de v e n t a m a s i v a

cuanto

arriba,

referencia

a los

de

a fenómenos

el

de l os

el

de

inversiones

t i er r a ,

abastos

internos

de n i v e l

y sobre

la

de

para

de

y que

INI

con el

tampoco

se

en el s e c t o r

nin­

objetivo

considera

comercial,

p.e.

la s u b s i s t e n c i a .

Así,

sobre

de

p.e.

estos,

simplificada,

al CCE.

niveles

r u ral,

realimentación,

de m a n e r a m u y

el efecto

efecto

de

circuitos

son m o d e l a d o s

la s u b e s t r u c t u r a , al no i n c l u i r

como

se

señaló

y solamente

en

entonces:

IPI

insatisfacción

de

BYSA sobre

IBYSA

IPI,

efecto

de

las p o l í t i c a s

de

gasto

público

sobre

IBYSA e

INI.

n /

Ver

92/

La unidad
de

23/
standard

servicios

de

BYSA contiene

complementarios.

la v i v i e n d a y u n a

fracción

Toda
del
y la

referencia

proceso

entonces

o

de a c u m u l a c i ó n

coyuntura

exogenamente

a l os

política

en e l p l a n

diferentes

d el
de

efectos
global
p a ís,

de

características

diferenciales

en e l C C E y l a s á r e a s m e t r o p o l i t a n a s ,
en e s t a

inversiones

escenarios

las

version,

debe

correspondientes,

de s i m u l a c i ó n .

ser

introducida

configurando

CECREX
Nomenclatura

de las V a r i a b l e s

Usadas

n o  i c  i c ’ r »0 0 00 1 I S

0«

c r o o 021

usine

0011


R » ú 9 S
)

; 0 00 1 ■C

0002 :
 0 00 3 *- C“
c
0001 ■
PROYECT O Hh OI T f i T/ C i IO
c
000G
 0 0 0 G ■-c;
■
■
ft S P E C TOG SOCI OL ES DEL AfiB I E S T - liUrií.ílO
2
c
0 00 7
EH A DE R I C f ì LA T I li ft.
0 0 0 0- c
•
0 0 09 ■ c~‘
0 0 10 c
e E e H E ; 0 0 11
c
n OD E LO SOORE- CEI I TROS- D E - C R E C I il I £ NT 0 - E X P tO S I V
-c ....0 0 1 2 ”
c
0 0 13
c
00 M
- •0 0 I 3 - - C
0 0 I ó■ c
nOMENCLATURA DE LAS V A R I A B L E S USADAS !
c
0017
0 0 1 8 -C
0019’ c
0 02 0- c
•-0 0 2 1 - c --------S U B - E ST RUCT UR A-D E POt l LAGI OH - i
c
0022
POLZ^POBL .  2 DEL C E C R E X .
I
c
0 02 3
- [ PERSONAS 3-------------------------HC-----0 021c
0 02 5
POBN = P O 0 L .  f r OEL C E C R E X .
0 02 6 c
- I PERSONAS 3------------------------•---0 02 7 - c
0 02 8
c
PU I C = P C B L . URBAN A I NF L UE N:
c
. 0 02 9
CI ADA P O R - EL--OEGREX----------•0030- c
[PERSONAS!
c
003 1
c
0 03 2
-—PR I C = PO BL-.- RURA L--I NFb-UEN
------0 03 3 - - c CI ADA POR EL C E C R E X
c
, 0 03 1
I PERSONAS 3
0 03 5., ■
c
----- 0 03 G - c -CV2=CREC.VEGETATIVO DE.LA
c ■
0 03 7
P O B L .  Z  DEL C E C R E X
c
■0 0 3 S
—[ P E R S ONA 8V AH OO --------------------- ^ 0 3 9 -—0 -0
0 04 0- c .
CVN=CREC. VEGETATI VO DE LA
0 04 1 ; . c
—P Ob L
M
E L - C E C R E X -----------— ---0 0 4 2--—c—
[PERSÙI I AS/AN0 3
■ 0 0 4 3 c
c
0 04 4
-CNPU I C = CREC .--NE T O- OE—L A ------------0 0 4 5 - - c —
P UI C AL NARGEN DE M I G R A ­
0 04 6- C
C I ONE S DESDE O  H A C I A E L CE
c •
0 04 7
-Cft EX 
------------ — --------------------------- 0 04 8 - - c [ PER SONAS/ANO 3
C
0 04 9
0050- c
■
CHPR I C=CR£C.^H£T CL-0 E - L A_ P RXC-J-8------0 0 5 1 - - c —
( A L MARGEH DE MI GR ACI ONE S
c
0 05 2
DESDE O HAC I A EL C E C R E X )
c •
0 05 3
--[ PE-k SONAS-ZANCu J----------------------—F-----0 0 5 4 - -c—
c
0 05 5
CHH=CRECI N l E NT O POR MI GR A ­
9
0056  c .
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9.2

El Caso de Lazaro Cárdenas, Micho¿icán, Mexico

Se presenta a continuación la aplicación del modelo de simulación
propuesto a un CECREX real

de gran relevancia en iMéxico:

la ciudad

de Lazaro Cardenas en el estado de Michoacan.

. 93/
Esta ciudad, cuyo estudio —
fue realizado en el marco de cstc:
mismo proyecto, es sede de una estrategia del gobierno mexicano en la
producción de productos siderúrgicos, para lo cual, se aplicaron cuan­
tiosas inversiones públicas en planta industrial y en nueva infraestruc­
tura económica y social.
Asimismo, las oficinas gubernamentales de planeamiento elaboraron
un cuidadoso pian para implementar la estrategia, y numerosos centros de
estudio e investigación de gran prestigio han realizado un seguimiento
de la experiencia —

.

Los datos obtenidos a partir del plan original y de los diferentes
procesos de evaluación y control permiten verificar la validez del

93/

BERMUDEZ, E.,
Lazaro Cárdenas, Proyecto HABITAT/CIDA, México,
diciembre 1978.

94/

ZAPATA, F. , y otros,
Las Truchas:
Acero y Sociedad de .México,
Centro de Estudios Sociológicos,
El Colegio de México, diciem­
bre 1977.

.juego de simulación propuesto, el cual puede ser perfeccionado al apli95/
96/
carse a otros casos como Ciudad Guayana —
en Venezuela o Puerto Madryn —
en Argentina.

Creemos que el producto perfeccionado puede ser una herramienta de
gran utilidad para las oficinas de planeamiento de los países de la re­
gión, dado que permitirá evaluar sobre un horizonte de mediano plazo
(20 años) la dinámica interna de centros urbanos sobre ios que se arti­
cula un plan de inversiones publicas intensivas destinado, en general,
a la producción local de bienes intermedios y un programa complen;entario
de apoyo en producción de bienes y servicios sociales.

La visualizacion sobre el horizonte y ante escenarios coyunturaies
alternativos de la dinámica interna permitirá corregir aspectos dei
plan elaborado como así también evaluar su fragilidad relativa ante
97/
variaciones ambientales significativas del sistema —
, o estructura
modelada.

Estos objetivos ambiciosos deben impulsar un desarrollo de la in­
vestigación de esta herramienta, que en esta etapa alcanzada por el
Proyecto HABITAT/CIDA se presentan de una forma indicativa y simplifi­
cada .

95/

E. BERMUDEZ:
Ciudad Guayana, Proyecto HABITAT/CIDA, México,
diciembre 1978.

96/

N. SGHAMIS:
abril 1978.

97/

Debe entenderse sistemas abiertos.

Puerto Madryn, Proyecto HABITAT/CIDA, Buenos Aires,

Una palabra final acerca del contenido de las secciones siguien­
tes:

inicialmente se encontrará un resumen de los mecanismos empleados

para la definición de los parámetros aplicados al caso de la ciudad de
Lázaro Cárdenas y un cuadro con los valores adoptados; más adelante,
la sugerencia de pautas para el análisis y finalmente los resultados
de simulación obtenidos.

9.2.1

Investigación Preliminar de Información Parametrica
Para la definición de niveles iniciales, tablas y constantes en el

caso de Lázaro Cárdenas, se realizó una investigación preliminar ce in­
formación parametrica en base a un extenso estudio realizado en el Proyecto HABITAT/CIDA sobre ese centro de crecimiento explosivo

98/

La información más relevante fue sintetizada en las tablas que se
presentan a continuación.

Para una más fácil referencia,

fueron agru­

padas según las subestructuras que contiene el modelo CECREX.

98/

Ver

93/

ADVERTENCIA:

En esta version sintetizada de las actividades de inves­
tigación en CENTROS DE CRECIMIENTO EXPLOSIVO, no contiene la
formalización del modelo CECREX, así como la información parametrica para su aplicación a un caso empírico, la ciudad de Lazaro
Cárdenas en Mexico.

Recomendamos al lector interesado remitirse al documento:

ANTUN, J.P.

CECREX - Un Modelo de Simulación de la Dinamica

Interna de Crecimiento Explosivo,

Proyecto HABITAT/CIDA,

CEPAL, Naciones Unidas, Mexico diciembre 1978,

9.2.2

Escenarios de Simulación

■ En esta versión de trabajo corregida de C.ECREX, los escen.irios de simu­
lación se introducen a través del conjunto de variables exógcnas, en particu­
lar con la Subestructura de Inversiones.
De esta forma, los escenarios alternativos se diseñan proponiendo dife­
rentes esquemas para la planificación de inversiones de capital en el CCE.
En el caso de la aplicación de CECREX a Lázaro Cárdenas, para fijar
ideas:
Escenario 1
.

Implementación del Plan completo de Inversiones de SICARTSA - Side­
rúrgica Lázaro Cárdenas Las Truchas, contenido en las et.apas I y II.

.

Aplicación del Plan Original de Inversiones Sociales (BYSA) sin correc\clones.
Conservación del marco general socioeconómico político dei país con
cambios no trascendentes

(p.e. continuidad del proceso político y en

la gestión de los asuntos del Estado, mantenimiento de la paridad pesodolar, etc.).
Escenario 2
.

Implementación del Plan de Inversiones de SICARTSA exclusivamente en
su primera etapa.
Aplicación del Plan Original de Inversiones Sociales (BYSA) sin correc­
ciones .
Suposición de un cambio importante en las políticas del Gasto Publico
en el primer recambio gubernamental.

Las limitaciones presupuestarias en el Proyecto HABITAT/CIDA restrinr
gieron en esta etapa el juego de simulación a un escenario como el del tipo
2, el cual fue complejizado en algunos aspectos.

Se eligió esta alternativa,

porque permitía poner en cierta forma a prueba a CECREX, dado que este esce­
nario se acerca más a la situación real desarrollada en Lázaro Cárdenas duran­
te el período 1970/78.

El horizonte de simulación elegido abarcó 20 años

(medio plazo) desde 1970.

Escenario Base

1,

Implementación de la primera etapa del plan de inversiones de SICARTSA.

2

Implementación del programa original de inversiones en BYSA.

.

3.

Proceso inflacionario en precios de industria y comercio del 10% anual.

k.

Mediano éxito de las políticas de planificación familiar.

5.

Demanda externa de productos del hinterland rural creciente 10% quinque­
nal .
Mivel de consumo asociado en particular a la supervivencia de la poblacion.
Respuesta política sobre remuneraciones al trabajo demorada respecto la
presión inflacionaria sobre salarios legales.
Creación de puestos

en servicios

para la comunidad demorada respecto de las

necesidades poblacionales reales.
■Atribución de la oferta formal de unidades standards de BYSA a un va.ior
medio de los planes de SICA.RTSA/INFONAVIT/FIDELAC/SOP, y alternativa
priorizando grupos de menores ingresos.

9.2.3

Resultados de Simulación

La simulación sobre un escenario en un horizonte (1970-1990) que con­
tiene un período (1970-78) sobre el cual se desarrollo el proceso real per­
mite evaluar la performance de CECREX, un modelo genérico para CCE planifi­
cados de base industrial, en un caso empírico.
Los resultados obtenidos, a pesar de lo imperfecto de esta versión de
trabajo corregida de CECREX, son lo suficientemente aceptables cor.o para in­

D

centivar un mejoramiento de CECREX como una herramienta útil en el escudio
prospectivo.

En particular, el comportamiento de la dinámica interna de

Lázaro Cárdenas previsto por CECREX para el período 1970/78 no esta muy ale­
jado de los procesos verificados en su historia real.
Es interesante observar que los elementos contenidos en la subestructura de población han elaborado una proyección demográfica correcta.

.asimis­

mo, la dinámica del perfil de la estructura de empleo especifica la crisis en
términos de los grandes sectores M y Z” .

Puede observarse que el CCE opera

efectivamente como un concentrador espacial de los subempleados y desempleados
de la región.

El nivel de empleo estable o más permanente alcanzado en el

período en que la actividad de la construcción fue más intensa, sólo vuelve a
alcanzarse sobre fines del horizonte de largo plazo, pero a causa de la contri­
bución en otro sector del perfil de empleo, en la actividad del comercio.
Los procesos migratorios asociados a la situación del empleo son claramente
verificados, en particular en el proceso de captación y rechazo de íí, (con­
trolado por el excedente de empleo estable) como en la inercia migratoria de
los Z (ante las reales expectativas de empleo y diferencial de salario eqviivalente).

Asimismo, se observa que después de iniciada la crisis en términos

de empleo las posibilidades de transferencia
en el empleo) son prácticamente nulas.

a M (acceso a estabilidad

Una evaluación de las reales posibi­

lidades de desarrollo de la actividad comercial permitiría una consideración
más precisa de los niveles esperados en el consumo y su repercusión sobre el
sector informal.

Nótese por otro lado que la estrategia de supervivencia de

los Z, ante el agotamiento del empleo adicional en el hinterland por satura­
ción de la dotación de trabajo en las metas productivas, se centrará sobre los
servicios personales demandados por la masa de población M, críticarricnte
descendente, y por el sector informal comercial.

La prospección realizada en términos de la situación en el hinterland ru­
ral es también de interés, a pesar de las limitaciones en cuanto a una produc­
tividad de la tierra considerada constante para esta simulación.
particular la saturación en la dotación de trabajo señalada antes.

Nótese en
Pero tal

vez uno de los resultados más interesantes es la dinámica de pre.cios y sala­
rios:-el juego de indicadores de precios, locales, e.xternos, industria y co­
mercio refleja la real situación del mercado, nótese el transitorio inicial
con un disparo del nivel local; asimismo, obsérvese la respuesta a la presión
inflacionaria sobre los salarios.
La subestructura de BYSA, a pesar de sus limitaciones, perraitc preveer
que la planificación de inversiones y las operatorias de viviendas alcnanzarán
para fines de 1978, época prevista de finalización de las obras, una oferta
ociosa cercana al A3% de lo producido (los datos reales son más altos A9%) y
que el acceso de los grupos Z es prácticamente nulo, siendo éstos la fracción
más importante de la demanda.

Obviamente la eficiencia social del sistema

de producción formal de BYSA es prevista como muy baja.

En la situación real

la planificación original sufrió modificaciones sobre la marcna (en particular
partidas presupuestarias especiales en 1973) que, sin embargo, no modifica^ron
mayormente el estado carencial experimentado.

Una palabra final acerca de una even cualcomplej izacion del escenario
que surge como relevante.

Sin desmedro de producir mejora.s en algunas sub-

estructuras para que contengan una mayor dinamica propia (p.e. empleo o in­
versiones) o mayores elementos para su especificidad (p.e. BYSA), parece ser
interesante introducir la alternativa de implementar la segunda etapa de
SICARTSA sobre finales del horizonte de simulación (p.e. 1983) aplicando
simultaneamente un programa optimizado de inversiones en BYSA tendiente a
disminuir el estado carencial verificado en 1978.

Creemos que introducir

esta perturbación sería un ejercicio interesante porque permitiría evaluar
mejor salidas alternativas.

Obviamente CECREX no tiene en cuenta la inser­

ción del CCE en la proyección nacional, y opera
externas.

a partir de políticas

.. 3
9.

Conclusiones
CECREX es un avance en la implementacion de un modelo de simulación

de la dinámica interna de centros de crecimiento explosivo en America
Latina.
La performance desarrollada en la aplicación a un caso real permite
confiar una buena credibilidad al modelo propuesto, así como a las hipótesis implícitamente involucradas en el diseño de su estructura.

99/ ,

Siendo, entre otras, las acciones de política que involucran estrate­
gias para enfrentar los problemas de la concentración de la población )
’
de la localización de las actividades económicas, las generadoras de cen­
tros de crecimiento explosivo, parece sumamente urgente proveer metodolo­
gías para un análisis y estudio prospectivo de esas acciones.

En este

sentido, sería de particular interés en términos de proveer herramientas
Utiles al planificador, perfeccionar CECREX de forma tal que éste permita
una mejor formulación de evaluaciones sobre diferentes alternativas de
planificación (escenarios) y en un horizonte de mediano plazo (20 años)
y, de esta forma, brindar un juego o marco de decisión más científico
a las alternativas u opciones en política.

Asimismo, CECREX tiene la particularidad de modelar un sistema más
o menos cerrado, no muy grande, puede ser alimentado inclusive de otros
modelos (uno por ejemplo que simulara los procesos socio-económicos invo­
lucrados en la concentración/dispersión de la población y las actividades
económicas), y posee una gran versatilidad para aplicarse a CCE reales.
En la presentación y análisis de cada subestructura, se han señalado
las deficiencias más notorias y las orientaciones para una versión perfec99/ Ver, ANTUN, J.P., CECREX - Un Modelo de Simulación de la Dinámica Interna
de Centros de Crecimiento Explosivo,
Proyecto HABITAT/CIDA, CEPAL,
México, Diciembre 1978.

Clonada, los cuales constituyen un plan de trabajo inmediato, que podría
implementarse hacia los objetivos mencionados.

Se estima que la aplica­

ción a casos reales, como ha sido el caso de Lazaro Cárdenas, inducirá
nuevas lineas de avance en la estructura de CECREX, por lo cua], mismo
la versión existente debería ser aplicada a otros CCE en /jnerica Latina
‘
sobre los que se haya realizado una prolija investigación para obtener
información parametrica, a los fines de enfatizar más o menos las caren­
cias o deficiencias antes señaladas, realizar pruebas de sensibilidad y
valoración, y a aumentar el nivel de credibilidad en el mismo.

El autor considera que existe un am.plio campo a definir en cuanto
a las metodologías para estudios sobre asentamientos humanos, y que el
enfoque sistemico, las herramientas informáticas y el análisis prospec­
tivo tienen un rol original, no sustituible, a desempeñar.

^^

•

10.1

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